Terça-feira, Novembro 10, 2009

A convergência da esquerda com a superclasse mundial


Discurso de Jean-Yves le Gallou, a 18-10-2009, na universidade de verão do Club de L’Horloge (publicado pela Fundação Polémia)

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Estamos habituados a apresentar como opositores o grande patronato e os esquerdistas… mundialistas e alter-mundialistas.

Mas os seus interesses convergem frequentemente, não é de resto por acaso que os “anti-mundialistas” mudaram o seu nome para “alter-mundialistas”, assinalando assim a sua adesão ao mundialismo, apenas sob uma forma diferente.

1-A extrema-esquerda serve de bulldozer à superclasse mundial: procede à desflorestação do arvoredo cultural das nações

O objectivo da superclasse mundial e dos grandes oligopólios financeiros e económicos que constituem o seu núcleo é estender o campo dos seus mercados e lucros. Para conseguir economias de escala e reforçar o seu poder as grandes firmas transnacionais procuram expandir sempre mais a esfera mercantil, têm necessidade de ter sempre mais consumidores e produtores.

É aí que a extrema-esquerda se revela uma aliada preciosa dessa superclasse mundial, contribuindo para varrer o sentimento nacional, o enraizamento cultural, os valores da família.

2-A superclasse mundial quer o livre-comércio mundial. A extrema-esquerda corrói o sentimento nacional

Desde há mais de trinta anos os ciclos de negociações comerciais internacionais sucedem-se com o objectivo de atingir a mais completa livre circulação de produtos (incluindo agrícolas), de capitais (incluindo nos sectores estratégicos) e dos homens.

O obstáculo a este movimento de abertura generalizada das fronteiras são os interesses nacionais. Porque é falso dizer que todos os países e todas as categorias sociais ganham com o jogo do livre-comércio mundial: há ganhadores e perdedores; e, entre as nações da velha Europa, há mais perdedores que deveriam opor-se aos desejos da superclasse mundial.

Do mesmo modo, o patriotismo económico, isto é, a vontade dos povos em conservarem a sua soberania, deveria fazer obstáculo ao livre-comércio mundial.

É aí que a extrema-esquerda se revela um aliado precioso da superclasse mundial, apresentando a ideia de nação como ultrapassada e diabolizando os patriotas. Depois do pico mediático, em finais de 2008, da crise económica, assistimos até à diabolização de toda uma teoria económica, o proteccionismo, apresentado como “xenófobo”, inclusive “racista”.

Continuamos sob a orla do Maio de 68, cujo grande slogan, segundo Daniel Cohn-Bendit, foi “somos todos judeus alemães”, perfeita negação de uma identidade nacional e/ou cristã. Hoje em dia, o sempre narcisista Cohn-Bendit milita pelo livre-comércio mundial no seio do parlamento europeu.

3-A superclasse mundial quer a supressão das fronteiras. A extrema-esquerda apoia os delinquentes estrangeiros clandestinos.

Quanto ao discurso imigracionista que se impôs na política, ele baseou-se nos slogans e cartazes do Maio de 68 :”trabalhadores nacionais/imigrantes: Unidos”, “nacionais/imigrantes: um mesmo combate”, “fronteiras = repressão”. Um discurso que percorre hoje toda a Europa.

No prolongamento disso, a extrema-esquerda investiu muito na defesa dos delinquentes estrangeiros clandestinos. Assim, os trotskistas criaram “redes de apoio social sem fronteiras”, redes que criaram um novo filão de imigração clandestina através da subsidiação dos imigrantes. E isto para maior lucro dos negociadores de sonhos e dos novos negreiros! Os industriais, antes de todos, encontraram nisso mão-de-obra barata que lhes permitiu praticar uma “deslocalização no proprio domicílio”, as classes abastadas encontraram, pela sua parte, criados a baixo custo. Alguns autores de inspiração marxista vêem, é preciso dizê-lo, “na imigração uma estratégia capitalista visando acabar com a espontaneidade histórica das solidariedades proletárias através da diversificação do substrato do ressentimento operário”.

Fruto das lutas da extrema-esquerda , a afirmação dos pretensos novos direitos contra “a exclusão”, como o direito à habitação ou à saúde, permitem mobilizar os poderes de coerção do Estado contra a sociedade e impor sempre maior abertura de fronteiras trazendo novos consumidores para os países desenvolvidos. Note-se que a última universidade de verão do MEDEF (Movimento das Empresas de França) consagrou uma das suas mesas redondas ao tema “quem não recua, avança: a lógica dos novos direitos”.

E esta lógica de abertura infinita não é apenas francesa. Encontramo-la, por exemplo, no ex-terrorista italiano Antonio Negri. No seu livro maior, “Império”, o ex-brigadas vermelhas, transformado em teórico do alter-mundialismo, opõe “Império” (ou seja, a superclasse mundial) à “multidão”, isto é, às massas desenraizadas – massas essas que são justamente o viveiro de consumidores e produtores de que o sistema mundialista tem necessidade, massas desenraizadas que ele propõe aumentar o número pronunciando-se por uma abolição de todas as fronteiras: “é preciso falar (…) da mobilidade universal permitida a todos os imigrantes para que eles possam deslocar-se para onde quiserem no mundo para a reapropriação dos meios de comunicação e a construção imaginária de novas linguagens”.

Antonio Negri define como “primeiro elemento de um programa político para a multidão mundial uma primeira exigência global: a cidadania mundial”, devendo esta ser acompanhada por uma supressão geral das fronteiras.

É pouco surpreendente, nestas condições, que Antonio Negri se tenha pronunciado pelo “Sim” à construção europeia, uma vez que a União Europeia surge-lhe, não sem razão, como mais uma etapa em direcção à mundialização que deseja.

O sem-fronteirismo é um dos elementos da ideologia comum da superclasse mundial e da extrema-esquerda.

4-A superclasse mundial quer uma mão-de-obra permutável. A extrema-esquerda prega a tabula rasa

Para o sistema dominante o homem é concebido como uma matéria-prima (dito “recurso humano”). Ele deve, antes de tudo, ser permutável para as necessidades da oligarquia mercantil. Deve portanto ter quatro características negativas:

- Não ter raízes (nem raça, nem nação, nem religião)
- Não ter um ideal: deve ser um consumidor e um produtor materialista e relativista disposto a engolir todos os produtos lançados no mercado (incluindo os produtos bancários permitindo endividá-lo e, portanto, submetê-lo melhor)
- Não ter religião para além da do seu próprio ego, para ser mais facilmente isolado e, portanto, manipulável
- Não ter personalidade afim de se fundir na massa (deve por isso ser educado de forma puramente técnica e utilitária, sem cultura geral que lhe permita situar-se como homem livre)

Também nisso a extrema-esquerda se revelou uma aliada preciosa da superclasse mundial e do niilismo mercantil. É no domínio da transmissão de valores através da escola ou da família que a herança – curiosa palavra para uma empreitada de destruição – do Maio de 68 permanece mais forte. É suficiente ler os slogans dos cartazes ou dos graffitis para constatar que se tornaram programas :” É proibido proibir” , “o respeito perde-se, não o vás procurar” , “professor, és tão velho quanto a tua cultura”, “esquece tudo o que aprendeste”.

Fundamentalmente o Maio de 68 é uma revolução de ruptura com as permanências e as raízes: permanências culturais, raízes identitárias. Ora, através dos sindicatos de inspiração comunista ou trotskista, é sempre a ideologia da ruptura que domina a educação nacional: ruptura com os métodos de aprendizagem da leitura, ruptura com a história cronológica, ruptura com o ensinamento das humanísticas.

Em muitos países do mundo ocidental o sistema educativo dos “pedagómanos” lança no mercado indivíduos “desaculturados” prontos a engolirem sem espírito crítico a fast-food publicitária.

O ódio à identidade é o denominador comum dos movimentos de extrema-esquerda. Teórico das manifestações dos “fóruns sociais”, John Holloway, irlandês instalado no México, apresenta a sua crítica social como um “assalto contra a identidade”, como a recusa de se deixar definir , classificar, identificar: “ Nós, os não-idênticos, combatemos essa identificação. O combate contra o capital é um combate contra a identificação e não um combate contra uma identidade alternativa”. Ele acusa as “políticas de identidade” de solidificarem as identidades. Vai mesmo mais longe:”o nosso combate não visa estabelecer uma nova identidade mas sim intensificar uma anti-identidade, a crise de identidade é uma libertação de uma multitude de resistências e uma multiplicidade de gritos”.

Um discurso anti-identitário que faz de John Holloway um idiota útil da superclasse mundial que, de resto, acolheu com benevolência os “fóruns sociais”, forma de contestação (?) privilegiada dos anos 1998-2005.

5-A superclasse mundial quer abrir novos campos à produção e ao consumo mercantis. A extrema-esquerda ajuda-a fragilizando a família

“ O capitalismo faz a guerra à família pela mesma razão que combate os sindicatos. O capitalismo quer o colectivismo para si e o individualismo para os seus inimigos” diz Gilbert Keith Chesterton.

A “libertação sexual”, o feminismo militante e a valorização das sexualidades desviantes servem os interesses da superclasse mundial, porque, ao fragilizarem a família, estas ideologias abriram novos campos à produção e ao consumo mercantis:

– Uma nova mão-de-obra feminina assalariada, mais numerosa e mais disponível, inclusive ao sábado e ao domingo; é a destructuração das culturas tradicionais que permitiu fazer do mundo desenvolvido uma vasto supermercado aberto dia e noite;
- Novas actividades para o mercado, como os cuidados às crianças e aos idosos, tornados “serviços à pessoa”, comercializáveis, rentáveis e integráveis no PIB.

A este respeito, aquilo que é apresentado como um crescimento da riqueza produzida nos países desenvolvidos é frequentemente um engodo, por, ao menos, duas razões:

- A imigração contribui em parte para o aumento do número de produtores (logo do PIB) fazendo ao mesmo tempo baixar o rendimento médio por cabeça (é preciso partilhar a riqueza com um número maior de improdutivos);
- Uma parte dos novos serviços disponibilizados às pessoas estavam anteriormente fora da esfera monetária e está longe de ser certo que a sua monetarização aumente o bem-estar das crianças, dos idosos e das famílias.

6-A superclasse mundial teme sobretudo a emergência de correntes identitárias e soberanistas que prejudiquem a dinâmica da mundialização. A extrema-esquerda desempenha um papel de obstrução aos populismos nacionais

A extrema-esquerda desempenha, em toda a Europa, o mesmo papel: denunciar e atacar as forças identitárias e nacionais. Constitui-se em polícia do pensamento por conta da Nova Ordem Mundial. Por toda a parte a extrema-esquerda é um instrumento de pressão sobre os poderes: umas vezes para parar os movimentos de “direitização” dos partidos tradicionais (anos 80) e outras para lutar contra o surgimento do populismo (anos 90).

Adoptando um ascendente moral em nome da luta contra as “fobias” – xenofobia, homofobia, islamofobia – a extrema-esquerda utiliza uma retórica incapacitante contra os valores familiares e nacionais susceptíveis de pararem o desenvolvimento do capitalismo globalizado. Não hesitando em utilizar leis repressivas (“as fobias não são uma questão de opinião, são um crime”), a extrema-esquerda é uma alavanca do poder mediático e judicial, frequentemente executante das baixas obras da superclasse mundial. A intimidação e a sideração são os seus meios de acção privilegiados.

A vitimização das “minorias” sexuais serve de máscara ao velho projecto revolucionário de dissolução da instituição familiar, obstáculo ao império do mercado; e, a coberto de pôr fim a pretensas discriminações ou reprimir intenções homofóbicas, conseguem impedir a expressão dos valores tradicionais. E foi assim que foi expulso da Comissão Europeia o pouco politicamente correcto e muito católico Rocco Buttiglione. Simetricamente, foi assim que foi protegido Frédéric Mitterand, esse “magnífico símbolo de abertura”, segundo as palavras de Nicolas Sarkozy, que escreveu no seu livro “La Mauvaise Vie”:” sexo e dinheiro, estou no centro do meu sistema”.

A extrema-esquerda joga também no registo da provocação: por todo o lado na Europa onde movimentos nacionais identitários ou populistas se desenvolveram, a extrema-esquerda apelou a contra-manifestações, frequentemente violentas, com dois objectivos:

- Conseguir a interdição das reuniões dos movimentos que ameaçam a ideologia da superclasse mundial;
- Conduzir esses movimentos dissidentes a defenderem-se para assegurarem a sua liberdade, com o risco de darem às televisões imagens de violência.

Na revista “Contretemps”, de Setembro de 2003, Anne Tristan, antiga responsável da associação de extrema-esquerda “Ras L’Front” explica o funcionamento dessa organização: utilizar iniciativas espectaculares e contra-manifestações para evitar a banalização do Front National – uma estratégia com benefícios, utilizada também na Alemanha ou Inglaterra, por exemplo.

7-A convergência entre o grande patronato e o projecto societário da esquerda e extrema-esquerda

A extrema-esquerda agrada bastante nas instâncias patronais. São vários os nomes convidados para os eventos das associações patronais.

Evidentemente que os intelectuais de esquerda não comparecem apenas pelo cachet, a sua presença ilustra uma convergência entre o grande patronato e o projecto societário da esquerda e da extrema-esquerda. Implicitamente o discurso patronal é o seguinte: deixem-nos fazer lucros, nós também servimos a nova ideologia dominante, realizamos as políticas ditas de “diversidade” e de “luta contra as discriminações” (com excepção da única discriminação legítima aos nossos olhos, a do dinheiro!).

Também aí esse discurso não é nem totalmente novo nem exclusivamente nacional: desde o fim dos anos 70, os publicitários, muitos dos quais tinham afinidades com os trotskistas, serviram-se do dinheiro dos seus clientes para transformar a sociedade: lembramo-nos das publicidades escandalosas da Benetton a favor da mestiçagem, por um lado, e contra os valores tradicionais, por outro.

A conivência entre a extrema-esquerda e o patronato vai bem para lá dos colóquios: ela diz também respeito às ligações com a imprensa.

8-Em troca dos seus serviços, a extrema-esquerda beneficia da complacência da superclasse mundial

É um sinal que não engana: o acesso aos Media. A extrema-esquerda beneficia aí regularmente de um bom acolhimento em quantidade e qualidade de tratamento.

Este fenómeno é transversal a toda a Europa, a extrema-esquerda beneficia de conivências mediáticas, mesmo quando se dedica a acções violentas contras os movimentos identitários e populistas, o seu papel de cão de guarda da superclasse mundial é bastante apreciado.

As ligações da superclasse mundial à extrema-esquerda não são apenas intelectuais, são também financeiras.

Em França, em 2001, a TFI e o grupo económico Lagardère acorreram a salvar o jornal comunista “Humanité” que se encontrava então em grandes dificuldades financeiras.

A aliança do jornal “Libération”, fundado por Jean-Paul Sartre, e da superclasse mundial é ainda mais espectacular: desde 1993 três grandes capitalistas transnacionais, Antoine Riboud, Gilbert Trigano et Jérôme Seydoux, entraram no capital como accionistas externos e, em 2005, graças a uma nova crise, é Edouard de Rothschild que injecta 20 milhões de euros no “Libération”. A sua entrada em mais de 30% do capital do jornal faz-se com o aval da maioria dos jornalistas.

9-O cosmopolitismo, ideologia comum da extrema-esquerda e da superclasse mundial

Este casamento entre o “Libération” e o grande capital leva a um sorriso enganador, porque ambas as parte actuam, não somente na defesa dos seus interesses próprios, mas também em conformidade com as suas ideias.

O pai de Edouard de Rothschild, Edmond de Rothschild, hoje falecido, foi um visionário do mundialismo. Fundou, em 1974, a secção europeia da Comisão Trilateral, inicialmente criada nos Estados Unidos por David Rockefeller e Zbignew Brzezinsky. É da Comissão Trilateral que provêm hoje os programas mundialistas de Davos. Ora, desde 1970, Edmond de Rothschild havia discernido o essencial, declarando numa longa entrevista à revista Enterprise de 18 de Julho:” a verruga que tem de ser extirpada hoje é a nação”. Ao salvar o “Libération” da falência Edouard de Rothschild prossegue o combate do seu pai.

De facto, a redacção do “Libération” e o seu novo patrão comungam da mesma ideologia: o cosmopolitismo, que postula que as nações são entidades arbitrárias que convém ultrapassar. Como a História já demonstrou, são as oligarquias que adoptam mais entusiasticamente o cosmopolitismo, oligarquias cujos membros se declaram voluntariamente “cidadãos do mundo”: oligarquias mercantis, de um lado, oligarquias culturais, de outro, sonham com um governo mundial.

Neste concerto de cosmocratas, a extrema-esquerda toca a sua partição.

Mas outras temáticas vêm alimentar a ideologia mundialista, em particular o catastrofismo planetário, seja climático ou sanitário.

Abaixo as máscaras!

Pilhado aqui

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Bem prega Frei Tomáz


O partido do Paulinho das feiras foi apanhado na Operação Face Oculta. Como um submarino ou de forma oculta os partidos do sistema e de uma forma transversal são apanhados nas teias da corrupção. Não bastava o financiamento partidário pago por todos nós para agora de uma forma mais ou menos equitativa verificamos que todos, são beneficiados de forma democrática por financiamentos ilícitos.
O CDS diz desconhecer a forma como o financiamento foi feito. No entanto eles sabem que nos sabemos que eles sabem como é que estas manobras são feitas.
O Sr. Paulo está cada vez mais parecido como Sr. José, no discurso, na demagogia e nas opções.

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Mais casos pontuais


A 1.a Repartição de Finanças de Coimbra, na Ladeira do Baptista, foi assaltada durante o fim-de-semana, o que ontem obrigou à abertura mais tardia ao público, eram já cerca das 10h00. De acordo com o director de serviço, Joaquim Monteiro, foi levado um plasma de atendimento do sector de cobranças (tesouraria) e as moedas da máquina do café, não havendo a indicação de que tenham sido remexidos quaisquer processos.
Os armazéns de mercearia A. Monteiro foram assaltados durante esta madrugada.

No espaço de três anos esta é a segunda vez que os conhecidos armazéns A. Monteiro, na Catraia de S. Paio, são alvo de um assalto.
De acordo com o que referiu ao correiodabeiraserra.com um funcionário da empresa, Adelino Henriques, os assaltantes levaram todos os volumes de tabaco existentes na empresa e, ainda, várias caixas de uísque velho.


Em faces ocultas de submarinos a escumalha licenciada ou não para a criminalidade continua e por em causa a nossa segurança.

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Capitalistas e capitalistas de estado uni-vos.


O triste acontecimento de Andorra, veio infelizmente e mais uma vez dar razão aquilo que os nacionalistas à muito dizem. A imigração em Portugal e em todo o mundo serve essencialmente para obter baixos salários e para que os trabalhadores migrantes, trabalhem mais horas com menores condições de segurança.
Esperaríamos que ao nosso coro de protestos se juntasse a esquerda tão solícita em defender a causa dos trabalhadores, mas a esquerda perdeu completamente a vergonha e faz o jogo do capital. Neste contesto a extrema-esquerda revela-se um aliado precioso do mundialismo, apresentando a ideia de nação como ultrapassada e diabolizando os patriotas. A denúncia da imigração descontrolada é assim apresentada como uma ideia xenófoba, por vezes até racista, com o intuito de matar á nascença qualquer denuncia ainda que fundada daquilo que pode ser considerada a escravidão do nosso tempo.
Longe de perceber a realidade a esquerda fracturante, ainda investe na protecção dos criminosos imigrantes, não conseguindo destrinçar entre quem entra à procura de uma vida melhor e os criminosos declarados que aproveitam a política de portas escancaradas, para rumar e novas paragens.
A Nova Ordem Mundial considera o trabalho uma mercadoria, como tal ela não deve ter família, nem raça nem pátria, a esquerda, a esquerda revela-se novamente neste particular um precioso aliado daqueles que diz combater.
A lei da oferta e da procura é bem clara, os preços variam na razão inversa da oferta e na directa da procura. Assim o aumento da oferta de mão-de-obra faz com os preços, os salários baixem.
Esquerda e direita, capitalismo e capitalismo de estado, estão assim unidos e seguem o mesmo caminho, no combate á identidade, à tradição, à família ao nacionalismo, obstáculo único a persecução dos seus diabólicos fins.

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Sábado, Novembro 07, 2009

Referendo sodomita?


1. Como se nada tivesse sido de há muito anunciado e denunciado andam agora alguns prelados, políticos e instituições pertencentes à Igreja numa lufa-lufa reivindicando um referendo sobre o malignamente intitulado “casamento” de pessoas do mesmo sexo. Durante anos a fio recusaram-se a esclarecer e formar sistematicamente os fiéis e o povo em geral nas verdades da moral natural relativas ao matrimónio e no desmascarar as mentiras e fingimentos sodomitas. Tem sido confrangedor o modo como se tem admitido e permitido a invasão e a manipulação das mentalidades que eles e os seus cúmplices têm vindo metódica e publicamente a promover, inclusive na Rádio Renascença. Tem-se vindo a passar com esta questão algo de parecido com o que aconteceu com a estratégia e tácticas utilizadas para conseguir a liberalização do aborto. O resultado está à vista. Parece que não aprendemos rigorosamente nada e que continuamos, por inércia, desleixo, desânimo e desistência, a entregar a alma ao Diabo.

2. Os princípios inegociáveis, os absolutos morais, não são evidentemente referendáveis e a sua vigência não pode estar dependente de maiorias flutuantes ao sabor da astúcia e do poder dos mais fortes. Isto dito, muito repetido, bem assimilado e correctamente, não significa que em absoluto não se possa reivindicar um referendo se essa for a única maneira possível de impedir a legalização do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo. Porém, este objectivo tem de ser muito bem ponderado (pesar bem os prós e os contras) para que a decisão seja prudente, isto é, capaz de alcançar o fim bom que anela. Porque se o referendo se perde o mal que daí advirá é muito pior do que aquele que resultará da aprovação na assembleia da república, como é claro.

3. Para além das estratégias elaboradas por movimentos eclesiais, aconfessionais e partidos políticos há coisas elementares que têm de ser garantidas por parte da Igreja. Por exemplo:

a) Não admitir funcionários, nem professores nem congressos ou conferências na UCP, nem colaboradores de órgãos de comunicação social da Igreja que dissintam publicamente da Verdade por ela proclamada;

b) Reforçando o ponto anterior: não permitir de modo nenhum como foi feito aquando do referendo sobre o aborto que órgãos de comunicação social da Igreja organizem debates e comuniquem notas em que alguém seja favorável ao “casamento” entre sodomitas.

c) Que a comunicação social da Igreja tenha largos espaços de formação ou catecumenato sobre o assunto (no mínimo, tanto quanto se dá ao programa “Bola branca” sobre futebol…), não se limitando ao anúncio da verdade mas rebatendo e desmascarando as falsidades e as manipulações sodomitas.

d) Que o Episcopado elabore uma Nota Pastoral, bem preparada, com princípio, meio e fim, em linguagem acessível (estilo, por exemplo, “Cem perguntas e cem respostas”) e a faça publicar e ler nas homilias, mesmo que por partes. E que o essencial seja sintetizado e publicado em anúncios de página(s) inteira(s) nos principais jornais do país, como é uso nos EUA, de modo a que a mensagem chegue íntegra e não truncada ou mutilada aos leitores. Que cada Bispo, com os seus auxiliares, caso os tenha, percorra todas as Paróquias, Domingo a Domingo, para por voz própria dar a compreender o que está em jogo e a importância crucial do assunto.

e) Que aqueles prelados que têm acesso à comunicação social, por vezes com programas semanais, falem do assunto, pelo menos com a mesma insistência que empregam noutros – por exemplo a primazia que se deve dar a Cristo e não aos Santos quando se entra numa Igreja…

f) Que peguem no telefone e convidem pessoalmente os católicos de peso na sociedade para uma audiência onde, um a um ou em grupo, lhes dêem conta das suas apreensões e da gravidade do que está em jogo, pedindo-lhes um empenho efectivo.

g) Recusar a Sagrada Comunhão a todo aquele que publicamente persistir em não acatar a Verdade que a Igreja proclama.

h) Disponibilizar meios económicos e financeiros para que as associações de fiéis leigos possam usar os recursos indispensáveis nos dias de hoje em batalhas deste género. O dinheiro não deve servir somente para levantar templos de pedra mas também para amparar, reconstruir e erguer templos vivos.

i) Que nas declarações que fazem ou nos escritos que redigem os prelados não sejam ambíguos nem dêem sinais contraditórios, como sucedeu aquando do referendo sobre o aborto.

J) Que se façam preces públicas em Fátima e nas Igrejas de todo o país - por exemplo, nos terços (rosários), Vias-sacras e nas Missas.

Nuno Serras Pereira

FONTE

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Sexta-feira, Novembro 06, 2009

Ramal da Lousã


O Movimento da Defesa do Ramal da Lousã vai manifestar-se em Coimbra, no dia 16 de Novembro, para exigir o calendário das obras de requalificação daquela linha centenária e garantias de qualidade nos transportes alternativos.

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Portugal precisa do PNR, mas o PNR precisa de si


Se está de acordo com as nossas ideias inscreva-se e ajude a construir o PNR.Descarregue a proposta de adesão, imprima, preencha devidamente, junte uma fotocópia do Bilhete de Identidade e envie por correio registado para a seguinte morada:
PNR - CE
Apartado 8076
1804-001 Lisboa
Depois de recebermos a proposta entraremos em contacto consigo, preferencialmente por correio electrónico. Em anexo à proposta está um formulário para pagamento de quotas que pode imprimir, preencher, e entregar directamente no seu Banco.
No entanto mesmo sem ser militante pode colaborar com estrutura local do PNR.
Se vive no distrito de Coimbra, junte-se aos nacionalistas
E-mail PNRCoimbra@gmail.com
Telemóvel 961488375
Todos os portugueses, patriotas e independentes, que cuidam do bem da Pátria, da continuidade da Família, da defesa das liberdades reais, têm de intervir, com disciplina, com lucidez e com coragem na vida pública, sacrificando os seus gostos e as suas repugnâncias circunstanciais, para cumprir o seu dever. Só assim sobreviveremos como Nação; só assim podemos continuar como homens livres.

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Quinta-feira, Novembro 05, 2009

Movimento Limpar Portugal


O Movimento Limpar Portugal (PLP) é um movimento cívico cujo objectivo é promover a educação ambiental por intermédio da iniciativa de limpar a floresta portuguesa no dia 20 de Março de 2010.

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«Casamentos gay» e manobras de diversão


O primeiro-ministro reiterou hoje que o Governo avançará em breve com uma proposta para permitir o casamento entre pessoas do mesmo sexo e afastou em absoluto a hipótese de um referendo sobre esta matéria.
O «casamento homossexual», como lhe chamam, é assunto há muito previsto na agenda PS e que já tinha sido objecto de afirmações dos seus dirigentes confirmando essa discussão para esta legislatura. Acreditamos que nesta altura, todos os partidos do sistema vão deixar passar essa proposta e que pese embora algumas sugestões veladas sobre um referendo, nem a vontade popular vai ser tomada em conta, uma vez que a esquerda moderna sabe bem qual a opinião do povo relativamente a este particular.
Lembramos que o PSD e o CDS, que agora fingem ser contra essa medida, aprovaram a alteração do artigo 13º, nº 2, da Constituição da República Portuguesa. Essa alteração incluiu naquele artigo a proibição de discriminação com base na orientação sexual, abrindo portas não só à aprovação do «casamento gay» como à consequente adopção de crianças.
O PNR, que não tem pejo em declarar-se frontalmente contra essa deturpação da instituição do casamento, e clara afronta à célula base da comunidade, que é a família, considera uma manobra de diversão trazer esta discussão nesta altura. O Governo devia estar a responder pelo aumento do desemprego e da criminalidade, que não desapareceu por arte e magia, numa altura em que se adivinha um forte agravamento da crise económica.
Lamentamos que a actual oposição no Parlamento, que não serve os interesses dos portugueses, não saiba estar à altura desses imperativos e que venha participar no circo gay-mediático montado para desviar as atenções dos portugueses daquilo que é, neste momento, realmente importante.

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Mais casos pontuais


Em Mira e em Montemor o Velho a criminalidade continua a crescer no Distrito de Coimbra.
Nunca deixaremos de fazer eco de todos os casos que vão chegando ao nosso conhecimento.
Como não deixamos de apontar o dedo a todos os partidos com acento parlamentar, principais responsáveis por esta onda de assaltos que varre o nosso país.
Como não deixamos de lhe fazer o convite para se juntar aos nacionalistas. Só o nacionalismo é solução.

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Quarta-feira, Novembro 04, 2009

122 anos da Associação Académica de Coimbra


Decorreu no Teatro Académico Gil Vicente a celebração do aniversário da AAC com a participação da Secção de Fado e de outros organismos autónomos da academia como o Orfeon e o Coro Misto.
A esta prestigiada associação endereçamos os votos de feliz aniversario, na esperança de que procurem realmente colocar-se ao serviço dos estudantes.

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Legalize


O Governo quer regulamentar, durante a actual legislatura, a actividade de lobing em Portugal, uma prática que encaixa que nem uma luva na tradição portuguesa da 'cunha'.
Em vez de criminalizar o tráfico de influências, o governo quer liberaliza-lo.
Não sabemos ao certo como vai ser a regulamentação; Por quotas conforme os votos? Pelo grau de corrupção? Pelo cargo que o corrupto ocupa?
A minha alma está pasma, Portugal como PS está a bater mesmo no fundo.

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PEDOFILIA NÃO


As situações ocorreram em Agosto e Setembro, em Mirandado Corvo.
As três meninas têm 11 anos e terão sido vítimas de abuso sexual. O suspeito é um reformado de 77 anos de idade, antigo funcionário do Estado, casado e residente em Miranda do Corvo.
Foi, de resto, em Miranda do Corvo, na garagem do suspeito, que os crimes foram praticados, em Agosto e Setembro passado. O suspeito foi detido segunda-feira, ao final da tarde, pela Polícia Judiciária de Coimbra.
Segundo apurámos junto de fonte ligada à investigação, o suspeito terá estado envolvido em duas situações diferentes, num dos casos com uma menina e no segundo com duas. A primeira situação terá ocorrido em Agosto passado e a PJ ainda está a investigar os contornos do que terá acontecido. Certo é o envolvimento de uma menor, de 11 anos, mas o caso só acabou por chegar ao conhecimento dos investigadores na segunda-feira.
O suspeito não tem antecedentes criminais e as situações de abuso não se terão repetido. O detido foi ontem presente, para primeiro interrogatório, ao juiz de instrução criminal e encontra-se, por ordem do Tribunal, obrigado a apresentar-se todos os dias, à excepção de sábado e domingo, no posto da GNR de Miranda do Corvo. Ficou, também, proibido de encetar qualquer contacto com as vítimas.
Só o facto de esta besta predadora ficar em liberdade a aguardar julgamento já nos revolta e mais nos vai revoltar quando soubermos que o culminar de tudo isto vai resultar numa pena suspensa, como já é habitual em casos semelhantes.
O Código Casa Pia, aprovado por todas as bancadas parlamentares e uma aparente defesa dos criminosos que parece pairar sobre a justiça são os responsáveis por este clima de impunidade.
A revolta já se faz sentir em muitos locais e muitos portugueses mobilizam-se para tentar alterar toda a legislação que infelizmente potencia a continuação deste crimes horrendos.
Adira ao Grupo Portugueses Unidos Contra a Pedofilia e venha lutar também.

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Terça-feira, Novembro 03, 2009

Só o Nacionalismo é solução


O leque de empresas supostamente envolvidas na teia de negócios do processo ‘Face Oculta’ não pára de aumentar. Estradas de Portugal, Empordef, Carris, CTT e EDP vêm agora adensar uma lista de empresas onde já se encontrava a Refer, a Galp, a CP, a Portucel, a Lisnave, a EMEF, os Portos de Setúbal a IDD e os Estaleiros de Viana do Castelo. Juntemos ao leque a Repartição de Finanças de São João da Madeira e a câmara de Gouveia e o já vasto ramo fica por hora completo.
Partidos do sistema, políticos do sistema, boys do sistema estrategicamente colocados e empresários corruptos formam uma aliança que não para de crescer e de contribuir para o enriquecimento ilícito de todos eles. A vergonha já foi metida num saco, uma vez que as maroscas até já servem para financiar campanhas partidárias.
Os “partidos do sistema" são os responsáveis pelo actual regime corrupto, burocrático e ineficaz, que despreza e (mal)trata os portugueses, encarando-os como meros consumidores ou instrumento de lucro.
Como erva daninha, que o sistema aduba com cuidado a corrupção lança os seus tentáculos nas empresas, nas instituições e no aparelho estatal.
Restabelecer a moral na vida nacional. Controlando os mercados públicos e a utilização de fundos comunitários. Retirando aos políticos corruptos as imunidades e punindo os seus crimes com penas de prisão, sendo impossibilitados de voltar a desempenhar cargos públicos. Penalizando fortemente as redes mafiosas de corrupção e o branqueamento de capitais não sendo tolerado. Os responsáveis públicos, voltarem a dar o exemplo e a servirem o interesse nacional, em vez de se servirem dos seus cargos para proveito próprio. Tornará sem duvida Portugal mais transparente.
Mas para que em Portugal exista transparência, justiça, saúde educação e justiça social; SÓ O NACIONALISMO É SOLUÇÃO e mais nada.

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A sinistra organiza-se


A sinistra associação chamada maçonaria organiza-se na Zona Centro.
A maçonaria manobrando na sombra é responsável por grande parte das medidas politicas que têm prejudicado o país e o mundo.
Esta organização que agora pretende vestir a pele de cordeiro, não hesitou no passado nem hesitara no futuro em recorrer ás mais vis e torpes manobras para chegar aos sinistros objectivos a que se propõe.
Declaradamente machista, sectária e elitista, tem no seu seio muitos dos políticos do sistema.
Combater a maçonaria é dever de todo o homem livre, que não gosta de manobras de bastidores, que sejam contra o tráfico de Influências, contra o Controle da Justiça, contra o Controle da Vida dos Cidadãos

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Segunda-feira, Novembro 02, 2009

E combater a criminalidade?


A Associação Sindical dos Profissionais de Policia (ASPP) acusa a direcção nacional da PSP de “exercer pressão” sobre os comandantes de esquadra para que o número de coimas e detenções seja utilizado para avaliar o desempenho dos polícias.
Com tudo isto a Direcção Nacional de Policia direcciona a sua actividade para a caça à multa, esquecendo a criminalidade, são cargos políticos como tal correias de transmissão de quem está no poder.

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Os corruptos do costume


O Tribunal de Instrução de Coimbra (TIC) começa hoje a ouvir os arguidos no processo da Quinta do Baião, em Góis. São cerca de dez os acusados num negócio que continua a fazer “correr muita tinta” em Góis. Os envolvidos são as personagens do costume, políticos do sistema, autarcas de profissão que depois de cumprido o mandato aparecem como por milagre nas empresas que beneficiaram.
São inúmeros os exemplos que regularmente dão à estampa e aí temos de novo, destacadas personalidades de partidos do sistema, a dar-nos mais um novo motivo de conversa e revolta, capazes de se venderem sem honra, não diferindo em nada uns dos outros, pesar da conversa de palha, ou não existisse por lá, uma boa forja de figurões de ar altivo, bem enleados no polvo da corrupção.
Este cancro nacional, que é a corrupção ganhou há anos foros de instituição e garantias de quase, se não mesmo, impunidade. E se há sector onde ela é forte e grossa, é nas autarquias.

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Domingo, Novembro 01, 2009

Dia 6 de Novembro: Grande Noite Condestabriana na Universidade Lusíada


Um grande cd, este último trabalho de José Campos e Sousa, que será apresentado na Grande Noite Condestabriana a ter lugar na Universidade Lusíada, dia 6 de Novembro.
Um disco memorável de homenagem ao Condestável e que é um marco na discografia e da Cultura Lusíada.
Paralelamente será apresentado o livro Nuno Álvares Pereira - Homem, Herói e Santo e a exposição: O Condestável - 1360 a 2009 de Gabriela Marques da Costa.

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Os “amigos” dos americanos


O rival do presidente Hamid Karzai nas Presidenciais do Afeganistão, Abdullah Abdullah, não vai participar na segunda volta das eleições, no próximo dia 7. Com o boicote de Abdullah será a machadada final na credibilidade de um acto eleitoral já manchado pelas grosseiras irregularidades registadas na primeira volta.
aqui se vê a politica de dois pesos duas medidas do imperialismo sionista americano. Enquanto nas eleições livres realizadas no Irão a CIA encenou uma estratégia com vista a derrubar os democraticamente eleitos, no Afeganistão passa a mão pela cabeça do ditador que lhes interessa manter no poder, para defesa da sua politica expansionista de domínio mundial.
Também os jornalistas terroristas, as televisões controladas pelo sistema não vão encher-nos a cabeça com manifestações e crónicas de e sobre o Afeganistão, é que neste particular manda o poder que se esconda, enquanto no Irão mandava, incentivar, promover e mistificar.
o imperialismo sionista norte-americano pretende fazer do planeta um verdadeiro campo minado. Um projecto atribuiu sempre um papel fundamental à sua dimensão militar. Os Estados Unidos cedo planearam uma estratégia militar global, dividindo o planeta em regiões e atribuindo a responsabilidade do controlo de cada uma delas a um Comando Militar americano. O objectivo era não só cercar a União Soviética (e a China), mas também assegurar a posição de Washington como administrador de última instância em todo o mundo. Por outras palavras, alargava a doutrina Monroe a todo o planeta, o que deu de facto aos Estados Unidos o direito exclusivo de gerir todo o globo de acordo com os seus interesses nacionais, conforme definido.
A classe dominante dos Estados Unidos proclama abertamente que não tolerará a reconstituição de qualquer poder económico ou militar capaz de pôr em causa o seu monopólio de domínio sobre o planeta e, para atingir este objectivo, arroga-se o direito de desencadear guerras preventivas.
O problema é que as condições em que terá que exercer seu “reinado” são as mais desfavoráveis possíveis. Quer pelo verdadeiro colapso em que se afunda o capitalismo, quer pela resistência que um pouco por todo o mundo se vai formando.

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Mais xuxialismo


"Sócrates vai tentar conseguir a quadratura do círculo", precisando: "Por um lado, vai tentar fazer uma política económica de centro com discurso de esquerda e na área dos valores e das concepções de vida em sociedade vai fazer uma política mais à esquerda."
Isto só pode significar, mais concessões e benesses ao capital, em detrimento dos trabalhadores, acompanhadas de mais aborto, mais imigração, mais criminalidade e claro a medida que nos vai salvar a todos da crise; o casamento dos homossexuais.
Os sinais já estão à vista, como patrão dos patrões a ameaçar caso haja aumento de ordenados, com novos empréstimos ao capital usurário e com a pressa em fazer aprovar a legislação do casamento dos homossexuais antes da visita do Papa.
Enfim continuam lacaios da alta finança e das modernices burguesas e claro cobardemente com medo que o povo abra os olhos e lhe retire de vez os Feeport´s, os submarinos, as vigarices com os bancos ou com a sucata.

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Sábado, Outubro 31, 2009

CANTANHEDE - Tribunal condenou dois jovens por roubo em Ançã


Apesar do longo cadastro e reincidências no mundo do crime, quer de P. Gonçalves, 24 anos como de H. Filipe, de 20 anos, o colectivo do Tribunal de Cantanhede aplicou a ambos penas relativamente leves pelo crime que ambos praticaram em co-autoria em 13 de Novembro de 2008, em Ançã, que consistiu no roubo de dois telemóveis e uma carteira com dinheiro a Pedro Miguel, com uso de violência.
Este tipo de penas que o Código “Casa Pia “ possibilita, longe de combaterem a criminalidade, só a incentivam e contribuem para aumentar o clima de insegurança.
Para os criminosos, a sistema tenta encontrar toda a espécie de desculpas de segundas oportunidades, para as vitimas o sistema enfia a cabeça na areia.
A Justiça constitui, porventura, a mais nobre função do Estado. Seria impensável imaginar há alguns anos a situação extrema de degradação a que chegou a Justiça em Portugal. O diagnóstico que fazemos diz-nos que estamos hoje perante uma moderna forma de totalitarismo, que vai avançando em surdina, e que tem construído a Justiça sob o desígnio de interesses obscuros e contrários ao interesse Nacional. A Justiça é hoje responsável, em grande parte, pelo atraso económico do país. Os processos não avançam, os julgamentos demoram anos, e muitos casos, quase sempre relacionados com políticos, nem chegam a sair da gaveta. Entendemos necessária uma reforma no sector da Justiça. Não tanto orgânica, como tem sido discutido pelos tecnocratas, mas sobretudo a nível de transparência, agilização de processos, e na "limpeza" que é urgente e necessária efectuar em vários sectores da sociedade, a começar pela própria Justiça.

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Sexta-feira, Outubro 30, 2009

Novas oportunidades?


Como eu digo, como podem as gerações dos nossos filhos ser competentes, quando a minha geração é desqualificada e foi a formadora deles?
Aos desqualificados, não interessa a qualificação dos alunos… pois que se lhe descobrem os podres…
A educação é um mundo fechado onde reinam os déspotas com poder e sem qualificações!
(Quando convêm arranja-se uma lei limitada no tempo para arranjar equivalências com base nos políticos, que nós aclamamos, e, que depois são parte do problema – Rui Vilar… era dos políticos mais influentes no país á época – continua a ser influente apesar de retirado da política activa, quando foi nomeado para o éden da Gulbenkian) ).

Currículo oficial distribuído:

Ministra da Educação, Drª. Isabel Alçada (Maria Isabel Girão de Melo Veiga Vilar)
Escritora, 59 anos, licenciada em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Mestre em Análise Social da Educação pela Universidade de Boston.
Ex-administradora da Fundação de Serralves (2000-2004).
Professora Adjunta da Escola Superior de Educação de Lisboa, exerce actualmente funções como Comissária do Plano Nacional de Leitura.

A realidade:

A Sra. Dra. Isabel Alçada (que além de excelente escritora de livros – currículo profissional – tem a virtude de estar casada com Rui Vilar – currículo político), apresenta como currículo de governante o que está acima.
Cerca de 200 pessoas como ela, frequentaram na (ida) década de 80, um curso de Verão (duração de 02 meses), na Universidade de Boston.
Esses senhores, todos eles ligados às ESE’s - Escolas Superiores de Educação, voltaram para Portugal (depois do estio).
As ESE’s, em pleno desenvolvimento de uma fraude, que foram e são os Institutos Politécnicos, precisavam de mestres para lhes atribuir a categoria de Professores Adjuntos (porque nos Inst. Polit. chega o mestrado para se ser Prof. Coordenador - Topo da Carreira).
Assim, dirigiram-se a algumas Universidade de província (Évora, Algarve, Minho, etc.) para aí obterem equivalência para os seus cursos de Verão de 02 meses - da Universidade de Boston, para mestrados (grau académico acima da Licenciatura).
A certa altura, creio que em 1987 ou 1988, o Ministro da Educação da altura (Roberto Carneiro?) pôs fim a esta vergonha mas, cerca de duas centenas (200) de falsos mestres iniciavam as suas carreiras nos Inst. Politécnicos - IP’s.
Foi o caso da “nossa” Sra. Dra. Isabel Alçada.
E é ela a Ministra da Educação (que decide os destinos deste sector, desta área ou destes assuntos (se assim preferirem) sem importância nenhuma...

Recebido por E-mail

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Rolão Preto: "Isto vai, com Deus!"

A crise do sistema


A taxa de desemprego em Portugal aumentou para 9,2 por cento em Setembro, revelou esta sexta-feira o Eurostat.
O fantasma do desemprego paira por toda a Europa, é a crise do sistema, uma crise económica, uma crise financeira, mas também e como tal mais difícil de combater uma crise de valores.
O sistema entrou em colapso e como tal vai gerar ciclicamente crises cada vez mais nefastas para o povo e para as nações. Os políticos do sistema e os capitalistas que o sustentam, vão sobretudo procurar salvar as suas mais valias sempre com prejuízo do trabalho e dos trabalhadores.
Destas crises destas contradições, sairá uma nova classe de políticos, de empresários e de trabalhadores, que colocando o capital ao serviço do trabalho, vão finalmente criar um sistema onde a justiça social e a igualdade de oportunidades serão uma realidade. Um sistema baseado nos primados da livre iniciativa, no direito natural porque inscrito no nosso código genético à propriedade privada, mas onde a sua extensão seja definida e limitada em função da utilidade social que representa e onde a falácia romântica do igualitarismo seja riscada dos manuais, uma vez que só tem servido para tornar alguns poucos mais iguais que os outros.

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