sexta-feira, setembro 28, 2007

BANAL



"…Se a nação mais poderosa do mundo é governada por um cretino, o resto dos governantes não pode fazer outra coisa senão imitá-lo…" - Luís Sepúlveda in "Uma História Suja" (2004)

E tão banais se tornam os actos que definem uma sociedade, tão banal é o mau exemplo que vem de cima, excepto o aparato das aparências, a formalidade do queixume das excelências, que tudo, quase tudo, caminha para a banalização normal.

Já por aqui escrevi que a democracia me parece cada vez mais uma maçã podre, não só no seu âmago escondido, no caroço, alastrando impunemente, à luz do dia, pela indecência generalizada: a obstinação de algumas decisões perante o estado endémico da nação – com a Ota e o TGV à cabeça –, como se da nossa salvação se tratasse; o beneplácito do mundo empresarial sem estofo para entender e respeitar o país além dos seus lucros privados; as mãos quentes da esfrega dos consórcios bancários; uma oposição que veste o casaco da oposição menor para o que chama combate político e se resume a birras sem chama; tudo por junto me diz que a desgraça é grande, imensa, quanto os silêncios – rumamos à deriva, suspensos de um anúncio qualquer sobre uma porra qualquer, menor, sempre.

Oiço cada vez mais as vozes erguerem-se por não sermos a província que falta a Espanha, neste lado do Atlântico. Não o seremos já, miseravelmente, entregues às vicissitudes da nossa tristeza e mau fado?

Citam-me o que os Filipes por aqui deixaram, a forma como fomos segurados na beira do precipício que Alcácer Quibir adensou, e eu lembro-me de Roma e das indicações que os generais levavam a César: “por lá, na Ibéria, informavam-no, há um povo estranho que não sabe nem se deixa governar. Metidos no cativeiro, conseguem engendrar entre eles lutas e morte, em que vez de se unirem perante o invasor”. Continuamos assim, entregues ao vomitado dos telejornais com ministros dentro.

Em Portugal gostamos da esfinge social e psicológica do bom malandro, o marialva romântico que nos calha, o pintas que empresta decoração às pequenas estórias que se contam nos arraiais e nos salões, o Zé do Telhado que faz de Robin Wood e Santo António das moçoilas a um tempo. Por aqui, não é ladrão quem rouba, é ladrão quem é apanhado, e quem se safa e dá um pulo por uma ambição qualquer é um desenrascado que luta pelos seus, valha-nos isso o que valer em camadas coladas de ranço cultural.

Será que Sócrates é engenheiro? Será que o seu teste de inglês técnico foi justo para uma A4 escorreita? Será que depois deste texto assinado vou sentir na pele um processo disciplinar enquanto cidadão, por ter emitido a minha opinião num país livre, de charruas[1] perseguidas? Será que noventa e nove por cento dos portugueses, que não estão inscritos no PS e na sua máquina de produzir empregos, vão acordar um destes próximos dias com resmas de processos disciplinares por se rirem das façanhas de um governo, assessorado pelos brilhantes crânios da propaganda política que povoam todo os gabinetes governamentais, para camuflar o trajecto de um currículo pouco brilhante e disparates novelescos sem fim? Será que antecipei este tempo, quando aqui escrevi sobre a banalidade que pode ser chegar ao cargo de secretário-geral de um partido com vista de São Bento para a cidade ribeirinha que é Lisboa?

Não vou bater mais no ceguinho, cito o povo. Mas deixo aqui a questão que tem faltado. A tese aceite tem a ver com o diploma atribuído por quem de direito, ponto final. O que se passou, nos corredores e nos gabinetes, as facilidades e as mentiras é passado traduzido em direitos adquiridos. Perguntem, por isso, ao senhor empertigado, que nunca esteve inscrito na Ordem dos Engenheiros, qual o seu currículo profissional antes de ter entrado no autocarro do poder. Valeria a pena saber.

Coube ao ministro da Ciência e do Ensino Superior, qual funcionário de secretaria dar-nos explicações sobre o famoso diploma, que não lembram ao diabo. Na sequência cronológica (posso dizer isto, não posso?), foi retirada à Universidade Independente o reconhecimento de utilidade pública. Só agora, depois de tantos e bons serviços prestados aos rapazes do poder?

Agora que o nosso engenheiro Sócrates vai presidir aos destinos (?) da Europa que simula união, preparem-se para a sua entronização, esperem o laudatório disponível para consumo mediático, o sorriso banal ao lado dos chanceleres europeus que as agências se encarregarão de divulgar para a posteridade. Cuidem-se, depois de ontem, no debate mensal na AR, ter sido pedido no meio da crispação habitual, tento na língua e mãos quedas à oposição – há quem lhe chame consenso.

Iremos ficar mais europeus depois destes seis meses de simulacro, com mais saúde, mais justiça, mais dinheiro nos bolsos? Não, mas vamos fazer de conta que somos tão bons como os melhores e, como noutros tempos cinzentos e sem liberdade, iremos estar à beira dos acontecimentos como mirones profissionais que nos ensinaram a ser, de bandeirinhas em punho, ufanos por coisa nenhuma. Espero que os sindicatos, apesar do verão e das férias, saibam estar à altura do seu vínculo histórico. Mas os tempos são outros e até as greves gerais, por aqui (estava eu em França), são repartidas.

A competência dos eleitos não é fiscalizada e os seus imensos e cândidos disparates não são travados por nenhuma estrutura do chamado poder democrático, neste sistema que nos cabe – malefícios de uma maioria instalada pelo voto avulso dos que ainda votam.

Depois dos camelos – faço parte dos autóctones – ao sul do Tejo e de um ministro das Obras Públicas de disparates sem controlo, a Ota anda de opinião em opinião, balouçando ao sabor dos interesses dos lobbies esfomeados pelo dinheiro que vem de Bruxelas e que o povo português há-de soltar dos seus impostos (os maravilhosos estádios de futebol às moscas, que tanto prestígio nos deram, arrasam os orçamentos dos municípios comprometidos, conduzidos pela visão de um efémero ministro do desporto, de seu nome Sócrates) Repito-me: quando eles falam em progresso e futuro, temos o presente entalado.

Apetecia-me por tudo isto voltar a citar Eça de Queirós e os maneirismos saloios que nos acompanham pelos séculos. Sorrio com cinismo e recordo e proponho um texto de Guerra Junqueiro, que tem andado por aí a rolar na net, incluso em “Pátria” (1896).

Regressando à epopeia que a Otas nos vai trazer, um remake já se sente da saga descobridora quinhentista, vejo que a estratégia do governo se baseia em deixar todos a falar até os opostos se esvaírem na arena. Entretanto, lá para os lados de Alenquer, na A1, as obras de viadutos para todos os lados estão concluídas, a lembrar que o trabalho está a ser feito para os compromissos estabelecidos.

Ridícula é a guerra aberta entre presidentes de câmara que puxam o tapete do futuro aeroporto para os seus municípios, aduzindo razões e conselhos. A história do progresso que se vende aos eleitores submete tudo e todos os interesses.

António Costa foi promovido a candidato a próximo presidente da Câmara Municipal de Lisboa. Provavelmente o mais lúcido governante desta administração, competente e comedido a um tempo, está fora da fotografia governamental – há sombras que incomodam, sabe-se.

Chegado à campanha, talvez com a pedra no sapato de ter há pouco despido a casaca de outro poder, banalizou-se com uma eloquente tirada sobre a estapafúrdia colocação do aeroporto de Lisboa na Baixa ou em Monsanto. Então António, será da proximidade com o Lino das Obras? Nisto, João Soares, tem sido taxativo: Lisboa, a capital, não pode perder o seu aeroporto.

A mim, que vejo e sofro obras na Portela em contínuo há mais de duas décadas, não me agrada ver gastar o dinheiro que não temos, satisfazendo os interesses das corporações de empresários da teta do Estado, numa imensa terraplanagem das margens inundáveis do Tejo. A hipótese Portela mais um agrada-me, adapta-se à nossa condição financeira.

Não acredito nesse crescimento de passageiros prometido para os próximos anos – só se for em emigrantes que voam em companhias de baixo custo, a caminho de outras paragens. Basta uma nova ameaça terrorista, um atentado qualquer, e o receio instala-se à volta do globo. É por isso bom incluir esta componente nos estudos feitos, sem foguetes, sem frenesim, sem folclore.

Um aviso: os aeroportos só ficam dentro das cidades quando os autarcas e os especuladores se entendem para urbanizar, construir e somar taxas municipais, um desenvolvimento exemplar à beira dos rugidos das turbinas e da chiadeira dos travões dos jactos. Ao que parece, o povo, que segue os conselhos das imobiliárias, gosta.

Duas banalidades a culminarem este jejum de escrita e intervenção cívica.

Sobre o Allgarve, que me custa a levar a sério, acreditem, só me cabe dizer que está all parvo no país em que vivo, alimentando as banalidades em que soçobram os noticiários de referência da paróquia. E já agora: porque não Portugall?

É modernaço, dá para tudo e todos os disparates que o povo sanciona no sossego da espera, desde essa manhã de nevoeiro histórico.

Leio uma local do Diário Digital de hoje e pergunto-me se estou esquecido no tempo, revivendo o primeiro de Abril. Depois de uma segunda leitura e alguma pesquisa, confirmo a tirada do ministro da saúde mais sorridente deste governo: se os remédios estão fora de prazo podemos dá-los aos pobres.

Por hoje, nada mais tenho para vos dizer.

[1] Fernando Charrua é o nome do professor que está na origem da boutade política mais ridícula de que há memória.
António Manuel Ribeiro
Setúbal na Rede, 28 de Junho de 2007

quinta-feira, setembro 27, 2007

Aberto Concurso Comidas e Bebidas Latada 2007

Estão abertos os concursos para a exploração comercial de Comidas e Bebidas nas Noites da Latada 2007. O caderno de encargos respectivo está disponível na secretaria da Associação Académica de Coimbra no horário de expediente ou pode ser pedido através do endereço electrónico joaopita@gmail.com. O concurso das comidas está aberto até dia 1 de Outubro (data de expedição dos correios) e o das bebidas até dia 2 de Outubro (data de expedição dos

RUI PEDRO


Porque esta mãe não tem a ajuda dos merdia nem do governo Inglês toda a ajuda é pouca.

Comprar em saldo na Feira das Reduções em Cantanhede



A 4 de Outubro arranca mais uma edição da Feira das Reduções de Cantanhede, com descontos que podem chegar aos 80%. Em paralelo decorre uma Feira das Velharias.

O estado da Educação.

Basta!
Ao contrário provavelmente da maioria dos pais e encarregados de educação portugueses ainda não me demiti, distraí, alienei responsabilidades e não tenciono abdicar das mesmas, dos meus deveres e dos meus direitos. Provavelmente, por também ser dos poucos a sentir a crise, não recebo qualquer subsidio do governo deste País, incluindo o abono de família, e, como tal, só ontem comprei e consultei detalhadamente o Livro de Português a ser utilizado, repito: a PORTUGUÊS, pela minha filha, 6º. ano. Sei, pelo que ouço, pretender o Senhor Ministro da Administração Interna, com o restante governo, presumo, educar as mentalidades das nossas crianças. Eu recuso-lhe essa pretensão. Mesmo porque nada me diz ter o referido Senhor qualquer mérito especial, ético, moral ou intelectual, para assumir um papel que me compete a mim e à Família. Mas sei que a máquina funciona e está lá. Teimosamente resisto. Não aceito. Teimosamente, mesmo sabendo o que tal implica num País de medo, silêncios e omissões, dizer NÃO e recusar, combatendo, o pensamento politicamente correcto. E exigir uma Escola que ensine, o que se não verifica, deixando a EDUCAÇÃO para os Pais. Aliás, só assim se entendem as programadas alterações ao programa disciplinar, persistentemente insistindo em enfiar a " Educação Sexual " com nota de avaliação, já no sexto ano, onde se dá destaque à tolerância e diversidade sexual, bem como à contracepção sem referir, naturalmente, uma Educação Sexual assente nos princípios da Abstinência e da Castidade. À Escola não cabe " educar ". Muito menos partindo o normativo de quem só nos pode merecer dúvidas e reticências.
Para já, o registo que me leva hoje a postar e, no seguimento, ir activar junto de todas as entidades o pedido para que seja retirado o referido livro de PORTUGUÊS atribuído à minha filha, bem como ao reembolso do valor que paguei. De língua, da língua e dos seus autores, PORTUGUESES, pouco ou nada está presente. Um ou outro nome habitual e suficientemente suspeito, como Letria. Estrangeiros, muitos. Como os assuntos que nada têm a ver com Língua Portuguesa. Editora, Plátano, " Português em linha ". O que temos?
Referências a datas especiais. Ao acaso. O dia dos namorados, o carnaval, santos populares: nunca, em parte nenhuma, por acaso, o DIA DE PORTUGAL!
Biografias, diários, personagens históricas. Muitas, portuguesas, rareiam. Não faltam os nomes maiores de um certo pensamento cultural, assente na pretensa arte degenerada, Picasso e Charlot que, sendo questionáveis enquanto artistas, mais o serão enquanto Homens. Com a língua portuguesa, não vejo nada a propósito.
Por fim, abreviando, páginas e páginas com Anne Frank, onde são mais do que visíveis os erros pedagógicos e a escandolosa manipulação ideológica. Se querem falar de crimes e bombas é curioso o esquecimento cirúrgico de Dresden, Hiroshima, a referência ao Goulag soviético ou ao Cambodja de Pol Pot. Normal num Governo que vai receber Mugabe e apadrinha Angola, inadmissivel em quem, como eu, pretende educar a filha com outros preceitos e referências. Em especial quando o livreco informa que a Alemanha nazi invadiu a Holanda em 1946, página 85. Lapidar.
Mais haverá a apontar. Os pés de página com referências a pedir ao professor para estabelecer ligação de músicas aos telemóveis dos alunos. Por exemplo. Penso que basta o apontado. Sabemos, todos, como vai a Educação em Portugal. Mesmo os aparentemente distraídos. Este livro prova-o à saciedade e é um insulto a qualquer encarregado de educação mais responsável.
Vou, como afirmei, actuar legalmente em tudo o que me for possível para denunciar e alterar esta situação concreta. Conto com o apoio e solidariedade de todos. A luta, esta luta é a de todos os que recusam a morte anunciada da nossa Educação e do nosso País.

FONTE

OS LOBOS

No site Planet Rugby, está a decorrer uma votação internacional para eleger a Equipa que mais impressionou no mundial de Rugby. Neste momento, Portugal está em 2º lugar mas temos de chegar ao 1º. Votem nos "lobos" e reencaminhem este mail...

Só vamos atrás da Namíbia.............o sitio para votar é no fim da páginaem "Which of the RWC ´minnows´ impressed you most?"

Depois de votar, pode ver qual a classificação actual

De que estamos à espera para votar por Portugal ?????

Ao menos aí, ficaremos em primeiro lugar, uma forma simpática e simples de homenagearmos e agradecermos a estes rapazes!

Hasta Ahora e Para Siempre


Dedicado muito especialmente aos merceeiros do materialismo dialéctico, à esquerda e à direita.

Os primeiros por terem arruinado com o seu esquematismo e a sua ânsia de poder o pensamento de Marx e de Lenine, conduzindo a Revolução a um capitalismo de Estado.

Os segundos por se terem aproveitado desta distorção para denegrir o verdadeiro socialismo, apresentando a exploração do homem pelo homem como um facto incontornável, natural e perene, falsificando a história da humanidade. A mera construção ideológica destrutiva, que o capitalismo realmente é, logrou converter o Estado em sua correia de transmissão.

Capitalistas os dois.

“O estímulo moral, a criação de uma nova consciência socialista, é o ponto em que nos devemos apoiar, para aonde nos devemos dirigir e no qual devemos pôr o ênfase.

O estímulo material é o remanescente do passado, é aquilo com que temos de contar, mas ao qual há que ir tirando a preponderância na consciência das gentes à medida que avance o processo. Um está em decidido processo de ascensão; o outro deve estar em decidido processo de extinção.

O estímulo material não participará na nova sociedade que se cria, extinguir-se-á no caminho e há que preparar as condições para que o tipo de mobilização que hoje é efectiva, vá perdendo cada vez mais a sua importância e a vá ocupando o estímulo moral, o sentido do dever, a nova consciência revolucionária.”

Ernesto “Che” Guevara
Discurso na fábrica de têxteis Ariguanabo
24 de Março de 1963

Em boa hora o TIR publicou este texto de Che, ele serve perfeitamente para dar resposta aos "historiadores" que por aqui tem passado.

quarta-feira, setembro 26, 2007

TIR - PORTO


A TIR tem um cartaz contra o emprego precário no norte (111 mil empregos precários em 7 anos).
Temos voluntários para ajudar?
porto@resistente.org

Banco Santander Totta assaltado

Um indivíduo de cara destapada e armado de caçadeira de canos serrados assaltou, ontem de manhã, o Banco Santander Totta da Mealhada. Na fuga, utilizou um potente Audi TT, conduzido por um cúmplice que o aguardava no exterior.
A segurança é subjectiva como dizem os mentirosos do sistema.

Alimentos transgénicos: factos, mitos e senso comum

Porque o assunto merece um amplo debate. Vejam por favor este artigo. O debate segue dentro de momentos.

terça-feira, setembro 25, 2007

O CAPITAL


As quinhentas maiores empresas de Portugal aumentarão os seus lucros em 40%.
O governador do Banco de Portugal ganha mais que o congénere dos USA.
A crise é só para alguns e esses alguns de barriga cheia dizem que temos de fazer contenções.
Se não queres viver como um cordeiro revolta-te.

Castanheira Barros


Não tenho palavras para classificar a forma como o PSD e os merdia têm tratado a candidatura do Dr. Castanheira Barros à presidencia do PSD. è a censura por omissão muito mais negra que a censura do lápis azul.
Embora em muitos assuntos eu e o Dr. Castanheira Barros estejamos em campos opostos, ou talvez não, não posso deixar de fazer lutar que o mesmo tem sido o rosto mais visivel na luta conra a co-inceneração. Tenho privado várias vezes com o Dr. Castanheira Barros pessoa por que tenho estima e admiração, que este tratamento o faça refletir, sobretudo para a podridão que é hoje a partidocracia.
Estas eleições servem para mostrar a democracia de que è feito o PSD, compra de votos,e mais compras de votos, no final sem se lembrarem dos insultos que proferiram uns contra os outros vão calmamente jantar, sem que o repasto e o vizinho provoque qualquer azia.

Polícias vão poder vigiar suspeitos sem autorização de juiz



As forças e serviços de segurança - PJ, PSP e GNR - vão ter poderes alargados na próxima Lei de Segurança Interna (LSI), especialmente no âmbito da luta contra o terrorismo, passando a poder, por exemplo, vigiar pessoas com recurso a câmaras de videovigilância ou a barrar telecomunicações, sem que, para tal, tenham de dar conhecimento prévio a um juiz ou magistrado do Ministério Público.
O cerco começa a apertar,todos sabemos contra quem o poder politico vai dirigir as suas investigações. Podem dormir descansados os terroristas.

segunda-feira, setembro 24, 2007

Legião Patriótica


A Legião Patriótica,é um grupo de amigos,que partilha dos mesmos ideais!

MICROCAUSA

O TIR de Coimbra efetuou neste fim de semana mais uma acção de protesto e propaganda.
Em Cantanhede colocamos um cartaz que alertava para o estado de degradação de um parque infantil. Como não somos subsidiados nem pela Somague nem pelo Bingo brasileiro o cartaz foi feito em papel cenário. Registamos com agrado os comentários de apoio feitos pelos muitos populares que leram o protesto, pena é que um inimigo da verdade o tenha mandado retirar. Mas nós protemos voltar, pois juramos fazer nossa a causa do povo.

MARINHA GRANDE - Mercado alternativo também não serve

A ASAE voltou à Marinha Grande para proibir a venda de peixe no espaço alternativo que a autarquia disponibizou aos comerciantes, depois do mercado municipal ter sido encerrado.
Grande iniciativa dos Asaes, eles pretendem acabar com o comércio tradicional para os capitalistas poderem instalar mais uma grande superfície.

quinta-feira, setembro 20, 2007

O tsunami da escravidão


Por Eduardo Arroyo (Traduzido por Rodrigo Nunes)

TIR COIMBRA


Esta noite foi efectuda mais uma acção de propaganda.
Foram colados dezenas de cartazes contra o aborto e autocolantes sobre aqueles que tendo perdido a sua juventude na guerra em África se vêm agora abandonados na velhice.

OS VAMPIROS



Não sei qual seria a posição de Zeca Afonso se ainda fosse vivo.
Provávelmente já teria sido "engolido" elo sistema como muitos revolucionários, mas não tenho dúvidas que os versos abaixo publicados estão cada dia que passa mais actuais.

No céu cinzento
Sob o astro mudo
Batendo as asas
Pela noite calada
Vem em bandos
Com pés veludo
Chupar o sangue
Fresco da manada



Se alguém se engana
Com seu ar sisudo
E lhes franqueia
As portas à chegada
Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada
A toda a parte
Chegam os vampiros
Poisam nos prédios
Poisam nas calçadas
Trazem no ventre
Despojos antigos
Mas nada os prende
Às vidas acabadas

São os mordomos
Do universo todo
Senhores à força
Mandadores sem lei
Enchem as tulhas
Bebem vinho novo
Dançam a ronda
No pinhal do rei

Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada
No chão do medo
Tombam os vencidos
Ouvem-se os gritos
Na noite abafada
Jazem nos fossos
Vítimas dum credo
E não se esgota
O sangue da manada

Se alguém se engana
Com seu ar sisudo
E lhes franqueia
As portas à chegada
Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada

Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada

Papa humilha Rice


O Papa Bento XVI recusou receber a secretária de Estado norte-americana, Condoleezza Rice, em Agosto, revelou ontem o jornal italiano ‘Corriere de la Sera’. O Sumo Pontífice não recebe habitualmente visitas oficiais durante as férias em Castel Gandolfo, mas o jornal considera que o gesto foi uma rejeição clara da administração do presidente George W. Bush e um desagravo por desacordos passados.
Provavelmente o Papa receia que o Secretária de Estado lhe puxe as orelhas como fez ao director-geral da Agência Internacional de Energia Atómica

quarta-feira, setembro 19, 2007

Discursos da Revolução


Editado por um camarada é agora possivel adquirir o livro por apenas 7,5 euros.
Trata-se de um livrinho de 50 e poucas páginas e em formato um pouco maior que A5 com cinco discursos de Mussolini
Os pedidos podem ser feitos para :viktortora@hotmail.com.
"É melhor viver um dia como um leão do que uma centena de anos como uma ovelha"

Loja da rede Aldeias de Xisto


A rede de Aldeias de Xisto vai abrir mais uma loja. A estrutura localiza-se na aldeia de Martim Branco, freguesia de Almaceda, concelho de Castelo Branco, e será inaugurada durante a segunda quinzena de Outubro. A Loja Aldeias do Xisto está completamente montada e mobilada. Apenas “falta recheá-la com os produtos vendidos pela rede”, disse Arnaldo Brás, vereador da Câmara albicastrense.

E vão dois

Depois de perder a Direcção Regional de Agricultura para Castelo Branco, Coimbra vê agora sair a de Economia para Aveiro A Direcção Regional de Economia do Centro (DREC) vai ser transferida para Aveiro.
A vingança de Socrates está ai, mas se pensa que com estas represálias o povo de Coimbra vai baixar os braços em relação à co-incineração está muito enganado.

terça-feira, setembro 18, 2007

Socrates love USA

O mister danger Bush, agradeceu o apoio do governo português na invasão do Iraque.
O Sr. José ficou calado e quem cala consente.

Quem parte e reparte

No no código penal aqueles que cometerem crimes económicos vão ter a vida de certa maneira facilitada.
É uma ajudao do sistema ao crime de colarinho branco, ainda que para isso tenho de por cá fora alguns criminosos.

De Cócoras perante a China



A China fez saber [N.do T.: principio de Agosto] aos idiotas de Washington que os tem agarrados pelos cornos. Dois importantes porta-vozes do governo chinês afirmaram que as suas consideráveis reservas de dólares estadunidenses e Títulos do Tesouro “são uma grande contribuição para a manutenção da posição do dólar como moeda de reserva”.Se os EUA adoptarem sanções para provocar a valorização da moeda chinesa, “o banco central chinês ver-se-á obrigado a vender dólares, o que poderia levar a uma massiva desvalorização do dólar”.Se os mercados financeiros ocidentais forem suficientemente inteligentes para compreender a mensagem, as taxas de juro dos EUA aumentarão sem ter em conta nenhuma acção ulterior da China. Neste momento a China não precisa de vender um único Título. Num instante, a China deixou claro que as taxas de juro dos EUA dependem da China e não da Reserva Federal Americana (FED).A precária posição do dólar dos EUA como moeda de reserva foi completamente ignorada e negada. A ilusão de que os EUA “são a única super-potência do mundo”, cuja divisa é desejável apesar da sua excessiva colocação em circulação, reflecte o desmedido orgulho estadunidense, não a realidade. Esse orgulho é tão extremo que há apenas 6 semanas o McKinsey Global Institute publicou um estudo onde concluiu que, inclusive, uma duplicação do actual deficit da conta-corrente dos EUA para 1,6 biliões de dólares, não causaria problemas.Pensadores estratégicos, sem qualquer tendenciosidade porque não foram saneados pelos neoconservadores, rapidamente concluíram que o poder da China sobre o dólar e as taxas de juro dos EUA, também dá à China poder sobre a política externa dos EUA. Os Estados Unidos puderam atacar o Afeganistão e o Iraque só porque a China possibilitou a maior parte do financiamento das guerras de Bush.Se a China deixar de comprar Títulos de dívida emitidos pelo Tesouro dos EUA, será o fim das guerras de Bush. A taxa de poupança dos consumidores dos EUA é praticamente zero, e vários milhões estão aflitos por hipotecas a que não se podem permitir. Com o orçamento deficitário de Bush e sem possibilidades no orçamento dos consumidores para um aumento dos impostos, as guerras de Bush só podem ser financiadas por estrangeiros.Nenhum país do mundo, à excepção de Israel, apoia o desejo do regime de Bush de atacar o Irão. A China tem que decidir se chama o embaixador dos EUA e lhe transmite a mensagem de que não haverá ataque ao Irão ou outra guerra, a menos que os EUA estejam dispostos a recomprar 900.000 milhões de dólares e outros activos em dólares.Naturalmente, os EUA não têm reservas estrangeiras com que recomprar esses valores. O impacte de uma tão grande venda sobre as taxas de juro dos EUA arruinaria a economia dos EUA e terminaria, efectivamente com a capacidade de Bush de desencadear guerras. Além disso, provavelmente outros governos seguiriam a iniciativa da China, já que o principal apoio dos dólares dos EUA foi a vontade da China de os acumular. Se o maior possuidor se desfizesse dos dólares, outros países também o fariam.O valor e o poder de compra do dólar dos EUA cairiam. Se os norte-americanos fossem a Wal-Mart fazer compras, os novos preços levá-los-iam a pensar que tinham entrado numa loja de luxo. Os norte-americanos não poderiam manter o seu actual nível de vida.Ao mesmo tempo, os norte-americanos seriam afectados quer por aumentos de impostos, a fim de equilibrar um deficit orçamental que os estrangeiros não estariam dispostos a financiar ou por grandes cortes nos programas de segurança de recebimentos. A outra única fonte de finanças orçamentais seria o governo imprimir dinheiro para pagar as suas contas. Nesse caso, os norte-americanos ficariam perante mais inflação, com os preços mais elevados pela desvalorização do dólar.É uma perspectiva sombria. Colocámo-nos nesta posição porque os nossos governantes são imbecis e ignorantes. Tal como os nossos economistas, muitos deles cúmplices assalariados de um qualquer grupo de interesses. Tal como os nossos dirigentes empresariais, cuja ganância deu à China poder sobre os EUA, quando enviaram para lá a produção de bens e serviços. Foram os peixes graúdos empresariais quem converteu o Produto Interno Bruto dos EUA em importações chinesas, e foram os economistas do “comércio livre, mercado livre” quem os incentivou a fazê-lo.Como fica com tanto orgulho desmedido pessoas tão estúpidas como os norteamericanos?


Paul Craig RobertsPaul Craig Roberts foi Secretário Adjunto do Tesouro no governo de Reagan. Foi editor associado da página editorial do Wall Street Journal e editor-colaborador de National Review. É co-autor de "The Tyranny of Good Intentions"

Este texto foi publicado emhttp://www.counterpunch.org/roberts08082007.html

Tradução de Miguel Guedes

segunda-feira, setembro 17, 2007

JOB´S FOR THE BOYS


Ricardo Castanheira ( jovem politico doPS)decidiu-se de vez por Lisboa, farto de esperar por um job vindo da Lusa Atenas.
Cansado e desalentado com o seu PS distrital optou por fazer carreira, aparentemente à margem do PS e da política, e entra na vida privada na grande empresa que é a Microsoft Portugal.
O que questinamos é que sem as oportunidades e os conhecimentos que o PS e a política de Lisboa lhe proporcionaram algum dia lá chegaria. Relacionadas que podem ser as funções que desempenhava como Presidente da FDTI - Fundação para a Divulgação das Tecnologias de Informação (que estabeleceu ao longo destes últimos anos várias parcerias com a Microsoft), nomeado pelo Governo Socialista e amigo que se tornou de Jorge Seguro, quadro gestor da Microsotf Portugal.

Altermedia Portugal


Um espaço de informação a visitar.

O poder político encontrou um antídoto. Muda a lei do Processo Penal e liberta dezenas de criminosos. O secretário de estado da justiça instado a responder se havia um clima de insegurança, disse que era subjectivo; nada mais correcto, pois para a esmagadora maioria de portugueses, a insegurança é uma realidade com que são obrigados a viver, para uma minoria que vive em condominios fechados e que ao longo dos ultimos anos tem sugado a carne e o sangue do nosso povo não se põe o problema pois estão bem gurdados por batalhões de policias, pagos com os impostos dos trabalhadores.

SIONISMO


Em completo segredo, uma esquadra de caças israelitas atravessou a linha costeira da Síria, apanhou de surpresa as defesas antiaéreas e, pouco depois da meia-noite, arrasou um armazém subterrâneo onde supostamente estaria guardado material nuclear proveniente da Coreia do Norte. A operação,foi levada a cabo no passado dia 6 de Setembro.
Israel auxiliado pelos amigos americanos continua com as provocações e uma politica de agressão. O dialogo é substituido pela força, a cooperação pelas bombas. O sistema é incapaz de levantar a voz e denunciar.

Doze mitos acerca da acção directa



A acção directa – ou seja, qualquer tipo de acção que ultrapasse os canais políticos estabelecidos para concretizar directamente alguns objectivos – tem uma longa e rica história. Apesar disto, existem muitos mal entendidos acerca da mesma, em parte devido ao modo como tem sido apresentada pela comunicação social.

LER TUDO

sexta-feira, setembro 14, 2007

VEREADOR DO PS DE PENELA E PRESIDENTE DA CONCELHIA LOCAL PERDE MANDATO

O vereador socialista da Câmara de Penela Luís Filipe perdeu o mandato por falta de entrega da declaração de rendimentos e de património ao Tribunal Constitucional, apurou o “Campeão”.

II Festival de Filarmónicas da Pocariça


Integrado nas Comemorações do seu 92° Aniversário, a Associação Musical da Pocariça, vai levar a efeito no próximo dia 23 de Setembro o II FESTIVAL DE FILARMÓNICAS, com a participação de quatro Bandas Filarmónicas:

Bandas participantes:
Soc. Filarmónica Instrução e Recreio de Abrunheira - Abrunheira
Banda Velha União Sanjoanense - S. João de Loure
Soc. Filarmónica Progresso Matos Galamba - Alcácer do Sal
Associação Musical da Pocariça - Pocariça
Programa:

14h00 - Concentração e desfile
14h30 - Recepção às Bandas
15h00 - Início dos Concertos
18h00 - Execução conjunta de um tema

Pocariça pertence ao concelho de Cantanhede, distrito de Coimbra, e situa-se a 2,5 Km da sede do concelho e a 27,5 Km da capital de distrito.Confronta a Norte com as freguesias de Covões e Febres; a Sul com as de Cantanhede e Ourentã; a Nascente com as de Bolho e de Vilarinho do Bairro, pertencendo esta ao concelho de Anadia, do distrito de Aveiro, e a Poente com a de Cantanhede.

GRANDE MANIFESTAÇÃO DE POLÍCIAS

Dia 1 de Outubro.
Divulga e Participa!

Venha o com puta dor


Hoje fui levar o meu filho mais novo à escola. Como era o primeiro dia ouve a reunião geral da praxe. Fiquei a saber que a escola não tem dinheiro para nada, como tal as professoras apelaram à caridade dos país.
Não estou nada preocupado qualquer dia a Maria Alice manda para a escola um computador topo de gama, que vai fazer o trabalho todo. vai ensinar, limpar, guardar e estabelecer parcerias com um grupo brasileiro ligado a uma actividade ilegal afim de obter verbas para as despesas e se o governo mudar teremos sempre a Somague.

FLORIMADIE


A avaliar pelos contos que esta telenovela já produziu dentro em breve um grupo nazi fascista com ligaçâo a skins e a claques do futebol vai acabar por ser o culpado de tudo.

TIBETE LIVRE


O desgoverno xuxialista achou por "bem" não receber o Dalai Lama. Os burgueses cobardes que nos governam ficaram com medo de enfrentar a China. O capital, as negociatas estão acima dos direitos humanos.
Denunciar a ocupação ilegal do Tibete, a exploração de trabalho infantil, o trabalho escravo noa China e nunca deixar esquecer Tianamen são deveres de todo o nacionalista.

quarta-feira, setembro 12, 2007

VOTA XUXIALISMO

Pobreza extrema atinge 1,9 por cento da população no distrito de Coimbra.
No último ano as cem pessoas mais ricas de Portugal aumentaram os seus lucros em 28,5%.

Palavras valeram-lhe despedimento



A apresentadora da televisão alemã Eva Herman foi despedida por palavras politicamente incorrectas. Eva Herman, 48 anos, lamentou que a Alemanha moderna não atribua o mesmo valor à família que esta teve na época nacional-socialista: “valores como a família, as crianças e o papel da mãe, que foram apoiados nomeadamente pelo Terceiro Reich, foram derrotas pelo Maio de 68. Muitos do que foi desenvolvido nessa época, foi abolidos seguidamente“, declarou a senhora Herman numa entrevista à Bild Am. Sonntag, sem nenhuma relação com as suas funções de apresentadora. Esta jornalista referia-se nesse entrevista ao livro que acaba de publicar: O princípio Arca Noé - porque devemos salvar a família.
FONTE

RACISMO?

Aqui está uma prova que racismo e anti-racismo são duas formas de pensar completamente estupidas.

sexta-feira, setembro 07, 2007

AVANTE


Enganei-me nas contas os "camaradas" vão ter um artista convidado vindo directamente da Colombia.
Quando aquilo que comes sabe a kaviar
Quando aquilo que bebes sabe a vodka
O que faz falta e dar uma pedra à malta o que faz falta é dar branca à malta é o que faz falta.

Ou entra mosca...



Imagem pilhada aqui

Posto de combustíveis na Tocha assaltado por “profissionais”

Posto da Repsol na Tocha assaltado por “profissionais”
Sete mil euros em dinheiro e cheques no valor superior a dois mil euros foram roubados ontem de madrugada no posto de combustíveis da Repsol, na Tocha. Ladrões actuaram de forma “profissional”.
Uma onda de violencia [já que o tempo não tem ajudado os incendios) alastra por todo o país. São sinais da fraquesa do sistema e da politica de portas escancaradas.
Vergonhosa a actuação dos jornalistas em Viana do Castelo, tentando impedir que o ourives assaltado disse-se umas verdades.

TIR - Coimbra


Embora não tendo estado parado o Núcleo, suspendeu as reuniões durante o mês de Agosto.
Agora temos de voltar ao trabalho.
Dia 16 Domingo reunião em Cantanhede pelas 22.00h.
Aprovieto para lançar um desafio a todos aqueles que sendo do Distrito e da Região Centro nos têm contactado. Está na hora de mostrarem o que valem.não podem ter só a lingua afiada e andar no corte e costura, os nacionalistas estão na rua.
Contactos:
mail: coimbra@resistente.org
telm: 961488375

quarta-feira, setembro 05, 2007

Vigília pela segurança

Os trabalhadores do Centro Educativo dos Olivais vão realizar uma vigília, no próximo dia 12, exigindo ao Governo um reforço da segurança na instituição.
Neste dia, todos os conimbricenses devem passar por esta instituição a fim de mostara a sua solidariedade para com os trabalhadores da mesma.

Penedo da meditação

Soubemos hoje que um jornalista português foi impedido de fazer uma reportagem sobre o caso Madiee, em Inglaterra. Qual vai ser a rersposta dos nossos governantes a este atentado à liberdade de imprensa? Calar cobardemente? Esperemos que o Sr. Presidente da Républica tenha a mesma coragem que teve a responder ao traidor Saramago e que seja ele a tomar as devidas medidas.
Na Alemanha foram presos três terroristas, pelos vistos dois já nacionalizados alemães graças ao jogo das cruzinhas. Embora defenda a justa luta dos povos árabes contra o sionismo, isso não significa que veja com bons olhos a sua invasão da Europa e o estado de graça que os governos fracos do velho continente consedem a estas gentes.

Secreta vigiou Orwell

É caso para dizer que o Big Brother estava mesmo a olhar para ele. George Orwell, que anunciou no romance ‘1984’ uma sociedade totalmente controlada pelo Estado, onde as pessoas seriam constantemente vigiadas por câmaras, foi acompanhado pelos serviços secretos britânicos durante mais de vinte anos.Os porcos continuam no poder,agora e cada ves mais.

Imigração arma do capital

O bastonário da Ordem dos Advogados, Rogério Alves, crítica a decisão do governo de suspender o processo de regularização excepcional de imigrantes ilegais...

Estão ou estavam em curso cerca de 100 mil processos de legalização, cada processo envolve um advogado; são muitos milhões de euros a caminho dos bolsos dos advogados.
percebo perfeitamente o Rogério "estão mexendo no meu bolso".

Avelãs de Caminho: Casa da Cultura abre em Outubro

A Casa da Cultura de Avelãs de Caminho vai abrir ao público em finais do mês de Outubro. A confirmação foi feita ao RB pelo Presidente da Junta de Freguesia, César Andrade. A Casa da Cultura encontra-se localizada no antigo Posto da GNR de Avelãs de Caminho, o qual foi requalificado e adaptado para receber as novas funções.

Milho Transgénico, Algumas Achegas


Depois da polémica verifica-se que muito ficou por dizer e por esclarecer. Alguns exemplos:
Em primeiro lugar o milho transgénico tal como todos os outros transgénicos nascidos laboratorialmente é patenteado. Todo e qualquer agricultor que pratique uma agricultura de subsistência tem fatalmente que adquirir as sementes ano após ano.
Só a Monsanto um dos gigantes dos transgénicos e da agricultura comercial no seu todo, ganhou o ano passado 15 milhões de dólares em processos contra agricultores por este motivo.
Resultado com a progressiva invasão dos transgénicos vai acabar-se a liberdade de cultivar.
Viva o capital pela garganta abaixo, viva!
Temos em seguida a actuação do colectivo que devastou uma parte, simbólica aliás, duma area cultivada com este tipo de milho. Pergunta-se se não deveriam antes ter ido manifestar-se à porta do ministério da agricultura e pescas que é quem em última análise permitiu e legalizou este tipo de agricultura. Talvez aí a actuação das autoridades fosse menos branda.Uma coisa é ir incomodar quem honradamente ganha a sua vida, outra é aborrecer os próceres do sistema.
Viva a burguesia de filhos-familia que arranjou um divertimento para passar as férias, viva!
Por último há quem dentro da área dita nacionalista, verdadeiro saco de gatos, ainda não tenha entendido a natureza das coisas e persista com uma desarmante ingenuidade em reclamar que a acção directa deveria ser uma forma de acção privilegiada deste sector, reganhando as ruas.
Excelentissimos, em Portugal as direitas ocupam ministérios, secretarias de Estado, lugares camarários, prostíbulos, salões de chá e tertulias, salas de jantar e salões de vária ordem. As ruas não. Porque para isso teriam que misturar-se com o povo, que sonham conduzir em delirios caudilhistas, mas com o qual só se identificam em abstracto, de cima para baixo. Lado a lado com a ralé? abrenúncio!
Viva a mais reles extrema-direita dos interesses que ao mundo já foi dado ver,com um leve sabor a social quando interessa, a portuguesa, viva!

FONTE

domingo, setembro 02, 2007

O que é nacional é bom

Boleiras de Ançã lutam para manter tradição

"Qualquer dia, vem alguém de fora, com espírito empreendedor e monta um negócio em torno do bolo de Ançã!". A convicção é de Natália Couceiro, de 52 anos, membro da AVANÇA - Associação para o Desenvolvimento e Qualidade de Vida no Meio Rural de Ançã. "Se eu fosse mais nova, apostava numa rede de distribuição do bolo pelo país fora!", completa, sorridente. Actualmente, a vila, do concelho de Cantanhede, tem pouco mais de dez boleiras, de acordo com Natália. São elas que colhem os paus (finos), amassam o bolo e o cozem em forno de lenha. Depois, também o vendem, embrulhado em papel ou dentro de sacos de plástico. Em casa ou nas ruas.

"Esta actividade poderia ser muito rentável! Mas o processo é artesanal. O bolo só é conhecido em Coimbra, Figueira da Foz, Cantanhede e pouco mais. E é pena, porque é agradável, conserva-se durante algum tempo e não faz mal à saúde, por ser um bolo seco, sem corantes", conta Natália Couceiro. A AVANÇA surgiu, há cerca de 10 anos, para assegurar a subsistência do produto, pois a maioria das boleiras tem idade avançada. Nesse sentido surgiu, também, a Feira do Bolo de Ançã.

O segredo do bolo deverá residir, não na receita, mas na técnica de amassar. "Muitas pessoas o fazem, mas nenhuma de maneira igual", explica Dorinda Vagos, de 65 anos, que coze "desde os vinte e poucos". O saber passou de geração em geração já a bisavó era boleira. Dorinda é rigorosa quanto à confecção do bolo. Talvez por isso tenha clientes da Batalha ou do Porto a bater-lhe à porta. "Muita gente rouba nos ingredientes, por isso o bolo é mau", critica. Gostava que o produto tivesse maior divulgação, mas crê que, para tal, é necessária uma garantia de qualidade.

Bancas improvisadas

Nas estradas da vila há postos de venda improvisados, cestos com bolos de Ançã em cima de bancos. Maria Isabel Cardoso, de 64 anos, está em casa, atarefada divide-se pelo forno, pelo pincelar - com ovo - dos bolos ainda por cozer e pelo ensacar dos mesmos. E garante: "Hoje vou cozer mais de 150".

"As gerações mais novas não estão para se matar a fazer isto", resume a boleira Maria Isabel, quando se fala em perpetuar a tradição gastronómica dos bolos de Ançã. O marido, Evaristo Garrido, concorda "Esta é como todas as artes: à medida que os velhos morrem, ela perde-se. Os mais novos não querem saber disto para nada".

Demagogia e desonestidade de quem?


Comunicado

A APFN manifesta a sua enorme surpresa pelas recentes infelizes declarações do Secretário de Estado Adjunto e da Educação Jorge Pedreira ao acusar os pais de demagogia, de não fazer as contas, de "terem interesses por trás" ou de insanidade por ter acusado o Ministério da Educação de estar ao serviço da indústria educativa em vez dos alunos, pais e do país.

A acusação que a APFN faz é a que sempre tem feito desde que existe, há mais de 8 anos, e baseada em factos!

Vamos a factos:

1 - Mesmo que os pais não saibam fazer contas (e é claro que existem pais que não sabem fazer contas), as meninas das caixas das livrarias encarregam-se de o fazer com a caixa registadora e todos os pais, quer saibam ou não saibam fazer as contas, têm que pagar o cabaz que são obrigados a comprar pela indústria educativa, com a bênção do Ministério!

2 - Objectivamente, os livros que os pais são obrigados a comprar cobrem muitíssimo mais matéria do que a que é, de facto, "exigida" aos alunos. Daí que quase não existam exames... Apenas, volta e meia umas coisas a que chamam "provas de aferição", mas que podiam ser chamadas de outra coisa qualquer, designadamente "fantochada".

3 - O Governo publicou em Agosto de 2006, com grande publicidade, o Decreto-Lei 47/2006 que afimava que (finalmente) TODOS os livros teriam que ser reutilizáveis, o que motivou natural e justa manifestação pública de enorme satisfação por parte da APFN. Infelizmente, tal manifestação foi precoce, uma vez que o referido Secretário de Estado veio "esclarecer" há poucos dias que isso acontecerá apenas em 2008(!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!) e não em todos os livros, como previsto no Decreto-Lei feito pelo seu Ministério, presumivelmente da sua autoria ou, no mínimo, com o seu conhecimento! 2 anos para entrar em vigor e apenas parcialmente???? Para proteger quem? Os pais, os alunos e o país, ou a indústria educativa?

3 - Os programas das diversas disciplinas mudam com enorme e injustificada frequência, resultado óbvio da objectiva incompetência do Ministério, com imensos custos para os pais e país, mas evidentes benefícios para a indústria educativa.

4 - Os relatórios da OCDE mostram, sempre, Portugal como um dos países em que mais se gasta por aluno e piores resultados se obtêm.

Perante estes factos, a APFN pergunta quem é que parece "estar ao serviço de interesses", revelar insanidade, ser demagogo ou não saber fazer contas?

A APFN recomenda ao Secretário de Estado Adjunto e da Educação que, mesmo que não saiba fazer contas, leia os relatórios da OCDE e ponha em prática JÁ (e não em 2008, 2009 ou 2020) o que lá é recomendado, uma vez que é para pôr o Ministério da Educação JÁ ao serviço dos alunos, dos pais e do país que os contribuintes portugueses, pais ou não, lhe pagam o vencimento.

Conforme a APFN tem afirmado e demonstrado, está totalmente disponível para colaborar activamente com o Ministério da Educação neste desafio que há anos tem vindo a ser adiado.

2 de Setembro de 2007

Estado, Solidariedade social



O fruto da elevadíssima carga fiscal portuguesa em impostos e taxas, deveria servir parcialmente para socorrer os mais pobres e os desempregados.Para variar os números e a respectiva realidade são muito diferentes.

O transvaze de fundos líquidos do sistema contributivo para os 30% mais pobres não excedeu (números da OCDE de 2000) os 10,4%, exceptuadas as pensões de reforma. Visto de uma forma terra a terra o sistema gastou o dinheiro simplesmente a perpetuar a situação de miséria em que muitos dos nossos compatriotas vivem.

E já agora quem é que paga os impostos? A classe média, que é a responsável por cerca de 26% (números de 2005) do pagamento de IRS. Quanto ao IRC a música é tocada por quem manda. Como nos bons alfaiates, o IRC da banca é feito por medida, e não estão sozinhos…

O IVA é o imposto mais penalizador de todos, especialmente sobre os mais pobres, uma vez que incide sobre as transacções e até estes tem que se alimentar e vestir, pelo menos até ver. Já o famigerado IMI é um imposto ditatorial camarário. Deixando-se como se deixou às câmaras municipais a sua fixação arbitrária com base em coeficientes de avaliação despropositados, os contribuintes vêem-se a braços com pagamentos em que a avaliação camarária é superior ao valor de mercado.

Como se não bastasse temos o imposto sobre os produtos petrolíferos, pago pelo automobilista é claro, no preço final, o imposto automóvel e em cima deste IVA ou seja imposto sobre imposto.

Será que algum deste dinheiro vai para ajudar a acabar com o desemprego? Pelo contrário o governo quer flexibilizar ainda mais os despedimentos. Liberalizar ainda mais o mercado de trabalho em Portugal é abrir a porta ao abuso generalizado.

Sectores há no nosso País que são quase monopolistas, logo quem se sentir explorado não tem hipótese de ir trabalhar para outra empresa do ramo, até porque estas vão normalizar as condições de trabalho pela bitola mais baixa. Ou emigra ou sujeita-se.

Isto levanta um novo problema que é o da proletarização dos quadros médios e de muitos especialistas. Não nos deixemos iludir pelo palavreado da partidocracia. Ela simplesmente não deseja o fim do desemprego, apenas a sua regularização. Não tão alto que lhes ameace o consume donde lhe vem os lucros, não tão baixo que permita o aumento justo dos salários, a redistribuição de lucros, e a melhoria das condições de trabalho uma vez que com quase pleno emprego haveria mais competição inter-empresas pela mão-de-obra.

O capital deseja que haja desemprego como arma de regulamentação social.Junte-se-lhe o progressivo desmantelamento dos direitos sociais, justificado pela competição económica, pelo próprio desemprego (fazer mais por menos etc.) e a precarização dos vínculos laborais e temos a receita mágica do capitalismo, um proletariado obediente e amorfo pelo medo.

Em ordem a que haja menos desemprego criam-se regras para o facilitar!

Mas a retoma económica não gera mais postos de trabalho, ainda para mais com leis laborais mais flexíveis e menos encargos para o patronato?

A resposta é não. Não só muitos dos despedidos não são readmitidos ou mesmo vem a encontrar trabalho na sua área de actuação noutra empresa, como os necessariamente menos recém-admitidos o são em condições a mais das vezes precárias.Isto é devido à financiarização do sistema.

Os lucros não são muitas vezes investidos em projectos que criem postos de trabalho, mas sim transformados em dividendos, essencialmente para os grandes accionistas, e postos a circular em bolsa em mais operações especulativas.

O Estado a soldo do grande capital mais não é do que uma forma de opressão sobre o povo, um tentáculo do polvo.

FONTE

sexta-feira, agosto 31, 2007

BLOOD AND HONOUR

SOUSELAS - Nuvem de pó branco sujou carros e roupa

A Junta de Freguesia de Souselas vai apresentar queixa contra a Cimpor à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Centro (CCDRC) e à Inspecção-Geral do Ambiente (IA). Em causa, está uma aparente falha na zona dos silos onde as composições ferroviárias são carregadas de cimento que originou uma «enorme nuvem branca» que sujou as pessoas, roupa e os carros de Souselas, com particular incidência nas habitações contíguas àquele sector da fábrica cimenteira.
João Pardal, presidente da Junta de Freguesia, afirma que a Cimpor admitiu a falha e que se disponibilizou a fazer todas as limpezas necessárias. «Estava eu a falar com eles e voltou a acontecer. Outra nuvem de pó a sujar tudo e um homem foi mesmo lá à porta mostrar a roupa toda enfarinhada», explicou-nos o autarca, confirmando a intenção de avançar com a queixa à CCDRC e à IA, além de um pedido de esclarecimento que vai ser enviado à Cimpor. Até porque, acrescenta, vários habitantes já apresentaram reclamações à Cimpor sem que os problemas tenham parado. Pardal lembra que além da nuvem de ontem, tem «havido sucessivos problemas naquela zona onde são carregados os comboios». Nomeadamente ao nível do ruído durante a noite, «impedindo as pessoas de dormir» com as manobras das composições e os apitos constantes. Agora foi a gota de água: «Os carros mudaram de cor e as pessoas tiveram de correr para casa».
«Queremos respeito. A Cimpor tem de respeitar a lei e também os souselenses», pediu o autarca, que ironicamente lembra que «a Cimpor não quer apoiar a Junta com uns sacos de cimento para fazer algumas melhorias na freguesia e depois descarrega o cimento para cima da população».
O Diário de Coimbra tentou, sem sucesso, obter uma reacção da Cimpor ao incidente.
Este acidente ainda pode ter solução, mas se a co-incineração avançar, incidentes como este terão consequências muito mais dificeis de resolver.

Doce feira no Espinhal

A Feira do Mel está de regresso ao Espinhal (PENELA). Domingo é o dia em que o mel e os apicultores vão ter o seu momento de destaque, mas hoje e amanhã há várias iniciativas a decorrer na vila.
Veja o cartaz

Jogador checo suspeito de ter feito saudação nazi



A Federação Checa de Futebol iniciou uma investigação após o médio Pavel Horvath, do Sparta de Praga, ter alegadamente feito uma saudação nazi durante uma partida a contar para o campeonato, disputada no último sábado.

O jogador, que alinhou pelo Sporting na época 2000/2001, foi acusado de ter saudado os adeptos do Sparta com a sua mão direita levantada e esticada, segundos antes do final do jogo disputado contra o Viktoria Zizkov, em que a formação de Praga venceu por 4-1.
Fonte

O porta-voz da federação checa, Vit Pavlusek afirmou que a atitude de Horvath foi julgada como “anti-desportiva” segundo as investigações iniciais do comité disciplinar da federação. A investigação deverá ser concluída nos próximos dias, quando forem analisadas, segundo Pavlusek, as imagens recolhidas pela estação de televisão que transmitiu o encontro.

Após o escândalo provocado pela sua atitude, Horvath explicou ao diário Lidove Noviny que tudo não passa de “um grande erro”, concluíndo com “não sou um fascista”. Segundo o jogador, apoiado em todos os momentos pelo resto da equipa, apenas tentava acalmar os adeptos. Ainda não é claro qual poderá ser a sanção aplicada ao atleta.


No entanto, não é a primeira vez que o clube checo está na mira por atitudes deste género. Depois um grupo de adeptos do Sparta proferir cânticos racistas e anti-semitas durante uma partida contra o Arsenal para a Liga dos Campeões, o clube foi condenado publicamente pelo líder da comunidade judaica de Praga, Frantisek Banyai. Já em 2005, o Sparta foi forçado a jogar uma partida da Liga dos Campeões, também contra o Arsenal, com um terço do seu estádio encerrado, como castigo da UEFA pelo comportamento racista dos seus adeptos durante o jogo anterior da competição, contra o Ajax, no qual o Sparta perdeu por 2-0.
Fonte

Apicultores da Serra da Lousã apostam na certificação

Depois de alguns anos de declínio quer no número de colmeias quer em termos de produção de mel, a natureza parece ter atendido às “prezes” dos apicultores. Este ano a produção de mel deverá bater recordes e ser uma das melhores de sempre. Com mel em quantidade e de qualidade, os apicultores que integram a Denominação de Origem Protegida (DOP) da Serra da Lousã estão a solicitar, em força, a certificação de colmeias junto da Lousãmel – Cooperativa Agrícola de Apicultores da Lousã e concelhos limítrofes.LER TUDO

quinta-feira, agosto 30, 2007

PELA VIDA


O blogue continua vivo e a merecer a sua visita e colaboração.

Festa do Avante


Ela esta ai à porta. Uma mostra da cultura dos trabalhadoes segundo o PCP. No ano passado o artista convidado, foi uma ONG da Colombia que se dedica a espectaculos pirotécnicos, campos de férias e ao cultivo e venda de produtos para fazer rir.
Este ano talvez a convite recaia sobre uma organização da Holanda especialista em Educação de crianças.

FEIO PORCO E MAU

Porque as algemas do sistema não calam a voz dos Soldados Políticos.Visite este blogue

terça-feira, agosto 28, 2007

Fórum Terceira Via



Aparece e entra no debate.

SOLIDARIEDADE COM O IRÃO



Porque a causa merece o nosso apoio.




Irão: a guerra que se prepara
A concordância da administração Bush em sentar-se à mesa das negocia­ções com delegações do Irão e da Síria para discutir a “estabilização” do Iraque foi apresentada por certa imprensa co­mo um sinal de apaziguamento na cha­mada “crise iraniana”. Multiplicam-se con­tudo sinais iniludíveis de que esta “con­cessão” se destinou apenas a cobrir a escalada em curso: depois da detenção pelo exército norte-americano de uma de­legação iraniana em visita oficial ao Ira­que, em Fevereiro, os EUA forçaram a aprovação pelo Conselho de Segurança da ONU de novas sanções contra o Irão; concentram no Golfo uma enorme for­ça naval; na Austrália, o vice-presidente Dick Cheney repete que, quanto ao Irão, “o governo considera todas as opções”; a CIA prossegue com operações clan­destinas para desestabilizar o governo do Irão; e em fins de Março uma lancha de guerra inglesa entrou em águas terri-to­riais iranianas, numa provocação que só não teve maiores consequências devi-do à hábil reacção de Teerão.

Não restam muitas dúvidas de que está em marcha uma escalada de provo­cações semelhante à que teve lugar quan­do do cerco ao regime de Saddam Hus­sein. Contando com a cooperação do go­verno inglês neste tipo de tarefas sujas, Washington pretende criar uma situação irreversível que culmine numa “provoca­ção intolerável” dos iranianos e acabe por justificar aos olhos da opinião públi­ca o desencadeamento de actos de guer­ra. Mesmo a inesperada “normalização” da crise com a Coreia do Norte pode fa­zer parte da concentração de forças em torno do Irão.


Aventura impossível?

Os EUA têm neste momento no Golfo dois porta-aviões (Dwight Eisenhower e Nimitz) e três grupos navais de ataque. Um terceiro porta-aviões está a caminho. Não se trata só de intimida­ção. Segundo a BBC, o comando central dos EUA tem uma lista completa de al­vos iranianos a atacar com mísseis: cen­trais nucleares, bases aéreas e da mari­nha, centros de mísseis, etc.
A hipótese de uma nova aventura mi­litar, quando os Estados Unidos estão a bra­ços com um cenário catastrófico no Ira­que, parece de tal forma insensata que muitos se recusam a admiti-la como pos­sível. Mas isto é não ter em conta que, pa­ra o Pentágono, a fuga para a frente é um recurso para tentar evitar um desas­tre iminente.
Escolhido desde o 11 de Setembro co­mo alvo principal da ofensiva no Mé­dio Oriente e incluído na lista do “Eixo do Mal”, o Irão tem vindo de então para cá a tornar-se um empecilho cada vez mai­or na “reconfiguração estratégica” planeada pela equipa de Bush. A utiliza­ção dos partidos xiitas como alicerce do go­verno colaboracionista no Iraque, o des­calabro da ocupação daquele país e o estrondoso fracasso israelita no Líba­no só serviram para aumentar a influên­cia política do Irão na região. Não tendo conseguido até agora o derrubamento do seu regime por uma crise interna, só res­ta a Bush a via do ataque militar.
Para os estrategas do Pentágono, tu­do se resume pois a criar bons pretextos para o ataque. Ou pela histeria em torno da ameaça nuclear iraniana; ou devido a um ataque mortífero às forças dos EUA no Iraque, que permita acusar o Irão; ou pelo lançamento de um míssil sobre Is­rael e atribuído a Teerão – meios não fal­tam para que, em ambiente de crise nacional, o Congresso vote plenos po­deres a Bush para retaliar.
Naturalmente, uma invasão terrestre igual à do Iraque está por natureza ex­cluída. Bush-Cheney sabem-no e não ten­cionam meter-se noutro pântano. Mas há outra “solução” – uma onda de bombardeamentos aéreos, ditos “cirúr­gicos”, que ponham fora de acção os meios de retaliação do Irão. É essa que está a ser activamente preparada e de que dão conta os testemunhos que a seguir re­produzimos.


Leonide Ivachov-“Vamos provavelmente assistir à en­trada em acção da guerra informacional, com uma febre histérica anti-iraniana, “fu­gas” de notícias para os jornais, de­sinformação, etc. Como não é certo que o Congresso dos EUA autorize a guerra, poderá recorrer-se a uma provocação, co­mo um ataque contra Israel ou contra bases militares dos EUA. Se essa provo­cação tiver uma amplitude da ordem dos atentados do 11 Setembro de 2001, então o Congresso dirá decerto ‘sim’ ao presi­dente.”
(Entrevista a Horizons et débats, Zurique, 10/3/07.
O general Leonide Ivachov foi chefe do estado-maior da Rússia)


Michel Chossudovsky-“A decisão de atacar o Irão nada tem de surpreendente. Consta já desde 1995 dos planos de guerra do Centcom (Co­mando Central US). Actualmente, Wa­shin­gton estuda o recurso a uma força mi­litar esmagadora que atacaria em re­presália a uma alegada agressão ou desobediência do Irão a intimações da ONU.
O bombardeamento das instalações militares iranianas com armas conven­cionais desencadearia uma catástrofe do tipo da de Tchernobyl, com poeiras nu­cleares de grande envergadura. Se o Irão responder por meio de ataques contra ins­talações EUA, no Iraque ou nos paí­ses do Golfo, serão então utilizadas ar­mas nucleares tácticas ‘preventivas’ antibunker. Israel, pela sua parte, está pronto. Os preparativos para um ataque aéreo de surpresa ao Irão começaram em 2004”. (Global Research, 21/2/07).


John Pilger-“Os Estados Unidos estão a planear o que será um ataque catastrófico ao Irão sob a alegação de que este constitui uma ‘ameaça à paz’.
Contudo, no capítulo da “ameaça ira­niana”, a única prova sólida é a ameaça co­locada pelos Estados Unidos. Uma for­mação naval norte­americana está a postos no Mediterrâneo oriental. Pela pri­meira vez desde os anos mais perigo­sos da Guerra Fria, a utilização do que en­tão se chamava armas nucleares “limi­tadas” está a ser discutida abertamente em Washington. Seymour Hersh revelou no ano passado no New Yorker que bom­bardeiros americanos “têm estado a voar em missões simuladas de lançamento de armas nucleares, desde o último Verão” e o bem informado Arab Times, do Kuw­ait, afirma que Bush atacará o Irão antes do final de Abril.
Em Novembro último, a maioria do elei­torado americano votou pelo Partido De­mocrata a fim de travar a guerra no Ira­que. Tem havido insípidos discursos de “desaprovação”, mas é improvável que isso aconteça.
Pode isto estar realmente a acontecer outra vez, menos de quatro anos após a invasão do Iraque que deixou um saldo de 650.000 mortos? Escrevi pratica­mente este mesmo artigo no princípio de 2003; basta ler ‘Irão’ onde eu então men­cionava o Iraque.
Na Grã-Bretanha, salvo algumas hon­rosas excepções, o Parlamento per­manece vergonhosamente silencioso. Jor­nalistas privilegiados, académicos e ar­tistas, escritores e dramaturgos que por vezes falam acerca da “liberdade de ex­pressão” estão silenciosos. O que espe­ram? A declaração de um outro Reich de mil anos, ou uma nuvem em cogume­lo no Médio Oriente? Ou ambos?

Francisco Rodrigues, Política Operária, Março/Abril 2007



FONTE

Micro Causa

Por um sentido único nas ruas Ferreira Borges e Visconde da Luz durante o período de cargas e descargas.
O trânsito nas citadas ruas, no período de cargas e descargas, é absolutamente caótico não existindo qualquer tipo de regras.
Os abaixo-assinados vêm por este meio solicitar junto da Câmara Municipal de Coimbra e demais entidades competentes o estabelecimento de regras de acesso aos veículos de carga e descarga nas ruas Visconde da Luz e Ferreira Borges de forma ao trânsito se processar apenas num sentido.

Assine aqui a petição.

sexta-feira, agosto 24, 2007

LIGAÇÕES

O TIR actualizou a sua sub-página de ligações.Pese embora a informação no topo que o fazemos sómente pela interesse das mesmas, já estou a ver os reacionários de extrema direita aos saltos e aos berros a lançarem acusações de comunistas.
O nacionalismo que defendemos situa-se em duas vertentes a identitária e a social uma não pode existir sem a outra, pois as idéias incompletas e os métodos defeituosos são talvez mais nefastos do que as idéias falsas ou uma embrulhada de sistemas enganosos, porque servem para comprometer os princípios que deviam causar a sua força. Lutar pela nossa pátria pela nossa lingua, cultura e identidade são importantes, mas para que a nossa causa vingue temos também da lutar por um profunda alteração das condições socias, que promova radicalmente uma paz social e bem estar de todo o povo português.Em suma caminhar rumo ao socialismo de cariz nacional.

O SAUDOSISTA


De volta em força e a merecer uma visita.

quarta-feira, agosto 22, 2007

TIR COIMBRA


Visita a página do TIR se concordas com a nossa luta se estás disposto levantar-te do sofá adere à nossa causa.
mail: coimbra@resistente.org
telem: 961488375

Co-incineração


O governo xuxialista continua a beneficiar o loby das cimenteiras.
O mais avançado é reciclar os xuxas querem co-incinerar.
Não pensem que é falta de inteligencia, pelo contrário. tra-se apenas de uma grande negociata.
Fonte

quinta-feira, agosto 16, 2007

Estou cheio de medo

Segundo informação recente a minha pessoa está com a cabeça a prémio nalguns fóruns.
Talvez seja por causa todos os dias fazer algo pela Cuasa Nacional ao contrário de outros nacionaleiros.

O que é nacional é bom


Vimos por este meio dar a conhecer a nossa cooperativa – Terras de Sal – especializada na produção e recolha de Flor de Sal e Sal Marinho Tradicional de Castro Marim.



Ao longo da sua existência, a cooperativa Terras de Sal tem providenciado um produto e um serviço de grande qualidade. Desde a recolha do Sal – feita com instrumentos tradicionais, passando pela selecção do Sal até ao embalamento final, tudo é elaborado de acordo com as regras da nossa entidade reguladora – a “Nature & Progrés”, entidade certificadora internacional para produtos biológicos.

Uma das condições de excelência para a produção de Sal com tão elevada qualidade relaciona-se com o facto de nos inserirmos num ambiente controlado e livre de poluição – a Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António, zona húmida importante, habitat natural de inúmeras espécies, local pleno de calma e sossego, onde as nossas salinas se mesclam com a paisagem e formam em si mesmas, um ecossistema próprio e natural repleto de espécies únicas.

A intenção de preservar o legado e a tradição da zona, garantindo o sustento de uma actividade artesanal de grande interesse histórico, social, económico, natural e cultural, é outra das vertentes fundamentais das Terras de Sal: mais do que “vender” o Sal, pretendemos preservar a actividade artesanal do Sal e claro, o meio ambiente onde nos inserimos.

Assim, gostaríamos de contar com o maior número de apoios na divulgação da actividade salineira tradicional e, claro, angariar o maior número possível de parceiros comerciais interessados em distribuir e utilizar o nosso Sal. Esta é a única forma de salvaguardar e proteger o património histórico-cultural de uma actividade iniciada à mais de 2000 anos no Concelho de Castro Marim, sendo um dos poucos sectores económicos genuinamente algarvios.

Deste modo, encontramo-nos absolutamente disponíveis para qualquer iniciativa ou esclarecimento que nos queiram colocar. Desde já agradecemos o tempo e o interesse dispensado.




Com os melhores cumprimentos,

Mauro Canas



Terras de Sal, CRL

Rua Dr. José Alves Moreira,

Apartado 25

8950-138 Castro Marim

Algarve - Portugal



Tel. 00 351 281 531 467

Fax 00 351 281 531 614



comercial@terrasdesal.com

www.terrasdesal.com

Recebido por mail

IZQUÍERDA NACIONAL


Mais uma página a visitar.

segunda-feira, agosto 13, 2007

Navegação Nacional

Mais um para as nossas fileiras.

Edições Falcata



As «Edições Falcata» são uma iniciativa militante sem ânimo lucrativo. O nosso único objectivo é a difusão dos ideais nacionalistas, nas suas mais variadas expressões, e para isso também precisamos da ajuda dos nossos leitores e amigos. Precisamos de distribuidores para podermos chegar a cada vez mais gente!

Será considerado distribuidor qualquer pessoa que efectue uma encomenda de seis ou mais exemplares do mesmo título ou de doze (ou mais) exemplares no total, sendo que terá direito a um desconto de 25% sobre o total da encomenda.

Os interessados devem contactar-nos através do nosso endereço de correio electrónico: edicoesfalcata@gmail.com.

Anadia: ACIB organiza I edição da “Melhor Sobremesa com Uva”

A Associação Comercial e Industrial da Bairrada (ACIB) vai promover, a I Edição do Concurso “Melhor Sobremesa com Uva”, no próximo dia 29 de Setembro, pelas 19h00, no Museu do Vinho Bairrada, em Anadia.

Com esta iniciativa a ACIB pretende promover e divulgar a utilização da uva, valorizando as Castas da Região da Bairrada na confecção de sobremesas.
O concurso está dividido em duas categorias: Particulares, Caves, Produtores/Engarrafadores e Associações; Estabelecimentos de Restauração/Pastelarias.

Os concorrentes podem participar com um máximo de duas sobremesas, as quais deverão ser apresentadas, já confeccionadas, no dia do concurso entre as 18h30 e as 19h00

Os doces vão ser apreciados/avaliados por um Júri, composto por um Chefe de Pastelaria, um Chefe de Cozinha e um Chefe de Mesa.
A avaliação terá em conta os seguintes critérios: apresentação; paladar; originalidade; nome atribuído ao doce; utilização de Castas da Região Demarcada da Bairrada.

A formalização das candidaturas é feita mediante o preenchimento da ficha de inscrição, que deverá ser entregue, devidamente preenchida pelos candidatos, na sede ou na delegação da ACIB, até ao dia 21 de Setembro.
Serão atribuídos prémios aos três primeiros classificados de cada categoria e Certificados de Participação a todos os participantes.
Para mais informações, contacte a ACIB através do telefone 234 730 320 ou do e-mail: acib@acib.pt.