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terça-feira, agosto 10, 2010

Medidas de excepção para os Senhores da Guerra


A polícia planetária ao serviço do imperialismo sionista americano vai reunir em Portugal nos dias 19 e 20 de Novembro.
O evento exige “segurança máxima”, uma vez que irão estar presentes os principais líderes mundiais, entre os quais Barack Obama
Para a cimeira da NATO estão previstas medidas de excepção que vão desde:
- Suspensão do espaço Schengen e as fronteiras voltarem a ter controlo apertado.
- Limitar a circulação em toda a área, com vários perímetros de segurança e check-points, como também de aprovar um regime legislativo de excepção, temporário, que permita proibir manifestações que, segundo os seus pressupostos, possam resultar em violência urbana.
- A PSP, entidade responsável pelo policiamento do evento, já entregou ao GCS uma extensa lista de equipamento de ordem pública, desde barreiras de protecção, a gás lacrimogéneo, que entende ser necessário adquirir. Na lista estão ainda viaturas blindadas para uso urbano, anti-motim e para transporte de pessoal para zonas 'quentes' de grandes distúrbios e colocar homens equipados no local. Têm capacidade para seis pessoas e são anti-bomba, anti-fogo e anti-minas, sendo utilizados pelos militares britânicos e norte-americanos no Iraque, bem como o aumento dos efectivos do CI em mais 60 unidades.
Numa altura em que se pede aos portugueses para apertarem o cinto o governo tem mãos largas para gastar dinheiro com a protecção dos senhores da NATO. È vergonhoso que o sistema não esteja preocupado com a violência urbana que os portugueses sentem todos os dias na Linha de Sintra, nos arrastões que se vão dando nas praias, na autentica guerra civil que existe em muitos bairros e na criminalidade que cresce a olhos vistos por todo o país.
É vergonhoso que a actuação das nossas polícias seja deficiente e tardia face à falta de material e que para proteger os participantes na cimeira já não se olhe a despesas para o fazer.
É vergonhoso que pelas nossas fronteiras passem regularmente bandos de criminosos estrangeiros, sem que para o evitar se mova uma palha e agora a pretexto desta reunião se tomem medidas de excepção.
Os nacionalistas revolucionários sempre mostram o seu desacordo no que toca à NATO e ao Pacto de Varsóvia. Agora que o comunismo caiu de maduro a NATO teria deixado de fazer sentido. No entanto a CIA que descobria comunistas debaixo de toda a pedra, começou agora a descobrir terroristas. As intenções são claras, para além domínio económico e político que os USA já exercem em todo o mundo a NATO serve para perpetuar o domínio militar. Infelizmente a Europa embarca neste estratagema e colabora com os USA, em muitos conflitos militares. Com efeito depois dos assassinatos em massa na Sérvia, depois da invasão de um país soberano como o Iraque por razões nunca provadas, os USA e a NATO mantêm uma guerra no Afeganistão só para manterem no poder os senhores da droga.
Apesar da proibição de manifestações (diziam-nos que depois do 25 de Abril todos se podiam manifestar) saberemos encontrar maneira de fazer sentir ao imperialismo sionista americano e aos seus lacaios que não são bem-vindos a Portugal

sexta-feira, março 05, 2010

Para este peditório já dei


O partido representa a extrema-direita reaccionária é o grande vencedor das eleições locais na Holanda.
É um amigo dos terroristas sionistas e como tal nunca terá o meu apoio.
Uma coisa é estar contra a islamização da Europa, outra é não perceber os perigos do sionismo e dos seus lacaios.
A Europa é dos europeus, é preciso defende-la das invasões patrocinadas pelo sistema, que não são mais que um cópia do modelo americano. Como sabemos este modelo é controlado pela máfia sionista através dos ses poderosos lobbys. A mesma máquina terrorista que assassina nos campos da Palestina, que invade países soberanos como o Iraque ou o Afeganistão, que causa conflitos sociais um pouco por todo o mundo muçulmano, vende-nos e impinge-nos os seus modelos.
Numa zona do planeta combatem o islamismo, noutra zona patrocinam a sua geminação e crescimento.
Lutar por uma Europa livre, è lutar contra todas as tentativas de aculturação que o mundialismo nos tenta impingir, pelo que lutar contra o mundialismo é lutar contra o sionismo imperialista principal face dessa hedionda dominação.

domingo, fevereiro 28, 2010

A hipocrisia do Prémio Nobel


O presidente norte-americano renovou algumas medidas que dão mais poder ao executivo para eructar investigações “anti-terroristas” cuja validade terminava hoje.
Renova assim o “Patrotic Act” do seu antecessor de tão má memória.
Os factos vêem-nos dar razão e o mito Obama a cada dia que passa mais cai por terra.
Os jornalistas terroristas, uma certa esquerda ao serviço do imperialismo sionista americano e os lacaios que este sistema tem por todo o mundo são os responsáveis pela ascensão do mito.
Os americanos continuam a ocupara militarmente outros países, os americanos continuam a inventar histórias sobre outros, com o único fim de os poderem dominar. No entanto a tão democrática Europa, a paladina dos direitos humanos, não abre a boca para criticar, antes pelo contrário participa com meios matérias e humanos na ingerência militar, politica e económica de outras nações. È uma Europa refém dos USA, Uma Europa que inventa terroristas por debaixo de todas as pedras como outrora inventava comunistas, só para continuar a gozar das boas graças de Washington.
É importante que os homens livres se revoltem contra este domínio americano, domínio económico, domínio político e domínio cultural. É importante que as Nações se libertem deste imperialismo, de todos os imperialismos.

terça-feira, janeiro 19, 2010

O americano tranquilo e os novos Vietnames


Durante a campanha eleitoral, Obama prometeu, com entusiasmo febril de candidato, que aprofundaria a guerra no Afeganistão, como uma espécie de “compensação” pela retirada do Iraque. Hoje, está atolado no Iraque e no Afeganistão. Pior: está prestes a atolar-se numa terceira guerra.

O Americano Tranquilo é o herói do romance de Graham Greene sobre a primeira guerra do Vietname, na qual os franceses foram derrotados.

Era um norte-americano jovem e ingénuo, filho de um professor, que foi bem educado em Harvard, um idealista com todas as melhores intenções. Quando chega como soldado ao Vietname, queria ajudar os nativos a superar os dois principais males que via lá: o colonialismo francês e o comunismo. Sem saber coisa alguma sobre o país no qual estava, provocou um desastre. O romance termina num massacre, resultado dos esforços desorientados do “americano tranquilo”. Comprovou-se a velha máxima: “A estrada para o inferno é pavimentada de boas intenções”.

Já se passaram 54 anos depois que esse livro foi escrito, mas parece que o americano tranquilo não mudou. Ainda é idealista (pelo menos, ele acredita que é idealista), ainda deseja levar a redenção a povos estrangeiros distantes sobre os quais nada sabe; e ainda provoca desastres terríveis: aconteceu no Iraque, no Afeganistão e agora, ao que parece, no Iémen.

O exemplo do Iraque é o mais simples de todos.

Os soldados norte-americanos foram mandados ao Iraque para derrubar o regime tirano de Saddam Hussein. Havia, é claro, outros objectivos menos altruístas, como assumir o controle do petróleo iraquiano e instalar o exército dos EUA no coração da região produtora de petróleo do Oriente Médio. Mas a aventura foi apresentada ao público norte-americano como empreitada idealista contra um ditador sanguinário que ameaçava o mundo com bombas nucleares.

Isso, há seis anos, e a guerra prossegue. Barack Obama, que se opôs à guerra desde o início, prometeu tirar os norte-americanos de lá. Apesar de muita conversa, não há fim à vista.

Por quê? Porque os que realmente tomam decisões em Washington não têm nem ideia do que é o país que querem libertar e ajudar a viver feliz para sempre.

Desde o início, o Iraque foi Estado artificial. Os britânicos costuraram umas às outras várias províncias otomanas, considerando os seus, dos britânicos, interesses coloniais. Coroaram um árabe sunita como rei dos curdos, que não são árabes, e dos xiitas, que não são sunitas. Só uma sucessão de ditadores, cada um mais brutal que o antecessor, impediu que o Estado se esfacelasse.

Os estrategas em Washington não têm qualquer interesse na história, na demografia nem na geografia do país que invadiram com força brutal. O caso, olhado de Washington, pareceu bem simples: alguém teria de derrubar o tirano, estabelecer instituições democráticas à maneira dos EUA, fazer eleições livres... E tudo o resto entraria “naturalmente” nos eixos.

Ao contrário das expectativas, os norte-americanos não foram recebidos com flores. Não se encontrou lá a terrível bomba atómica de Saddam. Como o elefante na loja de porcelana do provérbio, quebraram tudo, destruíram o país e acabaram presos num pântano.

Depois de anos de operações militares sangrentas que levaram a parte nenhuma, encontraram afinal uma panaceia. Para o inferno o idealismo; para o inferno os altos ideais; para o inferno todas as doutrinas militares. – Hoje, os EUA não fazem outra coisa além de subornar os chefes tribais que, sim, são a realidade do Iraque.

O americano tranquilo não sabe como se safar de lá. Sabe que, se sair agora, há risco de o país se auto desintegrar em matança geral.

Dois anos antes de invadir o Iraque, os norte-americanos invadiram o Afeganistão.

Por quê? Porque uma organização chamada Al-Qaeda (“a base”) declarara-se autora da destruição das Torres Gémeas em New York. Os chefes da Al-Qaeda estavam no Afeganistão, lá estavam seus campos de treino. Para os norte-americanos, tudo pareceu simples, ninguém precisou pensar outra vez (de facto, parece, ninguém tampouco pensara antes).

Se os EUA conhecessem o país que decidiram invadir, talvez tivessem hesitado. O Afeganistão é um histórico cemitério de exércitos invasores. Grandes impérios saíram de lá envergonhados, com o rabo entre as pernas. Diferente do Iraque, que é plano, o Afeganistão é país montanhoso, um paraíso para a guerra de guerrilhas. Além de ser lar de vários povos e de incontáveis tribos, cada povo e cada tribo é furiosamente zeloso da própria independência.

Os estrategistas em Washington não tomaram conhecimento de nada disso. Para eles, todos os países parecem ou são idênticos, todas as sociedades são iguais. No Afeganistão, também, bastaria estabelecer uma democracia livre à moda dos EUA, com eleições à moda dos EUA e viva! Tudo daria certo e para sempre.

O elefante entrou na loja de porcelanas sem pedir licença e obteve vitória estrondosa. A Força Aérea “bombou”, o exército não encontrou obstáculos, a Al-Qaeda desapareceu como um fantasma, os Talibans (“estudantes religiosos”) fugiram como coelhos. As mulheres poderiam voltar a andar pela rua sem véus, as meninas encheriam as escolas, os campos de ópio voltariam a florescer e também floresceriam sem obstáculos os amigos de Washington em Cabul.

Contudo… a guerra prossegue, ano após ano, o número de norte-americanos mortos sobe inexoravelmente. Para quê? Ninguém sabe. É como se a guerra tivesse adquirido vida própria, sem quê nem por que, sem objectivo, sem razão. Norte-americano que esteja no Afeganistão e olhe em volta, tem de perguntar: o que diabo estamos a fazer aqui?

O objectivo imediato, a expulsão da Al-Qaeda do Afeganistão, foi ostensivamente alcançado. A Al-Qaeda já não está lá, supondo-se que algum dia tenha estado.

Escrevi certa vez que a Al-Qaeda é invenção dos EUA e que Osama Bin-Laden foi descoberto pela central de selecção de actores de Hollywood e mandado para fazer aquele papel. Osama Bin-Laden é perfeito demais para ser autêntico.

Claro, estou exagerando um pouco. Mas só um pouco. Os EUA vivem precisam sempre um inimigo universal. No passado, foi o Comunismo Internacional, cujos agentes eram vistos atrás de cada árvore, por baixo de cada tábua do soalho. Infelizmente, já não há União Soviética e na falta de inimigo, alguém teria de preencher o papel. Foi quando acharam a jihad planetária, encarnada na Al-Qaeda. Esmagar o “Terrorismo Universal” passou a ser a razão de ser de tudo que os EUA fazem.

Essa razão de ser não é razão; como objectivo, é irracional. O terrorismo é arma, instrumento de guerra. As mais diferentes organizações fazem uso do terror, há terror dos dois lados em luta nos mais diferentes países, cada lado com seu objectivo diferente e muitas vezes oposto a todos os demais; há terroristas de todos os lados. Fazer guerra universal contra “o terror internacional” é como fazer guerra a alguma “artilharia internacional” ou a alguma “marinha internacional”.

Não há, no planeta, nenhum movimento terrorista universal liderado por Osama Bin-Laden. Graças aos EUA, “Al-Qaeda” tornou-se griffe prestigiada no mercado da guerrilha, assim como “McDonald” e “Armani”, no mundo do fast-food e da moda. Cada militante de organização islâmica pode hoje apropriar-se da griffe, mesmo sem pagar royalties a Bin-Laden.

Os governos controlados pelos EUA, que sempre rotularam de “comunistas” os seus inimigos locais, para obter ajuda dos patrões norte-americanos, hoje rotulam os seus inimigos locais de “terroristas da Al-Qaeda”.

Ninguém sabe onde está Bin-Laden – nem se existe ou está vivo. Ninguém sabe, sequer, se está no Afeganistão. Há quem diga que se mudou para o vizinho Paquistão. E mesmo que lá esteja: que fundamento há em alguém fazer guerra e matar milhares de homens, mulheres e crianças... Para caçar um único homem?

Há os que dizem: OK, Bin-Laden não existe. Mas é preciso impedir a volta dos Talibans ao governo do Afeganistão. Por que, santo deus?! Quem são os norte-americanos que mandam no Afeganistão? Querem o quê? Pode-se ter todos os argumentos do mundo contra todos os fanáticos religiosos do mundo, e contra os Talibans especificamente e, mesmo assim... Seria motivo para essa guerra interminável?

Se os afegãos preferem ser governados pelos Talibans, em vez dos mercadores de ópio que hoje estão no poder em Cabul... o problema é deles! E parece que, sim, que preferem os Talibans, dado que, como antes e até hoje, os Talibans outra vez controlam praticamente todo o país, ou quase isso. Nada justifica uma guerra como a do Vietname, no Afeganistão. OK, mas... e como é que os EUA sairão de lá? Obama não sabe.

Durante a campanha eleitoral, Obama prometeu, com entusiasmo febril de candidato, que aprofundaria a guerra no Afeganistão, como uma espécie de “compensação” pela retirada do Iraque. Hoje, está atolado no Iraque e no Afeganistão. Pior: está prestes a atolar-se, também, numa terceira guerra.

Durante os últimos dias, o nome do Iémen está em todas as manchetes. Iémen – um segundo Afeganistão, um terceiro Vietname. O elefante está pronto para entrar em outra loja de porcelanas. Dessa vez, tampouco está preocupado com a porcelana.

Sei pouco sobre o Iémen, mas sei o suficiente para entender que só um doido teria qualquer interesse em deixar-se enredar lá. É mais um Estado artificial, composto de metades incompatíveis; o país de Sanaa no norte e o sul (ex-britânico). A maior parte do país é montanhosa, controlada por tribos belicosas que defendem todas, a própria independência. Como o Afeganistão, é um paraíso para especialistas locais em guerra de guerrilhas.

Lá também há um grupo que adoptou a griffe “Al-Qaeda”: é a “Al-Qaeda da Península Arábica” (depois que os militantes iemenitas uniram-se aos irmãos sauditas). Mas seus chefes interessam-se muito menos pela revolução mundial do que pelas intrigas e batalhas das tribos entre elas e o governo “central”, uma realidade com história de milhares de anos. Só doido absoluto poria a própria cabeça nesse travesseiro.

O nome Iémen significa “a terra à direita”. (Se olharmos para Meca a partir do Oeste, o Iémen fica à direita, com a Síria à esquerda.) A direita também conota felicidade; e o nome Iémen é associado a al-Yamana, palavra em árabe para “estar feliz”. Os romanos chamavam aquela terra de Arabia Felix (“Arábia Feliz”), porque era terra próspera, que enriqueceu no comércio de especiarias.

(Aliás, por falar nisso, talvez interesse a Obama saber que outro líder de super potência, César Augusto, tentou uma vez invadir o Iémen e foi rechaçado.)

Se o americano tranquilo, na sua mistura de idealismo e ignorância, resolver levar para lá a democracia e as quinquilharias de sempre, porá fim a qualquer felicidade que lá ainda haja. Os EUA afundarão em outro pântano, dezenas de milhares de pessoas serão mortas. Tudo terminará em desastre.

É possível que o problema tenha raízes na arquitectura de Washington DC.

A cidade é tomada por prédios enormes, de ministérios e escritórios e serviços oficiais da única super potência que há no mundo. As pessoas que trabalham lá sentem o poder tremendo daquele império. Olham para os chefes tribais do Afeganistão e do Iémen como um rinoceronte olha as formigas que correm entre suas patas. O rinoceronte caminha sem ver por cima das formigas. Mas alguma formiga sempre sobrevive.

Além do mais, o americano tranquilo faz pensar também no Mefistófeles do Fausto, de Goethe, que se auto define como a força que “sempre quer o mau e sempre cria o bom”. Só que ao contrário.

FONTE

quarta-feira, novembro 18, 2009

Yes we lie


A prisão de Guantanamo não poderá ser encerrada em Janeiro como prometido por Barack Obama durante a campanha presidencial. O anúncio foi feito pelo próprio Presidente.
Mais uma a juntar a rol das mentiras de Obama ou da mentira que é Obama.
Mas não fica por aqui o levantar do véu. Durante a visita que fez à China, Obama reconheceu que o Tibete faz parte integrante deste país. Em nome das negociatas que foi fazer com os chineses, Obama defraudou os tibetanos.
A máscara a pouco e pouco vai caindo.

domingo, novembro 01, 2009

Os “amigos” dos americanos


O rival do presidente Hamid Karzai nas Presidenciais do Afeganistão, Abdullah Abdullah, não vai participar na segunda volta das eleições, no próximo dia 7. Com o boicote de Abdullah será a machadada final na credibilidade de um acto eleitoral já manchado pelas grosseiras irregularidades registadas na primeira volta.
aqui se vê a politica de dois pesos duas medidas do imperialismo sionista americano. Enquanto nas eleições livres realizadas no Irão a CIA encenou uma estratégia com vista a derrubar os democraticamente eleitos, no Afeganistão passa a mão pela cabeça do ditador que lhes interessa manter no poder, para defesa da sua politica expansionista de domínio mundial.
Também os jornalistas terroristas, as televisões controladas pelo sistema não vão encher-nos a cabeça com manifestações e crónicas de e sobre o Afeganistão, é que neste particular manda o poder que se esconda, enquanto no Irão mandava, incentivar, promover e mistificar.
o imperialismo sionista norte-americano pretende fazer do planeta um verdadeiro campo minado. Um projecto atribuiu sempre um papel fundamental à sua dimensão militar. Os Estados Unidos cedo planearam uma estratégia militar global, dividindo o planeta em regiões e atribuindo a responsabilidade do controlo de cada uma delas a um Comando Militar americano. O objectivo era não só cercar a União Soviética (e a China), mas também assegurar a posição de Washington como administrador de última instância em todo o mundo. Por outras palavras, alargava a doutrina Monroe a todo o planeta, o que deu de facto aos Estados Unidos o direito exclusivo de gerir todo o globo de acordo com os seus interesses nacionais, conforme definido.
A classe dominante dos Estados Unidos proclama abertamente que não tolerará a reconstituição de qualquer poder económico ou militar capaz de pôr em causa o seu monopólio de domínio sobre o planeta e, para atingir este objectivo, arroga-se o direito de desencadear guerras preventivas.
O problema é que as condições em que terá que exercer seu “reinado” são as mais desfavoráveis possíveis. Quer pelo verdadeiro colapso em que se afunda o capitalismo, quer pela resistência que um pouco por todo o mundo se vai formando.

segunda-feira, outubro 26, 2009

DECLARAÇÃO DO GRUPO DE APOIO AO TIBETE CONDENANDO AS EXECUÇÕES DE TIBETANOS NO TIBETE


O Grupo de Apoio ao Tibete condena o governo Chinês pelas execuções de quatro Tibetanos, Lobsang Gyaltsen, Loyak, Penkyi e um quarto Tibetano por identificar, em Lhasa no dia 20 de Outubro.

A decisão chinesa de execução dos quatro referidos Tibetanos é uma afronta judicial internacional. Estas execuções foram politicamente motivadas, e são justas as preocupações relativamente ao facto dos condenados não terem tido acesso a um julgamento livre.

As execuções da passada terça-feira mostram que a China utilizará todos os métodos à sua disposição para intimidar os Tibetanos e esmagar qualquer espécie de oposição à ocupação Chinesa do Tibete.

Lobsang Gyaltsen e Loyak foram condenados à morte no dia 8 de Abril de 2009. Foram acusados de terem "ateado fogos fatais" devido aos quais, e de acordo com a agência noticiosa Xinhua, sete Chineses faleceram a 14 de Março, quando quatro dias de protestos pacíficos por parte de monges Tibetanos escalaram em protestos nas várias cidades Tibetanas. A 8 de Abril, Xinhua declarava que os referidos Tibetanos "tinham que ser executados de forma a acalmar a raiva das pessoas."

O Grupo de Apoio ao Tibete apela a que o governo Chinês:
* De imediato páre com acrescidas execuções de Tibetanos.

* Publique os nomes e paradeiro dos mais de 1,200 Tibetanos desaparecidos desde os protestos de Março/ Abril 2008.

* Aceda ao pedido realizado em Novembro 2008 pela Comissão Contra a rdas NU e visando "um inquérito independente e completo sobre o excessivo uso de força sobre os manifestantes pacíficos."
* Aceite as iniciativas desenvolvidas pelo Dalai Lama e negoceie uma resolução pacífica, relativamente aos 60 anos de ocupação do Tibete.

O Grupo de Apoio ao Tibete apela ao governo Português para que condene as execuções e interceda junto do governo Chinês, de forma a que os Tibetanos possam ter acesso a julgamentos livres e a representação legal, assim como que o staff consular e jornalistas estrangeiros possam assistir aos referidos julgamento
--
Grupo de Apoio ao Tibete
23 de Outubro de 2009

Encontra-se disponível uma acção online dirigida ao Ministro da Justiça Chinês Wu Aiying.

domingo, outubro 18, 2009

Imperialismo Sionista


O imperialismo sionista, voltou a fazer sangue no Irão. Por mais que o tentem negar, tanto as manifestações como o recente atentado têm a mão dos terroristas assassinos da CIA e da MOSSAD aos quais se juntou agora os serviços secretos ingleses.
Os governos destes países, recorrendo aos seus serviços secretos, que não são mais que organizações terroristas, são os únicos responsáveis pelo clima de guerra que existe por todo o Médio Oriente. As suas jogadas de bastidores, os apoios a que recorre, para além de não contribuírem em nada para a paz, ainda criam monstros assassinos, pois facilmente perdem o controle das organizações que treinam e financiam.
O mundo só terá paz quando estes países caírem, como caíram muitos impérios do mal.

sexta-feira, outubro 16, 2009

Só o Nacionalismo é solução


Apesar do crescimento sem precedentes e da melhoria nas condições de vida experimentados por muitos países do mundo, o abismo entre ricos e pobres aumentou na última década.
Fruto da globalização, as desigualdades mantiveram-se tanto entre os países como dentro das economias nacionais, o que é observado em áreas como emprego, segurança no trabalho e salários.
A violência é outra das causas da desintegração do tecido social e a exclusão, especialmente quando se trata de lutas políticas por poder, terras e recursos capitalismo, vigente há 200 anos, fracassou para a maioria da população mundial. Hoje, somos 6 biliões de habitantes. Segundo o Banco Mundial, 2,8 biliões sobrevivem com menos de 2 dólares por dia. E 1,2 bilhão, com menos de 1 dólar por dia.
Aproximadamente 854 milhões de pessoas passam fome de forma crónica em todo o mundo. Destas, 820 milhões vivem em países em desenvolvimento, 25 milhões são dos países da antiga União Soviética e nove milhões vivem nos países mais ricos. Cerca de 40 mil empresas mandam em 25% da economia do planeta, mas empregam directamente apenas 1,5% da mão-de-obra.
Portugal detém a condição de país mais desigual da UE e de portador de maior índice de pobreza relativa, com um valor que há anos estabilizou nos 18%, o que se traduz com dois milhões de portugueses a rendimentos inferiores a metade do rendimento médio nacional, em contrapartida 25% do que se produz está nas mãos de cem pessoas.
Neste momento, o discurso habitual quer do governo quer do capital, quer do próprio governador do Banco de Portugal, e mesmo de muitos órgãos de comunicação social, é que a crise que enfrenta o nosso País exige sacrifícios, mas do que normalmente acabam por referir é sobre a "necessidade de contenção salarial", ou seja, de sacrifícios sim mas apenas para os trabalhadores.
E um dos argumentos mais matraqueados é que a produtividade dos trabalhadores portugueses é muito baixa, procurando assim fazer pensar que a culpa da baixa produtividade é dos trabalhadores. Interessa, por isso, continuar a desmontar este discurso governamental e patronal.
Outro argumento muito habitual no discurso governamental e de algum patronato é que não se pode aumentar os salários porque a massa salarial já é incomportável tendo em conta a riqueza produzida.
Os dados oficiais do Banco de Portugal que estão disponíveis no "site" deste organismo mostram claramente que os baixos salários que vigoram no nosso País têm provocado uma profunda desigualdade na repartição da riqueza produzida em Portugal o transforma o nosso país no paradigma das políticas capitalistas.
Cada vez mais, o papel mundial desempenhado pelo imperialismo americano, com sua atitude predatória ilegal e seguido pelos países ditos democratas, acentua as diferenças, enormemente intensificadas nos últimos cinquenta anos, em consequência da integração cada vez maior da economia mundial. Elas encontram sua mais nítida expressão no próprio imperialismo americano, que procura manter sua hesitante posição hegemónica mundial e seus “super poderes” utilizando sua superioridade militar para contra balancear o seu declínio como uma força económica. Esta política colonialista requer violência militar crescente no exterior e no interior do próprio país.
De país em país, a tão falada “guerra global ao terror” iniciada por Washington como um pretexto para justificar suas guerras de agressão, foi utilizada como um álibi político para enormes crimes. Essa guerra ilegítima serviu como uma cobertura para a repressão de qualquer oposição incluindo movimentos reformistas e nacionalistas
A forma como os regimes burgueses, na Europa, no Oriente Médio e em qualquer outro lugar, se opuseram verbalmente à guerra demonstra que suas diferenças com Washington foram de natureza meramente táctica, baseadas exclusivamente no receio de que seus próprios interesses pudessem ser atingidos. Em última análise, todos eles dependem do imperialismo americano como garantia da estabilidade do capitalismo e um reduto contra a revolução.
As decisões políticas, que estão em directa ligação com os interesses dos ricos e dos milionários, não podem ser tomadas por métodos democráticos. A verdadeira razão para os ataques sem precedentes aos direitos “democráticos” não é a protecção das pessoas contra as ameaças de ataques terroristas estrangeiros, mas a necessidade de ampliar os poderes repressivos do Estado para tentar evitar o surgimento de uma oposição popular.
A classe política corrupta que nos desgoverna não conhece estes problemas, eles vivem noutro mundo…dos seus condomínios fechados não sentem a criminalidade dos nossos bairros (não usufruindo assim dos “benefícios” do multiculturalismo que nos impingiram), com os seus carros de luxo e motoristas particulares não conhecem os “arrastões” que diariamente acontecem nos transportes públicos, com os colégios particulares onde estudam os seus filhos, não imaginam as condições degradantes de muitas das escolas públicas e da insegurança de que são vítimas os nossos filhos…é altura de dizer BASTA!
Contra a exploração dos trabalhadores e suas famílias que esta escumalha traidora nos impõe, gritaremos “ Só o Nacionalismo é solução”

terça-feira, outubro 13, 2009

Nova Ordem Mundial


Barack Obama, Presidente dos EUA e o mais recente Nobel da Paz, enviará mais 13 mil soldados para o Afeganistão, além dos 21 mil anunciados em Março.

sábado, outubro 03, 2009

Tantas vezes a cantarinha vai à fonte….


À força de tanta propaganda e chantagem o povo irlandês lá fez a vontade aos tratantes de Bruxelas.
Os federastas bem nos tentam impingir que este tratado é melhor para a Europa e para os europeus, para alguma Europa e para alguns europeus certamente que será bom, mas para esmagadora maioria dos portugueses este tratado não serve.
Os planos de Bruxelas para Portugal são bem claros, acabar com a agricultura e pescas reduzir ao mínimo a produção industrial e transformar o nosso país na estancia de ferias europeia, os portugueses viverão então dos subsídios de Bruxelas e de algumas recitas feitas com o turismo. O cenário está montado e alguns indícios preocupantes pairam já no ar e só para o Sr. Pinto de Sousa e para os partidos “democráticos” que cobardemente não quiseram referendar o tratado, tudo são rosas. Eles são os principais beneficiados com os subsídios de Bruxelas, pelo que não podemos esperar dessa gente outro tipo de discurso que não seja o de defender a sua galinha dos ovos de ouro.
A Europa está agora à mercê do grande capital e dois eurocratas e isso só significa uma constante perca de soberania dos países que a pouco e pouco se irão transformando em províncias de Bruxelas.

sexta-feira, outubro 02, 2009

O grande capital não tem Pátria


A Crioestaminal de Cantanhede não revela detalhes na nota de imprensa divulgada mas, segundo as edições online dos jornais económicos nacionais, a Riverside Company deverá tornar-se no principal accionista da empresa líder e pioneira em Portugal no isolamento e criopreservação de células estaminais.
O imperialismo sionista americano, coloca as suas garras em mais uma empresa nacional. Que rumo será agora tomado neste empresa? Sabemos bem do que os terroristas americanos são capazes. Será que a próxima gripe vai chamar-se portuguesa?

domingo, setembro 13, 2009

Manuela a ibérica


A presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, considerou hoje "normal" que o ministro do Fomento e vice-primeiro ministro espanhol José Blanco se tenha pronunciado com preocupação sobre a possível suspensão do TGV, mas frisou que negociará com Espanha caso seja eleita primeira-ministra.
Bastou um espanhol esboçar um gesto de desagrado e logo os lacaios do iberismo abanam a cauda. Na volta a “PRISA” ainda despede um ministro ou algum presidente de partido. Em Portugal mandam os portugueses, os ministros espanhóis que se preocupem com o seu país. Como muitas vezes foi dito o TGV servia mais aos espanhóis que aos portugueses, percebemos pois a preocupação do ministro espanhol, o adiamento do TGV vai furar-lhe as contas. Infelizmente os políticos do sistema não sabem responder à altura a este insulto a esta ingerência na governação deste país, porque lacaios de Madrid, parecem logo a prestar vassalagem.
Nós os nacionalistas recusamos vender-nos a Espanha ou a qualquer outro país, connosco Portugal não será vendido aos talhões. Porque os nacionalistas são Por Portugal e mais nada.
Nós não somos uma província de Madrid, somos uma Nação com 900 anos de História que tem das mais antigas fronteiras do mundo.
As nações da Europa podem entender-se em determinadas matérias, nomeadamente em áreas como a investigação científica, a cooperação cultural ou militar, mas não queremos privar os povos europeus da sua soberania e liberdade, colocando o seu destino nas mãos de banqueiros e eurocratas, os principais interessados na construção do TGV
Não tenha a mínima duvida que só por razões eleitoralistas o PSD defende o adiamento do projecto do TGV, como não tenho a mínima duvida que depois de bem sentados nas cadeiras do poder vão retomar o projecto em nome de uma desculpa qualquer. Afinal os políticos do sistema metem com quantos dentes têm.

domingo, setembro 06, 2009

O POVO ELEITO


O Governo israelita confirmou hoje a intenção de construir centenas de casas nos colonatos da Cisjordânia, apesar da oposição dos Estados Unidos, da União Europeia (UE) e da Autoridade Palestiniana, que consideram o crescimento dos colonatos israelitas nos territórios ocupados da Palestina um dos principais obstáculos ao processo de paz.
O sionismo reinante em Israel, continua com as suas provocações e a constante falta de respeito pela Palestina e pelo Mundo.
Eles são o povo eleito, eles tudo podem.
Os judeus e o mundo só terão paz quando o sionismo, passar á história. Entretanto é preciso que todos os homens livres, que apesar dos protestos da Europa e dos USA, por debaixo do pana virão os apoios, porque a hipocrisia faz doutrina nestas paragens e nunca o ocidente se oporá verdadeiramente a Israel. Se de outro país se tratasse já existiriam conversações para embargos, quem sabe até para intervenções militares, mas para os assassinos israelitas a Europa e os USA usam de todas as cautelas.

sexta-feira, setembro 04, 2009

Danos colaterais


Um ataque aéreo das forças da NATO no Afeganistão contra rebeldes taliban que tinham roubado dois tanques de combustível resultou em pesadíssimos danos colaterais, com a perda da vida de pelo menos 90 pessoas que estariam nas imediações do local tomado por alvo, na província de Kunduz, no norte do país.
A NATO tropa de choque do imperialismo sionista americano, acaba de fazer mais danos colaterais. É tempo de Portugal abandonara esta organização assassina é tempo de nem mais um soldado português ir defender as colónias dos outros.

segunda-feira, agosto 31, 2009

O imperialismo Chinês


A China condenou esta segunda-feira a visita do líder espiritual tibetano, Dalai Lama, a Taiwan, afirmando que a viagem "está destinada a ter uma influência negativa" nas relações entre a ilha e o continente chinês.
O imperialismo pode mudar a cor da bandeira mas é sempre imperialismo. Pode ser feito à sombra da estátua da “liberdade” ou à sombra da foice e do martelo, mas as suas garras peçonhentas actuam da mesma forma.
O governo chinês tenta dar ordens a um governo soberano, o governo chinês ocupa militarmente o Tibete, o governo chinês.
O comunismo é a pior das ditaduras, mas sempre disfarçada de democracia, quer se assuma como moderna ou não.

segunda-feira, agosto 24, 2009

Um Grupo Terrorista com Muitas Facetas


O imperialismo sionista americano tenta de todas as maneiras colocar as suas garras peçonhentas no Irão, com o único fim de calara um dos poucos países que ousa fazer-lhe frente.
Os terroristas americanos têm recorrido à mentira que os jornalistas terroristas a seu soldo não se cansam de repetir.
A cultura e identidade de um povo não deve ser posta em causa, caso não colida com a liberdade e independência dos outros. Mas os americanos querem um mundo à sua imagem pelo que até a traidores recorrem para denegrir o Irão.
O historiador israelita Benny Morris, outrora considerado um liberal e agora um consultor do establishment político e militar do seu país, ameaçou com "um Irão transformado num deserto nuclear". Isto seria um assassínio em massa. Para um judeu, a ironia é gritante.
Diga-se mais. Em virtude dos embargos impostos pelo governo americano ao Irão, nenhuma empresa americana pode negociar com aquele país a não ser que ocorra uma troca de regime.
No Irão respira-se muito mais liberdade que nos paises árabes amigos dos americanos, mas sobre essa falta de liberdade não vemos uma única palavra dos americanos nem dos seus paises satelites.
Nesses paises nem sequer há eleições, as mulheres não desempenham cargos públicos e as manisfestaçãoes seriam selvaticamente reprimidas.
Os americanos socorrem-se da profunda clivagem na sociedade iraniana, entre os trabalhadores nacionalistas e uma certa burguesia que lamenta ser mantida afastada da globalização económica. Agindo debaixo do pano, Washington tenta pesar nos acontecimentos para acabar com o regime e poder finalmente colocar outro Xá, outro fantoche ao seu serviço.

domingo, agosto 23, 2009

As 872 bases militares americanas em 40 países


Das políticas ditatoriais nas Honduras, hipocritamente toleradas por Washington, resultou agora a projectada instalação de sete bases militares dos USA na Colômbia, o que provocou um grande repúdio na maioria dos países da América Latina.
Esta actualização de um novo acordo de segurança, mediante o arrendamento das bases existentes com o fim “filantrópico” de combater a guerrilha fronteiriça dos narcotraficantes, segundo uma engenhosa interpretação de Obama, foi exposta a um grupo de repórteres espanicos (Reuters; 07/08/09) nas véspera da cimeira da ASPAN em Guadalajara, México e onde este não tinha de estar presente.

Nada se aprende de cabeça oca e os USA estão a cometer os mesmos erros que a URSS numa série de consequências devastadoras; imperialismo, clima de guerra permanente e insolvência, o que provavelmente levará a um colapso semelhante ao da antiga União Soviética, de acordo com Chalmers Johnson ( Dez passos para liquidar os USA. bases militares, Asia Times, 04/08/09).

Chalmers Johnson, professor da Universidade da Califórnia (San Diego) e prolífico autor de livros notáveis, põe em relevo as consequências potencialmente devastadoras do império global e das bases militares, que correspondam a longo prazo em dependência do imperialismo militarista nas relações com outros países, para além da sua "crescente estrutura militar."
Em consonância, Floyd Norris, analista económico e financeiro para o The New York Times (01/08/09), revela que a transferência de bens duráveis caiu USA mais de 20% durante a recessão, o que teria sido pior, mas o aumento da produção de armas, que disparou 123% acima da média para o ano de 2000 (início do militarismo bushiano que Obama aumentou usando a sua máscara com cordeiro orquestrada pelos lobos no Pentágono).
Norris diz que os USA, ainda são essencialmente uma economia civil, enquanto a produção militar representa cerca de 8% de todos os bens duráveis (em 2000 era de 3%), mas, na nossa modesta opinião ela gira em volta de uma economia preponderantemente militar, já que muitos segmentos da sua actividade civil estão interligados com a componente militar, como demonstrado pelo SIPRI (Sueco).
Segundo o inventário feito pelo Pentágono em 2008, citado por Johnson, o império dos USA consiste em 865 bases militares em mais de 40 países, com um efectivo de mais de 190000 soldados espalhados por mais de 46 países e territórios.
Johnson expõe o caso singular da base de Okinawa (Japão) cheia de escândalos sexuais dos perdulários militares americanos e que simboliza 64 anos seguidos de ocupação.

As sete bases militares que os USA vão adicionar na Colômbia elevará para 872 o número de bases militares o que não tem paralelo em nenhuma potência do passado ou do presente, os USA estão a invadir literalmente o mundo.

O que é mais relevante, de acordo com Johnson,é que tal implantação é desnecessária para a defesa dos os USA, além de provocar atritos com outros países e sua manutenção global custa 250 mil milhões de dólares por ano, de acordo com Anita Dancs na Política Externa Focus, o seu único objectivo é o de proporcionar USA hegemonia, ou seja, o controle ou domínio sobre o maior número possível de países do planeta.

Segundo Johnson, Obama ainda não percebeu que os USA não têm capacidade de exercer a hegemonia mundial, considerando o seu miserável e doente poder económico, uma vez que este sofre de declínio sem precedentes.

As bases são, claro está, a preparação do terreno para o imperialismo norte-americano, mas não a realidade desse imperialismo. Elas permitem aquilo a que se dá o nome de "projecção avançada" ("forward projection") do poder norte-americano.

quinta-feira, agosto 06, 2009

Holocausto


Hoje recordamos o momento em que, às 8h15 de 6 de Agosto de 1945, a bomba atómica caiu sobre a cidade de Hiroshima e matou 80 mil pessoas naquele dia, um número que aumenta para 140 mil mortos quando se tem em conta todas as pessoas que vieram a morrer na sequência do ataque até ao final desse ano.
O imperialismo sionista americano, ficou mais uma vez com as mãos sujas de sangue. Hoje e hipocritamente, fala em desarmamento nuclear, mas é incapaz de dar o exemplo, porque o que lhes importa o que lhes interessa é o desarmamento dos outros, para que a hegemonia a nível mundial, não possa ser contestada.
O imperialismo americano e o imperialismo dos países comunistas, são responsáveis por milhares de mortos ao longo da última centena de anos. Infelizmente a sua propaganda e os lacaios que mantêm no poder um pouco por todo o mundo, torna difícil denunciar este Holocausto. Mas tenho fé que os homens livres, aqueles que não se deixam contaminar pela propaganda da esquerda e da direita, do capitalismo e do capitalismo de estado, comecem a dizer basta, para que Hiroshima, Dresden, Iraque, Vietname, Coreia, Tibete, Afeganistão, passem a ser vistos como uma página da historia que o homem nunca mais deva escrever.
Hoje devemos chorar os mortos de Hiroshima e de Nagasaki, e condenar este acto diabólico da administração norte americana. Uma vez que já havia conversações secretas para terminar a guerra, só podemos compreender o bombardeamento como uma forma hedionda de experimentar a bomba em cobaias humanas. Errar é humano, persistir no erro é americano. Não se deixem enganar pelas falinhas mansas da administração Obama, porque nos bastidores comandam os mesmos assassinos imperialistas que governam o mundo há muitos anos.