quarta-feira, maio 20, 2009

Indisciplina na escola


Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Darque, lança petição para responsabilização legal dos pais pelo absentismo e indisciplina dos filhos


O presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Darque, Viana do Castelo, lançou esta semana uma petição por alterações legislativas que responsabilizem "efectivamente" os pais nos casos de absentismo, abandono e indisciplina escolar.

"A legislação tem que criar mecanismos administrativos e judiciais, desburocratizados, efectivos e atempados de responsabilização dos pais e encarregados de educação em casos de indisciplina escolar, absentismo e abandono, modificando a lei que consagra o Estatuto do Aluno e outras leis conexas", disse à Lusa Luís Braga, presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Darque e autor do texto.

Este professor de história escreveu um texto a que chamou "Petição pela responsabilização efectiva das famílias nos casos de absentismo, abandono e indisciplina escolar", disponível aqui.

Em dois dias, recolheu quase 1000 assinaturas. O objectivo é reunir quatro mil para "obrigar" a Assembleia da República a discutir a questão em plenário. "Na prática, o que defendo é que os encarregados de educação têm de ser responsabilizados pela educação ou não educação dos alunos", disse o docente.

"Os mecanismos criados devem traduzir-se em medidas sancionatórias às famílias negligentes, como multas, retirada de prestações sociais e, no limite, efeitos sobre o exercício das responsabilidades parentais, como é próprio de uma situação que afecta direitos fundamentais de pessoas dependentes", salienta a moção.

"Actualmente, a única coisa que um professor pode fazer se um aluno faltar sucessivamente é um teste de recuperação para avaliar as dificuldades da criança e isto não é nada", disse Luís Braga.

A petição colheu já assinaturas de pessoas que, para além do nome, escrevem diversos comentários. "Sou mãe e exijo que os meus direitos sejam assegurados" e "a educação passa pela família", são alguns dos 'recados' deixados pelos peticionários.

"No momento presente, as faltas e actos de indisciplina são pouco eficazmente sancionados, tendo-se optado por medidas de tipo pedagógico, com fortes entraves burocráticos e com pouca eficácia junto dos agentes dos actos em causa", refere a petição.


NOTA: Esta petição deve ser assinada com o nome completo, uma vez que também têm de referir o nº do BI e e-mail, para poder ser considerada legalmente válida e aceite na Assembleia da República.

LEGALISE


O Tribunal de Coimbra aplicou uma pena de dois anos e três meses, suspensa por igual período.
ao homem de 40 anos. O juiz aconselhou-o a procurar “tratamento clínico”
Começa a ser um lugar comum as noticias sobre pedofilia e se por um lado nos preocupa o numero crescente de casos que vêm a lume, ainda mais nos deve preocupar o facto da maioria das penas darem em pena suspensa e pasme-se sugerindo o tratamento.
Qualquer dia algum desses iluminados que defendeu a legalização do aborto ou que defende a legalização da droga ou do casamento dos homossexuais, virá terreiro pedir a legalização da pedofilia. Nada de estranho uma vez que na Holanda e perfeitamente legal existe o partido que defende este tipo de aberrações. Entretanto e enquanto em nome de uma liberdade qualquer, os predadores sexuais ainda não têm a vida completamente facilitada o sistema já despenalizou este tipo de crime a avaliar pelas sentenças.

terça-feira, maio 19, 2009

Eu conto stora se isso a excita


Uma aula de “cidadania” que mais parece saída de um filme porno.
Felizmente esta professora faz parte daquela minoria que urge afastar das nossas escolas.
Sua Excelência a Sr. Dr. pode até ter andado muitos anos a queimar as pestanas, mas de pouco lhe valeu em termos de formação pessoal.
De gente porreirinha está o inferno cheio. O que nos faz falta são professores competentes e bem formados, para sabermos que os nossos filhos são ensinados mas também educados e não de gente mal amada que parece aproveitar as aulas para uns momentos de prazer ou para descarregar frustrações.

Movimento invoca nulidade de acórdão



O movimento de cidadãos que contesta a co-incineração em Souselas, Coimbra, invocou a nulidade do acórdão do Supremo Tribunal Administrativo (STA) que admitiu os recursos do Ministério do Ambiente e da Cimpor, alegando tratamento desigual.


Em causa está um acórdão do STA, do passado dia 7, que admite recursos apresentados pela cimenteira Cimpor e pelo Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional à decisão do Tribunal Central Administrativo (TCA) Norte de suspender a co-incineração de resíduos industriais perigosos (RIP) em Souselas.

Em declarações hoje à agência Lusa, o advogado Castanheira Barros disse que o STA, em acórdão datado de 07 de Maio, “afirma que não houve contra-alegações [do Grupo de Cidadãos de Coimbra] mas elas estão no processo, são 30 páginas”, argumentou.

O causídico justifica a invocação da nulidade do acórdão pela “contradição entre os fundamentos e a decisão”.

“Decidiu-se que não havia contra-alegações e os factos dizem o contrário. Não houve igualdade de tratamento”, criticou.

O movimento de cidadãos alega ainda ter existido “omissão de pronúncia” no acórdão.

“O Supremo Tribunal Administrativo não se pronunciou sobre as nossas alegações”, disse, manifestando-se convicto de que o acórdão “deverá ser declarado nulo”.

Explicou que a invocação de nulidade, entregue segunda-feira, impede que o processo seja redistribuído para ser julgado, sendo analisada pelos mesmos três juízes que proferiram o acórdão, que terão de elaborar um novo, caso o anterior seja declarado nulo.

Segundo Castanheira Barros, mesmo que o tribunal admita os dois recursos do Ministério do Ambiente e da Cimpor “não significa que os mesmos venham a ser julgados favoravelmente”.

“A co-incineração em Souselas continua suspensa até os recursos serem julgados”, sublinhou.

O denominado Grupo de Cidadãos de Coimbra interpôs uma acção no Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra para impedir a queima de resíduos industriais perigosos na cimenteira de Souselas, mas a decisão foi-lhe desfavorável.

Recorreu então para o Tribunal Central Administrativo - Norte, que atendeu às alegações apresentadas e suspendeu o processo.

Segundo Castanheira Barros, a interrupção do processo foi conseguida por via indirecta, pedindo a suspensão da eficácia das licenças ambiental, de instalação e de exploração.
notícias da mesma secção.

Dobre de finados para a agricultura portuguesa?


A pouco e pouco, as terras vão sendo abandonadas, fartos de trabalho árduo, de sol a sol, os agricultores portugueses demandam outras paragens e profissões.
Problemas de escoamento, redimensionamento das parcelas, desertificação do interior, falta de apoio do Ministério da Agricultura e Pescas, desde a formação ao encerramento das inúmeras delegações deste Ministério, tudo tem contribuído para que a Agricultura Nacional se encaminhe a passos largos para o fim!
Neste momento, quem cultiva os campos é uma camada da população bastante envelhecida, pois os novos não querem nada com a terra.
Os mais velhos encontram na terra um complemento às suas escassas reformas.
No entanto, tudo isto poderá piorar ainda, se os agricultores tiverem que declarar no prazo de um ano, todos os poços, linhas de água, fossas e ribeiros que atravessam as suas terras. Terão ainda que assinalar a potência dos seus motores de rega e assinalar num mapa os seus poços através de GPS e com recurso à Internet!
Quem assinalará os poços das terras que jazem ao abandono?
De acordo com o Decreto-Lei nº 226A/2007, de 31 de Maio, todos os proprietários e arrendatários de utilizações dos recursos hídricos, que à data da entrada deste decreto-lei não disponham de título que permita essa utilização, têm que pedir as devidas autorizações/licenças/concessões de utilização, junto das autoridades competentes.
O pedido de autorizações/licenças/concessões é obrigatório para todos os proprietários de terrenos em que haja qualquer tipo de utilização dos recursos hídricos, existentes e que não esteja legalizada, sejam elas poços, noras, furos, minas, charcos, barragens e ou açudes, quer se destine para consumo humano, rega ou actividade industrial.
Para o caso de poços ou furos, executados antes da entrada em vigor da referida legislação, o Artº 89º do mesmo diploma prevê a sua regularização no prazo de 2 anos, isto é, até dia 31 de Maio de 2009.
A legislação citada prevê o regime sobre as utilizações dos recursos hídricos, devendo os pedidos de emissão de títulos de utilização dos recursos hídricos ser instruídos conforme o regulamentado na Portaria n.º 1450/2007, de 12 de Novembro (Diário da República, 1.ª série — N.º 217 — 12 de Novembro de 2007).
A Regularização deve ser requerida mediante requerimento com o tipo e as características da captação, sua localização, características da exploração e o relatório final.
A inexistência deste, deverá ser substituída pela entrega de um relatório de peritagem técnica da captação, efectuada por um técnico com formação na área da hidrogeologia. Após apreciação será emitido o respectivo título de acordo com a legislação (Licença ou Autorização).
Se o requerimento for apresentado até 31 de Maio de 2009, os utilizadores ficam isentos da aplicação da coima e poderão atribuir as concessões, licenças e autorizações necessárias para cada tipo de utilização.
Caso seja detectada qualquer utilização não declarada após 31 de Maio, o seu proprietário incorre numa contra-ordenação muito grave, cuja coima mínima, para particulares, pode ir de 25 mil a 37.500 euros. No caso de pessoas colectivas, a coima pode ir de 60 mil a 2,5 milhões de euros.
É que o governo conta amealhar mais uns cobres, no entanto o tiro pode-lhes sair pela culatra.
Ficando sem impostos e os pequenos e médios agricultores nacionais abandonarem de vez a terra ingrata.
Depois da Indústria, do Comércio, dos Serviços, agora chegou a vez da agricultura.
Já entregaram o país de bandeja em Bruxelas e andam a apregoar para aí que não é sustentável.
Tragam de volta D. Afonso Henriques e D. Nuno Alvares Pereira, que por certo que saberiam o que fazer com tantos socretinos e respectivos comparsas.

FONTE

Roubaram metadona do IDT durante o fim-de-semana


Assalto a Centro de Atendimento de Toxicodependentes levou a alerta nacional para que todos os centros acautelem as suas medidas de segurança.
Os criminosos seguros da impunidade que o sistema lhes confere, perderam completamente a vergonha.
Bem tentam os responsáveis esconder o sol com uma peneira, mas tudo leva a crer que têm havido mais casos de roubo de metadona.
Agora depois de casa roubada trancas na porta ou então a legalização o meio encontrado pelo sistema quando não quer ou sabe combater os flagelos da sociedade.

segunda-feira, maio 18, 2009

SEMANA ACADÉMICA DE OLIVEIRA DO HOSPITAL 2009

PNR COIMBRA


Esta madrugada os militantes e simpatizantes do PNR Coimbra efectuaram mais uma acção de activismo no Distrito.
Centenas de cartazes, panfletos e autocolantes, foram colados e distribuídos nos concelhos de Tábua, Oliveira do Hospital, Arganil, Poiares e Penacova.
Na próxima sexta-feira visitaremos a Figueira da Foz e no domingo faremos propaganda em Montemor-o-velho, Soure, Condeixa, Penela, Lousã e Miranda do Corvo.
Estas acções de propaganda inserem-se na campanha para as Eleições Europeias e terão o seu ponto mais alto no dia 30 de Maio com a realização de um almoço nacionalista em Coimbra.
Para participar no almoço ou colaborar nas acções de activismo é favor contactar:

Email: PNRCoimbra@gmail.com
Telemóvel: 961488375

domingo, maio 17, 2009

Basta de Federastas



No próximo dia 7 de Junho, na Eleição para o Parlamento Europeu, os portugueses precisam de dar um sinal claro de que querem mudar o rumo de Portugal e castigar os grandes culpados de sempre com o seu voto no PNR. Votar no PNR não é votar em falsos compromissos ou em palavrinhas hipócritas e politicamente correctas. Votar no PNR é votar na mudança!
Os objectivos do PNR passam pela afirmação de um discurso diferente, vincadamente contra o federalismo de Bruxelas, tão submetido e lacaio do imperialismo sionista americano. Lembrar que esta "europa" nos entrou pela porta dentro sem qualquer consulta, alienando progressivamente a nossa soberania a troco de uns milhões, aliás consumidos de modo bastante duvidoso. Portugal não vive de betão e alcatrão e não é aceitável trocar a independência nacional por esmolas.
Para lá da crise que efectivamente afecta a maioria das pessoas com gravidade, bem pior que isso é a corrupção que se vive em Portugal e o crescente fosso que separa ricos e pobres, retratando assim uma terrível injustiça social. Portugal caminha a passos largos para o terceiro-mundismo! Criminalidade, desemprego, injustiça social, fosso gigante entre os ricos e os pobres, e classe média com a corda na garganta.
Por outro lado o PNR é francamente contra as politicas de imigração desta Europa que não pára de copiar o modelo americano, que embora poder e falido não deixa de tentar fazer sentir a sua influência nefasta.
A imigração é talvez o mecanismo mais utilizado pelo capital, no intuito de aumentar a oferta de mão e consequentemente fazer baixar os salários. Ao longo dos tempos a “importação” massiva de mão-de-obra tem sido a melhor arma contra as justas reivindicações dos trabalhadores. Foi assim durante a construção dos caminhos-de-ferro americanos quando o capital combateu as lutas operárias, com vagas e vagas de trabalhadores chineses e mexicanos e só assim se compreende que nos nossos tempos conquistas como a idade de reforma, ou os horários de trabalho, estejam a ser postas em causa somente porque a burguesia reinante possui nos bancos de suplentes mais uma grande quantidade de jogadores que não hesitará em por a jogar caso a oposição às reformas assim o justifique.
Em quase toda estas manobras sujas do capital, foi muitas vezes confundido o inimigo, é certo que a politica de portas escancaradas trás aos países muita gente que longe de procurar uma vida melhor, apenas imigra porque os “os programas de novas oportunidades” dos países de acolhimento lhes vão facilitar a continuação da actividade criminosa. No entanto a esmagadora maioria dos imigrantes saem dos seus países de origem no intuito de procurar uma vida melhor e aqui começa mais uma ajuda ao grande capital apátrida. Assim é certo que para sair de um país é necessário algum poder económico e também uma certa dose de informação, sendo por isto que a vaga de imigrantes é normalmente constituía por classes um pouco mais favorecidas, sendo que estes estratos sociais são peças importantes no desenvolvimento dos seus países. Ficando para traz aqueles mais desfavorecidos e meia dúzia de déspotas que o neocolonialismo faz questão em sustentar. Sem o sangue necessário para fazer progredir o aparelho produtivo pode o grande capital continuar a sugar as matérias-primas em troca de bens essenciais que estes países nunca produzirão.
Por ultimo estaremos sempre contra a entrada da Turquia na Europa, enquanto outros países muito mais europeus são deixados de fora, enquanto a UE ao serviço do amo americano hostiliza a Rússia, também e segundo as Ordens dos Novos senhores do Templo, vai procurando uma aproximação à Turquia.
A entrada da Turquia na União abrirá a caixa de Pandora do alargamento. Como recusar, a seguir, os 200 milhões de turcófonos do Cáucaso e da Ásia Central, ou os Estados do Magreb? A U.E. herdará todos os contenciosos geopolíticos (água, fronteiras, minorias, etc.) que a Turquia mantém com os seus vizinhos. Sem esquecer os tráficos de droga, armas e imigrantes clandestinos, dos quais é uma das maiores placas giratórias.
Dizer que a Turquia é historicamente europeia é tão verdadeiro como dizer que a França, na qualidade de potência colonial que foi, é africana. A Turquia não é mais europeia pela sua geografia (excepto Istambul e a Trácia) do que pelos seus costumes ou a sua consciência civilizacional. Os turcos definem-se como um povo asiático, cuja idade de ouro é o apogeu do Império Otomano, e se uma fraca minoria kemalista ou saída dos bairros privilegiados de Istambul se sente europeia, os habitantes dos bairros de lata de Istambul e dos campos da Anatólia reconhecem-se mais no vizinho iraquiano do que nos europeus do norte, ou mesmo nos gregos cristãos. A nomeação de um cidadão turco para a direcção da Organização da Conferência Islâmica (OCI, pró saudita), depois os inquietantes propósitos irredentistas de Erdogan, acusando a Grécia de «perseguir os turcos muçulmanos» da Trácia (1), ou ainda a política panturca de Ankara na Ásia Central e no Cáucaso, mostram bem que a Turquia permanece o país «dreaming west and moving east».
A principal razão porque alguns países, incluindo Portugal, apoiam a entrada da Turquia na União é a pressão dos EUA. Estes são todos países pró-Estados Unidos e vão fazer o jogo de Washington. Porque a mim parece-me que Portugal só vai sair prejudicado com a Turquia na União Europeia.

Ontem no Bairro da Bela Vista, hoje em Chelas, amanhã num local perto de si


Desacatos em Chelas acabam com dois feridos ligeiros e uma viatura da PSP apedrejada.
Portugal cada vez mais pode ser considerado um país do Terceiro Mundo, porque se já o era em muitos aspectos, fica agora com o quadro completo no que toca a este tipo de acontecimentos.
Negar que as condições sociais não contribuem para o aumento da criminalidade, é tão estúpido como negar que a imigração descontrolado não é um factor de aumento da criminalidade.
Apontar apenas o dedo à crise sem apontar o dedo à impunidade que gozam neste momento os criminosos, também é tentar enganar as pessoas.
A criminalidade vive da falta de condições sociais, da mesma forma que vive da falta de penas severas e de uma actuação policial mais musculada. O capitalismo vive da imigração e como tal tenta a todo o custo esconder o seu “contributo” para o aumento da criminalidade.
A esquerda vive das migalhas que a direita lhe atira e como tal colabora em todo o enredo. Defende a imigração sabendo que prejudica os trabalhadores nacionais. Tenta esconder a criminalidade sabendo que ela prejudica sobretudo os mais desfavorecidos.
Apesar do sistema dizer que tem estes casos controlados, a realidade mostra-nos que eles têm tendência a alastrar.
Durante o cortejo da queima das fitas, um grupo de “jovens” rodeou um dos carros e impediu a sua passagem, na fora a pronta actuação da policia podia o caso ter sido um pouco mais grave.
Também sabemos que a propósito de participar em certas festas, tão em moda em certas discotecas da província, muitos “jovens” organizam autenticas excursões, sendo que nesses dias a criminalidade e a insegurança disparam nesses locais.
É bom de ver e só os políticos do sistema insistem em tentar tapar o sol com uma peneira. Um dia num lugar perto de si, patrocinado por algum empresário corrupto e gozando da benevolência do sistema, também vai poder “desfrutar” dos “benefícios” da criminalidade que a Nova Ordem Mundial nos tenta impingir.

sábado, maio 16, 2009

CAP promete Verão de protestos de rua contra política agrícola do Governo


A direcção da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) vai definir, na próxima quarta-feira, um programa de acções públicas de contestação da política agrícola do Governo. Manifestações, cortejos, sessões de esclarecimento e grandes concentrações de agricultores, a primeira das quais poderá realizar-se já no início de Junho, durante a Feira Nacional da Agricultura, são algumas das iniciativas previstas.
è natural que os nosso agricultores estejam descontentes, mas é preciso que iluminem de vez a doença em vez de andarem só a tratar de baixar a febre.
Este governo os anteriores e todos os partidos do sistema são os culpados do estado a que chegou a nossa agricultura. Desde os tempos do PREC e com a ajuda da EU, os campos vão ficando vazios, trabalhar a terra deixa de ter interesse.
Só eliminando o mal pela raiz é possível, tornar a agricultura rentável, quer no que toca às grandes explorações, quer no que toca às explorações familiares. A EU prejudica e prejudicou a nossa agricultura.
Convém lembrar as propostas do PNR para a agricultura.
Políticas como a PAC têm constituído a desgraça e o desespero dos nossos agricultores, constatando-se o abandono crescente dos campos, fomentado por Bruxelas, a redução da população activa neste sector, a carestia dos produtos agrícolas, mercado português inundado de produtos de qualidade inferior e impondo uma concorrência desleal, graças aos baixos custos que a agricultura intensiva, lesiva do ambiente e da saúde dos consumidores proporciona.
As quotas de produção constituem outro mecanismo vergonhoso, que prejudica quem trabalha e é produtivo. Há muita gente em situação de pobreza e até passando fome, mas prefere-se destruir produtos agrícolas em nome de interesses, que nada têm a ver com Portugal.
O PNR propõe-se:
• Salvaguardar o mundo rural, através da revitalização dos campos, encorajando o turismo de qualidade, as animações culturais e ajudando os jovens agricultores a conservar o gosto dos trabalhos da terra.
• Implementar uma linha de crédito bonificado para os jovens agricultores, nomeadamente para a aquisição de equipamento, e criação de escolas profissionais para estes sectores.
• Proteger a agricultura tradicional, diversificada e biológica, defendendo as explorações de média dimensão e de dimensão familiar, cujo papel económico, social e ambiental não pode ser esquecido. Para tal, deve haver uma moratória das dívidas dos pequenos agricultores, uma redução da burocracia e um apoio aos preços dos produtos agrícolas.
• Promover uma política de etiquetagem, de modo a privilegiar a qualidade à quantidade e o consumo de produtos naturais e regionais.
• Promover o desenvolvimento das culturas susceptíveis de serem utilizadas como matérias-primas industriais, bem como aquelas que mais se adequam às condições naturais do nosso país.
• Desenvolver uma política de ordenamento do território racional e credível, que permita a exploração sustentada da silvicultura, bem como a expansão desta actividade económica.
• Proteger a fertilidade dos solos, desenvolvendo medidas de combate à erosão e à desertificação.
• Assegurar a maior independência alimentar possível, tendo em conta possíveis convulsões internacionais ou catástrofes naturais e criar nichos de produção que consigam penetrar nos mercados externos.

GÓIS - UMA DEZENA DE ACUSADOS NO NEGÓCIO DA QUINTA DO BAIÃO



O Ministério Público de Coimbra acusou cerca de uma dezena de arguidos no processo que envolve o negócio da Quinta do Baião, em Góis, entre os quais estão várias personalidades de destaque daquele concelho, muitas ligadas ao Partido Socialista.
Os vereadores (onde se inclui o actual presidente Girão Vitorino) que, em 1999, aprovaram a venda do terreno à Associação de Desenvolvimento Integrado da Beira Serra (ADIBER) estão acusados da prática do crime de participação económica em negócio. Já a direcção da ADIBER (onde se inclui José Cabeças e Lurdes Castanheira) é acusada da prática do crime de fraude na obtenção de subsídio tal como o gestor do respectivo programa comunitário, Nuno Jordão.
De fora do rol de acusados ficou o actual executivo (entre os quais Diamantino Garcia que apesar de ter sido eleito pelo PS é agora o candidato do PSD às autárquicas) que em 2007 deliberou a venda do terreno, cumprindo a decisão anterior.
De um modo genérico, os autarcas em funções em 99 são acusados de terem aprovado a venda do terreno por 250 mil euros, um valor inferior em 75 mil euros ao de uma avaliação então efectuada. E nem o facto de o terem feito com base no facto de se tratar de um projecto relevante para o município e para seu desenvolvimento impediu a sua acusação.
O terreno iria ser vendido à ADIBER que tinha para ali projectado um projecto de agro-turismo. Com base na deliberação camarária, a direcção da ADIBER candidatou o projecto aos fundos comunitários (Leader II) recebendo 234 mil euros provenientes de Bruxelas. Todavia, alegadamente por questões jurídicas o terreno não foi sequer escriturado no prazo de execução do projecto previsto pelo programa comunitário (só o seria em 2007). Por isso, a direcção então presidida por José Cabeças (à época presidente da Câmara e hoje novamente presidente da ADIBER) que também integrava a actual candidata do PS à Câmara de Góis, Lurdes Castanheira, entre outros elementos, está acusada pela prática do crime de fraude na obtenção de subsídio. O gestor do Leader II, que permitiu a conclusão do processo sem que o terreno tivesse sido escriturado, é acusado da prática do mesmo crime.
Após a denúncia anónima, foi realizada uma inspecção e quando foi apresentado o resultado a ADIBER já tinha escriturado o terreno, mas o Ministério da Agricultura exigiu na mesma a devolução do financiamento. Por isso, a ADIBER tentou vender o terreno a um privado (por 450 mil euros) para pagar a dívida, mas a autarquia exerceu o direito de preferência sobre os 250 mil euros do contrato e a ADIBER recuou. Neste momento, ainda não terá devolvido o dinheiro e o terreno continua na sua posse, pese embora a autarquia possa, se o projecto de agro-turismo não se concretizar até Setembro deste ano, como clausulado, agir judicialmente e a posse da parcela será devolvida à Câmara, sem qualquer contrapartida.

FONTE

PNR Europeias 2009 | Entrevista na RTP2


O nosso Cabeça de Lista, Humberto Nuno de Oliveira, estará em entrevista no "Jornal 2", na RTP 2, no dia 19 de Maio pelas 22.00 horas.

Esta entrevista insere-se num conjunto de entrevistas do "Jornal 2" a todos os candidatos às Eleições Europeias, que terá início no dia, sendo por isso, Humberto Nuno de Oliveira o segundo convidado do programa de informação.

sexta-feira, maio 15, 2009

Baixa de Coimbra: uma porta sempre aberta


Os comerciantes da baixa, sacrificando o seu descanso semanal, mas lutando para salvar o seu negócio, vão abrir ao sábado de tarde.
Durante todo o sábado o estacionamento será grátis na baixa e a autarquia vai disponibilizar mais transportes públicos durante a tarde.
Saudamos esta iniciativa dos comerciantes da baixa e prometendo divulgá-la o mais possivél.
Fazemos votos para que o povo de Coimbra, perceba que comprar no comércio tradicional, não fica mais caro, antes pelo contrário e que a relação cliente fornecedor é muito mais próxima, muita mais humana, condição para se fazer uma compra de muito mais confiança.

Para o PNR, a cidade é um espaço urbano onde deve coexistir a tradição e a modernidade; um espaço de convivência humana, sã e harmoniosa; um espaço onde confluem funções sociais, económicas e culturais. O comércio tradicional desempenha uma importante função dentro do espaço urbano pois, além de o humanizar, potencia a dinamização social, económica e cultural. O comércio tradicional é, pois, um elemento fundamental para o equilíbrio do espaço urbano, e, como tal, deve ser preservado.

As causas da crise que afecta o comércio tradicional

As causas que trouxeram a crise a este sector têm essencialmente a ver com a proliferação desregrada de grandes superfícies comerciais, fruto de lóbis financeiros poderosíssimos em coligação com os partidos do sistema (mais interessados no lucro e na expropriação do que no bem-estar dos cidadãos, dos pequenos comerciantes, e da sustentabilidade das nossas cidades).
Há ainda um outro problema nada despiciendo. Ao contrário dos restantes partidos políticos (que preferem fechar os olhos aos problemas reais), o PNR conhece bem as dificuldades que a invasão chinesa tem vindo a acrescentar aos já mais do que muitos problemas com que os comerciantes portugueses se defrontam diariamente: as lojas chinesas oferecem uma concorrência feroz e desleal! Recordamos que a China produz com recurso à exploração miserável dos seus trabalhadores, sujeitando-os a 14 e mais horas diárias de trabalho, em condições sub-humanas e com salários extremamente baixos; os estabelecimentos chineses vendem produtos de fraca qualidade e não oferecem quaisquer garantias aos consumidores. Por isso, conseguem vender a preços tão reduzidos. E, claro está, em tempo de crise os portugueses não têm muitas alternativas, sendo levados a optar pela baixa qualidade, a baixos preços.

Objectivos e propostas

O PNR, como Partido Nacionalista que é, e preocupado que está com todos os aspectos da vida da Nação, considera que lutar pela preservação do comércio tradicional é algo que se impõe! Impele-nos o receio de ver o comércio tradicional definitivamente esmagado pelas grandes superfícies comerciais e pela especulação imobiliária inerente (controlada por predadores de riqueza poderosos e sem escrúpulos); de ver o centro das nossas cidades transformados em desertos, onde só habitam o crime e a marginalidade; de herdar cidades profusamente edificadas por vetustos e devolutos, mas destituídas do seu importante carácter humano, social e cultural.

No concreto, o PNR propõe:

- fiscalização dos estabelecimentos estrangeiros e encerramento daqueles em que se prove haver irregularidades;
- taxas aduaneiras aos produtos provenientes da Ásia;
- baixa do IRC;
- melhoria das condições do centro da cidade, tornando-o mais acessível e apelativo (mais limpo, mais verde e com mais animação cultural);
- erradicação da criminalidade que tem alastrado no centro da cidade;
- fim à proliferação das grandes superfícies comerciais e sujeição às já existentes a um agravamento de impostos;
- controlo eficaz da especulação imobiliária;
- repovoamento do centro histórico da cidade.

quarta-feira, maio 13, 2009

Santarém | Almoço-convívio e acção de campanha


Terá lugar um almoço-convívio no dia 23 de Maio, às 13.30 horas, em Santarém.

O almoço está aberto a todos os militantes e simpatizantes do distrito bem como aos de outros locais que resolverem ajudar-nos com a sua presença.

Depois do almoço será feita uma distribuição de panfletos das Eleições Europeias 2009 no centro da cidade.

Estarão presentes o Presidente do PNR, José Pinto-Coelho e outros dirigentes do PNR.

Inscrições
| email : ce@pnr.pt
| telemóvel: 96 437 82 25

terça-feira, maio 12, 2009

Investigação concluiu que foram cometidos crimes contra a humanidade na Faixa de Gaza


Está terminada a investigação, pedida pela Liga Árabe a um grupo de peritos internacionais, sobre a guerra na Faixa de Gaza. Os especialistas concluíram que foram praticados crimes de guerra e contra a humanidade e que há suspeita do crime de genocídio por parte de militares israelitas.
Terminada a investigação que foi pedida pela Liga Árabe a um grupo de peritos internacionais, formado por juristas e especialistas em Medicina Legal, as conclusões indicam, que na guerra na Faixa de Gaza foram praticados crimes de guerra e contra a humanidade e há suspeita de que militares israelitas possam ter cometido também o crime de genocídio.
Esta comissão independente já enviou as conclusões da investigação à Liga Árabe e recomendou à organização que os crimes sejam agora investigados pelas Nações Unidas.
A comissão concluiu ainda que na guerra na Faixa de Gaza, do lado palestiniano foram mortas 1400 pessoas, das quais 300 eram crianças e cerca de 100 mulheres.
Já do lado israelita morreram quatro civis e que 180 ficaram feridos.

E os mandantes?


O presidente do Eurojust, Lopes da Mota poderá vir a ser alvo de um processo disciplinar no seguimento do inquérito às alegadas pressões sobre dois procuradores do caso Freeport, Vítor Magalhães e Pães Faria.
A provar-se todas estas pressões, impõe-se que se apure se toda esta trama nasceu simplesmente na cabeça de Lopes Mota ou se também ele recebeu pressões para assim agir.
Tenho cá para mim que já foi encontrado um bode expiatório e que os mandantes vão ficar de fora.

Grupo criminoso de Famalicão teria “célula” em Arazede


Um casal residente em Arazede, ele com 64 anos e ela com 56 anos, foi identificado e constituído arguido, no âmbito de uma mega operação desenvolvida pelo Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Santo Tirso. O casal é suspeito de ser angariador de clientes, nomeadamente de compradores de moeda falsa, para a cabecilha de uma organização, sediada em Famalicão.
Na busca efectuada no sábado de manhã à residência do casal, os militares da GNR apreenderam, segundo apurámos, duas espingardas caçadeiras e 40 munições, bem como quatro notas que se supõe serem contrafeitas, de proveniências tão estranhas como o Egipto, a Venezuela, a Indonésia e Nicarágua.
Não pomos em duvida o meritório trabalho da guarda e da policia, sabemos no entanto que as novas leis engendradas pelo sistema e alguma cultura de esquerda de certos magistrados, deitam por agua abaixo todo esse trabalho e a pouco e pouco vão causando um sentimento de frustração nas forças de segurança.
Por tudo o que dissemos não se admirem se estes criminosos depois de presentes a juiz, sejam mandados em liberdade.

FONTE

Crise! Qual crise?


Os lucros do BCP dispararam 625 por cento para os 106,7 milhões de euros nos primeiros três meses do ano. O valor é muito acima do previsto pelos analistas e contrasta com os 14,7 milhões apurados no trimestre homólogo.

segunda-feira, maio 11, 2009

Turquia não!


Presidente da República chega à Turquia, uma visita de Estado de quatro dias, e aconselha uma palavra-chave para as autoridades turcas perante a UE “sedução”.
Era bom de ver que a viagem de Cavaco silva á Turquia não se destinava só para fazer negócios.
Levou a lição bem estudada e fez o discurso do grande capital europeu que vendo na Turquia um imenso mercado para escoar os seus produtos, não têm em conta os imensos perigos que a adesão da Turquia à EU pode trazer.
Os capitalistas que governam a Europa, Fazem pressão sobre os seus lacaios para que a adesão se torne uma realidade, pensam somente nos seus lucros deixando para o povo para os trabalhadores todos os perigos que dai advêm.
A entrada da Turquia na União abrirá a caixa de Pandora do alargamento. Como recusar, a seguir, os 200 milhões de turcófonos do Cáucaso e da Ásia Central, ou os Estados do Magreb? A U.E. herdará todos os contenciosos geopolíticos (água, fronteiras, minorias, etc.) que a Turquia mantém com os seus vizinhos. Sem esquecer os tráficos de droga, armas e imigrantes clandestinos, dos quais é uma das maiores placas giratórias.
Dizer que a Turquia é historicamente europeia é tão verdadeiro como dizer que a França, na qualidade de potência colonial que foi, é africana. A Turquia não é mais europeia pela sua geografia (excepto Istambul e a Trácia) do que pelos seus costumes ou a sua consciência civilizacional. Os turcos definem-se como um povo asiático, cuja idade de ouro é o apogeu do Império Otomano, e se uma fraca minoria kemalista ou saída dos bairros privilegiados de Istambul se sente europeia, os habitantes dos bairros de lata de Istambul e dos campos da Anatólia reconhecem-se mais no vizinho iraquiano do que nos europeus do norte, ou mesmo nos gregos cristãos. A recente nomeação de um cidadão turco para a direcção da Organização da Conferência Islâmica (OCI, pró saudita), depois os inquietantes propósitos irredentistas de Erdogan, acusando a Grécia de «perseguir os turcos muçulmanos» da Trácia (1), ou ainda a política panturca de Ankara na Ásia Central e no Cáucaso, mostram bem que a Turquia permanece o país «dreaming west and moving east».
A principal razão porque alguns países, incluindo Portugal, apoiam a entrada da Turquia na União é a pressão dos EUA. Estes são todos países pró-Estados Unidos e vão fazer o jogo de Washington. Porque a mim parece-me que Portugal só vai sair prejudicado com a Turquia na União Europeia

Turquia na Europa? Não!
20 Boas razões (e uma provocação) para dizer não à Turquia

Motivos geográficos:

95% do seu território é asiático;
Coloca as fronteiras da UE no Médio Oriente;
A Europa ganha perigosas fronteiras;

Motivos culturais:

A língua não é indo-europeia;
As raízes culturais não são greco-latinas;



Motivos demográficos:

Em 2015 será o país mais populoso da UE;
1 em 5 habitantes da UE será turco;
Nova vaga migratória;
Abre as fronteiras da UE a milhões de turcofonos;

Motivos políticos:

Não reconhecimento do genocídio arménio;
Conflito cipriota;
Questão curda;
Não respeita os direitos humanos;
A Turquia é um cavalo de Tróia americano;

Motivos institucionais:

Tornar-se-ia numa “super potência” administrativa;
Seria o país com mais peso no parlamento europeu;
Será o maior exército europeu;

Motivos económicos:

O PIB médio por habitante na Turquia é de 6500 Euros;
As empresas refugiam-se na Turquia à procura de mão-de-obra barata;
O país mais importante da UE seria o mais pobre.

Uma provocação:

E porque não aceitar Marrocos, Cabo-Verde, Israel, Tunísia, Iraque, Angola, Senegal?... (possivelmente Cabo-Verde e Angola, já que fazem parte da CPLP)

Europeias 2009


PNR - Europeias 2009 | Debate na RTP : Hoje segunda-feira, dia 11, às 22.00 horas, realiza-se um debate entre os candidatos às Europeias, na RTP1, com emissão a partir do Museu da Electricidade, onde estará presente Humberto Nuno de Oliveira.

domingo, maio 10, 2009

Calendário de Iniciativas do PNR Coimbra



Para os três períodos eleitorais que se aproximam é necessário que todos os nacionalistas se mobilizem. Pretendemos cobrir o distrito todo com propaganda e se possível ainda dar uma ajuda nos distritos vizinhos.
Ontem propaganda dedicada às eleições Europeia começou a ser distribuída e colada nos concelhos de Cantanhede e Montemor o velho, hoje faremos passagem por Mira e Vagos, na próxima sexta feira visitaremos os concelhos de Mealhada e Anadia, seguindo-se no domingo acções de activismo em Oliveira do Hospital, Tábua, Arganil, Poiares e Penacova.
Na sexta seguinte dia 15 colagens e panfletagem na Figueira da Foz, Soure e Condeixa.
Nos outros dias que nos restam até ao dia 7 de Junho não vamos baixar os braços, anunciaremos aqui as próximas acções, apelando sempre para que se juntem a nós com vista a uma maior abrangência de áreas a visitar.
Neste momento possuímos uma grande quantidade de material de propaganda que poderemos fazer chegar a todos aqueles que no distrito pretendam colaborar e dar voz aos nacionalistas.

MENTALIDADE E MÉTODOS DE LUTA

O meu bom amigo e camarada Caceteiro que em boa hora resolveu apoiar a candidatura do Humberto Nuno de Oliveira, publicou um texto que a todos deve fazer reflectir e que vêm de encontro ao que tenho sempre defendido e tentado pôr em prática.

Para o país deles e em força


O Bairro da Bela Vista passou a ser um território ocupado, para onde o governo envia com presa e em força a policia. Lembra-nos tempos idos, quando eclodiu a guerra em Africa, até nem faltam as criticas da esquerda para compor o ramalhete.
A escumalha que o sistema foi acantonado no bairro, para fazer um stock de mão-de-obra barata e poder assim ter possibilidade de chantagear e derrotar qualquer luta dos trabalhadores, sente a mão branda da justiça e o apoio dos “democratas” do costume pelo vai tentar continuar com os desacatos.
Segundo informa o JN a tenção vai subir na Bela Vista, visto os gangues terem intenção de abater um agente policial e já existirem contactos com a Cova da Moura para se auxiliarem mutuamente.
É preciso dizer basta, não nos cansamos de repetir, é preciso repatriar quem não sabe nem quer viver segundo as nossas leis e costumes é preciso parar a criminalidade, sobretudo é necessário que se trave a imigração, sobretudo enquanto durar a crise, sobretudo enquanto houver um português desempregado, sobretudo enquanto ela for usada como forma de obter mão de obra barata e como tal factor altamente prejudicial à subida de salários.
Por mais reuniões que façam eles não conseguem resolver um problema de do qual fazem parte. Não esquecemos que foi este ministro que deu ordens às policias para não revelarem a nacionalidade dos criminosos, e pressionou as direcções dos órgãos de informação para o mesmo. Para esta gente é preciso esconder a verdade o povo não tem direito a ser informado.
Concordamos plenamente com Jerónimo de Sousa o que se passa na Bela vista não é uma questão policial e que a culpas devem ser assacadas à crise. À crise económica e financeira cuja culpada é a direita e à crise cultural cuja culpada é a esquerda. À crise provocada pela imigração descontrolada tão defendida pela esquerda e pela direita.

SANTA COMBA DÃO - Autarca critica “interpretações abusivas” do museu de Salazar


O presidente da Câmara de Santa Comba Dão criticou ontem «interpretações abusivas» sobre a criação do museu e centro de estudos do Estado Novo nas casas de Salazar, no Vimieiro, assegurando estar determinado a avançar com o projecto.
Durante um ciclo de conferências sobre “Património local, turismo e preservação”, João Lourenço - que garante não ser simpatizante do ditador - lamentou que quer o património imóvel, quer «o outro, que é a memória colectiva do povo», seja mal tratado. «Há quem diga que um povo para ter futuro tem que ter um passado e respeitar esse passado», frisou, lembrando que Santa Comba Dão «tem vindo à baila por um passado não muito longínquo e ainda muito fresco na memória de toda a gente».
A polémica mais recente ocorreu quando a autarquia integrou no programa de comemorações do 25 de Abril a inauguração das obras de requalificação do Largo Dr. Salazar. «Tem havido interpretações abusivas de algumas intenções que a Câmara Municipal tem - não só esta, já a anterior tinha - de neste sector fazer um trabalho de preservação do património», lamentou João Lourenço.
O autarca realçou que o «passado recente ao qual Santa Comba está ligado umbilicalmente (devido à naturalidade de Salazar) é também um passado que teve reflexo no mundo e as coisas devem ser vistas dessa forma».
«Não podemos dissociar a história recente de Portugal da história do resto do Mundo e é importante que cada vez mais se consigam fazer abordagens a estes assuntos de uma forma séria, sem paixões, sem abusos», disse. Na sua opinião, «o pior que pode acontecer é querer apagar aquilo que aconteceu».

Pretende-se “preservação
de um património”
«Não é nossa responsabilidade fazer juízos de valor do que correu bem e correu mal. A história, como o supremo juiz do que acontece na vida das pessoas, haverá um dia de determinar aquilo que foi bom, o que foi mau e fazer esse juízo de valor», considerou.
Defendeu que aos autarcas cabe a responsabilidade de «fazer este trabalho de preservação, de defesa do património e de direccionar o aproveitamento deste património para fins turísticos», de forma a criar melhores condições para os munícipes.
«Nós queremos chegar lá, queremos continuar a trilhar um caminho que permita que as pessoas vivam melhor. Esse é que é o nosso grande objectivo e não iremos desperdiçar as condições naturais que temos, que também têm a ver com o património», acrescentou.
João Lourenço explicou que o que pretende é «a preservação de um património, que não é só o património imóvel que existe, que será talvez o menos importante, mas o património da memória de um povo que não tem que se arrecadar numa qualquer estante perdida».
«Têm que a mostrar, que a revelar, que a aproveitar para aprender e dar lições àqueles que vêm a seguir e tirar partido sob o ponto de vista económico da notoriedade que terá um projecto destes», sublinhou.
Ainda que seja um projecto polémico, o autarca garantiu que está determinado a avançar. «Não podemos ficar reféns deste ou daquele contributo menos válido e por vezes com a tentativa de impedir que as coisas avancem e se façam», considerou.
A autarquia continua, no entanto, a aguardar da Direcção--Geral das Autarquias Locais, há cerca de dois anos, a declaração de utilidade pública relativa a dois terços dos bens imóveis que pertencem a um dos sobrinhos de Salazar.

FONTE

sábado, maio 09, 2009

Casos Pontuais


O caso pontual do Bairro da bela Vista registou mais um caso pontual. Esperava-se que a policia consegui-se repor a ordem, mas os agentes tem as mãos atadas por uma legislação que beneficia criminosos e sobretudo os criminosos estrangeiros. Porque é preciso ajudar os empresários corruptos, porque é preciso mão-de-obra barata e escrava para as obras projectadas pelo sistema, o sistema impinge-nos a criminalidade. A esquerda fala em condições sociais e assim pretende justificar a onda crescente de crime, nada mais errado e estupidificante. Se cada português em dificuldades económicas enveredasse pela vida do crime, já viveríamos em plena guerra civil.
O único partido que sempre alertou acerca da imigração descontrolado, acerca da política de portas escancaradas foi o PNR.
Basta de imigração, não podemos continuar a receber imigrantes enquanto todos os dias portugueses perdem o seu posto de trabalho. Continuar com estas políticas significa menos trabalho para os portugueses, salários mais baixos e mais criminalidade. Só os políticos do sistema fingem não ver a realidade e tentam a todo o custo tapara o sol, com a peneira, nem que seja recorrendo à repressão sobre quem ousa dizer a verdade.
Os portugueses já não têm duvidas porque sofrem todos os dias com os “benefícios” da imigração e do multiculturalismo que o sistema nos impinge. É altura de dizer basta é altura de votar no PNR.

Tipologia politica




É comum a todos os politólogos de todas as facções, uma divergência quanto á natureza daquilo que chamamos extrema-direita.
Os politólogos comunistas não consideram que a extrema-direita seja uma descontinuidade em relação à direita. segundo eles a extrema direita não é mais que um prolongamento natural da direita, devendo por consequência classificado de direita extrema. Ela não é mais que uma radicalização da direita burguesa, que despoletou com surgimento de graves dificuldades, principalmente de ordem económica.
Quanto aos politólogos liberais, defendem que a extrema-direita é radicalmente diferente da direita, não existindo território comum entre ambas. Dai se compreender e a título de exemplo que René Rémond, tenha recusado integrar o fascismo na seu célebre estudo sobre as direitas. Para os historiadores liberais, extrema-direita e comunismo, estão metidas no mesmo cesto chamado totalitarismo.
Por aqui se vê que estas duas interpretações não podem ser verdadeiras simultaneamente. Podemos então afirmar, à primeira vista, que elas são as duas falsas ou que só uma é verdadeira.
Tendo em conta as opiniões de alguns peritos de um e outro campo, que se regem pela opinião da sua maioria, interrogo-me do porquê desta distorção.
Temos pois que o conceito de totalitarismo utilizado por estes politólogos de direita e que fez parte da receita em plena guerra-fria obedecendo a um interesse politico: metendo o fascismo e o comunismo no mesmo “cesto” totalitário, os ocidentais justificam a continuidade da guerra até 1945.
Reciprocamente, os teóricos comunistas fazem da extrema-direita ou do fascismo um simples desvio da direita, adoptando da mesma forma a táctica dos seus homólogos liberais. A ligação entre direita e extrema-direita permite também justificar uma bipolarização que no final a todos dá proveito.
Independentemente de qualquer má-fé politica que caracteriza por vezes os peritos, não podemos no entanto negligenciar a probidade intelectual de alguns dos pensadores que foram de um lado ou de outro.
E pensando bem, não se pode senão atribuir crédito às duas teorias simultaneamente e apesar da lógica o proibir. Eles tiveram que remover o obstáculo que é a abordagem inconsistente. Tudo se aclara se deixarmos de definir a existência de uma só extrema-direita mas sim de duas. Assim, se uma pressupõe a existência de uma extrema-direita, juntamente com a extrema-direita, as duas teorias são ambos consistentes.
Com efeito, a extrema-direita é assim o prolongamento da direita como o afirmam os pensadores comunistas e apesar da recusa dos principais intervenientes.
Com efeito é anti-sistema, como defendem os pensadores liberais, e, sem qualquer ligação com a direita. Isso explica o porquê da luta das SS e das SA durante a “noite das facas longas”. Explica também o porquê de um mesmo fenómeno se produzir, embora de maneira menos sangrenta na Itália. Eis porquê Drieu la Rochelle fez saber que Hitler havia perdido a guerra, e que desejara a vitória de Estaline.
Um dos erros possíveis terá sido considerar que a linha de fractura passava pela distinção entre reaccionários e revolucionários: Condreanu e Évola que eram reaccionários e não eram moderados.
Existe ainda sobre o lado direito do tabuleiro duas tendências antagónicas, a que se chamou extrema-direita e direita extrema que não só existem, mas ainda validam a análise dos dois tipos de politólogos




Alain Rebours

sexta-feira, maio 08, 2009

Eleições Europeias, a coragem de um candidato

Ontem na Quinta do Mocho, hoje no Bairro da Bela Vista, amanhã num local perto de si


A imigração descontrolada, os Bairros “Sociais”, a impunidade com que actuam os criminosos. A explicação não está na crise, porque caso contrario teríamos já um estado de guerra civil generalizada, porque muitos portugueses também perderam os seus empregos e não têm casas de borla nem vivem de subsídios. Estes bairros são covis de gangues organizados, na maioria formados por estrangeiros. O sistema esconde a verdade porque algum subempreiteiro, que contribuiu para a campanha eleitoral de algum partido precisa com urgência de mão-de-obra barata.
Casos como o da Bairro da Bela Vista, vão suceder-se e só é possível para-los com um forte apoio ao PNR, o único partido que tem coragem para dizer a verdade e tem soluções para a crise e para a criminalidade.
Este tipo de episódios lembra os que se sucedem nos bairros problemáticos americanos, nada que nos admire, pois a Europa copia a todo o gás o modelo do imperialismo sionista americano.

AGENDA PNR


Realiza-se, no dia 8, sexta-feira, entre as 18.00 e as 20.00 horas, um debate entre candidatos às Europeias 2009, organizado pelo Gabinete do Parlamento Europeu em Portugal, que terá lugar na Estação do Rossio (Atrium inferior).

DETIDO CASAL NA ADÉMIA



Suspeitos de lenocínio e posse ilegal de armas

A GNR de Coimbra anunciou ontem que deteve um casal (ele de 47 anos e ela com 27 anos) em Lôgo de Deus, Adémia, Coimbra, indiciado pela prática de lenocínio (incentivo à prática da prostituição), posse ilegal de armas e segurança privada ilegal.
Pelos mesmos motivos foi igualmente detido em Barcelos um terceiro suspeito de 28 anos, com residência em Nogueira do Cravo, Oliveira do Hospital.
As detenções ocorreram quarta-feira, no âmbito de uma acção policial desencadeada depois de terem sido emitidos pelo tribunal dois mandados de busca domiciliária.
As autoridades referiram que na sequência das buscas efectuadas apreenderam um total de 16 telemóveis, seis “walkie-tolkies”, 200 euros em dinheiro, uma pistola 6,35 modificada, uma matraca, um taco de basebol, um bastão extensível, 120 preservativos e quatro automóveis, dois dos quais topo de gama.
Os suspeitos foram presentes ontem à tarde no Tribunal de Oliveira do Hospital, prevendo as autoridades que as audiências se prolongassem noite dentro.

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quinta-feira, maio 07, 2009

Os hipócritas do costume


Uma emenda destinada a impedir Jean-Marie Le Pen de discursar na sessão inaugural do Parlamento Europeu será discutida quinta-feira, 7 de Maio.

O objectivo é evitar que Jean-Marie Le Pen presida a 14 de Julho, à reunião inaugural de deputados que serão eleitos durante as eleições europeias de 7 de Junho.
O Regimento da Assembleia deve ser alterado para privá-lo dessa honra que normalmente é atribuída ao membro mais velho.

Segundo a alteração apresentada pelo Partido dos Socialistas Europeus (PSE) e pelo Partido Popular Europeu (PPE), a primeira reunião será presidida, não pelo deputado mais velho, mas pelo presidente ou por um antigo vice-presidente. No caso improvável de nenhum deles ser reeleito, o ónus recai sobre o mais antigo parlamentar no seio da instituição.

FONTE

A frase está gasta e cheia de hipocrisia, mas faz parte do léxico de um bom “democrata” de um bom político do sistema.

“Posso não concordar com uma só palavra do que dizeis, mas defenderei até à morte o vosso direito de dizê-lo!”

Lembramos que deste grupos parlamentares fazem parte o PS o PSD e o CDS, o que mais uma vez prova que é tudo farinha do mesmo saco e é uma boa lição para aqueles que ainda pensam que é possível fazer alianças com os burgueses traidores dos partidos centristas e democratas cristãos.
Os partidos do sistema os políticos do sistema nem como adversários devem ser vistos, mas sim como inimigos políticos, uma vez que são inimigos da Pátria e do Povo.

Acção de limpeza do Choupal


Caros Amigos do Choupal

Por solicitação de um grande número de apoiantes que participaram no Cordão Humano, a Plataforma do Choupal em conjunto com o Grupo 222 (Adémia) da A.E.P e a C.N.E./Região Coimbra, organiza no próximo domingo, dia 10 de Maio, uma acção de limpeza nas áreas envolventes da Mata Nacional do Choupal.

Fazemos um apelo à participação de todos!

O programa prevê ainda um almoço partilhado entre todos os participantes e jogos populares à tarde.

Recomendamos aos participantes o uso de luvas, protector solar e calçado confortável.

Dia: Domingo dia 10 de Maio 2009
Hora: a partir das 9 horas
Ponto de Encontro: entrada sul junto à Ponte Açude

quarta-feira, maio 06, 2009

Do Presidente aos Nacionalistas | Maio de 2009


06-Mai-2009
Como é que se pode elogiar cegamente e sem pudor na mentira, o 25 de Abril? Afinal, tratou-se de uma revolução que trouxe para a rua, no mais grotesco carnaval, uma fauna de guedelhudos piolhosos com um aspecto medonho, que mais se parecem clones de Che Gevara à portuguesa, saídos directamente das cavernas. Basta ver as imagens que foram proficuamente revistas nestes últimos tempos nos meios de comunicação social, que só não são de ir às lágrimas de riso, pois foram acontecimentos reais, muito graves e sobre coisas muito, mas muito sérias. Não se tratam de imagens de um filme cómico de terror, mas de surrealismo feito realidade.
Essa revolução, levada a cabo por rapazolas rascas, alguns dos quais reciclados e “convertidos” em pessoas “responsáveis” e “credíveis”, apresentados nos dias de hoje como figuras de referência, bem-pensantes e mediáticas, mas que na verdade continuam igualmente nefastas, se bem que com outras vestimentas mais oportunas.
Esse 25 de Abril, é sistematicamente evocado como revolução pacífica, o que é mais uma das mentiras crassas. Pacífica? No próprio dia, concedo. Aliás não é preciso grande heroísmo ou derramamento de sangue para derrubar um regime podre que estava morto e ninguém lhe tinha dito… um regime que cairia com um simples sopro. Tanto assim foi, que bastaram meia dúzia de capitães cobardolas, desses que fogem à guerra, para se arvorarem em heróis, pelo “grandioso feito” de terem dado o “sopro”...
Mas se no fatídico dia a “coisa” foi “pacífica”, é no mínimo uma falta de respeito e uma mentira sórdida, ignorar-se as dezenas de milhares de vidas desfeitas e as dezenas de milhares de mortes que lhe sucederam, aquém e além-mar. Isso é pacífico?
Então e as convulsões sociais que lhe sucederam? E a paralisação económica? E a destruição do aparelho produtivo? Tudo isso merece também o qualificativo de pacífico?
E o terror comunista do PREC? E os mandados de captura em branco à descrição dos cães de fila do assassino Otelo que constituíam o Copcon? Também isso foi pacífico? Otelo esse, que além de figura chave no crime que foi essa revolução, acabou mais tarde por ser condenado judicialmente como terrorista, mas perdoado de seguida pelo regime injusto que o leva ao colo e atribui agora ao terrorista um bónus de 10.000 contos pelos crimes cometidos contra a Pátria. Dinheiro esse, pago, claro está com aquele, por exemplo, que deixa de se pagar a quem se bateu por Portugal ou a quem trabalhou toda uma vida para receber pensões de miséria.
Nada mais natural portanto, vindo de um regime de mentira.
A mentira deste regime de 35 anos, aliás, está bem simbolizada e resumida naquela magnífica Ponte Salazar a quem atribuíram um nome de mentira: 25 de Abril.
Mente-se sobre Salazar e o Estado Novo, fazendo deles uns monstros que não são, e mente-se sobre o 25 de Abril e o regime dele emanado fazendo deles uns libertadores e salvadores que não são.
O regime de Abril é um fiasco!
A censura, ou melhor, a falta dela e a liberdade de expressão, por exemplo, são mais uma das grandes mentiras que se propaga a toda a hora e se vende no “pronto-a-pensar” veiculado pela propaganda, sendo poucas as pessoas que ousam por em causa essa balela.
Existe censura, sim! E esta assume duas formas: a subtil e a terrorista.
Mas nunca, a declarada.
A subtil está presente no quotidiano, oculta pela ilusão da pluralidade de opiniões, mas blindada a quem pensa de modo realmente diferente, apresentando às pessoas apenas algumas variantes de pensamento e opinião, devidamente abençoadas pelo regime, como sendo as únicas. Ou seja, só há liberdade de expressão para quem alinha com o politicamente instituído e correcto. Só há liberdade de expressão para a esquerda que domina a ditadura cultural em que vivemos.
A censura terrorista, essa, é a que espalha boatos alarmantes e difamatórios, vindo de tempos a tempos com espantoso sentido estratégico de “oportunidade”, quando toca de falar em PNR ou "extrema-direita". Realmente não dá para saber qual a pior censura, se a que se assume e não se esconde, como a de antigamente, se a de hoje que se mascara num cinismo asqueroso e nojento. Ao menos, na primeira, sabíamos com o que contávamos.
Foi portanto, este regime de mentira que nos impingiu a grande mentira da “Europa”, narcotizando devidamente os portugueses com obras públicas e fundos estruturais.
Os fundos, muitos deles, perdem-se nos bolsos da corrupção - que é mais uma das “magníficas” conquista do 25 de Abril -, e as obras públicas foram construídas a alto preço, não só das derrapagens financeiras da falta de seriedade e da gula dos compadrios, como também do endividamento externo e ainda da importação maciça de mão-de-obra escrava imigrante que trouxe consigo a subsídio-dependência, a criminalidade e a destruição da identidade nacional. Tudo bons frutos, portanto.
A troco de esmolas que se vão fazer pagar bem caras Portugal abdicou da sua soberania. Portugal deixou de produzir, passando apenas a consumir.
E até quando será assim? Até que se concretize o cenário mais que provável da insolvência nacional? Portugal não pode deixar os seus destinos por mãos e interesses alheios, geralmente inconfessáveis e antagónicos do nosso bem, hipotecando desse modo o futuro das gerações vindouras, a troco das “papas e bolos” que só enganam os tolos.
E esta “Europa” que nos é imposta, é-o da forma mais totalitária e censória que se pode supor por parte daqueles que, claro está, eternos “defensores” do pluralismo e da liberdade de expressão e de escolha - que não existe – contornam a consulta referendária com truques escandalosos e repetem referendos que não sejam do seu agrado.
Senão vejamos: cada passo grave, de consequências profundas e até irreversíveis, é dado nas costas dos portugueses e seguramente contra a sua vontade. Foram eles a entrada na CEE, o Tratado de Maastrischt, a moeda única, os acordos de Schengen, o Tratado de Lisboa… Tudo isto sem consulta em referendo e sempre com a chantagem emocional - que mais não é que um atestado de menoridade e atentado à liberdade e inteligência – de que não há outro caminho, de que não podemos estar “isolados”, de que a globalização é imparável…
Tudo mentiras!
Quanto mais tarde as pessoas abrirem os olhos para a mentira imposta, pior será. Por isso, é de extrema importância que no dia 7 de Junho, nas “Eleições Europeias” o voto seja no PNR, único partido com posições claras que denuncia os malefícios e as mentiras da diluição de Portugal no federalismo de Bruxelas.
Porque “A União Europeia prejudica Portugal” há que votar no partido que tem essas ideias claras e coragem.
Portugal precisa do PNR, mas o PNR precisa do seu voto.
José Pinto-Coelho
5 Maio | 2009

terça-feira, maio 05, 2009

SIC Noticias:Debate Europeias 2009 com Humberto Nuno de Oliveira


Hoje à noite, terça-feira, dia 5, a SIC Notícias no programa "Edição da Noite" às 22.00 transmite um debate com os partidos sem representação parlamentar.Humberto Nuno de Oliveira, cabeça de Lista do PNR, estará assim presente neste debate. A não perder!

E esta hein?


O que roubaram na ponte tinha dado para fazer a fábrica.
A ponte até se poderia continuar a chamar de rainha Santa ou Europa mais a gosto dos “federastas”, a gripe é que se passava a chamar de Lisboa, da mesma forma que o tratado, só faltando arranjar a vacina para mais esta traição feita nas costas dos europeus.

TOCHA - AGRICULTORES MANIFESTARAM-SE JUNTO DA LACTICOOP/LACTOGAL


Cerca de 100 agricultores manifestaram-se ontem, na Tocha, solicitando o aumento do preço do leite na produção e não novas descidas, como se tem vindo a verificar nos últimos tempos.

Enquanto os preços ao consumidor não reflectem as descidas do preço no produtor, algum intermediário anda a enriquecer com o negócio do leite.
O sistema tudo faz para acabar com a nossa agricultura, é a politica da subsidio dependência, Bruxelas paga para nós consumirmos e vamos cada vez mais ficando reféns.
Por isso temos de dizer basta porque esta Europa que nos querem impingir não nos serve.

segunda-feira, maio 04, 2009

Nacionalistas divididos quanto à ida às urnas



Polémica. Abstenção ou não. Esta é a divisão que está a assolar o movimento nacionalista português, com os salazaristas contra a participação
.
Sempre defendi que o movimento nacionalista devia sair do gueto juntar-se ao povo e fazer da sua causa a sua bandeira.
Detesto alguns destes salazaristas, bafientos, que quando foi preciso defender Salazar ficaram comodamente em casa, agora e fazendo aproveitamento politico de uma cerimónia promovida pelos santacombadenses, esses sim sempre presentes quando se trata de defender o filho da terra, pretenderam dividir o movimento nacionalista.
Neste momento a abstenção só serve o sistema, sistema onde muito salazarista se encaixou e que não ousa enfrentar de cara destapada.
A posição do PNR acerca das eleições foi magnificamente posta pelo Humberto Nuno Oliveira na conferência de imprensa em Faro. Da extrema-esquerda à extrema-direita (como eu odeio este termo) os portugueses podem fazer a sua escolha, quem ficar em casa está a colaborar, não se pode queixar no futuro.
Isto de juntar uns amigos na data de aniversário e na data morte de Salazar é fácil, mas é brincar à política e é ficar no gueto a que só alguns são admitidos.
Fazer centenas de quilómetros para estar em Faro, ou no Porto, perder a noite e sujar as mãos e a roupa de cola, não ir ao jantar de alguma “tia” para fazer uma distribuição de panfletos, participar em manifestações em prol de alguma causa popular, custam muito a esses burguesoides saudosistas, que sonham com o regresso de Salazar numa manhã de nevoeiro.
O partido existe, chamasse PNR e é dentro e com ele que devemos lutar, aqui temos lugar para todas as tendências e doutrinas nacionalistas e é da riqueza de cada uma que irá nascer, um movimento moderno, popular, carregado de patriotismo e justiça social.
Todos os filhos pródigos devem voltar à casa mãe, basta de grupelhos e de desunião.

Setúbal | Almoço-convívio e tarde de activismo


Terá lugar um almoço-convívio no Domingo dia 17 de Maio, às 13.30 horas, em Setúbal.
O almoço está aberto a todos os militantes e simpatizantes do distrito bem como aos de outros locais que resolverem ajudar-nos com a sua presença.
Depois do almoço será feita uma distribuição de panfletos na cidade.
Estarão presentes, o Presidente do PNR, José Pinto Coelho e outros dirigentes do PNR.
Inscrições | email : ce@pnr.pt | telemóvel: 96 437 82 25

domingo, maio 03, 2009

Já nem os Tribunais escapam


Anda tão à vontade a escumalha que até se dá ao luxo de assaltar Tribunais e destruir processos. Esperemos que os juízes que ainda acreditam e pretendem fazer justiça comecem a ter mão mais pesada com esta gentalha que anda o colocar Portugal a ferro e fogo.

Campanha de angariação de Donativos - Europeias 2009


O PNR iniciou a campanha de angariação de donativos exclusivamente para a campanha eleitoral para as eleições europeias de 2009 que terão lugar no dia 07 de Junho.

Assim, quem pretender contribuir deverá fazê-lo da seguinte forma:

- Transferência Bancária para o NIB 0033 0000 4537 5173 131 05.

Após efectivação da transferência enviar pm para pmarques com a data, valor e nome de quem a fez ( não necessita ser nome completo )

A lista de contribuições será actualizada à medida que as transferências sejam confirmadas.

Desde já, o PNR agradece a todos mais este esforço para que o Partido se possa apresentar condignamente nas eleições europeias.

Para compreender a gripe suína


Sanofi-Aventis investe 100 milhões de euros para construir uma fábrica dedicada a produzir vacinas contra a gripe sazonal e pandémica no México

A Sanofi-Aventis (EURONEXT : SAN & NYSE : SNY) anunciou no dia 9 de Março de 2009 a assinatura de um contrato com as autoridades mexicanas, para a construção de uma fabrica de produção de vacinas contra a gripe, representando um investimento de 100 milhões de euros.
O anuncio foi feito durante uma cerimonia onde estavam presentes Felipe Calderon Presidente do México e Nicolas Sarkozy, Presidente da França, de visita oficial ao México.
Esta fabrica construída e explorada pela Sanofi Pasteur, a divisão empresarial do grupo Sanofi Aventis para o ramo das vacinas dirigida por Chris Viehbacher.
“Com a construção desta fábrica a Sanofi Aventis esta segura de contribuir para o reforço das infra-estruturas de saúde no México e é preciso sublinhar a colaboração exemplar a prol da saúde pública deste país através deste programa de vacinação contra gripe e de preparação contra a pandemia”. Declarou Chris Viehbacher. “Este investimento denota o compromisso local da Sanofi- Aventis, para a saúde mundial. Esta fábrica constituirá uma mais valia para a saúde pública no México assim como para a América latina, no quadro de preparação contra a pandemia gripal”.
o contracto foi assinado pelos representantes da Birmex (Laboratório de Biológicos y Reactivos de México) e pela Sanofi-Aventis e na presença do Dr. José Ángel Córdova Villalobos Ministro da Saúde do México.
Segundo os termos do contracto, a Sanofi-Pasteur produzirá a vacina contra a gripe em colaboração com a Bimex, produtor nacional de vacinas. Este último realizará certas etapas da produção e será responsável pela distribuição das vacinas contra a gripe no mercado mexicano.
A Sanofi-Pasteur prevê o começo da construção da fábrica de produção de vacinas dentro de algumas semanas e o seu objectivo é produzir até 25 milhões de dozes anuais de vacinas contra a gripe, para o mercado mexicano, num espaço de quatro anos. Esta nova fábrica de vacinas será construída em Ocoyoacac onde a Sanofi já possui uma actividade industrial.
A nova fábrica da Sanofi no México será construída segundo os padrões que permitem à Sonofi a possibilidade de alternar facilmente a produção da vacina contra a gripe sazonal com a da gripe pandémica, na eventualidade de uma gripe humana vir a ser declarada e uma vez a estripe do vírus gripal tenha sido identificado pela OMS.

sábado, maio 02, 2009

Esquerda é violência com a complacência da direita


O pano mais uma vez caiu e ficou à mostra que a violência os insultos e as agressões não devem ser ligados aos nacionalistas mas pelo contrário à esquerda.
Vital Moreira acabou por comer um pouco do veneno que destilava quando na altura do PREC e ao serviço do PCP, colaborava no mesmo tipo de actos.
É importante que se veja estes factos, como um levantar da cabeça da esquerda mais radical, que galvanizada pela inoperância da justiça e pela complacência da direita burguesa. Os factos não são isolados devemos lembrar-nos dos acontecimentos do pretérito dia 25 de Abril, onde jovens de esquerda destruíram montar e vandalizaram lojas ou dos recentes confrontos com a policia a pretexto de defenderem um criminosos estrangeiro, quem não se lembra da destruição de campos de cultivo no Algarve. A esquerda portuguesa sonha com os confrontos dos G8, treina afincadamente para isso nos seus campos de férias, visita essas manifestações que com base numa reivindicação justa são o pretexto para, para os meninos ricos frustrados e com a cabeça cheia de droga, darem azo aos seus instintos violentos, sendo normalmente as vitimas aqueles que nenhuma culpa têm no cartório e servindo para o grande capital a ordem estabelecida ter argumentos para desvirtuar a luta contra a exploração, o capitalismo selvagem, o imperialismo.
Esquerda e direita apesar das escaramuças convivem pacificamente a esquerda faz o papel sujo que à direita não convém fazer, porque no fundo colaboram para manter o sistema comum, mesmo quando a esquerda toma o poder estamos sempre perante o estádio final do capitalismo, a ditadura sobre o proletariado, a forma mais vil de exploração a que chamamos capitalismo de estado.

PNR celebra dia do Trabalho Nacional em Faro

Faro, 01 Mai (Lusa) - Defender uma Europa das pátrias, "pôr cobro à corrupção da classe política portuguesa" e "pôr termo à política do avanço da criminalidade" foram algumas das linhas de força hoje apresentadas em Faro pelo candidato do PNR às eleições europeias. Em conferência de imprensa no Hotel Santa Maria em Faro, o cabeça de lista do Partido Nacional Renovador (PNR), Humberto Nuno de Oliveira, disse acreditar numa Europa unida, mas "de nações livres" e reiterou várias vezes que a União Europeia tal como existe "prejudica Portugal". "Nós somos claramente a favor de uma Europa das pátrias (...) o que nós não somos é a favor de um projecto federal onde vamos ser diluídos", argumentou o candidato do PNR às europeias, acrescentando que Portugal foi "trocando a autonomia, pela modernidade de alcatrão e betão".»

sexta-feira, maio 01, 2009

1º de Maio


No dia um de Maio, vamos novamente celebrar, na rua, o "Dia do Trabalho Nacional", desta vez em Faro.

Como disse José Pinto-Coelho, "A presença dos nacionalistas, mais do que nunca, faz todo o sentido, neste momento em que se vive uma depressão gerada pela gula capitalista que endividou as pessoas, criou ilusões, incentivou ao consumo sem que este tivesse sido acompanhado pela produção, fez disparar o desemprego e as falências e, como sempre, quem mais sofre são as famílias e os trabalhadores.
Por isso, no dia 1 de Maio peço que correspondam ao meu apelo de mobilização e apoio ao PNR em Faro".

Esta manifestação é precedida de um almoço-convívio e de uma Conferência de apresentação do Cabeça de Lista do PNR às Eleições Europeias, Humberto Nuno de Oliveira.

13.15 horas | Almoço-convívio
15.30 horas | Conferência no Hotel Santa Maria
17.00 horas | Concentração para o desfile no Largo do Carmo
17.30 horas | Começo do desfile até ao fim da Avenida da República que termina com breves palavras do Dirigente do PNR-Faro, Rui Roque e do Presidente de Partido, José Pinto-Coelho