sexta-feira, janeiro 30, 2009

Comemoração 120º Aniv. Nasc. Doutor A. O. Salazar



Comemoração do 120º Aniversário de Nascimento do
Doutor António de Oliveira Salazar


Caros amigos, comemora-se em 28 de Abril próximo, mais um aniversário de nascimento do Doutor António de Oliveira Salazar!

A homenagem terá lugar no dia 25 de Abril e realizar-se-á em Lisboa, em local que divulgaremos oportunamente aos interessados.

A todos os que queiram participar, agradecemos a inscrição até 31 de Março, para prevenirmos atempadamente o necessário.


Programa:

13:00 – Discurso de acolhimento
13:30 – Almoço
15:30 – Apresentação Multimédia
16:15 – Tomarão da palavra os participantes por ordem de inscrição.
19:00 – Encerramento


Pretendemos desta forma prestar a justa homenagem ao grande vulto que governou a Nação, apenas a pensar na Nação!

Contacto: info@oliveirasalazar.org

FONTE

Subsidiada obra que não foi feita


O ex-gestor do programa comunitário Leader II e mais de uma dezena de pessoas, entre autarcas e membros de uma associação de Góis, são arguidos no âmbito de um processo de desvio de um subsídio. Em causa estão quase 234 mil euros de fundos comunitários atribuídos, em 1999, a um projecto que não foi concretizado.

O caso, investigado pela PJ de Coimbra, envolve elementos da Associação de Desenvolvimento da Beira Serra (ADIBER), do executivo da Câmara de Góis, e o então presidente da comissão nacional de gestão do Leader II, Nuno Jordão, já aposentado.

O financiamento foi atribuído à ADIBER para um projecto agro-turístico na Quinta do Baião, em Góis, que não foi executado, embora tenha sido dado como concluído perante a comissão nacional. Na sequência das investigações, começou por ser constituído arguido apenas o presidente da ADIBER e ex-autarca socialista José Cabeças.

Mas, agora, há mais de dez pessoas nesta condição processual. É o caso de todos os membros da direcção da associação à data dos factos, assim como da comissão que, em 1999, avaliou a parcela de terreno, na Quinta do Baião, vendida pela Câmara à ADIBER.

Esse negócio está também a ser investigado. Por isso, são igualmente arguidos os membros do executivo camarário que, em 1999, aprovaram a venda da parcela, assim como os do actual, que, em 2007, votaram de novo a favor do negócio.



FONTE

Fechar maternidades públicas para abrir privadas


Sabemos, tem vindo a publico que o sector privado vai abrir várias maternidades. A Ministra da Saúde já o admitiu, dizendo até que os prematuros não poderiam fazer parte do “negócio” , dado que exigiria recursos que só as maternidades publicas possuem condições para com segurança fazer este tipo de partos.
A nós parece-nos mais uma prenda aos privados, estes fazem o que é fácil e ficam com os lucros, o estado faz o mais difícil e pagamos todos nós.
É natural que estas maternidades privadas encontrem mercado, sobretudo nos locais onde o governo encerrou maternidades. Calculamos mesmo que os primeiros locais serão Elvas e Figueira da Foz, a primeira porque os portugueses preferem ter os seus filhos na sua terra, na segunda porque não param os nascimentos na estrada. Já perdemos a conta ao numero de bebes que nasceram no caminho da Figueira da Foz para Coimbra, o que temos em conta e esperamos que todos os portugueses tenham em conta, é que esta é a segurança que o governo advoga para mães e bebés. O bloco de partos do Hospital da Figueira não tinha condições, mas uma ambulância é mais seguro.

EM DEFESA DO CHOUPAL


Presidente da República, Primeiro-ministro, Presidente da Assembleia da República

Exmo. Senhor Presidente da República
Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República
Exmo. Senhor Primeiro Ministro
Exmo. Senhor Presidente da Câmara de Coimbra
Exmo. Senhor Ministro das Obras Públicas
Exmo. Senhor Ministro do Ambiente

Os cidadãos abaixo assinados manifestam a sua total oposição ao novo traçado do IC2 em Coimbra que prevê uma nova ponte sobre o rio Mondego e a Mata Nacional do Choupal.

Os signatários:

1. Não aceitam a amputação de parte da Mata do Choupal, património natural e cultural da cidade e do país e não concordam com o novo traçado do IC2 (volume de tráfego superior a 100 mil veículos /dia) pela proximidade a uma área de relevância ambiental tão sensível.

2. Consideram também que este traçado do IC2 pelo centro da cidade degrada a qualidade de vida das populações, deteriora a qualidade do ambiente urbano e, por via das emissões poluentes, acarreta riscos de saúde acrescidos para as populações.

3. Estranham e repudiam o facto de o Secretário de Estado do Ambiente ter emitido uma Declaração de Impacto Ambiental (DIA) favorável contrariando as conclusões da Comissão de Avaliação (CA), que afirma que a construção da ponte e do viaduto sobre o Choupal terá efeitos “negativos significativos e permanentes” sobre os recursos hídricos, o ambiente sonoro e a componente biológica da Mata Nacional do Choupal;

4. Lembram ainda que a Autoridade Florestal Nacional também emitiu parecer desfavorável devido à “afectação do Regime Florestal Total e incompatibilidade com a Lei de Bases da Política Florestal.”

Por tudo o que foi exposto, os signatários exigem a imediata revogação da DIA, a imediata suspensão do concurso público e uma discussão pública alargada no sentido de serem encontradas alternativas para este traçado do IC2.

Movimento Cívico Plataforma do Choupal

Assine aqui a petição

quinta-feira, janeiro 29, 2009

Em frente com a candidatura nacionalista ao Parlamento Europeu

Queimada Fitas Coimbra 2009


Já foi aprovado o novo alinhamento da Queima das Fitas 2009.

Alma Pátria, apoia Humberto N. Oliveira às Europeias de 2009


"Desde já, é dever de cada Nacionalista apoiar e divulgar, de todas as formas que estiverem ao alcance de cada um, a campanha pelo PNR nas “Europeias 2009”. "
José Pinto-Coelho
PS: O blogue "Alma Pátria", agradece a gentileza do camarada André, por ter-se prontificado a realizar esta imagem para este blogue.

Como combater a crise


Quais são as transformações necessárias, mesmo indispensáveis para começar a combater a crise:

1- Afastamento do sistema financeiro internacional, como do vigente na União Europeia. Está na hora de dizer as verdades e ser os primeiros a abrir caminha e ser seguido pelas nações que vão livrar-se da ditadura imposta pelo Banco Central Europeu e pelo FMI.
2- Cancelar todos os acordos de livre circulação de mercadorias e a aceitação de quotas de mercado feitas em benefício de outras nações.
3- Nacionalizar todo o sistema financeiro ou submeter o seu controle efectivo ao Banco de Portugal o qual voltará ter o papel de banco emissor. Nacionalização dos sectores de energia, automóvel, grandes transporte, e assumir o carácter público dos serviços de saúde e educação.
4- Implementar um plano nacional de trabalho para o relançamento e modernização da agricultura, das pescas e fazer um verdadeiro esforço, sustentado e intenso na reforma do ensino. Procura de suficiência energética, aproveitando as condições climatéricas únicas no nosso país. Efectiva garantia de trabalho para todos os portugueses. Fim de todas as politicas laxistas em matéria de imigração, luta intransigente contra a imigração ilegal e adequar o fluxo migratório legal às condições sócio económicas do momento.
5- Criação de uma instituição dotada de meios financeiros e capacidade de expropriar, que permita a construção de habitação social e a reabilitação dos centros históricos.
6- Fazer a melhoria da política de pensões, com plena consciência que tal só é possível se houver um salto no emprego e a erradicação de todas as politicas anti natalistas impostas pelo sistema.
7- Combater a desertificação do interior, recorrendo a incentivos para a fixação de empresas, e na aposta da habitação social.
Os trabalhadores portugueses de hoje sentem que não têm Pátria. Como tal precisamos de um estado nacional capaz de assegurar o nosso futuro e dos nossos filhos. Somos unicamente bestas de carga que puxa o carro da oligarquia politica e económica que ocupa o poder. Podemos seguir como até agora acreditando nos Sócrates, nos Portas, nas Manuelas, nos Louças ou nos Jerónimos e então temos o que merecemos. Podemos ao contrário instaurar o Estado nacional digno desse nome e que com os outros países Europeus una esforços e combata por uma nova Europa. Um estado forte, social e justiceiro. Já que não temos Pátria vamos nós construí-la.

quarta-feira, janeiro 28, 2009

Diz o roto para o nu


«O GOVERNO JÁ NÃO TEM MÃO NA GOVERNAÇÃO ECONÓMICA DO PAÍS»
A hipocrisia não tem limites e o Presidente da coligação vodka laranja, mais valia estar calado, pois a sua governação em tudo se assemelha à de José Sócrates
Os políticos do sistema não têm vergonha nenhuma. Embora o responsável final pela crise que atravessamos seja o governo PS, não podemos nem devemos esquecer, que de uma maneira ou de outra, uns com mais culpas no cartório outros com menos, todos os partidos que hoje ocupam lugares no parlamento contribuíram e contribuem para a actual situação financeira e económica, bem como para a insegurança e demais problemas que fazem este rectângulo bater no fundo.

Universidade de Coimbra abriu um inquérito a João Pedroso



A reitoria da Universidade de Coimbra (UC) abriu um inquérito ao professor João Pedroso para averiguar se o antigo membro do conselho de jurisdição do PS podia ter assinado os contratos com o Ministério da Educação para fazer um levantamento das leis do sector.

Assessor de imprensa da reitoria, Pedro Santos, explicou à TSF o objectivo da abertura do inquérito ao professor João Pedroso

A Universidade de Coimbra tem dúvidas sobre os contratos de prestação de serviços assinados por João Pedroso, com o Ministério da Educação, enquanto professor na Faculdade de Economia em regime de exclusividade.

O assessor de imprensa da UC, Pedro Santos, adiantou à TSF que a universidade abriu um inquérito interno e solicitou informações ao Ministério da Educação para perceber se o professor poderia ou não assinar esses contratos.

«O inquérito tem a ver com a relação contratual do professor à UC e com notícias que surgiram do estudo que foi pedido pelo Ministério da Educação e que levantaram-se dúvidas internas sobre a possibilidade dessas duas situações coexistirem. É esse apuramento que se está a fazer acualmente», adiantou o assessor da UC.

O processo foi agora encaminhado para a reitoria que não avança com mais pormenores.

No entanto, em resposta a um recente requerimento do deputado do PSD, Emídio Guerreiro, a Universidade de Coimbra admitiu que João Pedroso é professor em «regime de exclusividade».

Em causa pode estar uma pena disciplinar ou mesmo a reposição de uma parte dos ordenados recebidos na universidade.

A relação entre João Pedroso e o Ministério da Educação tem sido polémica. O jurista, professor e antigo dirigente socialista foi contratado duas vezes, em 2005 e em 2007, para fazer um manual e levantamento de leis sobre Educação.

No total recebeu perto de 300 mil euros para fazer um trabalho que não concluiu nos prazos previstos.

Recentemente, o Ministério da Educação acabou por rescindir o segundo contrato com o professor universitário por ajuste directo com João Pedroso.

Contactado esta manhã pela TSF, o professor recusou comentar a decisão da reitoria da universidade de Coimbra

Gato escondido ......


Este governo é perito em atirar areia para os olhos aos portugueses. Para além das comissões de estudo que não são mais que funcionários ao serviço do PS e que tanto mal tem feito à saúde, segurança e educação dos portugueses, o PS entrou em desvario total na tentativa de tornar a ter uma maioria absoluta.
Na semana passada as páginas dos Jornais encheram-se com a notícia que a OCDE tinha elogiado a politica deste governo relativamente ás “reformas” implementadas no primeiro ciclo do ensino básico. O primeiro-ministro tão dado a folclores mediáticos e a festivais de corta fitas, fez um elogio público à ministra da tutela, largamente difundido pelos media.
Agora veio a publico que o “estudo” tinha sido encomendado a peritos internacionais independentes, liderada pelo Prof. Peter Matthews. A avaliação que realizaram em Portugal segue de perto a metodologia e abordagem que a OCDE tem utilizado para avaliar as políticas educativas em muitos países-membros ao longo dos anos."
As fontes documentais são quase todas dos organismos do ME. Os 4 peritos portugueses consultados são todos próximos ou militantes do PS. O Relatório baseou-se num relatório prévio feito pelo Ministério da Educação. E os 7 municípios ouvidos são todos do PS menos um que é do Major Valentim Loureiro, um independente que gosta de elogiar a ministra da educação e que tem em comum com José Sócrates a mania de oferecer eletrodomesticos. Ora digam lá: por maior que sejam os curricula vitae dos autores do Relatório e por maior consideração que tenhamos (e eu tenho) para com o percurso académico dos 4 peritos nacionais consultados (João Formosinho, Isabel Alçada, Rosa Martins e Lucília Salgado), que credibilidade é que este Relatório pode merecer?
Nota: os municípios ouvidos foram: Guimarães (PS); Santo Tirso (PS); Amadora (PS); Ourique (PS); Lisboa (PS); Portimão (PS); Gondomar (Independente). Podemos afirmar, sem estarmos enganados, que Valentim Loureiro é o mais socialista de todos os independentes. Não deixa passar uma oportunidade para elogiar José Sócrates e a Ministra da educação.

Os combustíveis vão baixar


O embaixador de Espanha não está satisfeito com o preço da gasolina em Portugal.

terça-feira, janeiro 27, 2009

HOJE N'"O DIABO"

Lar para deficientes sem apoio da Segurança Social


Sem qualquer apoio do Estado, a Cercimira, de Mira, começou a construir, esta segunda-feira, um lar residencial para acolher 17 pessoas deficientes. No lançamento da primeira pedra da obra de 600 mil euros, a Segurança Social não foi poupada nas críticas.

A presidente da Direcção da cooperativa Cercimira, Lúcia Gomes, não percebe como é que a Adminstração Central "teima em ignorar" uma infra-estrutura "tão importante e única na região, como é a Unidade Residencial e Bem-Estar (URBE)".

"O lar que vamos construir, um sonho com dez anos, é uma dádiva para muita gente que não pode cuidar dos seus familiares deficientes e para muitos deficientes que não têm família. É uma obra importantíssima não apenas para o concelho de Mira, mas, também, para toda a região", afirmou a líder da Cercimira.

Lúcia Gomes diz que "avançar com a construção desta obra, apenas com o apoio prometido - mas não quantificado, até ao momento - da Câmara Municipal de Mira, é um acto de grande coragem da Direcção da Cercimira". E explica: "O maior problema não é arranjar dinheiro para a construção do lar residencial, embora essa responsabilidade nos obrigue a ir até ao limite das nossas possibilidades e competências. O maior problema será depois garantir a manutenção da Unidade Residencial e Bem-Estar".

Lúcia Gomes referia-se aos contratos a celebrar com a Segurança Social, que são "condição essencial para a sobrevivência do lar", cujo prazo de construção é de um ano e meio.

Ao JN, o presidente do Centro Distrital de Coimbra da Segurança Social, Mário Ruivo, prometeu dar uma resposta à Cercimira no prazo máximo de 15 dias e justificou a sua ausência, ontem, na cerimónia em Mira, com compromissos de trabalho inadiáveis.

A Cercimira, com instalações na povoação de Seixo, concelho de Mira, é uma cooperativa que se dedica, desde 23 de Maio de 1978, à educação e reabilitação de cidadãos inadaptados, prestando apoio a pessoas com dificuldades, mentais e/ou físicas, tendo como objectivo final a sua autonomia.

Actualmente, a instituição de solidariedade social dá apoio a 120 pessoas que frequentam as valências do Centro de Actividades Ocupacionais, Centro de Formação Profissional e Escola Especial.


FONTE

Cinco mil postos de trabalho em risco no sector das confecções


Quarenta empresários reuniram ontem em Oliveira do Hospital e pedem medidas de apoio a uma indústria que, segundo dizem, continua a ser a «maior do país». Representante das confecções garante que uma das saídas para esta crise é comprar “português”.
São ainda os principais empregadores da região e reuniram ontem de «emergência» em Oliveira do Hospital para consertar estratégias, face à quebra de encomendas que está a atingir o sector das confecções. Ao todo representam cinco mil postos de trabalho, sendo que só o concelho de Oliveira tem cerca de dois mil trabalhadores dependentes desta indústria. Confrontados com uma quebra acentuada das encomendas para os próximos meses, estes empresários solicitaram uma reunião com a associação representativa do sector – a ANIVEC Associação Nacional das Indústrias de Vestuário e Confecções – com o objectivo de fazerem sentir ao Governo a crise que atinge, segundo os próprios industriais, de forma grave, o sector do vestuário e confecções, e exigirem algumas medidas de apoio.
Da reunião de ontem saiu um conjunto de reivindicações que os empresários reputam de justas para um sector que continua a ser responsável por uma parte significativa das exportações e que emprega em todo o país mais de 150 mil pessoas. «Portugal é conhecido por fazer confecções e por fazer as melhores confecções do mundo, não é conhecido por fazer automóveis», considera o presidente da ANIVEC, Orlando Lopes da Cunha, que ontem acusou directamente a Comissão Europeia de ter uma grande quota de responsabilidade nesta crise ao ceder ao «lobbie poderosíssimo» das «grandes marcas internacionais», deixando que a livre circulação de mercadorias se faça «sem regras». Orlando Cunha garante que os empresários portugueses não têm medo da competição, nem dos chine-ses, desde que essa competição se faça com as mesmas regras para todos. «A Europa está transformada num imenso ringue de boxe em que uns lutam com luvas de boxe e outros podem jogar com os pés, com as mãos, em que vale tudo», comparou o representante dos industriais, que prefere ser rotulado de «proteccionista» do que ser «coveiro» de todo um sector, que no seu entender, é um dos pilares da economia real do país.

“Pacote” de medidas
Apreensivos relativamente ao futuro, os empresários pedem assim ao Governo que crie também medidas excepcionais de apoio a esta actividade, tais como a redução das contribuições para a Segurança Social. «Isto está-se a passar em todo o mundo, ainda que por um período limitado de tempo, é preferível ter as pessoas razoavelmente empregadas, do que no desemprego, é uma questão de bom senso», afiançou, defendendo ainda um conjunto mais alargado de apoios, que vão desde a alteração do critério de pagamento do IVA às empresas, à revisão do conceito de PME – com o objectivo destas empresas poderem ter também acesso às linhas de financiamento disponibilizadas para as micro e pequenas empresas – à questão do lay off sem custos para as empresas, isto é, as fábricas poderem flexibilizar o tempo de trabalho de acordo com as encomendas, uma vez que algumas estão em risco de não ter trabalho e de ter de assumir os encargos com os trabalhadores.
Os empresários pedem ao Governo que apoie com formação esse «excedente» de horas para os trabalhadores, assim como pedem também que os despedimentos por mútuo acordo possam ser feitos de forma ao trabalhador poder ter acesso ao fundo de desemprego. “Mão menos pesada” das Finanças e da Segurança Social na cobrança das dívidas é o que estes industriais apelam também à tutela, numa altura em que o cerco se aperta sobretudo para os gerentes, que não compreendem que no fim ainda possam ter processos crime.
«Alguma coisa está mal para ninguém querer ser empresário, os nossos filhos não querem dar continuidade a isto, nós andamos a educá-los para depois irem para Lisboa para um emprego do Estado, isto não pode acontecer», lamenta o dirigente da Associação que apontou entretanto algumas medidas de fundo para combater esta crise. Primeiro, consciencializar o povo de que tem de consumir português. «É importante comprar português para a sobrevivência do tecido empresarial nacional», referiu considerando igualmente imperioso o combate a uma globalização «criminosa» e «apressada» que esteve na origem de todos estes problemas e que está a levar não só esta indústria, mas este sector em particular, ao «desespero».

FONTE

Casos pontuais



Paulo Canha constituído arguido em inquérito da PJ

Encapuzados levaram 3.500 euros da Caixa Agrícola de Antanhol

Militar e agente da PSP foram esfaqueados no interior de um café

segunda-feira, janeiro 26, 2009

Salários na UE



Embora a imagem se faça unicamente referencia a Sócrates, estamos plenamente convictos que o atraso a que Portugal chegou se deve também a colaboração dos outros partidos do sistema.

domingo, janeiro 25, 2009

Rugby


Poucas vezes tenho falado de desporto aqui mo blogue. Mas hoje vou falar no meu desporto de eleição, a propósito do jogo entre a AAC e a Agrária.
As fotos podem ser vistas aqui e o resultado é o que menos interessa porque a malta quer é correr atrás do melão e no final beber umas bejecas juntos.

Casos pontuais


Temos feito nossa a causa de divulgar os casos pontuais que diariamente, sistematicamente e cada vez em maior numero se sucedem pelo Distrito de Coimbra.
Sem segurança não existe liberdade, embora o sistema nos pretenda fazer crer o contrário.
Antigamente quando uma notícia de um crime aparecia num jornal regional era motivo de grandes conversas de café e muita venda de jornais. Hoje passou a banalidade e embora seja motivo para revolta, já ouvimos muitos aceitarem como sinal dos tempos.
Nós não nos cansamos de avisar e de protestar e de fazer as devidas ligações.
Basta de criminalidade. Só o Nacionalismo é solução.

COIMBRA-Canil sobrelotado apela à adopção


Neste momento, no canil municipal, encontram-se 19 animais, mas dois deles já estão reservados

A sobrelotação do canil municipal de Coimbra tem feito com que os apelos à adopção sejam uma constante. Ontem, o Diário de Coimbra associou-se à Agir pelos Animais, lançando o alerta para a urgência da adopção de dois «inseparáveis» cães. A notícia de ontem da página 6, intitulada “Mãe e filho procuram novo dono”, teve um final feliz, pois a PRAVI (Projecto de Apoio a Vítimas Indefesas) - Núcleo de Coimbra reservou os dois animais, que deixarão o canil já amanhã.
A PRAVI, que desenvolve o seu trabalho na área da protecção de animais vítimas de abandono e maus-tratos, a par do desenvolvimento de um programa de terapia assistida com animais a crianças e idosos, mostrou-se sensível ao apelo à adopção lançado pela Agir pelos Animais, que continua a lembrar que «os amigos de quatro patas aguardam ansiosos por uma casa e por uma família», reforçando que «o canil/gatil tem à sua espera fiéis amigos e companheiros para adopção».
À data de sexta-feira, encontravam-se 19 animais para adopção no canil municipal, número que, face à reserva da PRAVI, ficou reduzido a 17. Além da Laica, que espera ser adoptada a exemplo do que aconteceu com os filhotes, a «muito dócil e meiga» Lizzy, a «brincalhona» Lolita, a «bonita» Izzy, a «esperta» Mel, o «muito brincalhão» Tomaz, a «atenta» Daisy, a Goya, que tem «cara da rapaz», a Winnie, que parece «um ursito», a «sozinha e triste» Luna, que teve bebés entretanto adoptados, e o «bem comportado» Mozart também esperam que alguém os leve para casa.
A Betty, que «adora festas, costuma abraçar-se a quem a visita e sempre que pode dá-lhes umas lambidelas», tem ao lado a «pequenina e meiguinha» Bicas. Por perto, também lá estão a «envergonhada» Becas, a «calma» Bábi, o Ralph dos «olhos muito bonitos» e a «muito meiga» Zara, que tem «uns olhos que parecem pintados». A urgência do pedido de divulgação justifica-se com a sobrelotação do canil, situação que pode levar ao abate, como sucede, normalmente, quando a falta de espaço se impõe, razão pela qual a adopção se assume como a única forma de evitar este triste fim.
Os interessados em adoptar os referidos animais podem contactar, a qualquer hora, o telemóvel (rede TMN) 927 441 888. Entre as 9h00 e as 17h30, dias úteis, está disponível o 239 493 200 (canil/gatil). O e-mail info@coimbraadop-cao.com e o site também disponibilizam informações. O canil/gatil funciona no Campo do Bolão, na Mata do Choupal, sendo que as segundas (das 14h30 às 16h30) e quintas-feiras (das 10h00 às 12h00) são os dias destinados à adopção.
Executivo aprovou
ampliação das instalações
No dia 15 de Dezembro do ano passado, o executivo municipal aprovou, por unanimidade, a realização de obras de ampliação no Centro Municipal de Recolha Oficial de Animais de Companhia de Coimbra. Para a 1.a fase, está prevista a intervenção no edifício, contemplando uma área de ampliação, na qual vai funcionar a sala de abate e depósito de cadáveres com ligação directa ao exterior para cargas e descargas.
Está planeada, mediante a reconversão das antigas áreas, uma sala de enfermaria (animais doentes) e uma sala de higienização (banho e tosquia de animais). O projecto de ampliação prevê no exterior, junto à carga e descarga, uma zona de telheiro para lavagem e desinfecção das gaiolas de transportar animais e dos carros. Para o concurso, aberto por ajuste directo, foram convidadas três empresas. O preço base da empreitada é de 60 mil euros, com o prazo de execução estabelecido em 90 dias.