Os governantes de deste país e o rebanho que se junta à volta, a cada dia que passa ficam mais pequeninos, mais lacaios, mais cobardes.
Recebem com honras de estado um corrupto e um assassino e ainda tem o descaramento de o elogiar.
Angola é hoje um país de grandes diferenças sociais, onde a esmagadora maioria do povo vive no limiar da pobreza e onde um pequeno grupo de corruptos, sustentados no poder pelo neocolonialismo, vive principescamente.
Mas em nome dos negócios que os boys por lá vão montando e da solidariedade imperialista o governo e a esmagadora maioria dos partidos do sistema tentam atirar-nos areia para os olhos. De fora ficou o BE, partido com o qual discordo em muita coisa e do qual não espero nada. Mas diga-se em abono da verdade foi o único a ter uma atitude minimamente decente.
terça-feira, março 10, 2009
TIBETE LIVRE

Foram muito duras as palavras que o Dalai Lama usou para falar dos 50 anos da sua fuga para o exílio. Perante milhares de tibetanos reunidos em Dharamsala, na Índia, o líder espiritual reiterou que o Tibete deve gozar de uma “autonomia significativa”. Mas acusou as autoridades chinesas de levar “o inferno para a Terra” no “Tecto do Mundo”.
O Grupo de Apoio ao Tibete (G.A.T.) nasceu no dia 10 de Março de 2008, data em que se comemora o aniversário da Revolta Tibetana de 1959, contra a ocupação Chinesa do Tibete.
E nasceu fruto da constatação de que não existia qualquer entidade com vontade para expressar, não só a sua solidariedade para com o povo Tibetano, mas acima de tudo com vontade para fazer algo, algo que coloque o Tibete na agenda político-social Portuguesa, nas mentes e corações dos portugueses!
Contamos consigo!
segunda-feira, março 09, 2009
Basta de criminalidade; nós dizemos como.

A violência voltou de novo aos bairros problemáticos, onde o sistema guarda as suas reservas de mão-de-obra, pronta a ser usada por algum empresário corrupto. Entretanto os benefícios da imigração descontrolada, que cada vez mais são visíveis através da criminalidade não para de se fazer sentir.
Nós não aceitamos que para a Nova ordem Mundial ter mão-de-obra barata, tenhamos que viver quase reféns nas nossas casas.
Por isso mais uma vez importa lembrar as propostas do PNR no que diz respeita á segurança.
A melhoria da Segurança, em todos os seus aspectos, não passa apenas pelo aumento do número dos agentes em serviço nas Forças Policiais, passa, antes de mais, pelas condições que lhes sejam dadas para o exercício das suas missões e por uma adequação das penas à gravidade dos crimes. Ou seja, o Código Penal, no seu todo, terá de ser uma força dissuasora da criminalidade.
Contrariamente ao que muitos propalam, por inconfessados interesses, a acção das Polícias é altamente positiva, mesmo lutando com múltiplas dificuldades.
Mas essa acção não é apoiada pelos Tribunais, não por culpa dos juízes mas por força da Lei que os limita. Impõe-se uma revisão realista do Código Penal que, sem desrespeitar os Direitos do Homem, respeite os direitos fundamentais dos cidadãos pacíficos e cumpridores.
Estes têm que se sobrepor forçosamente a qualquer tipo de direitos dos criminosos, dada a vaga crescente de crimes de grande violência, sobretudo nas zonas urbanas. A criminalidade associada a bandos juvenis é outro fenómeno em ascensão.
Portugal é um dos principais “entrepostos” da droga que entra na Europa. Quem o diz é o Gabinete para os Assuntos Internacionais da Droga e da Coacção Legal, órgão do Departamento de Estado norte-americano, no seu relatório anual.
Isto significa que, apesar dos esforços das nossas polícias, a droga continua a entrar. Acreditamos que, com os meios de que dispõem, as apreensões que têm vindo a ser feitas – que são vultosas – representam um esforço enorme, difícil de avaliar por quem está de fora. E esse esforço é significativamente maior quanto são poucos e fracos os meios de que dispõem para o combate.
Os fluxos migratórios desregrados, também têm contribuído em muito para o aumento da criminalidade, até mesmo da criminalidade organizada e de alto grau de violência.
O PNR propõe-se:
• Modernizar os meios de luta contra os crimes e delitos, e reforçar os meios humanos e materiais ao dispor das forças policiais.
• Revalorizar as remunerações dos agentes da lei, e libertá-los das funções puramente administrativas, que devem ser confiadas a outros funcionários.
• Colocar em prática uma política de prevenção dos crimes e delitos, através da inversão dos fluxos migratórios, do reforço da célula familiar, e da educação cívica nas escolas.
• Promover o repatriamento dos estrangeiros delinquentes para cumprirem pena nos seus países de origem.
• Promover a utilização das polícias municipais para o combate ao crime localizado.
• Reestruturar o Serviço Nacional de Bombeiros e o Serviço Nacional de Protecção Civil.
• Reestruturar a PSP e a GNR.
Figueira da Foz Nacional

Os nacionalistas da Figueira da Foz não param de nos dar exemplos de activismo. Para além de terem enchido as paredes da Figueira com propaganda, facto que já mereceu o comentário de blogues locais. Iniciam agora a sua actividade blogoesférica. Passem por aqui e divulguem.
domingo, março 08, 2009
Movimento Sangue e Ancestralidade
O Movimento Sangue e Ancestralidade, é um movimento que luta pelos interesses nacionais, Cada vez mais se assiste uma desagregação cultural, Identitária como moral feito pelos média e pelas forças políticas do sistema.
Nós acreditamos que o desenvolvimento do pais, não pode ser sinónimo de bandalheira, de apologia da morte, como a eutanásia ou o aborto aplicado de uma forma irresponsável, Portugal, já mais pode ser refém do deus cifrão, criador de diversos lobby que hoje existem e se querem construir, assim como os seus objectivos e projectos apenas pensados unicamente a pequeno, médio prazo, pelos nossos governantes que indubitavelmente nos levarão a ruína, ou nos levarão para um desconhecido que não interessa a ninguém
O Movimento Sangue e Ancestralidade, apoiará todo o tipo de conhecimento para que possa ser discutido pela opinião pública de maneira livre e sincera, assim como o Identitarismo, Cultura, Natureza, Património, Religiões Ancestrais afectas a velha Europa entre outras infindáveis coisas.
OLIVENÇA

As «Jornadas sobre o Português Oliventino», realizadas no passado dia 28-02-2009 em Olivença, constituíram uma notável manifestação dos oliventinos na defesa das suas tradições e da sua língua, e demonstraram a vontade e determinação das gerações mais novas em preservar a sua identidade e a sua cultura.
Congratulamo-nos com a oportunidade de testemunharmos um momento novo na afirmação de Olivença.
Estão de Parabéns, ao terem organizado e levado por diante as «Jornadas», os Oliventinos de Além Guadiana!
sábado, março 07, 2009
Correios de Ceira de novo assaltados

Dois indivíduos armados e encapuzados assaltaram ontem à tarde, pelas 17h00, a estação de Correios de Ceira, em Coimbra.
Segundo apurámos, os assaltantes ameaçaram e chegaram mesmo a agredir o único funcionário que ali se encontrava no momento. Levaram o dinheiro em caixa (a quantia é desconhecida) e fugiram numa viatura estacionada a alguns metros, onde os aguardava um cúmplice.
O presidente da Junta de Freguesia de Ceira, José Vicente, lembrou ontem ao Diário de Coimbra que também em Agosto do ano passado foram assaltadas as bombas de gasolina e em Janeiro deste ano os larápios entraram na Escola Básica do 2.o e 3.o Ciclo de Ceira. No entanto, apesar destes casos, o autarca considera que a segurança não é uma questão preocupante na sua freguesia.
Na ânsia de tapara o sol com a peneira os políticos do sistema e alguns lacaios ao seu serviço, tentam a todo o custo desvalorizar a onda de criminalidade que varre o país de norte a sul. Eles sabem que o sentimento legitimo de insegurança lhes pode tirar os votos preciosos para se manterem no poleiro e longe de eliminarem o mal pela raiz, preferem desvalorizar, esconder ou pretender que aceitemos em nome da sua pretensa modernidade e sinal dos tempos.
Mas nestes tempos conturbados onde as trevas tendem a a abrir caminha, haverá sempre uma voz que resiste uma voz que diz não.
sexta-feira, março 06, 2009
Do Presidente aos Nacionalistas | Março de 2009

Esta crise à escala global, instalou-se, tomou proporções alarmantes e não se sabe como, nem quando vai acabar.
É o liberal-capitalismo a provar o seu próprio veneno, a ver desmoronar as mais “sólidas” e “credíveis” instituições e estruturas, a entrar em pânico e a espalhá-lo, com a pronta ajuda dos meios de comunicação social que ajudam à festa do alarmismo e da retracção dos mercados e das pessoas e a arrastar consigo multidões de infortunados que sofrem com esta crise.
Tudo estaria bem se apenas se tratasse da falência das teorias da globalização e da falência dos projectos mundialistas. No fim de contas é o proclamado caminho “sem alternativa” da aldeia global e da predominância da economia sobre a política, nações e povos, que está a sofrer um abalo fortíssimo e se arrisca a desmoronar como um baralho de cartas.
Este cenário teria que acontecer, mais dia, menos dia. É o resultado de se trilharem caminhos de sentido obrigatório, errados e totalitários que fatalmente acabam em desastre, arrastando a população para o sofrimento.
Esta crise, é a crise do mundialismo. É a crise dos inimigos do nacionalismo e o resultado dos seus erros. Mas infelizmente não afecta apenas os “iluminados” que as promovem e põe em prática, senão a uma multidão de desesperados que a falência e o desemprego gera um pouco (ou um muito) por toda a parte. A tragédia do desemprego é culpa dos mentores da nova ordem social da “aldeia global”.
Eles são os responsáveis! E não é sensato que se continue a confiar nesses mesmos na busca das soluções. Se há fogo, confia-se no Bombeiro para o apagar e não naquele que o ateou…
As soluções para a crise, não se encontram por isso num qualquer pacote de medidas emanadas das reuniões dos culpados, as quais, geralmente apertam o cinto à volta do pescoço da classe média, permitindo que se mantenha a mesma ordem mundial e as mesmas regalias dos mais poderosos.
É justamente por não se mudar de mentalidade que continuam a fechar-se empresas com falências oportunistas – deixando muitas pessoas no desemprego – para abrirem depois, num Concelho ao lado, dentro do mesmo ramo, com a mesma carteira de clientes e com salários mais baixos. De preferência da imigração…
As soluções passam assim, com coragem e determinação pela recusa frontal do mundialismo, da globalização económica, do federalismo e da falta de fronteiras.
As soluções passam por políticas nacionalistas de protecção do mercado, embora sem isolamento; passam pela tutela do Estado sobre a economia, embora sem impedir a iniciativa privada e sem a atrofiar; passam pela reposição de fronteiras, embora sem entraves inúteis à mobilidade de pessoas e bens; passam pela efectiva punição dos corruptos e desonestos, sem tréguas nem contemplações.
É neste cenário de pânico dos defensores do mundo sem fronteiras nem nações, que a UE reúne apenas a seis – os seis mais fortes – gerando indignação e protesto naqueles que, como Portugal, ficam de fora das decisões e percebem de facto a nulidade do seu peso.
Qual é o espanto? O que esperavam? Portugal no seio deste federalismo forçado vale pouco mais que zero. Aplicando-se a sabedoria popular que diz que “com papas e bolos se enganam os tolos”, a verdade é que Portugal se deixou enganar com betão e alcatrão…
É tempo pois, de retirar a confiança a quem a não merece e inflectir o caminho!
Não queremos continuar a ser carne para canhão e a ter um atestado de menoridade numa Europa que, a troco de esmolas, não nos deixa produzir, nos ata de pés e mãos, nos retira a independência e os sectores vitais da soberania e nos deixa de fora nas grandes decisões.
Portugal precisa de se proteger, de lutar pela sua independência e adoptar as medidas necessárias de proteccionismo que sejam do seu interesse.
A solução está assim no Nacionalismo e na vontade de mudar de facto, com o reforço claro do PNR. Em 7 de Junho, o voto no PNR é um claro “Não!” a Bruxelas e uma vontade determinada de lutar por Portugal e pelos portugueses.
José Pinto-Coelho | 4 de Março de 2009
quinta-feira, março 05, 2009
O Blog do 9ºB da Escola EB 2,3 de Cantanhede

Este blogue é feito nas aulas de Área de Projecto. Vale a pena passarem por lá e deixar um comentário de apoio ao trabalho destes alunos.
Vira o disco e toca a mesma

Dois homens de cara destapada assaltaram ontem uma ourivesaria em Cantanhede.
Proprietário foi golpeado na cabeça e foi para o hospital.
A PSP de Coimbra deteve três indivíduos suspeitos da autoria de vários roubos cometidos pelo método de “esticão”, registados com especial predominância nas zonas de S. Martinho do Bispo, Santa Clara e Avenida Fernão de Magalhães. Segundo nota de imprensa divulgada ontem pelo Comando Distrital de Coimbra da PSP, os indivíduos, de 17, 35 e 25 anos, residiam em Cantanhede (os dois primeiros) e na Mealhada.
Nada de alarmante e vamos ter que nos habitual a isto tudo em nome da modernidade e do progresso.
Mas felizmente há sempre uma voz que resiste, há sempre uma voz que diz não.
A juntar aos assaltos de rua, os “assaltos” que o sistema permite e que desde os mais humildes funcionários aos mais bem colocados na maquina administrativa se vão sucedendo e também sem fim à vista, antes pelo contrário.
Continuando na senda dos “assaltos” mais um que mesmo à vista de todos e com a complacência do governo.
Resultado anda tudo a gamar e o Zé-povinho a apertar o cinto, esperemos que uma onda de revolte resulte de tudo isto e que soprem ventos de mudança. Se o povo não acordar se continuar a não apoiar os únicos que os defendem, terá certamente o sistema que merece.
quarta-feira, março 04, 2009
Boletim "Terra Portuguesa"

Está disponível o Boletim “Terra Portuguesa” nº 2 cujo principal destaque vai para a última manifestação do 10 de Junho, merecendo também destaque a repressão por parte do sistema à Festa Nacionalista de Verão.
Entre diversas secções e espaços, este número traz ainda um artigo de Humberto Nuno de Oliveira, Cabeça de Lista do PNR às Eleições Europeias de 7 de Junho, sobre o Tratado de Lisboa.
É de grande importância para os objectivos de crescimento do PNR, que este boletim seja divulgado e lido pelo maior número possível de pessoas.
O preço de cada edição é de 2€ (mais portes de envio quando remetida por correio). Os interessados podem enviar e-mail para: ce@pnr
O Boletim nº 3, cuja edição está prevista para Maio, dará especial destaque às Eleições Europeias.
Igreja pode apelar ao voto contra partidos que apoiam casamento entre homossexuais
Pode, não, deve e terá todo o meu apoio se deixar de encostar ao sistema e tomar uma atitude radical de denúncia do mesmo.
Os católicos são contra o casamento dos homossexuais e não acham natural esta opção sexual.
Os católicos são contra o casamento dos homossexuais e não acham natural esta opção sexual.
O ministro da agricultura "mente aos portugueses todos os dias"

O presidente da CAP-Confederação dos Agricultores Portugueses disse hoje que o ministro da agricultura "mente aos portugueses todos os dias", “o Ministério da Agricultura ainda não pagou as ajudas de 2007 ao sector”.
A CAP manifestou preocupação porque o PME Invest exclui o sector agrícola e criticou o ministério da Agricultura que diz estar completamente destruído a nível de funcionamento.
“As ajudas de 2007 ainda não foram pagas”, disse João Machado acrescentando que, por esse motivo, os agricultores portugueses estão em desigualdade em relação aos colegas comunitários.
O responsável lembrou que José Sócrates prometeu mil milhões de euros para a modernização da agricultura mas que “com este ministro não há um único contrato de investimento assinado”.
João Machado teceu fortes críticas ao governo, dizendo que “o diálogo com o Ministério não foi possível nos últimos quatro anos” e que “o Governo tem uma política anti mundo rural, contra a agricultura”.
“Existe claramente uma opção de esterilizar o mundo rural, que representa 80% do território nacional”, acrescentou.
Após o início das desastrosas políticas da União Europeia, estes são os sectores da nossa economia que mais se ressentiram.
Políticas como a PAC têm constituído a desgraça e o desespero dos nossos agricultores, constatando-se o abandono crescente dos campos, fomentado por Bruxelas, a redução da população activa neste sector, a carestia dos produtos agrícolas, mercado português inundado de produtos de qualidade inferior e impondo uma concorrência desleal, graças aos baixos custos que a agricultura intensiva, lesiva do ambiente e da saúde dos consumidores proporciona.
As quotas de produção constituem outro mecanismo vergonhoso, que prejudica quem trabalha e é produtivo. Há muita gente em situação de pobreza e até passando fome, mas prefere-se destruir produtos agrícolas em nome de interesses, que nada têm a ver com Portugal.
O PNR propõe-se:
• Salvaguardar o mundo rural, através da revitalização dos campos, encorajando o turismo de qualidade, as animações culturais e ajudando os jovens agricultores a conservar o gosto dos trabalhos da terra.
• Implementar uma linha de crédito bonificado para os jovens agricultores, nomeadamente para a aquisição de equipamento, e criação de escolas profissionais para estes sectores.
• Proteger a agricultura tradicional, diversificada e biológica, defendendo as explorações de média dimensão e de dimensão familiar, cujo papel económico, social e ambiental não pode ser esquecido. Para tal, deve haver uma moratória das dívidas dos pequenos agricultores, uma redução da burocracia e um apoio aos preços dos produtos agrícolas.
• Promover uma política de etiquetagem, de modo a privilegiar a qualidade à quantidade e o consumo de produtos naturais e regionais.
• Promover o desenvolvimento das culturas susceptíveis de serem utilizadas como matérias-primas industriais, bem como aquelas que mais se adequam às condições naturais do nosso país.
• Desenvolver uma política de ordenamento do território racional e credível, que permita a exploração sustentada da silvicultura, bem como a expansão desta actividade económica.
• Proteger a fertilidade dos solos, desenvolvendo medidas de combate à erosão e à desertificação.
• Assegurar a maior independência alimentar possível, tendo em conta possíveis convulsões internacionais ou catástrofes naturais e criar nichos de produção que consigam penetrar nos mercados externos.
Assaltou papelaria no Arnado à luz do dia e levou mil euros

Assaltante encostou faca de cozinha à barriga da funcionária e exigiu o dinheiro que estava na caixa registadora
Entrou como se de um cliente normal se tratasse. Desfolhou algumas das revistas e perguntou por outras. Os clientes foram entrando e saindo da Papelaria Arquivo, na Rua Dr. Manuel Rodrigues, paredes meias com o Tribunal de Coimbra, mas houve um que por ali permaneceu muito tempo. Aproveitando o momento que idealizou como oportuno, preparou-se para pagar duas revistas. Quando a funcionária se preparava para somar as parcelas em dívida, já só sentiu uma faca de cozinha encostada à barriga.
Sem reagir, a mulher fez o que o homem, «alto e entroncado, em resumo bem constituído», lhe pediu. O dinheiro que estava na caixa registadora, «à volta de mil euros», passaram para a mão do larápio, que se colocou em fuga em direcção ao Arnado. Antes, ainda deu um encontrão numa cliente que se preparava para passar a porta da entrada. A funcionária da papelaria gritou, mas o assaltante desapareceu sem deixar rasto em passo de corrida.
Tudo isto aconteceu em plena luz do dia, com o relógio a andar perto das 14h00, numa das zonas mais movimentadas da cidade e com uma paragem dos Serviços Municipalizados de Transportes Urbanos de Coimbra (SMTUC), sempre com gente à espera do autocarro, à porta. Tal cenário não causou, no entanto, qualquer inibição ao criminoso, que usava «uma camisola vermelha» e actuou de «cara destapada», embora a proprietária não confirmasse, com certeza absoluta, tratar-se de um cidadão português.
«A minha colega [funcionária] foi ter com ele, duas ou três vezes, para o ajudar e ele disse-lhe que andava à procura de revistas de caça e da Playboy», afirmou Vanuza Souza, proprietária, há seis anos, da Papelaria Arquivo. A funcionária, que ali trabalha «só no período da manhã», ficou «muito assustada e chorou muito». «Até fui aqui ao lado [ervanária] comprar-lhe um calmante. Pela forma como saiu daqui, não sei se vem amanhã [hoje] trabalhar», confidenciou Vanuza Souza.
O facto de estarmos no início do mês, época destinada à renovação dos passes dos SMTUC, contribuiu para que o dinheiro em caixa fosse mais do que é habitual. Além da venda de jornais e revistas, a papelaria é agente payshop, o que significa que recebe diversos pagamentos de facturas e carregamentos de telemóveis ao longo do dia. «Tenho aqui muito dinheiro que não é meu», revelou Vanuza Souza, antes de afirmar que tem seguro, desconhecendo, contudo, se o prejuízo está acautelado.
«O meu marido é que trata dos seguros. Não sei se paga isto. Tudo isto é incrível. É uma coisa de loucos», disse a proprietária da papelaria, que se ausentou do estabelecimento para ir a casa. «Fui buscar o almoço e quando voltei já tinha sido assaltada», acrescentou Vanuza Souza. As forças da autoridade estiveram no local, entre as quais agentes da Brigada Anti-Crime da Polícia de Segurança Pública, para recolheram o testemunho da funcionária.
Apesar deste ter sido «o primeiro assalto durante o dia e à mão armada», a Papelaria Arquivo foi assaltada duas vezes nos últimos dois anos. «Foi de noite e levaram senhas e tabaco», revelou Vanuza Souza, que logo concluiu: «A sorte é que, durante o dia, tiramos várias vezes o dinheiro da caixa, mas, agora, tenho de me precaver ainda mais. Não sei muito bem como vou fazer».
Proprietária da papelaria“impediu” roubo à mão armada
O povo costuma dizer que «um azar nunca vem só». Ontem, parece que foi o que aconteceu a Vanuza Souza. Depois do assalto à sua papelaria no Arnado, acompanhou a funcionária até ao carro desta, estacionado na zona da Rua de Aveiro. Quando descia as Escadas de Santa Justa, que ligam a Rua Figueira da Foz à Rua de Aveiro, para voltar ao trabalho presenciou uma tentativa de roubo à mão armada. Um homem tinha uma arma apontada a uma mulher e estava a exigir-lhe o cartão multibanco.
«Vestia um casaco com capuz e tinha uma arma na mão encostada à perna», referiu Vanuza Souza, que, sem querer, acabou por fazer fracassar o roubo. «Ele deixou a rapariga, que também vinha a descer as escadas, mandou-nos embora às duas e fugiu», contou. De seguida, as duas mulheres subiram até à Rua de Aveiro e mandaram parar uma ambulância. Esta chamou a polícia, que, de imediato, se deslocou ao local com diversos efectivos na tentativa de localizar o assaltante, mas sem sucesso.
FONTE
terça-feira, março 03, 2009
República das bananas

Um total de 20 aquecedores foi comprado pela Associação de Pais da EB 2/3 de Cantanhede. Medida surgiu para combater o frio a que os alunos estavam sujeitos na sala de aula.
Se acrescentarmos a isto que nalgumas escolas do concelho serem as Associações da Pais que garatem a presença de uma auxiliar de educação e o facto de muitas dessas escola precisarem de obras urgentes, podemos concluir que para Magalhães e Campos de Golfe existe dinheiro, para coisas bem mais importantes não.
Jantar Nacionalista em Viseu - 30 de Maio de 2009

O distrito de Viseu não está esquecido e terá também um jantar do PNR
...será dia 29 de Maio e serão dadas mais informações (sobre o local,a hora e qualquer outro assunto "necessário") até lá no blog Viseu Terra Portuguesa
A verdade é como o azeite…

Um estudo sobre "Segurança, Protecção de Dados e Privacidade em Portugal" indica que 60,5 por cento dos inquiridos acreditam que a segurança dos cidadãos piorou em 2008 e 27,4 por cento consideram mesmo que piorou bastante.
É notório o sentimento de insegurança que se vive em Portugal, que o sistema tenta esconder e não sabe nem quer combater.
nalguns pontos do nosso país podemos dizer que estamos mesmo próximos do estado de sitio ou de ocupação generalizada.
Para 58,5 por cento dos inquiridos, o desemprego contribuiu para a sensação de insegurança, seguido das novas formas de criminalidade (46,2 por cento), alterações na composição da sociedade (45,3 por cento) e aumento da violência na sociedade (39 por cento). Se ler nas entrelinhas se não tiver medo da verdade, verá que as alterações na composição da sociedade que de certeza implicou novas formas de criminalidade, referem-se à imigração descontrolada à politica de portas abertas.
Fashionjacking’
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