sábado, janeiro 24, 2009

Casos pontuais mas nada de alarmante


Sucedem-se os casos pontuais na baixa de Coimbra como nos relata o blogue Questões Nacionais sempre atento à Zona Histórica da Lusa Atenas.
“Ainda que tenha algo que transcende a compreensão do cidadão comum, ou melhor não se consegue entender, a verdade é que a jurisprudência tem seguido a regra de que se as imagens foram obtidas sem consentimento do visado ou sem mandado judicial são consideradas nulas. Se também neste caso, assim for, confesso, em jeito de brincadeira, como o meu trabalho me rende muito pouco e tenho dificuldades, vou mas é virar para o gamanço.”
Na volta um belo dia destes o meliante sai em liberdade e a vitima fica em prisão preventiva por ter violado, a privacidade e o direito ao uso de imagem.

Nada de alarmante


Militares da GNR ainda dispararam dois tiros para o ar, mas os fugitivos não se intimidaram e escaparam às autoridades

Menos de 24 horas depois de ter sido presente a um juiz do Tribunal de Instrução Criminal de Coimbra, o indivíduo que protagonizou uma fuga com perseguição policial em Ançã esta quarta-feira, provocando um acidente que feriu uma condutora e que redundou na sua detenção na EN 111, volta a ser o principal protagonista de cena idêntica. Desta vez em ruas de Cantanhede e aldeias limítrofes, sempre em alta velocidade, bem à maneira “dos “triller´s de Hollywood”. Ontem, bem cedo, ainda não eram 07h30 da manhã, uma patrulha da GNR detecta um veículo de marca Honda estacionado no Largo Pedro Teixeira, no centro da cidade, com dois homens no seu interior, que levantaram suspeitas.
Na abordagem policial, o indivíduo que estava ao volante nem deu tempo ao agente de articular qualquer palavra. Põe o motor do carro a trabalhar e arranca a grande velocidade em direcção à Rua 5 de Outubro. O militar da GNR não teve dúvidas: o condutor era o mesmo da perseguição policial dois dias antes, em Ançã. O outro indivíduo, alegadamente, é um suspeito com residência em Ançã que faz parte do “gang”, que inclui uma rapariga de Cantanhede, referenciado pelas autoridades pela autoria de vários crimes e ao consumo de drogas.
Perante a fuga, os dois agentes da GNR, que usavam na sua missão de patrulhamento rotineiro um jipe Mitsubishi caracterizado não hesitaram. Encetam uma perseguição aos suspeitos que seguem em direcção ao bairro de S. João, várias ruas do centro da cidade, em direcção à rotunda da Jovimota, de acesso à EN 234-1.
O motor do Honda, roubado no dia 18 deste mês em Leiria, “roncava” e chamava a atenção de automobilistas e camionistas que se cruzavam com os fugitivos. O jipe da GNR (novo) acompanhava a pouca distância a “marcha infernal” dos suspeitos.
As tentativas dos agentes em convencer os suspeitos a parar não resultaram. Na EN 234, no sentido Cantanhede-Mira, a velocidade aumentou. Os agentes, via rádio, solicitaram apoio de outra patrulha que estava no exterior. Precisamente na zona para onde os fugitivos se dirigiam (em direcção a Mira).

Condução suicida
Na tentativa de “trocar as voltas” aos perseguidores, saem da EN 234 e entram na aldeia de Varziela, de ruas estreitas e em labirinto, com vários cruzamentos, continuando a praticar uma condução «suicida». Daqui seguem para outra localidade vizinha (Franciscas). Foi então que os agentes decidiram disparar dois tiros para o ar, intimidando os fugitivos, mas nem isso os fez parar. A perseguição continuou, agora novamente na EN 234. A segunda patrulha cruzou com o carro fugitivo, mas devido ao trânsito que já se notava nesta estrada, não pôde interceptar o veículo. Trânsito que acabou por dificultar a marcha do Mitsubishi dos agentes, cujo condutor não quis arriscar uma condução idêntica à dos fugitivos. Por isso estes lograram escapar (para já) às malhas da autoridade, que lhes perdeu o rasto na zona de Febres.
Cabe, agora, aos investigadores do NIC da GNR de Cantanhede localizar o arrojado “condutor” fugitivo, que como o DC noticiou anteontem, não tem carta de condução; provocou um acidente em fuga semelhante num carro roubado que fez um ferido; é suspeito de vários roubos e furtos; tem processos judiciais pendentes; e que deveria, desde ontem e todos os dias, apresentar-se no posto da GNR de Mira por ordem do Tribunal de Coimbra.

Autoridades policiais
“presas” pela lei

O Diário de Coimbra sabe que, quer um dos agentes que participou na perseguição quer um investigador dos NIC da GNR de Cantanhede, foram a Mira, onde reside o suspeito, pouco depois de lhe perderem o rasto, na zona de Febres. Passava pouco das 09h00 quando lhe bateram à porta. Ninguém atendeu. A ausência do suspeito na sua residência não deixa dúvidas ao agente que o abordou em Cantanhede ao volante do Honda. É o mesmo da perseguição em Ançã. O espanto destes elementos da GNR surgiu por volta das 10h00, quando o suspeito entra no posto da GNR de Mira para se apresentar às autoridades, conforme a ordem do tribunal. Confrontado com os factos vividos horas antes, o suspeito negou qualquer envolvimento na situação descrita, afiançando que àquela hora estava em casa. O certo é que o indivíduo “assinou o ponto” no posto da Guarda, bebeu um café e foi à sua vida, face à impotência das autoridades que, “manietadas” pela lei, não puderam deter o suspeito por não haver flagrante delito. Na presente situação, A GNR de Cantanhede vai entregar no Tribunal de Cantanhede o auto de notícia da ocorrência, que poderá decidir (ou não) chamar o suspeito para interrogatório e, eventualmente, alterar a medida de coação aplicada quinta-feira passada.

MOVIMENTO CÍVICO - PLATAFORMA CHOUPAL




NÃO MATEM A MATA NACIONAL DO CHOUPAL EM NOME DA MODERNIZAÇÂO


Como resposta ao "licenciamento administrativo" do novo traçado do IC2 na Cidade de Coimbra, que obriga a uma nova travessia do Mondego entre a Ponte Açude e a Ponte Ferroviária, cuja consequência imediata, mas não única, é a amputação de parte da Mata Nacional do Choupal, um conjunto de cidadãos entendeu organizar-se com o objectivo de, por um lado, demonstrar o quão graves são as consequências deste projecto para Coimbra e para Portugal, e por outro, para através de um conjunto de iniciativas cidadãs pressionar os poderes públicos responsáveis pelo projecto, ou seja, o Governo e a Câmara Municipal de Coimbra, para não avançarem com o mesmo.
Neste sentido, informamos que no próximo dia 15 de Fevereiro, Domingo, entre as 11 e as 16 horas, se realizará na Mata Nacional do Choupal uma concentração cidadã que contará previsivelmente com a presença de largas centenas de pessoas para as quais a consumação das obras inerentes à solução prevista representa um grave atentado à sua cidadania, entendida enquanto identidade pessoal, construção de sentido de comunidade e direito à participação efectiva na decisão de afectação de recursos públicos.
A apresentação pública e detalhada dessa iniciativa ocorrerá na Casa Municipal de Cultura, no próximo dia 29 de Janeiro pelas 21 h numa sessão de esclarecimento que contará com a intervenção específica de cidadãos que sobre esta matéria se têm publicamente debruçado e na qual será igualmente apresentada a página web que suportará a comunicação e a informação desta plataforma cívica.

Coimbra, 20 de Janeiro de 2009

PNR na Figueira da Foz


O autocarro nacionalista não pára e os nacionalistas da Figueira da Foz são prova disso.
Jovens empenhados e com capacidade e força para espalharem a mensagem.
Antes da reunião demos uma entrevista a um repórter do Diario As Beiras, depois seguiu-se uma acção de activismo pelas ruas da Figueira da Foz.
Esperemos que a este grupo se juntem mais nacionalistas, com vista à formação de um núcleo na cidade.

sexta-feira, janeiro 23, 2009

Santa Bárbara


Nas minhas andanças pelas fileiras do nosso exército, muita coisa aprendi e não dou por mal empregues os seis anos da minha vida em que servi na Arma de Cavalaria, pese embora o ódio que o sistema tem aos Oficias Milicianos. Mas isso são outras histórias, que deixo para conversas de amigos, sobretudo conversas entre camaradas.
Na vida militar uma sã rivalidade existe entre as várias armas e não são poucas as piadas e os ditos que cada uma arranja para “criticar” a outra. Ora lá para os lados dos homens da boina preta dizíamos em relação aos artilheiros: “ Livre-nos Santa Bárbara da nossa artilharia que da do inimigo livramo-nos nós”.
Tudo isto vem a propósito de uma artigo que li no site do P”S”, sobe o título “Proteger as Famílias” Que famílias? As dos banqueiros? As dos Boys? As do Grande capital?
Proteja-nos Santa Barbara destes xuxialistas, que as nossas famílias protegemos nós.

PNR apresenta cabeça de lista às Europeias de 2009


O Partido Nacional Renovador vem anunciar a escolha de Humberto Nuno de Oliveira – Presidente do Conselho de Jurisdição - como cabeça de Lista do PNR para as Eleições Europeias de 2009.

De acordo com o Presidente José Pinto-Coelho, “Humberto Nuno de Oliveira, é a escolha indicada para representar o partido, combater e afirmar a vincada posição do PNR contra a União Europeia, o seu projecto federalista, anti-nacional, as suas nefastas consequências e a falta de transparência dessa organização ao serviço de interesses inconfessáveis que não os de Portugal”.

Sob o lema “A União Europeia prejudica Portugal”, Humberto Nuno de Oliveira irá denunciar e combater por todos os meios, os malefícios da nossa submissão à UE. Para o candidato, “o país, a troco de esmolas, que se farão pagar bem caras, deixou de produzir e abdicou de sectores vitais para a sua soberania.”

O PNR, irredutivelmente contra esta União que promove a globalização e o mundialismo, fará desta posição firme a sua mensagem eleitoral para as Eleições Europeias de dia 7 de Junho de 2009

Inscrições de desempregados com maior aumento em 15 anos


No último trimestre do ano passado, inscreveram-se nos centros de emprego 173 mil desempregados, numa média de quase 58 mil por mês, o que representa um aumento homólogo de 26%. Cálculos do DN, a partir de dados ontem divulgados pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e pelo Banco de Portugal, mostram que este é o maior crescimento homólogo desde os três meses terminados em Novembro de 1993.

As conclusões são idênticas se for tido em conta apenas o mês Dezembro, altura em que cerca de 48 600 pessoas ficaram desempregadas, mais 37% do que no último mês de 2007. Também neste caso é necessário recuar 15 anos para encontrar uma variação homóloga tão expressiva.

A instabilidade sentida sobretudo no segundo semestre fez de 2008 um ano pior. De Janeiro a Dezembro os centros de emprego registaram mais de 608 mil inscrições, o maior valor anual desde o início da série (1979) e que representa num aumento de 11% face a 2007.

A informação apresentada refere-se às pessoas que, ao longo dos meses considerados, se inscreveram no IEFP como desempregados. Por reflectirem a instabilidade no mercado de trabalho, estes dados são tidos como indicadores de um possível agravamento futuro do desemprego. Isto porque, se aumenta de forma tão acentuada o número de pessoas à procura de trabalho, o mercado acaba por não as conseguir absorver.

É o que está a acontecer. O aumento do número dos que permanecem inscritos como desempregados no final dos meses é cada vez maior: em Outubro o acréscimo homólogo foi de 0,5%; em Novembro de 2,9%; em Dezembro, foi já de 6,6%, o maior desde meados de 2004.

Há agora 416 mil desempregados inscritos nos centros de emprego. O aumento foi transversal a todas as regiões do país, tendo o Algarve registado a maior subida.

Mais despedimentos

Quatro em cada dez pessoas inscreveram-se no centro de emprego por fim de trabalho não permanente, de que é exemplo a não renovação de contratos a prazo. Em Dezembro, esta situação afectou mais de 21 mil pessoas.

O despedimento unilateral está, contudo, a ganhar peso, tendo motivado quase 9 mil inscrições, num aumento de 62% em relação ao mês de Dezembro do ano anterior. Apesar de menos significativos, os despedimentos por mútuo acordo registam uma variação semelhante.

A região Norte é a mais instável, com 35% das 48 600 inscrições no Centro de Emprego ao longo de Dezembro passado. Apesar do Algarve ter registado uma subida mais expressiva, é no Norte que se concentra o maior número de pessoas desempregadas no final do mês: são quase 184 mil ex-trabalhadores, 44% do total.

Salazar


A avaliar pelas imagens que as televisões transmitem, o sistema produziu mais uma pérola. Nas salas de cinema vamos poder ver um filme onde o Dr. Oliveira Salazar é retratado como um mulherengo.
Estranhos tempos eivados de hipocrisia. Num sistema que nos diz a toda a hora que a opção sexual não deve ser discriminatória, usarem precisamente uma opção para tentar denegrir a imagem do estadista.
Eu que até critico alguns aspectos da sua governação, fico a partir de hoje ainda a admirar ainda mais outros, pelo menos, não enriqueceu com a vida politica, não se formou a um domingo e não era gay.

Em frente com a candidatura nacionalista ao Parlamento Europeu


O Código Incorrecto “reabriu” para apoiar o HNO

quinta-feira, janeiro 22, 2009

Caso Freeport: polícia faz buscas a tio de Sócrates e ao advogado Vasco Vieira de Almeida


O Departamento Central de Investigação e Acção Penal e a Polícia Judiciária realizaram hoje, no âmbito do caso Freeport, buscas na casa e empresas de Júlio Carvalho Monteiro, empresário e tio materno de José Sócrates, e no escritório de advogados de Vasco Vieira de Almeida, noticia a edição online do semanário “Sol”. De acordo com o jornal, em causa estão suspeitas de corrupção no processo que permitiu a construção do “outlet”, em Alcochete, e cujo inquérito criminal começou em Fevereiro de 2005.
Tudo o que temos vindo a escrever a alertar começa a bater certo.
Todos os dias a criminalidade nos bate à porta, As policias actuam como podem, mas depois vemos os criminosos sair em liberdade. O factor dissuasor das leis não funciona. Este novo código impede e prejudica a investigação de crimes de colarinho branco. Num gesto altamente democrático todos outros criminosos viram a vida facilitada.

O Saudosista apoia o Humberto e o PNR


Na linha do Ultimo Reduto, do Estado Novo, do Alma Pátria do Cidade do Sossego, do Pena e Espada, do Área Nacional e depois do pensamento expresso no próprio Reverentia Lusa - o Saudosista tambem apoia a candidatura nacionalista de Humberto Nuno Oliveira ao Parlamento Europeu
Bem estruturada, pensada e posta em práctica esta condidatura pode ser uma "pedrada no charco", ou melhor, no pântano em que Portugal se encontra enterrado.

FONTE

Nada de alarmante


Um cofre furtado e diverso material destruído foi o resultado de um assalto às instalações da CampiTocha. Na mesma noite uma carrinha foi furtada da Cooperativa da Tocha.

Uma patrulha da GNR de Ançã viu-se ontem de manhã envolvida numa perigosa perseguição a um automóvel no qual seguia um casal de delinquentes, já referenciado pelas autoridades pela prática de furtos e roubos.

Nos últimos dias o concelho de Cantanhede foi noticia pela vaga de criminalidade que o varreu. Fechar os olhos, banalizar só ajudam ao aumento da criminalidade.
Tínhamos razão quando comentando crimes em Lisboa dizíamos que amanhã num lugar perto de si. Hoje os “benefícios” da criminalidade estão “democraticamente” espalhados por todo o país.

NUNCA É DEMAIS LEMBRAR OLIVENÇA


Nota informativa divulgada pelo GAO:

Encontrando-se novamente o Presidente do Governo de Espanha e o Primeiro-ministro de Portugal, na XXIV Cimeira Luso-Espanhola, em Zamora, a Direcção do Grupo dos Amigos de Olivença lembra e faz notar o seguinte:
A Questão de Olivença, inquestionavelmente presente na realidade política luso-espanhola, continua por resolver, não reconhecendo Portugal a soberania de Espanha sobre o território e considerando este, de jure, português.
Cada dia que passa torna mais premente que a Questão de Olivença, constituindo factor de desconfiança e reserva que continua a prejudicar o relacionamento entre os dois Estados, com reflexos em áreas relevantes da política bilateral, seja inscrita - com natural frontalidade e sem subterfúgios - na agenda diplomática luso-espanhola.
Nas circunstâncias actuais, em que Portugal e Espanha se inscrevem nos mesmos espaços e alianças, com salutar colaboração em vastas áreas, estão afastadas as razões que tradicionalmente impediram que o assunto fosse discutido de forma adequada e nos precisos termos da Legalidade e do Direito Internacional.
O Grupo dos Amigos de Olivença, com a legitimidade que lhe conferem 71 anos na defesa da portugalidade da Terra das Oliveiras, a pugnar pelo seu reencontro com Portugal, desafia os Governantes dos dois Estados - e, especialmente, o Primeiro-ministro português - a darem início a conversações que, no respeito pela História, pela Cultura e pelo Direito, conduzam à solução justa do litígio.
O Grupo dos Amigos de Olivença, dando voz a tantos portugueses, a tantos oliventinos, apela ao Governo de Portugal para que tome a iniciativa de sustentar sem tibiezas os direitos de Portugal e espera que o Governo de Espanha se disponha a respeitar o Direito Internacional.


OLIVENÇA, TERRA PORTUGUESA!
VIVA OLIVENÇA PORTUGUESA!

quarta-feira, janeiro 21, 2009

Educação: Docentes vão pedir dissolução da AR a Cavaco Silva


O Movimento de Mobilização e Unidade dos Professores (MUP) vai pedir ao Presidente da República (PR) que dissolva o Parlamento, como forma de derrotar as «políticas destrutivas do Governo e salvar o ensino em Portugal».
Segundo a edição desta quarta-feira do Diário de Notícias, o pedido deverá ser apresentado no sábado, na concentração em frente ao Palácio de Belém.
«Penso que o Presidente não só não fez nada, como o seu silêncio é demasiado tácito, corroborando todas as medidas do Governo», afirmou ao DN Ilídio Trindade, porta-voz do MUP, sublinhando que esta hipótese ainda não foi colocada aos outros movimentos independentes, nem tão pouco aos sindicatos.
O que ainda faz com que o MUP pondere este pedido é o facto de essa eventual demissão do Governo poder, na opinião de Ilídio Trindade, ainda vir a beneficiar o próprio Executivo, alcançando uma maioria absoluta em eleições antecipadas.
«O problema é demasiado grave e não tem a ver apenas com os professores. O que está em causa é o ensino em Portugal e a Assembleia da República já foi dissolvida por menos», acrescenta o líder do MUP, afirmando que, entre professores, já circulam expressões do tipo: «vota à direita ou à esquerda, mas não votes PS».

FONTE

terça-feira, janeiro 20, 2009

Índios Lakota criam o Banco Lakota Livre


Em 17 de Dezembro de 2007, os índios Lakota declararam a sua independência dos Estados Unidos da América. Agora, livres e independentes, deram mais um passo espantoso. Nomeadamente, criaram o primeiro banco do mundo que não aceita dinheiro fiat(1) e não se baseia no sistema de reservas mínimas obrigatórias, aceitando apenas dinheiro com cobertura de ouro ou de prata para depósito.
"Hoje é um grande dia para nós, um dia em que exercemos com vigor e orgulho o nosso direito de homens soberanos", disse Canupa Gluha Mani, membro do Conselho dos Tetuwan, da tribo dos guerreiros Cante Tenze (Strong Heart). Os 2500 membros da tribo dos guerreiros foram incumbidos da segurança do Free Lakota Bank.
"Convidamos as pessoas de todas as raças, religiões e origens de se juntarem a nós para recuperarmos o controlo da prosperidade. Esperamos que a Nação dos Índios e os cidadãos americanos reconheçam a importância de uma moeda com cobertura de ouro ou de prata, e que se decidam por um sistema de comércio honesto." Mani, também conhecido como Duane Martin Senior, é membro da delegação que declarou a independência dos Lakota, em 17 de Dezembro de 2007.
Russel Means, chefe dos Lakota, mostrou-se muito crítico do sistema monetário americano e chamou ao Federal Reserve Bank uma organização criminal. Os índios Lakota tiraram as consequências e criaram um sistema bancário alternativo que tem uma cobertura de ouro e de prata,
No website do Banco está escrito: "Ouro e prata são um repositório de valor, um equivalente da prosperidade produzida. O dinheiro de papel é uma hipoteca da prosperidade, que não existe, com cobertura de armas de fogo apontadas aos que têm de conseguir prosperidade pelo seu trabalho. Como apenas queremos lidar com dinheiro verdadeiro, não participamos nos sistemas fraudulentos dos bancos centrais."
"Só há dinheiro quando se produz alguma coisa. O papel não é dinheiro verdadeiro, apenas é uma promessa de pagamento. Esperamos que, um dia, o resto do mundo acorde deste sonho americano, do sonho que uma pessoa consegue viver quando consome mais do que produz. Nós chamamos-lhe o sonho americano porque é preciso dormir para nele acreditar. O sonho tem uma listra de prata porque as pessoas descobrem que, na realidade, o sonho é um pesadelo. A única solução é regressar aos valores antigos, valores que resultam da produção e do comércio honesto."
Para os clientes fazerem as suas transacções, o Free Lakota Bank não pede nenhuma fotografia, nem o número do regime de seguro da pensão. Efectua-se de uma forma anónima. A firma StrikeForce, peritos de controlo de acesso, desenvolveu uma nova tecnologia que permite o acesso à conta sem exigir dados biométricos, mas protege contra qualquer fraude.
O banco diz: "Não nos compete vigiar as transacções monetárias dos nossos clientes. Não queremos saber quem deposita, de onde vem o dinheiro, nem em que quantias é depositado ou levantado no nosso banco."
"Se obtiver as suas receitas explorando as fraquezas dos outros, devia ter vergonha. A sua vida neste planeta será curta e o Grande Espírito dar-lhe-á a recompensa devida. Se decidir abrir uma conta no Free Lakota Bank, vamos investir o seu dinheiro onde haja um forte sentido moral e de valores."
A tribo dos Lacota convida todos os interessados a abrir contas e a investir no Free Lakota Bank General Investment Fund, um fundo que serve para criar indústrias e empresas industriais proveitosas, em território Lakota. Mani diz ainda que a Nação Lacota recusa donativos, e que insiste em ser ela a "trabalhar para a nossa própria prosperidade, na medida em que criamos valores que inspiram confiança no nosso sistema."
O Free Lakota Bank criou uma moeda que corresponde ao American Open Currency Standard e, consequentemente, é aceite em mais de 10.000 lojas e comércios em todo o continente.
Comentário: Em muitos sítios, na América, estão a surgir sistemas monetários alternativos. Como, por exemplo, o River Currency, o Gorge Local Currency Cooperative. É uma medida típica em tempo de crise para manter a economia local viva.
Também o sistema monetário alternativo de sucesso da Suiça, o WIR, existe há já 75 anos, tendo sido criado após a última crise económica mundial.

(1) Dinheiro fiat – criado por governos, sem relação com o padrão-ouro, funcionou bem durante um quarto de século, proporcionando a estabilidade monetária da qual sempre dependeram sistemas financeiros complexos.

FONTE

O Diabo On line


Um dos poucos jornais que ainda não foi atacado pelo politicamente correcto, surge agora na blogoesfera. Salvo melhor opinião e pese embora terem disponibilizado um email para contactos, os comentários não estão activados, o que é uma pena, pois poderia ser dada voz ao muito que muitos portugueses têm para dizer.
Já sendo um leitor assíduo da edição impressa, não vou deixar de acompanhar a edição on line.

Petição à Ministra da Educação organizada por Pais e Encarregados de Educação


A situação a que chegámos é talvez o culminar da "tomada de assalto" das escolas pela burocracia e pelas elites que fomos criando em muitos anos de políticas educativas atípicas para a própria condição humana. Ela reflecte bem o estado geral da educação em Portugal, e não augura nada de bom se não ponderarmos o rumo em que estamos lançados. Várias ameaças pairam sobre a educação nacional neste momento, sobre as quais tecemos as seguintes considerações:


a) Avaliação dos professores
Afirmamos a necessidade de um sistema de avaliação de desempenho, tanto para os professores como para as escolas enquanto instituições colectivas. A avaliação não é uma questão laboral mas sim uma questão educativa de fundo e uma indispensável ferramenta estratégica para a melhoria de competências e práticas pedagógicas e científicas, e para garantia da qualidade das aprendizagens.
Em consciência, não podemos concordar com sistemas de avaliação "fast-food", criados à luz de critérios economicistas, sem quadros independentes, formados e especializados na problemática educativa, e sem critérios e objectivos de longo prazo devidamente estabelecidos. É imperativo saber o que queremos da escola moderna e dos novos professores para saber o que vamos avaliar.
Consideramos prejudicial aos interesses dos nossos filhos e do futuro do país, um sistema de avaliação que visa pressionar o professor a facilitar a avaliação dos alunos. Os nossos filhos merecem uma preparação efectiva e não meramente estatística.As estatísticas de sucesso podem servir para abrilhantar relatórios, mas não servem os interesses dos nossos filhos nem o futuro do país.


b) O estatuto do aluno - em particular o novo regime de faltas

Não podemos concordar com o abandono de valores culturais essenciais para a formação do carácter individual e colectivo de uma sociedade de sucesso. Rigor, esforço, dedicação, dever, responsabilidade e disciplina estão cada vez mais longe da escola.
Consideramos uma grave subversão dos valores que a escola transmite quando se trata por igual situações que são antagónicas, premiando a irresponsabilidade e prejudicando o empenho. Não há sensação de justiça quando se equipara uma falta por doença ou motivo justificativo a uma simples "balda" ou "gazeta".
Acreditamos numa escola humanista, tolerante e geradora de solidariedade que seja capaz de dar todas as oportunidades a todos os alunos. Mas a escola nunca o será verdadeiramente se não for capaz de premiar a competência, reconhecer o esforço, e censurar o desleixo.
Apelando à serenidade e a meios de expressão em que prevaleça o respeito pela ordem pública e pela diferença de opinião, prestamos a nossa homenagem, admiração e solidariedade ao movimento estudantil e às associações de estudantes onde, afinal, o espírito crítico ainda sobrevive. É para nós um desejo que as novas gerações possam ser mais pró-activas (e menos passivas) no uso e reivindicação do seus direitos, liberdades e garantias, numa cultura de intervenção cívica própria das sociedades mais desenvolvidas.
Lamentamos profundamente e recusamos quaisquer atestados de menoridade ou de incapacidade crítica, implícitos nas insinuações de que os nossos filhos estão a ser manipulados. Aos que as fazem, lembramos as palavras de Epicleto: "Não devemos acreditar na maioria que diz que apenas as pessoas livres podem ser educadas, mas sim acreditar nos filósofos que dizem que só as pessoas educadas são livres".


c) Apelamos a um debate nacional, e a uma reflexão profunda

Em tempo de mudança, de uma Sociedade da Informação que se quer transformar em Sociedade do Conhecimento, da velha pessoa "reactiva" para a nova pessoa "pró-activa", que seja um verdadeiro agente de transformação, capaz de construir conhecimento, que aluno é que queremos?
Em tempo de mudança, dos velhos sistemas analógicos para a era digital, em que jovens teclam tão rápido num telemóvel ou num computador e em que nos habituámos a ver o mundo em mudança rápida e permanente até ficar bem diferente poucos anos depois de se ter iniciado o percurso escolar; que professor é que queremos?
Em tempo de mudança, o que é mais importante: traçar um perfil novo para o professor, o educando e as aprendizagens e acompanhar com uma avaliação honesta, sensata e rigorosa, ou avaliar sem se saber o que se está a avaliar porque não se sabe o que se quer? Que escola é que queremos?
Queremos a escola que Kant nos descreve, quando afirma "É por isso que se mandam as crianças à escola: não tanto para que aprendam alguma coisa, mas para que se habituem a estar calmas e sentadas e a cumprir escrupulosamente o que se lhes ordena, de modo que depois não pensem mesmo que têm de pôr em prática as suas ideias"?
Ou acreditamos em Tucídides, quando afirma "Não pensem que um ser humano possa ser muito diferente de outro. A verdade é que fica com vantagem quem tiver sido formado na escola mais rude"?

d) Afinal, o que é que queremos construir?! Afinal, o que é que queremos avaliar?! Resignamo-nos à mediocridade, à falta de meios, à falta de ambição?

A maior derrota é perder a capacidade de reflectir. Perder a oportunidade de parar para pensar, para dialogar. Essa perda afecta o homem e a sociedade no seu último elo: a sociabilidade.
Ao longo dos últimos anos temos vindo a assistir ao desaparecimento das ciências sociais e humanas dos currículos educativos. À luz daquilo em que se transformou a política - discursos e estatísticas - esta acabou por transformar a educação em Português e Matemática.
Como afirmou o reconhecido académico António Damásio, "(...) o ensino das Artes e das Humanidades é tão necessário quanto o ensino da Matemática e das Ciências,(...) Ciência e Matemática, por si, são insuficientes para formar cidadãos".
Não admira pois que alguns titulares de órgãos de soberania tenham "fracos índices de cultura social". São já fruto de políticas educativas avessas à própria condição de cidadania. Não mudemos nada, e imaginem como serão aqueles que nos governarão amanhã.
Resta-nos a esperança de que com o novo modelo de gestão, as escolas passem a responder perante a comunidade e não perante o sistema. Resta-nos a convicção de que com o reforço do peso dos pais e outros elementos da comunidade na gestão das escolas possamos, em conjunto com os professores e os nossos filhos, mudar um destino fatal.
Assim, e pelo exposto, os Pais e Encarregados de Educação abaixo assinado, requerem a Sua Ex.a a Ministra da Educação:
1. A suspensão do Decreto-Regulamentar 2/2008 de 10 de Janeiro, que regulamenta o regime de avaliação de desempenho do pessoal docente do pré-escolar e dos ensinos básico e secundário;
2. A urgente abertura de um processo negocial, que promova um amplo debate nacional e uma reflexão séria sobre os objectivos nacionais a atingir através das políticas educativas;
3. A abertura de um processo de revisão da lei 3/2008 de 18 de janeiro, que aprova o Estatuto do Aluno dos Ensinos Básico e Secundário, de forma a consagrar princípios de justiça e uma cultura de empenho, rigor, esforço e exigência na vida escolar dos nossos filhos e futuros pais, líderes e garantes deste país.

Subscreva esta petição aqui

Nada de alarmante como diz o Sr. Comandante


Pela terceira vez, a Associação Progresso e Desenvolvimento de Marvão (PRODEMA), na freguesia de Covões, foi assaltada. A última no passado fim-de-semana, na madrugada de sábado, onde os larápios, depois de arrombarem a porta principal com um pé-de-cabra e se infiltrarem no interior das instalações, levaram uma máquina de tabaco carregada dois ou três dias antes com maços de cigarros no valor de 1.500 euros e outras máquinas de brindes e snack´s, cujos prejuízos, incluindo o valor das máquinas e os estragos na porta, rondam os 5.000 euros. Prejuízos que poderiam ser maiores, não fora o alarme ter soado e afugentado os ladrões.

segunda-feira, janeiro 19, 2009

Mais um caso pontual?


A dependência do Crédito Agrícola de Soure, foi hoje assaltada por dois homens de cara destapada mas encapuzados pelo carapuço da própria roupa, armados com uma caçadeira de canos serrados, que fugiram com uma quantia indeterminada de dinheiro.
“Estavam clientes na agência mas não houve violência física nem danos. Não sabemos ainda o valor que foi roubado”, disse a fonte da GNR. ~
No interior do banco estavam dois clientes, um a ser atendido ao balcão, outro na caixa multibanco. Segundo estas testemunhas oculares, os assaltantes entraram de forma descontraída e despercebida no interior do banco, ao que tudo indica os assaltantes são de nacionalidade portuguesa, a julgar pelo domínio da língua, sem qualquer tipo de pronuncia, disseram os clientes do banco que estavam nas imediações da dependência bancária quando ocorreu o assalto.
Consumado o furto, ocorrido cerca das 09:00, os dois homens fugiram numa viatura ligeira do local, uma avenida situada na zona sul da vila.
Reparem no cuidado em salientar que os criminosos eram portugueses. Das duas umas ou os média aprenderam bem a lição que o sistema lhes ensinou e recomendou ou a criminalidade atribuída a portugueses começa já a ser de facto um caso pontual.

Clínica ameaça 100 de desemprego


Perante a ameaça de falência da Unidade de Saúde de Coimbra, uma centena de trabalhadores vai discutir o seu futuro, hoje à tarde, num plenário convocado pelos sindicatos dos Enfermeiros e dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria.
A reunião tem por pano de fundo o atraso no pagamento de salários e o pedido de insolvência da empresa, feito ao Tribunal de Comércio de Lisboa por um fundo de investimento imobiliário, do Grupo Espírito Santo, que é credor de rendas do imóvel onde está instalada a Unidade de Saúde de Coimbra (USC).
É muito provável que os trabalhadores decidam, hoje à tarde, deslocar-se ao Governo Civil de Coimbra. O objectivo será pedir ao Governador civil, Henrique Fernandes, que convença o Governo a fazer o possível pela sobrevivência da USC e dos seus postos de trabalho. Vai ser mais uma caminhada em vão porquês muitos têm subido aquela ladeira, vêm com muitas promessas e compreensão, mas na pratica de mãos vazias. Não fazem parte de nenhum banco e ficam em lista de espera, em lista de longa espera.
A USC funciona no antigo edifício dos Correios da Avenida Fernão de Magalhães, no centro de Coimbra, e dá trabalho a cerca de 100 trabalhadores que, em muitos casos, são falsos recibos verdes. A administração da clínica, presidida por Alfredo Calvão, tem em dívida três ordenados e subsídios de férias e Natal de 2005, 2006 e 2007.