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domingo, novembro 24, 2013

Justiça Social

Os cidadãos suíços não querem ver os seus salários limitados por imposição legal. 65,3% dos eleitores que foram hoje às urnas disseram "não" à proposta de referendo que pretendia limitar os salários mais altos de uma empresa a serem no máximo 12 vezes superiores aos salários mais baixos da mesma instituição. Tenho defendido esta causa, que para além de fazer subir os salários mais baixos, seria uma revolução no campo da justiça social. Os contra argumentam que limitaria o crescimento e a livre iniciativa. É um falsa questão por quanto o capital não utilizado em salários principescos serviria para o crescimento da empresas e a banca financiaria a nascimento das novas. Não alinho em igulitarismos, uma falácia romântica que a natureza se encarrega de desmentir, mas é preciso acabar a todo custo com o crescente fosso entre ricos e pobres, nivelar salários com vista a uma mais curta estratificação social, justiça e opo
rtunidades iguais.

quarta-feira, setembro 29, 2010

Salário mínimo


O salário mínimo nacional está dependente de um entendimento entre os parceiros sociais e deverá atingir os 500 euros só em 2013.
A proposta foi colocada em cima da mesa na reunião de concertação social de ontem pelo presidente da Confederação da Indústria Portuguesa (CIP), António Saraiva, que apesar das divisões com os restantes parceiros sociais, poderá conseguir um entendimento nesta matéria.
Este ano estava em causa um aumento de 25 euros, um aumento de 80 cêntimos por dia.
Não nos parece que este aumento possa causar grande mossa no que toca às pequenas e médias empresas. O impacto desta medida seria ou será sentido pelas grandes empresas, não nas benesses que as mais-valias dão aos seus accionistas, mas no capital disponível para investimento, no capital usado para aniquilar as empresas mais pequenas um golpe nos seus ímpetos predadores e expansionistas.
Será lícito, exigir dos trabalhadores mais emprenho, mais formação mais entrega sem depois lhes darmos as devidas contrapartidas pelo esforço desenvolvido?
Ao patrão enquanto empreendedor cabe-lhe uma boa fatia dos lucros obtidos, mas não podemos sobe pena de incentivarmos a continuação da luta de classes esquecer o papel dos trabalhadores na produção e do seu direito a ordenados justos e incentivadores da sua dedicação. Impõe-se que aos trabalhadores seja dadas aquelas garantias indispensáveis a uma vida digna e humana, garantias que são a recompensa justa pelo seu trabalho.
O equilíbrio social e a justiça equitativa na vida são os principais inimigos do capitalismo e do mundialismo, mesmo da sua face mais hedionda o capitalismo de estado (comunismo) onde a luta de classes é altamente reprimida
Politicas de justiça social que, não estejam à mercê das negociatas e dos interesses inconfessáveis.
Justiça social e equilíbrio podem ser conseguidos com organização com o envolvimento de trabalhadores e patrões, fazem parte da doutrina nacionalista que olha o povo como igual e não está ao serviço de quaisquer grupos ou interesses.
O grande capital assim como recorre à imigração vai recorrer à chantagem do desemprego, para contrariar este aumento justo e que peca por pouco. Os que mais estão a ganhar com a crise, vão pedir sacrifícios a quem já não os pode fazer. É tempo de mais justiça social, uma vez que é notório que pese embora os tempos difíceis, o grande capital não deixa de registar lucros e o fosso entre ricos e pobres não pára de aumentar.

segunda-feira, agosto 03, 2009

Salários Mínimos


Em Janeiro de 2009, o montante mais elevado encontrava-se no Luxemburgo nos 1.642 euros por mês. Em seguida, está a Irlanda (1.462 euros), a Bélgica (1.387 euros), a Holanda (1.382), a França (1.321), Inglaterra (1.010), Espanha (728), Grécia (681), Malta (630) e a Eslovénia (589). Finalmente, é na 11ª posição que surge Portugal, com um salário mínimo de 525 euros.
No entanto, há que ter em conta que este estudo não inclui a Alemanha, Noruega, Finlândia e Itália, porque não se estabelece um salário mínimo nestes Estados-Membros. No entanto sabemos que nestes países ninguém ganha o salário mínimo de miséria que se paga em Portugal.
Salário Mínimo 525.00 Euros! De certeza que as quadros superiores que fizeram o estudo estão a juntar o subsidio de férias e de Natal à soma final. Enfim os mais pequenos continuam cada vez pior. Para o que nos prejudica somos europeus, mas para os salários mínimos não. Para que haja alguma igualdade já que os quadros superiores já andam nos patamares europeus, queremos ser europeus nos salários mínimos.