sexta-feira, Agosto 29, 2014

sábado, Abril 12, 2014

QUEREM MATAR O PNR DA FORMA MAIS COBARDE!

Temendo o crescimento do Nacionalismo, à semelhança do que sucede noutros países europeus, como em França, os donos do sistema querem liquidar o PNR pela via financeira, amordaçando e atando de mãos e pés toda a qualquer actividade que possamos ter. Como é sabido por muitos e é do domínio público, todos os partidos políticos em Portugal são alvo de coimas sobre as suas contas anuais e sobre as suas campanhas políticas. Sempre! Por via de uma lei cega e impraticável – que exige aos partidos uma contabilidade com um grau de complexidade apenas comparável ao das empresas cotadas em bolsa -, todos os partidos políticos e respectivos responsáveis financeiros têm vindo a ser punidos com coimas. Esta lei trata de forma igualitária aquilo que é desigual, ou seja, aplica a mesma bitola a partidos com orçamentos milionários e subsidiados pelo Estado e a partidos que vivem exclusivamente de quotizações de militantes, como é o caso do PNR. Estas coimas absurdas, por irregularidades face a uma lei de dúbia interpretação e impossível cumprimento, na maioria das vezes superam em muito o próprio orçamento anual do nosso partido! Que sentido faz pagarem-se coimas quando não se recebe nem um tostão do Estado? Significa que o “convite” à participação na vida política é uma fraude, já que em partidos pequenos como o PNR é preciso pagar-se, literalmente, para se defenderem ideais. Para os partidos que recebem chorudas subvenções do erário público, uma coima de, por exemplo, 20.000 euros não tem expressão, mas para o PNR que teve em 2013 receitas de 6000 euros e despesas de 5000 euros, coimas desses valores são uma sentença de morte. E o cerco tem vindo a apertar de forma avassaladora. Ora, perante uma coima concreta de 5500 euros (entre várias outras pendentes), o PNR viu há menos de um mês penhorada a sua conta da CGD. Solicitámos ao tribunal o pagamento em prestações, explicando a urgência de vermos a conta desbloqueada para que possamos honrar os compromissos inerentes aos nossos parcos custos fixos e podermos fazer face à gestão corrente (e de modo especial em época eleitoral, com as Eleições Europeias à porta). Pois o Ministério Público, em resposta, numa clara atitude de má vontade, não só não aceitou essa proposta como, ainda por cima, mandou hoje penhorar-nos também a nossa conta de despesas correntes do Millennium BCP. Inclusivamente, penhorou-nos a conta específica e obrigatória, criada há escassos dias para a campanha das Eleições Europeias, e com base na qual teremos de apresentar as nossas despesas de campanha pois de contrário há lugar a nova multa… Como vive então um partido sem poder gerir o seu dinheiro? Como pode pagar a sede, os tempos de antena e a propaganda? Como pode então cumprir a própria Lei do Financiamento dos Partidos Políticos e das suas contas? Basicamente, o Ministério Público tentou com esta manobra impedir-nos de concorrer às próximas eleições. Eis o sistema democrático e “pluralista” no seu melhor! Esta situação absurda, da mais sórdida perseguição, leva-nos a acreditar que há uma intenção clara de travar o PNR, matando-o cobardemente pela via financeira. Primeiro o silenciamento e a censura por parte dos principais órgãos de comunicação, agora a perseguição por parte do poder judicial, dois tentáculos de um mesmo sistema. Eles temem o crescimento de um partido cuja página na Internet cresceu mais de 200% em termos de visitas desde o início de 2014 e é, actualmente, a página mais visitada dos partidos políticos em Portugal! Eles temem que o PNR comece a crescer à semelhança do seu congénere francês, a Frente Nacional, e que depois lhes acabe com os tachos e as mordomias, passando a tratá-los como qualquer cidadão. Se já havia um imenso bloqueio mediático que nos vedava o acesso aos meios de comunicação social, ao verificar que isso não estanca o nosso crescimento, que o sistema claramente teme, este recorre assim a esta singularidade: asfixia financeira! Acaso foram penhoradas contas de outros partidos? Quase todos eles, como é público, têm avultadas dívidas em coimas. Ao que apurámos durante o dia de hoje, a resposta a esta pergunta é “não”: todos os partidos foram multados, mas só as contas do PNR foram bloqueadas. Sem debates televisivos, sem podermos fazer os tempos de antena e a demais propaganda e sem contas bancárias, como poderão os portugueses ouvir as nossas propostas que são únicas? Como poderão os portugueses votar no que não conhecem? É assim que estes donos da “liberdade” e da “igualdade” procedem quando se sentem incomodados por um partido que não tem medo, que não é refém do politicamente correcto e que ameaça crescer de forma significativa! Podem fazer-nos tropeçar, podem amarrar-nos, mas não nos matarão! Resta-nos, para já, apelar a todos os que nos apoiam e aos que se sentem indignados com estas manobras sujas, que divulguem maciçamente este tratamento injusto, desigual e de perseguição, bem como as nossas ideias e que votem em nós. http://www.pnr.pt/comunicados/querem-matar-pnr-da-forma-mais-cobarde/

terça-feira, Abril 08, 2014

Contribua para a campanha do PNR para as “Europeias 2014″

Apoie o PNR nesta causa que também é sua! O Partido Nacional Renovador, vivendo exclusivamente das quotas de militantes, precisa de donativos para fazer propaganda eleitoral: tempos de antena, autocolantes, folhetos e cartazes… O seu contributo será a medida da nossa divulgação. Convictos de iremos crescer nas urnas, sabemos também que os resultados serão proporcionais aos meios de propaganda e divulgação empregues. Por isso ajude! Faça um donativo para a conta 45448816210 do Millennium BCP NIB: 0033 – 0000 – 45448816210 – 05 Ajude e divulgue esta mensagem. Contamos consigo! NOTA: Deve informar para geral@pnr.pt da sua contribuição. Caso não queira que o seu nome conste na lista das contribuições, não se esqueça de pedir o anonimato. http://www.pnr.pt/eleicoes/europeias/contribua-para-campanha-pnr-para-europeias-2014/

domingo, Fevereiro 23, 2014

Intervenção de Evelyn Houard nos Estados Gerais do PNR

Intervenção de Evelyn Houard no PNR


Decorreram nos dias 15 e 16 de Fevereiro de 2014 os II Estados Gerais do PNR, com várias intervenções que deram o mote a posteriores debates e forneceram matéria concreta para análise e reflexão que, tal como pretendido, possa vir a configurar muitas das futuras propostas programáticas do PNR. Esta 2ª edição, ao contrário da anterior, foi aberta a todos os quisessem aproveitar para se inteirarem melhor das propostas do PNR e participar activamente nos debates proporcionados. Soberania, economia, justiça e activismo, foram os pontos fortes destes Estados Gerais que, por certo, contribuirão para a evolução do Nacionalismo Renovador e o enriquecimento das suas linhas orientadoras.



Evelyn Morais e Castro Houard
Evelyn Houard nos Estados Gerais do PNR



Intervenção da Dra. Evelyn de Moraes e Castro, com “As perspectivas e desafios do desmantelamento do Estado na era da mundialização: o papel fulcral do cidadão”, onde traçou um cenário em muito semelhante e complementar ao da palestra anterior, propondo, contra este estado calamitoso e contra esta agenda intencional de desmantelamento de Portugal, o papel activo do cidadão.



II Estados Gerais do Partido Nacional Renovador Nesse contexto, explicou a viabilidade de se constituir uma plataforma de cidadãos que exijam uma auditoria às contas do Estado das últimas décadas, a fim de se apurar que parte da dívida externa é legal e que parte é ilegal. A ser levada a cabo tal auditoria, toda a dívida ilegal ficaria automaticamente anulada e os responsáveis seriam julgados e condenados, à semelhança do que aconteceu, por exemplo, na Islândia. O PNR fará desta causa, que exige muita coragem, também uma causa e luta sua.






domingo, Novembro 24, 2013

Justiça Social

Os cidadãos suíços não querem ver os seus salários limitados por imposição legal. 65,3% dos eleitores que foram hoje às urnas disseram "não" à proposta de referendo que pretendia limitar os salários mais altos de uma empresa a serem no máximo 12 vezes superiores aos salários mais baixos da mesma instituição. Tenho defendido esta causa, que para além de fazer subir os salários mais baixos, seria uma revolução no campo da justiça social. Os contra argumentam que limitaria o crescimento e a livre iniciativa. É um falsa questão por quanto o capital não utilizado em salários principescos serviria para o crescimento da empresas e a banca financiaria a nascimento das novas. Não alinho em igulitarismos, uma falácia romântica que a natureza se encarrega de desmentir, mas é preciso acabar a todo custo com o crescente fosso entre ricos e pobres, nivelar salários com vista a uma mais curta estratificação social, justiça e opo
rtunidades iguais.