sábado, janeiro 09, 2016

FAMÍLIAS COMO AS NOSSAS CONTRA A ISLAMIZAÇÃO DA EUROPA

O PNR sempre se opôs ao crime do multi-culturalismo, prevendo e prevenindo sobre as óbvias consequências de partilharmos a “nossa casa” com pessoas portadoras de culturas e costumes totalmente diferentes. Quantas mais violações serão precisas, para as pessoas abrirem os olhos? Quantos atentados? Quantas bombas? Quantos desacatos? Quantos bairros de não-direito? Quantas intimidações? Cada vez se torna mais urgente que as pessoas abram os olhos e reajam enquanto é tempo. Não devemos esperar que em Portugal suceda o mesmo que noutros países europeus. A islamização da Europa é um crime! A ameaça ao nosso modo de vida, à nossa segurança e à nossa cultura é um crime! Com o PNR nunca, em circunstância alguma, se aceitaria a islamização do nosso país nem a vinda de “refugiados”. Connosco, o controlo das fronteiras seria retomado, a segurança nas nossas ruas, assegurada, e todos os políticos responsáveis por este crime de meterem cá dentro o “Cavalo de Tróia”, seriam julgados e condenados por alta traição à Pátria! No dia 13 de Fevereiro, vamos todos ao Martim Moniz, mostrar que, com o PNR, há patriotas corajosos que defendem o que é nosso!

terça-feira, dezembro 08, 2015

Ramais da Lousã e da Figueira/Pampilhosa

A desculpa da bitola Europeia já não pega como pretexto para não reactivar os Ramais da Lousã e da Figueira da Foz-Pampilhosa. Aquilo que se implementou em Cádis, com recurso a veículos CAF-Urbos, bitensão e de 1668mm, abre caminho à reposição da via, exploração temporária com Diesel - se necessário - e electrificação 25 kV 50 Hz, plenamente compatível com 600 ou 750V cc, nos troços urbanos em Coimbra-cidade ou no que lhe queiram adicionar à posteriori. Com o Urbos é possível ir de Serpins (e Góis) à F. da Foz, tudo através de linhas de 1668mm e em plena compatibilidade com a logística e transporte de mercadorias. A aplicação de travessas 1668+1435mm, assim como os próprios veículos permitirem plena aptidão a um processo de migração de bitola, em data in
certa. Foi o que se fez em Cádis.

domingo, novembro 08, 2015

"REFUGIADOS" EM PENELA NÃO!

Pensávamos nós, que os "refugiados" retornavam para os seus países de origem logo que as zonas de conflito estivessem pacificadas. Só os imigrantes é pensam numa solução mais permanente é de não retorno. Hoje, ficamos a saber pelo Presidente da Câmara de Penela que existe dinheiro para os sustentar durante 10 meses e que de seguida vão começar a trabalhar...Só esperamos que lhe caiam os dentinhos todos, porque tratar os portugueses como parvos não lhe fica bem!