
Os problemas de insegurança na Baixa de Coimbra há muito que deixaram de ser novidade, particularmente no período da noite, quando as lojas encerram e aquela zona fica praticamente deserta. No entanto, mesmo durante o dia, há zonas mais problemáticas, onde os cenários de degradação humana podem chocar os mais desprevenidos.
O incómodo pelo mau ambiente que se criou em algumas ruas da Baixa da cidade afecta a maioria dos negócios e o que gere não é excepção. À boca pequena, de todos os negociantes com quem falámos, ouvimos as mesmas queixas, particularmente naquela rua onde, dizem, a maioria das prostitutas arrenda quartos. «Antigamente, era mais discreto, e como o movimento de pessoas na rua era muito maior, não se percebia tanto». Mas agora, aponta Maria do Céu David, «zaragatas, brigas, insultos e palavrões» são recorrentes e afastam os poucos clientes que ainda resistem.
Mais uma vez a segurança e a degradação da baixa são noticia. Sempre denunciamos e apoiamos os comerciantes que a cada dia que passa vêm os seus negócios definharem. A culpa não morre solteira porque sabemos bem a quem apontar o dedo. Os políticos do sistema estão mais preocupados em proteger as grandes superfícies que o comércio tradicional.
Os políticos do sistema estão mais preocupados em proteger os criminosos que as vitimas.
Porque é a primeira das liberdades, a segurança dos Portugueses terá que ser restabelecida. Todos os crimes e delitos serão combatidos eficazmente, as penas aplicadas serão cumpridas, os bandos de delinquentes desmantelados e as nossas fronteiras serão rigorosamente controladas. As leis portuguesas devem ser aplicadas em todo o território nacional, inclusive nos bairros degradados e conflituosos, onde hoje a polícia não entra. Os crimes de sangue, tráfico de droga, violação de menores e de imigração ilegal devem ter penas adequadas. A Polícia e a Justiça terão os seus meios reforçados.
Connosco, Portugal será seguro.
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