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terça-feira, fevereiro 09, 2010

Juntaram-se os três à esquina


Deputados do PS, PSD e CDS defenderam ontem, em Coimbra, que o Tratado de Lisboa, em vigor desde 1 de Dezembro de 2009, é um passo essencial na construção da unidade política e económica da Europa.
José Bianchi (PS), José Ferreira Gomes (PSD) e Serpa Oliva (CDS-PP) estiveram de acordo quanto ao impacto do tratado, tema do debate promovido pelo Clube de Empresários de Coimbra, no Pavilhão Centro de Portugal. O deputado socialista, que integra a Comissão de Assuntos Europeus, afirmou que o tratado "atribuiu ao Parlamento Europeu um papel determinante na vida política da Europa", através de um quadro de competências legislativas e fiscalizadoras.
O grande Centrão juntou-se à esquina a tocar a concertina e dar louvores ao Tratado de Lisboa, que prometeram referendar, mas não cumpriram a promessa com falta de coragem.
Os Tratado pode ter sido benéfico para estes partidos e para muitas das empresas onde fazem sentir os seus interesses a troco de empregos chorudos e largas comissões e benesses.
A perca de soberania, o quase desaparecimento da frota pesqueira, o declínio constante da agricultura, o aniquilar da produção nacional, as fronteiras escancaradas por onde entra a criminalidade organizada e o terrorismo, são os únicos “benefícios” para Portugal e para os portugueses.
A unidade politica significa subserviência aos países mais ricos, significa um país que de esmolas, onde os incompetentes são mantidos no poder pelos poderosos da Europa que anseia em fazer do nosso país uma imensa colónia de férias, um país dependente, colonizado económica e culturalmente.
Só não se juntam ao ramalhete dos federastas os comunistas do Bloco e do PCP, porque a EU tende mais para Estados Unidos da Europa que para União da Republicas Socialistas da Europa, caso contrário também andariam a cantar loas e estariam no rol dos federastas, pois os partidos, os políticos do sistema, têm tendência a ser lacaios de algum imperialismo só discordando no toca à cor.

sábado, janeiro 23, 2010

A União Europeia prejudica Portugal


Reunidos ontem em Coimbra, os produtores de leite exigem duas medidas fundamentais: a aproximação entre o preço ao produtor e os custos de produção, mas também a luta contra o fim das quotas leiteiras na EU, impostas pelos grandes produtores do norte da Europa.
Será lícito que governantes pensem que a troco de betão e alcatrão, além evidentemente de chorudas verbas para os bolsos de tantos, um país deva submeter o seu aparelho produtivo às decisões de terceiros, tantas vezes contrárias aos seus interesses? É óbvio que não! Por isso temos a frontalidade de dizer que a UE prejudica Portugal.
Em alturas de aproximação de eleições europeias, abundam sempre as manifestaçoes de eurocepticismo oportunista. No caos dos nacionalistas será provavelmente o único a poder afirmar que as tuas preocupações em relação à Europa não são de hoje, porque são de sempre. Os nacionalistas e o seu partido o PNR querem assumir sem complexos a representação de todos aqueles, e são de muitas e diferentes famílias, que sempre foram críticos quanto a este modelo de construção europeia.

segunda-feira, outubro 19, 2009

A UE prejudica Portugal


Redução das quotas de captura, recuo do rendimento global gerado pela actividade, poderosos incentivos ao abate e um aumento da capacidade concorrencial dos produtos importados explicam esta redução.
Mais uma vez se prova quão nefasta tem sido para a nossa economia a adesão à União Europeia. O engano dos subsídios, encobria e encobre a cada vez maior dependência de Portugal em relação à Europa.
Hoje em termos agrícolas e piscatórios, produzimos muito menos. Isto significa que, Portugal é cada vez menos é capaz de conseguir produzir a alimentação suficiente para os portugueses. Como tal estamos cada vez mais à mercê de Bruxelas. Numa situação de catástrofe, seria praticamente impossível alimentar a esmagadora maioria dos portugueses.
No entanto Portugal possui recursos agrícolas e piscícolas que devidamente explorados, têm capacidade para diminuir a nossa dependência para números razoáveis. As políticas restritivas de Bruxelas disfarçadas de hipócritas preocupações, são as principais culpadas do abandono dos campos e da diminuição da nossa frota pesqueira.
Portugal outrora um país orgulhosos e praticamente auto-suficiente, sobrevive hoje graças às esmolas de Bruxelas, que os nossos políticos esbanjam em artigos de luxo. Portugal faz hoje lembrar um pobre disfarçado, por fora, para o exterior mostra sinais de riqueza, mas em casa muitos dias nem para comer existe dinheiro.

sexta-feira, outubro 16, 2009

Só o Nacionalismo é solução


Apesar do crescimento sem precedentes e da melhoria nas condições de vida experimentados por muitos países do mundo, o abismo entre ricos e pobres aumentou na última década.
Fruto da globalização, as desigualdades mantiveram-se tanto entre os países como dentro das economias nacionais, o que é observado em áreas como emprego, segurança no trabalho e salários.
A violência é outra das causas da desintegração do tecido social e a exclusão, especialmente quando se trata de lutas políticas por poder, terras e recursos capitalismo, vigente há 200 anos, fracassou para a maioria da população mundial. Hoje, somos 6 biliões de habitantes. Segundo o Banco Mundial, 2,8 biliões sobrevivem com menos de 2 dólares por dia. E 1,2 bilhão, com menos de 1 dólar por dia.
Aproximadamente 854 milhões de pessoas passam fome de forma crónica em todo o mundo. Destas, 820 milhões vivem em países em desenvolvimento, 25 milhões são dos países da antiga União Soviética e nove milhões vivem nos países mais ricos. Cerca de 40 mil empresas mandam em 25% da economia do planeta, mas empregam directamente apenas 1,5% da mão-de-obra.
Portugal detém a condição de país mais desigual da UE e de portador de maior índice de pobreza relativa, com um valor que há anos estabilizou nos 18%, o que se traduz com dois milhões de portugueses a rendimentos inferiores a metade do rendimento médio nacional, em contrapartida 25% do que se produz está nas mãos de cem pessoas.
Neste momento, o discurso habitual quer do governo quer do capital, quer do próprio governador do Banco de Portugal, e mesmo de muitos órgãos de comunicação social, é que a crise que enfrenta o nosso País exige sacrifícios, mas do que normalmente acabam por referir é sobre a "necessidade de contenção salarial", ou seja, de sacrifícios sim mas apenas para os trabalhadores.
E um dos argumentos mais matraqueados é que a produtividade dos trabalhadores portugueses é muito baixa, procurando assim fazer pensar que a culpa da baixa produtividade é dos trabalhadores. Interessa, por isso, continuar a desmontar este discurso governamental e patronal.
Outro argumento muito habitual no discurso governamental e de algum patronato é que não se pode aumentar os salários porque a massa salarial já é incomportável tendo em conta a riqueza produzida.
Os dados oficiais do Banco de Portugal que estão disponíveis no "site" deste organismo mostram claramente que os baixos salários que vigoram no nosso País têm provocado uma profunda desigualdade na repartição da riqueza produzida em Portugal o transforma o nosso país no paradigma das políticas capitalistas.
Cada vez mais, o papel mundial desempenhado pelo imperialismo americano, com sua atitude predatória ilegal e seguido pelos países ditos democratas, acentua as diferenças, enormemente intensificadas nos últimos cinquenta anos, em consequência da integração cada vez maior da economia mundial. Elas encontram sua mais nítida expressão no próprio imperialismo americano, que procura manter sua hesitante posição hegemónica mundial e seus “super poderes” utilizando sua superioridade militar para contra balancear o seu declínio como uma força económica. Esta política colonialista requer violência militar crescente no exterior e no interior do próprio país.
De país em país, a tão falada “guerra global ao terror” iniciada por Washington como um pretexto para justificar suas guerras de agressão, foi utilizada como um álibi político para enormes crimes. Essa guerra ilegítima serviu como uma cobertura para a repressão de qualquer oposição incluindo movimentos reformistas e nacionalistas
A forma como os regimes burgueses, na Europa, no Oriente Médio e em qualquer outro lugar, se opuseram verbalmente à guerra demonstra que suas diferenças com Washington foram de natureza meramente táctica, baseadas exclusivamente no receio de que seus próprios interesses pudessem ser atingidos. Em última análise, todos eles dependem do imperialismo americano como garantia da estabilidade do capitalismo e um reduto contra a revolução.
As decisões políticas, que estão em directa ligação com os interesses dos ricos e dos milionários, não podem ser tomadas por métodos democráticos. A verdadeira razão para os ataques sem precedentes aos direitos “democráticos” não é a protecção das pessoas contra as ameaças de ataques terroristas estrangeiros, mas a necessidade de ampliar os poderes repressivos do Estado para tentar evitar o surgimento de uma oposição popular.
A classe política corrupta que nos desgoverna não conhece estes problemas, eles vivem noutro mundo…dos seus condomínios fechados não sentem a criminalidade dos nossos bairros (não usufruindo assim dos “benefícios” do multiculturalismo que nos impingiram), com os seus carros de luxo e motoristas particulares não conhecem os “arrastões” que diariamente acontecem nos transportes públicos, com os colégios particulares onde estudam os seus filhos, não imaginam as condições degradantes de muitas das escolas públicas e da insegurança de que são vítimas os nossos filhos…é altura de dizer BASTA!
Contra a exploração dos trabalhadores e suas famílias que esta escumalha traidora nos impõe, gritaremos “ Só o Nacionalismo é solução”

quinta-feira, outubro 08, 2009

Tratado adiado


Os tratantes federastas depois de praticamente coagirem os irlandeses a aprovar o Tratado, que em má hora se vai chamar de Lisboa, viram agora os seus planos gorados com um impasse dos Polacos, pelo que ainda não podem lançar foguetes.
Este Tratado não serve aos países mais pequenos e só vai ser possível aprova-lo, porque os políticos desses países e a troco de algumas benesses pessoais puseram os interesses dos eurocratas acima dos interesses nacionais. Neste particular Bruxelas vai pagar aos traidores.
Convêm sempre lembrar que uma sinistra ordem de Bruxelas impede que todos nós tenhamos acesso a certos anexos do Tratado, será certamente nessas folhas que estará lavrada a traição.

sábado, outubro 03, 2009

Tantas vezes a cantarinha vai à fonte….


À força de tanta propaganda e chantagem o povo irlandês lá fez a vontade aos tratantes de Bruxelas.
Os federastas bem nos tentam impingir que este tratado é melhor para a Europa e para os europeus, para alguma Europa e para alguns europeus certamente que será bom, mas para esmagadora maioria dos portugueses este tratado não serve.
Os planos de Bruxelas para Portugal são bem claros, acabar com a agricultura e pescas reduzir ao mínimo a produção industrial e transformar o nosso país na estancia de ferias europeia, os portugueses viverão então dos subsídios de Bruxelas e de algumas recitas feitas com o turismo. O cenário está montado e alguns indícios preocupantes pairam já no ar e só para o Sr. Pinto de Sousa e para os partidos “democráticos” que cobardemente não quiseram referendar o tratado, tudo são rosas. Eles são os principais beneficiados com os subsídios de Bruxelas, pelo que não podemos esperar dessa gente outro tipo de discurso que não seja o de defender a sua galinha dos ovos de ouro.
A Europa está agora à mercê do grande capital e dois eurocratas e isso só significa uma constante perca de soberania dos países que a pouco e pouco se irão transformando em províncias de Bruxelas.

Ancara pede para aderir "quanto antes" - UE


O Comissário europeu para o Alargamento assegurou "não haver datas" para adesão da Turquia, depois do MNE turco ter advogado a entrada de Ancara "quanto antes".Como sabemos que basta um telefonema de Washington (uma que Barak Obama trouxe de novo para a Agenda a questão da adesão da Turquia à Europa, com a repetição da ingerência de Washington nos assuntos da União Europeia, ao defender a entrada de Ancara na UE) para que os lacaios europeus mudem de opinião,pelo tememos que a exigência de Ancara, não tarde muito em ser ouvida.
No seu livro Who Are We?, o académico de Harvard, Samuel Huntington, não deixa de apontar que a essência do “multiculturalismo é a antítese da civilização europeia” porque “ele é, basicamente, uma ideologia anti-Ocidental”. E afirma, entre o cínico e o assustado: “Estou fascinado como a Europa e os muçulmanos se confrontam lá, redefinindo a sua identidade religiosa”. Segundo ele, as forças em presença são tais que “a Europa estará profundamente dividida dentro de 25 anos”.
Perante tudo isto, começa a ganhar cada vez mais credibilidade a teoria de outro historiador norte-americano, Bernard Lewis, de Princeton, com diversas obras publicadas sobre o mundo islâmico, e que tem considerado que a Europa será islâmica no final do século XXI. Só que, nessa altura, já não será Europa, terá sido engolida pelo imenso Oriente, que tanto fascínio ingénuo provoca junto de alguns intelectuais europeus, como o comunismo provocou em todo o século XX.
Embora não alinhando nesta teoria da inevitabilidade de uma Europa islâmica, reconheço que existem já alguns indícios preocupantes dessa possibilidade.
A entrada da Turquia na União abrirá a caixa de Pandora do alargamento. Como recusar, a seguir, os 200 milhões de turcófonos do Cáucaso e da Ásia Central, ou os Estados do Magreb? A U.E. herdará todos os contenciosos geopolíticos (água, fronteiras, minorias, etc.) que a Turquia mantém com os seus vizinhos. Sem esquecer os tráficos de droga, armas e imigrantes clandestinos, dos quais é uma das maiores placas giratórias.
Dizer que a Turquia é historicamente europeia é tão verdadeiro como dizer que a França, na qualidade de potência colonial que foi, é africana. A Turquia não é mais europeia pela sua geografia (excepto Istambul e a Trácia) do que pelos seus costumes ou a sua consciência civilizacional. Os turcos definem-se como um povo asiático, cuja idade de ouro é o apogeu do Império Otomano, e se uma fraca minoria kemalista ou saída dos bairros privilegiados de Istambul se sente europeia, os habitantes dos bairros de lata de Istambul e dos campos da Anatólia reconhecem-se mais no vizinho iraquiano do que nos europeus do norte, ou mesmo nos gregos cristãos. A recente nomeação de um cidadão turco para a direcção da Organização da Conferência Islâmica (OCI, pró saudita), depois os inquietantes propósitos irredentistas de Erdogan, acusando a Grécia de «perseguir os turcos muçulmanos» da Trácia, ou ainda a política panturca de Ankara na Ásia Central e no Cáucaso, mostram bem que a Turquia permanece o país «dreaming west and moving east».
A principal razão porque alguns países, incluindo Portugal, apoiam a entrada da Turquia na União é a pressão dos EUA. Estes são todos países pró-Estados Unidos e vão fazer o jogo de Washington. Porque a mim parece-me que Portugal só vai sair prejudicado com a Turquia na União Europeia

quarta-feira, setembro 16, 2009

O grande capital não tem Pátria


A fábrica Marcopolo, com sede em Coimbra, vai manter-se em funcionamento até 30 de Novembro, mas os trabalhadores começam a ser dispensados por fases a partir do final deste mês.
A administração queria dispensar todos os operários ontem, mas foi impedida pelo Ministério do Trabalho, por imperativos legais. Os trabalhadores vão começar a sair tendo em conta os anos de serviço. Os que estão há menos tempo na fábrica vão sair no final deste mês. As dispensas continuarão a processar-se por quinzena, até dia 30 de Novembro, havendo poucas esperanças no aparecimento de um investidor capaz de viabilizar a empresa. o único interessado até agora queria uma galinha gorda por pouco dinheiro.
A Marcopolo é de um grupo brasileiro, um dos maiores produtores mundiais de carroçarias para autocarros. Emprega 180 pessoas.
A União Europeia, contando com a subserviência da classe política portuguesa, transformou a economia nacional numa espécie de "offshore" de Bruxelas, entreposto de turismo e serviços para as multinacionais. Cada vez produzimos e exportamos menos. Por outro lado, ante o aplauso dos senhores de Bruxelas, importamos produtos de duvidosa proveniência e qualidade, muitas vezes produzidos em regime de concorrência desleal. Os sucessivos governos lusos, federalistas e internacionalistas, promovem a “deslocalização” das indústrias, o desmantelamento da frota pesqueira e a destruição da agricultura. Empurraram os produtores nacionais para um insustentável sistema de subsídio-dependência. Impera uma globalização assente no primado dos números e trituradora do verdadeiro interesse das Nações. O resultado está à vista e resume-se nesta ideia: com a União Europeia e a moeda única, começámos a pagar em Euros mas continuamos a receber em Escudos.
Não nos importam os apelos de certos políticos e pretensos especialistas em temas económicos, que constantemente aduzem os perigos do proteccionismo. A actual crise fica em primeiro lugar a dever-se às actuais políticas. É o presente modelo o principal responsável.
Por isso propomos
> Proteger e apoiar as empresas nacionais em detrimento das multinacionais;
> Redefinir as prioridades politicas de forma a vitalizar os sectores primário e secundário;
> Defender o trabalhador português, dando-lhe prioridade no acesso ao emprego;
> Impedir a proliferação do comércio desleal e criar sobretaxas para produtos do chamado Terceiro Mundo;
> Libertar as micro, pequenas e médias empresas do sufoco fiscal, incentivando a criatividade e inovação;
> Acabar com as políticas de "obras públicas" faraónicas sem verdadeiro e justificado interesse público.

segunda-feira, setembro 14, 2009

Mais hipocrisia


Um tribunal de Londres condenou hoje a prisão perpétua islamistas britânicos por um projecto de atentados em 2006 contra aviões transatlânticos com recurso a explosivos líquidos que, a acontecer, poderia comparar-se ao 11 de Setembro.
Qualquer dia em nome de alguma negociata de ouro negro vai libertá-los e sacudir a água do capote. Mas onde melhor se vê a hipocrisia do sistema é na forma como lida com tudo isto. Por um lado condena alguns a prisão perpétua, por outro escancara as portas permitindo que muitos mais circulem livremente no seu território. Isto é, atacam a febre, mas não curam a doença.
É preciso que se diga sem medos e fugindo ao politicamente correcto, que a imigração descontrolado é responsável pelo aumento da criminalidade e a única responsável pelos diversos atentados terroristas que tiveram lugar na Europa.
É preciso que se diga que os defensores da imigração descontrolado têm as mãos sujas de sangue de muitas vitimas inocentes.

domingo, setembro 06, 2009

O POVO ELEITO


O Governo israelita confirmou hoje a intenção de construir centenas de casas nos colonatos da Cisjordânia, apesar da oposição dos Estados Unidos, da União Europeia (UE) e da Autoridade Palestiniana, que consideram o crescimento dos colonatos israelitas nos territórios ocupados da Palestina um dos principais obstáculos ao processo de paz.
O sionismo reinante em Israel, continua com as suas provocações e a constante falta de respeito pela Palestina e pelo Mundo.
Eles são o povo eleito, eles tudo podem.
Os judeus e o mundo só terão paz quando o sionismo, passar á história. Entretanto é preciso que todos os homens livres, que apesar dos protestos da Europa e dos USA, por debaixo do pana virão os apoios, porque a hipocrisia faz doutrina nestas paragens e nunca o ocidente se oporá verdadeiramente a Israel. Se de outro país se tratasse já existiriam conversações para embargos, quem sabe até para intervenções militares, mas para os assassinos israelitas a Europa e os USA usam de todas as cautelas.

segunda-feira, agosto 24, 2009

Os lacaios de Bruxelas


O ministro Jaime Silva que, numa entrevista ao Jornal de Notícias, afirmou que «três mil produtores de leite vão desaparecer a curto prazo».
Cumpre assim o ministro, as directivas de Bruxelas e pode finalmente o leite dos países mais poderosos ser vendido em Portugal sem grande concorrência.
Bruxelas ao contrário de Roma vai pagar principescamente a estes traidores.
Esperemos que o povo e os agricultores portugueses saibam dar a devida resposta a estes lacaios de Bruxelas.
Os agricultores já há muito que vêm alertando para o incumprimento da palavra e para o abandonado da agricultura, aliás no seguimento de politicas de outros governos e de outros partidos. Desde a “reforma agrária” de má memoria que os comunistas queriam implementar nos tempos de PREC, até às leis castradoras de Bruxelas, os partidos do sistema de machadada em machada têm prejudicado agricultura agricultores e trabalhadores agrícolas. Hoje os nossos campos estão desertos a actividade agrícola deixou de ser rentável graças aos partidos do sistema.

quinta-feira, agosto 20, 2009

A União Europeia prejudica gravemente a agricultura portuguesa


Vinte e cinco por dento dos nossos agricultores correm o risco de falência nos próximos meses.
A triste realidade já tinha sido prevista pelo PNR. o sistema lacaio das politicas de Bruxelas, rápido a actuar no que prejudica a agricultura e lento no que toca a benefícios ( se é que os há) está a destruir todo o nosso tecido agrícola, para que também neste ramo da nossa economia fiquemos cada vez mais à mercê das esmolas comunitárias.
O PNR, único partido que se bate contra a Europa dos federastas, é também o único que relativamente ao sector agrícola apresenta propostas realistas e verdadeiramente capazes de revitalizar os campos do nosso país
A retoma económica das nossas zonas rurais é urgente. Tal passa pela recuperação da agricultura (reforma da política agrícola, anulação das dívidas dos agricultores, recusa da Organização Mundial de Comércio) e pela diversificação das actividades, nomeadamente no sector terciário: desenvolvimento do tele-trabalho e do trabalho no domicílio. Fortes incentivos fiscais facilitarão a instalação de empresas no interior, permitindo assim criar empregos e combater a desertificação rural. O Estado garantirá a manutenção dos serviços públicos de proximidade (escolas, correios, mercados, polícias, hospitais, etc.) e assegurará a existência das linhas ferroviárias secundárias e de acesso ao interior do País.
Connosco, Portugal será equilibrado.

segunda-feira, agosto 03, 2009

Salários Mínimos


Em Janeiro de 2009, o montante mais elevado encontrava-se no Luxemburgo nos 1.642 euros por mês. Em seguida, está a Irlanda (1.462 euros), a Bélgica (1.387 euros), a Holanda (1.382), a França (1.321), Inglaterra (1.010), Espanha (728), Grécia (681), Malta (630) e a Eslovénia (589). Finalmente, é na 11ª posição que surge Portugal, com um salário mínimo de 525 euros.
No entanto, há que ter em conta que este estudo não inclui a Alemanha, Noruega, Finlândia e Itália, porque não se estabelece um salário mínimo nestes Estados-Membros. No entanto sabemos que nestes países ninguém ganha o salário mínimo de miséria que se paga em Portugal.
Salário Mínimo 525.00 Euros! De certeza que as quadros superiores que fizeram o estudo estão a juntar o subsidio de férias e de Natal à soma final. Enfim os mais pequenos continuam cada vez pior. Para o que nos prejudica somos europeus, mas para os salários mínimos não. Para que haja alguma igualdade já que os quadros superiores já andam nos patamares europeus, queremos ser europeus nos salários mínimos.

domingo, agosto 02, 2009

Penedo da meditação


Nenhum dos 22 deputados portugueses no Parlamento Europeu (PE) vai ocupar cargos de grande relevo no início da nova legislatura, uma situação que ilustra a perda progressiva de influência dos eleitos nacionais ao longo do tempo.
Já aqui o tínhamos escrito e o PNR disse-o durante toda a campanha. Depois de terem posto a cenoura à frente do burro, com uns lugarzitos para satisfazer o ego dos vaidosos dos partidos do sistema e com uns subsídios para enriquecer outros tantos com as negociatas, Portugal está a ser colocado no lugar que os países governantes da EU há muito lhe tinham destinado.
Em breve a nossa agricultura, as nossas pescas, a nossa indústria estarão completamente arruinadas, viveremos das esmolas que Bruxelas nos quiser dar e seremos a instância de férias de toda a Europa.
Por cá “ Tudo como dantes, Quartel-general em Abrantes” a esquerda caviar continua a ser levada ao colo pela gentalha das sondagens e da comunicação social. Não tenhamos ilusões acerca do BE, esta força politica cuja base do discurso assenta na demagogia pura, é formada, por uma faixa da burguesia, nomeadamente da intelectual, da mais antidemocrática possível, sempre em campanha contra a autoridade, coroada com as acusações do costume de xenofobia e racismo não augura nada de bom para a segurança dos portugueses. Não admira por isso que a polícia em Portugal tenha dificuldades em agir. Uma estalada de um polícia a um criminoso e temos as Anas Dragos e os Daniéis Oliveiras a berrar pelos direitos humanos.
Antes de ser uma linha política, a esquerda caviar é um espaço. Ou melhor: vários espaços, varias tribos, vários pequenos mundos que se cruzam e baralham. Cada um deles suscita as suas críticas, os seus ressentimentos, por vezes as suas raivas. Há a esquerda caviar dos intelectuais, dos patrões, dos gays, dos consumidores de droga, dos que odeiam a policia.
Partido político liderado pelo tão inteligente quanto perigoso Francisco Louçã, o BE faz a proeza de reunir tudo o que de pior existe na política portuguesa, o que não é tarefa fácil, granjeando simpatizantes na extrema esquerda, na chamada «esquerda de caviar» (alguns intelectuais de reserva) e em alguns «nichos de mercado», como os imigrantes revoltados e uma faixa desorientada de jovens sem valores nem referências.
As receitas que o BE propõe. Sendo o melhor dos mundos, têm um problema. Não funcionam. São como o arrastão. O BE não gosta, mas existiu. Às vezes, a realidade atrapalha muito.

A "UNIÃO EUROPEIA" = nova UNIÃO SOVIÉTICA?


O Testemunho de Vladimir Bukovski

Nota da redacção: VLADIMIR BUKOVSKI nasceu a 30 de Dezembro de 1942 em Belebey (Bashkirian), para onde a sua família tinha sido evacuada de Moscovo. Regressado após a guerra, foi expulso da sua escola de Moscovo em 1959 por ter editado uma revista não autorizada. Livre-Pensador e lutador pela liberdade de opinião foi inúmeras vezes preso e encarcerado, passando um total de 12 anos em prisões soviéticas, campos de trabalho forçado e "PSIKHUSHKAS", hospitais prisionais psiquiátricos. Bukovski foi o primeiro dissidente soviético a avisar o Ocidente da arma destrutiva da mente humana que a União Soviética tinha criado através do internamento compulsivo em clínicas psiquiátricas, para vergar ou destruir opiniões consideradas inconvenientes (entretanto também já usada nos Estados Unidos da América e, de forma mais disfarçada, em países membros da União Europeia).

A "UNIÃO EUROPEIA" = nova UNIÃO SOVIÉTICA?

É espantoso que depois de enterrado um monstro, a URSS, se esteja a construir um outro semelhante, a UNIÃO EUROPEIA.

O que é, na verdade, a UNIÃO EUROPEIA? Sabê-lo-emos, talvez, examinando a sua versão soviética. A URSS era governada por quinze pessoas não eleitas que se apoiavam mutuamente e não tinham que dar satisfação a ninguém. A UNIÃO EUROPEIA é governada por duas dúzias de pessoas que se apoiam mutuamente, se reúnem à porta fechada, não dão satisfações a ninguém, nem são passíveis de destituição.

Poder-se-ia dizer que a U.E. tem um parlamento eleito. A URSS também tinha uma espécie de parlamento, o Soviete Supremo.

Nós avalizávamos sem discussão as decisões do Politburo, da mesma maneira como o Parlamento Europeu, onde o tempo de palavra de cada grupo está racionado e muitas vezes se limita a um minuto por intervenção. Na U.E. há centenas de milhares de eurocratas com emolumentos enormes, pessoal próprio, lacaios, bónus, privilégios, e imunidade judiciária para toda a vida, simplesmente transferidos dum lugar para outro, façam o que fizerem, bem ou mal. Não isto exactamente como o regime soviético?

A URSS foi criada pela coacção, muitas vezes com ocupação armada. Está-se em vias de criar a U.E. não pela força armada, não, mas pela coacção e pelo terror económico. Para continuar a existir, a URSS sempre se alargou mais além. Desde que deixou de se alargar, começou a ruir. Desconfio que acontecerá o mesmo com a U.E.

Tinham-nos dito que o objectivo da URSS era criar uma nova entidade histórica, o Povo Soviético. Era preciso esquecer as nossas nacionalidades, as nossas tradições e os nossos hábitos. O mesmo com a U.E., parece. Eles não querem que sejais ingleses ou franceses. Querem fazer de vós uma nova entidade, os Europeus, reprimir os vossos sentimentos nacionais e forçar-vos a viver em comunidade multinacional.

Setenta e três anos deste sistema na URSS saldaram-se por mais conflitos étnicos do que em qualquer outra parte do mundo.

Um dos grandiosos objectivos da URSS era destruir os estados-nações. É exactamente o que vemos hoje em dia na Europa, para que eles deixem de existir: Bruxelas tem a intenção de “absorver” os estados-nações, para que estes deixem de existir.

O sistema soviético era corrupto de cima até baixo. O mesmo acontece com a U.E.

As actividades antidemocráticas que víamos na URSS florescem na UNIÃO EUROPEIA. Os que se lhe opõem ou as denunciam são amordaçados ou castigados.

Nada mudou. Na URSS tínhamos o Gulag. Creio que também o há na U.E. Um Gulag intelectual, chamado "politicamente correcto". Tentai dizer o que pensais a respeito de questões de raça ou de sexualidade, e se as vossas opiniões não forem as boas, sereis ostracizado. É o começo do Gulag. É o começo da perda da vossa liberdade.

Na URSS pensava-se que só um estado federal evitaria a guerra. Diz-se exactamente o mesmo na U.E.. Em resumo, é a mesma ideologia nos dois sistemas.

A U.E. é o velho modelo soviético vestido à ocidental. Mas, como a URSS, a UNIÃO EUROPEIA traz consigo os germes da sua própria perda.

Mas, aí, quando ela ruir, – porque ela ruirá –, deixará atrás de si uma imensa destruição e problemas gigantescos económicos e étnicos.

O velho sistema soviético era irreformável. Do mesmo modo a UNIÃO EUROPEIA.

Mas há uma alternativa a ser governado por dúzias de mangas-de-alpaca em Bruxelas: a independência. Vós não sois forçados a aceitar o que eles vos reservam. Nunca vos perguntaram se quereis juntar-vos a eles.

Eu vivi no vosso futuro e isso não funcionou!

sexta-feira, julho 03, 2009

A verdade é como o azeite



Dois excelentes artigos publicados em boa hora no portal NO-MEDIA
Irão: A mentira das “eleições roubadas” e A CIA e o laboratório iraniano.
São no mínimo assustadoras as manobras do imperialismo sionista americano e dos seus aliados para dominarem o mundo e neste particular o Médio Oriente. Traições subterfúgios, mentiras muito bem montadas, mostram bem ao mundo, quão baixas quão torpes são as politicas sionistas, que nos pretendem impingir.
É importante resistir a
Noticias sobre o Irão, podem ser lidas no blogue da AAPI, Associação de Amizade Portugal Irão.

terça-feira, junho 09, 2009

O Cherne contra ataca


Com a vitória do bloco central nas eleições europeias Durão Barros tem todas as condições para ser reeleito.
Aquele que abandonou o país para servir a Europa, aquele que foi um dos responsáveis pela invasão do Iraque, vai certamente continuar a ser o porta-voz dos federastas. Esta Roma paga a traidores.
Na notícia também se pode ler que os democratas europeus preparam um novo referendo na Irlanda. De refendo em referendo vão massacrar o povo irlandês até verem o seu malfadado trado aprovado. Uma verdade é inegável o governo irlandês teve a coragem que os outros cobardolas que nos governam não tiveram.

domingo, maio 24, 2009

Candidatura Nacionalista ao Parlamento Europeu


Cabeça de lista do PNR aponta abstenção como principal adversário

O cabeça de lista do PNR às eleições europeias, Humberto Nuno de Oliveira, afirmou hoje que a abstenção é o "principal adversário" do partido, considerando que esta prejudica "sobretudo aqueles que não são apresentados aos olhos do grande povo como alternativas".

"Obviamente que as alternativas que são menos conhecidas são aquelas maiormente prejudicadas pela abstenção e não o contrário", declarou Humberto Nuno de Oliveira, em Santarém, onde iniciou uma acção de pré-campanha pelo distrito.

Para o candidato, "há grande abstenção porque justamente esses senhores que estão em Bruxelas deviam ter a noção de que tudo fizeram para construir uma coisa que vem do topo para a base e não, ao invés, como deveria ser, da base para o topo".

Humberto Nuno de Oliveira referiu ainda, a este propósito, que a União Europeia foi "uma estrutura criada à revelia dos povos, à revelia dos portugueses".

"Nunca fomos auscultados, não nos perguntaram se queríamos ser da CEE, se queríamos entrar para o Euro, não nos querem perguntar se queremos o Tratado de Lisboa", acusou.

Acompanhado pelo líder do PNR, José Pinto-Coelho, e por uma dúzia de simpatizantes e militantes do partido, o candidato distribuiu panfletos e autocolantes com o slogan da campanha, "A União Europeia prejudica Portugal".

Acrescentando que os portugueses vivem "numa balança que vai pendendo do PS para o PSD, muito com uma certa complacência que se vai criando em torno de que não há alternativas para além disso", o cabeça de lista do PNR considerou que "seria muito bom para os portugueses, muito bom para a Europa, ter uma voz alternativa no Parlamento Europeu". Para o cabeça de lista, "crescer substancialmente no número de votantes" é a meta do partido.

Humberto Nuno de Oliveira assegurou, contudo, que o partido não entra "em euforias, nem em expectativas infundadas, nem, sobretudo, em futurologia".

Por outro lado, explicou que o PNR quer transmitir a "mensagem de que a União Europeia prejudica Portugal".

"De facto não é legítimo que a troco de betão, de alcatrão, de negócios escandalosos, de uma corrupção que todos os dias acaba por constituir uma névoa sobre a maior parte dos nossos partidos e dos nossos políticos do sistema, se vão esbanjando dinheiros", acusou.

Segundo Humberto Nuno de Oliveira, tais dinheiros "são trocados por soberania nacional, por capacidade de decisão, por capacidade de produção" e por destruição da agricultura ou das pescas.

A acção de pré-campanha do Partido Nacional Renovador termina, à noite, na Chamusca, depois de passagens pela Golegã e Tomar.


FONTE

sábado, maio 23, 2009

O CASAL DA SEMANA


O Casal Sócrates e Zapatero, fez mais uma aparição pública, os juramentos de fidelidade foram constantes. Sonham em juntar a “fortuna” e numa grande Ibéria, claro que submissa a Espanha.
Estes federastas perderam completamente a vergonha e o povo português e espanhol, têm nestas eleições uma boa oportunidade, para dar um bom correctivo a estes vendidos a Bruxelas.
A Europa prejudica Portugal e embora os políticos sistema o tentem esconder.
Gostei sobretudo de ver o Sr. “Eng” a falara espanholés, já deve andar a treinar a língua que um dia espera que seja a oficial do país que sonha criar.

segunda-feira, maio 11, 2009

Turquia não!


Presidente da República chega à Turquia, uma visita de Estado de quatro dias, e aconselha uma palavra-chave para as autoridades turcas perante a UE “sedução”.
Era bom de ver que a viagem de Cavaco silva á Turquia não se destinava só para fazer negócios.
Levou a lição bem estudada e fez o discurso do grande capital europeu que vendo na Turquia um imenso mercado para escoar os seus produtos, não têm em conta os imensos perigos que a adesão da Turquia à EU pode trazer.
Os capitalistas que governam a Europa, Fazem pressão sobre os seus lacaios para que a adesão se torne uma realidade, pensam somente nos seus lucros deixando para o povo para os trabalhadores todos os perigos que dai advêm.
A entrada da Turquia na União abrirá a caixa de Pandora do alargamento. Como recusar, a seguir, os 200 milhões de turcófonos do Cáucaso e da Ásia Central, ou os Estados do Magreb? A U.E. herdará todos os contenciosos geopolíticos (água, fronteiras, minorias, etc.) que a Turquia mantém com os seus vizinhos. Sem esquecer os tráficos de droga, armas e imigrantes clandestinos, dos quais é uma das maiores placas giratórias.
Dizer que a Turquia é historicamente europeia é tão verdadeiro como dizer que a França, na qualidade de potência colonial que foi, é africana. A Turquia não é mais europeia pela sua geografia (excepto Istambul e a Trácia) do que pelos seus costumes ou a sua consciência civilizacional. Os turcos definem-se como um povo asiático, cuja idade de ouro é o apogeu do Império Otomano, e se uma fraca minoria kemalista ou saída dos bairros privilegiados de Istambul se sente europeia, os habitantes dos bairros de lata de Istambul e dos campos da Anatólia reconhecem-se mais no vizinho iraquiano do que nos europeus do norte, ou mesmo nos gregos cristãos. A recente nomeação de um cidadão turco para a direcção da Organização da Conferência Islâmica (OCI, pró saudita), depois os inquietantes propósitos irredentistas de Erdogan, acusando a Grécia de «perseguir os turcos muçulmanos» da Trácia (1), ou ainda a política panturca de Ankara na Ásia Central e no Cáucaso, mostram bem que a Turquia permanece o país «dreaming west and moving east».
A principal razão porque alguns países, incluindo Portugal, apoiam a entrada da Turquia na União é a pressão dos EUA. Estes são todos países pró-Estados Unidos e vão fazer o jogo de Washington. Porque a mim parece-me que Portugal só vai sair prejudicado com a Turquia na União Europeia

Turquia na Europa? Não!
20 Boas razões (e uma provocação) para dizer não à Turquia

Motivos geográficos:

95% do seu território é asiático;
Coloca as fronteiras da UE no Médio Oriente;
A Europa ganha perigosas fronteiras;

Motivos culturais:

A língua não é indo-europeia;
As raízes culturais não são greco-latinas;



Motivos demográficos:

Em 2015 será o país mais populoso da UE;
1 em 5 habitantes da UE será turco;
Nova vaga migratória;
Abre as fronteiras da UE a milhões de turcofonos;

Motivos políticos:

Não reconhecimento do genocídio arménio;
Conflito cipriota;
Questão curda;
Não respeita os direitos humanos;
A Turquia é um cavalo de Tróia americano;

Motivos institucionais:

Tornar-se-ia numa “super potência” administrativa;
Seria o país com mais peso no parlamento europeu;
Será o maior exército europeu;

Motivos económicos:

O PIB médio por habitante na Turquia é de 6500 Euros;
As empresas refugiam-se na Turquia à procura de mão-de-obra barata;
O país mais importante da UE seria o mais pobre.

Uma provocação:

E porque não aceitar Marrocos, Cabo-Verde, Israel, Tunísia, Iraque, Angola, Senegal?... (possivelmente Cabo-Verde e Angola, já que fazem parte da CPLP)