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segunda-feira, dezembro 12, 2011

CARAVANA NACIONALISTA



Os nacionalistas do distrito de Coimbra e o seu partido o PNR vão terminar o ano com uma grande acção de panfletagem, na zona da Beira Serra.
Partida de Cantanhede ás09.30 com passagem em Coimbra pelas 10.00 horas e inicio da acção em Poiares pelas 11.00 horas. Seguem-se os concelhos de Arganil, Góis, oliveira do Hospital e tábua, com paragem para um almoço convívio.

Mais informações:
Telemóvel 961488375
E-mail PNRCoimbra@gmail.com

sábado, julho 31, 2010

XVII Concentração Motard de Góis


Durante quatro dias, de 19 a 22 de Agosto, Góis vai transformar-se num autêntica “vila motard”. Com um orçamento de cerca de 400 mil euros e com um programa muito rico em actividades desportivas e espectáculos a 17.a concentração mototurística do Góis Moto Clube, aguarda a visita de 20 mil pessoas, entre inscritos, participantes e visitantes. Os lemas das edições anteriores mantêm-se, nomeadamente do Parque Natural Mototurismo, evento que, como explicou Jaime Garcia, «tem uma grande afluência de visitantes e todos os concelhos vizinhos acabam por ter benefício com esta concentração», e o lema “Ta-se bem”, demonstrativo do «ambiente familiar que se vive aqui durante estes dias, de descontracção e de descanso, podendo também desfrutar do rio Ceira».

terça-feira, março 09, 2010

PORREIRO PÁ!


O número de desempregados no distrito de Coimbra “bateu um recorde histórico” ao ultrapassar 20 000, segundo dados avançados hoje (dia 5) pela União de Sindicatos, da CGTP.

“Em apenas um mês, de Dezembro de 2009 a Janeiro de 2010, o número de desempregados subiu 6,97 por cento, passando de 18 913 para 20 232”, de acordo com números oficiais do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) citados pela União de Sindicatos de Coimbra.

No distrito, o concelho de Coimbra é o que apresenta maior número total de desempregados (6 826), seguindo-se o da Figueira da Foz (3 6 37), Cantanhede (1 518) e Montemor-o-Velho (1 182).

Abaixo do milhar vêm os concelhos de Oliveira do Hospital (926), Lousã (914), Soure (790), Mira (646), Penacova (632), Condeixa-a-Nova (599), Miranda do Corvo (568), Tábua (552) e Arganil (530). Com menos de meio milhar estão os concelhos de Vila Nova de Poiares (376), Penela (244), Góis (175), e Pampilhosa da Serra (117).

No período em análise, registou-se um acréscimo de 460 desempregados em Coimbra (7,23 por cento), de 234 na Figueira da Foz (6,88), de 93 em Montemor-o-Velho (8,54), de 81 em Cantanhede (5,64), de 70 em Soure (9,72), de 69 em Oliveira do Hospital, de 62 na Lousã (7,28), de 39 em Condeixa (6,96), Mira (6,43) e em Miranda do Corvo (7,37), de 35 em Penacova (5,86), de de 24 em Arganil (4,74), de 22 em Tábua (4,15), de 16 em Penela (7,02), de 15 em Poiares (4,16), de 14 em Góis (8,70) e de 7 em Pampilhosa da Serra (6,36 por cento).

“Os receios que desde há muito vêm sendo manifestados, infelizmente, confirmaram-se e aí estão os resultados dos vários encerramentos de empresas ocorridos no distrito, com maior incidência no que resta do tecido produtivo e a ausência de medidas concretas em defesa do emprego”, refere a União de Sindicatos de Coimbra.

FONTE

segunda-feira, novembro 02, 2009

Os corruptos do costume


O Tribunal de Instrução de Coimbra (TIC) começa hoje a ouvir os arguidos no processo da Quinta do Baião, em Góis. São cerca de dez os acusados num negócio que continua a fazer “correr muita tinta” em Góis. Os envolvidos são as personagens do costume, políticos do sistema, autarcas de profissão que depois de cumprido o mandato aparecem como por milagre nas empresas que beneficiaram.
São inúmeros os exemplos que regularmente dão à estampa e aí temos de novo, destacadas personalidades de partidos do sistema, a dar-nos mais um novo motivo de conversa e revolta, capazes de se venderem sem honra, não diferindo em nada uns dos outros, pesar da conversa de palha, ou não existisse por lá, uma boa forja de figurões de ar altivo, bem enleados no polvo da corrupção.
Este cancro nacional, que é a corrupção ganhou há anos foros de instituição e garantias de quase, se não mesmo, impunidade. E se há sector onde ela é forte e grossa, é nas autarquias.

sábado, maio 16, 2009

GÓIS - UMA DEZENA DE ACUSADOS NO NEGÓCIO DA QUINTA DO BAIÃO



O Ministério Público de Coimbra acusou cerca de uma dezena de arguidos no processo que envolve o negócio da Quinta do Baião, em Góis, entre os quais estão várias personalidades de destaque daquele concelho, muitas ligadas ao Partido Socialista.
Os vereadores (onde se inclui o actual presidente Girão Vitorino) que, em 1999, aprovaram a venda do terreno à Associação de Desenvolvimento Integrado da Beira Serra (ADIBER) estão acusados da prática do crime de participação económica em negócio. Já a direcção da ADIBER (onde se inclui José Cabeças e Lurdes Castanheira) é acusada da prática do crime de fraude na obtenção de subsídio tal como o gestor do respectivo programa comunitário, Nuno Jordão.
De fora do rol de acusados ficou o actual executivo (entre os quais Diamantino Garcia que apesar de ter sido eleito pelo PS é agora o candidato do PSD às autárquicas) que em 2007 deliberou a venda do terreno, cumprindo a decisão anterior.
De um modo genérico, os autarcas em funções em 99 são acusados de terem aprovado a venda do terreno por 250 mil euros, um valor inferior em 75 mil euros ao de uma avaliação então efectuada. E nem o facto de o terem feito com base no facto de se tratar de um projecto relevante para o município e para seu desenvolvimento impediu a sua acusação.
O terreno iria ser vendido à ADIBER que tinha para ali projectado um projecto de agro-turismo. Com base na deliberação camarária, a direcção da ADIBER candidatou o projecto aos fundos comunitários (Leader II) recebendo 234 mil euros provenientes de Bruxelas. Todavia, alegadamente por questões jurídicas o terreno não foi sequer escriturado no prazo de execução do projecto previsto pelo programa comunitário (só o seria em 2007). Por isso, a direcção então presidida por José Cabeças (à época presidente da Câmara e hoje novamente presidente da ADIBER) que também integrava a actual candidata do PS à Câmara de Góis, Lurdes Castanheira, entre outros elementos, está acusada pela prática do crime de fraude na obtenção de subsídio. O gestor do Leader II, que permitiu a conclusão do processo sem que o terreno tivesse sido escriturado, é acusado da prática do mesmo crime.
Após a denúncia anónima, foi realizada uma inspecção e quando foi apresentado o resultado a ADIBER já tinha escriturado o terreno, mas o Ministério da Agricultura exigiu na mesma a devolução do financiamento. Por isso, a ADIBER tentou vender o terreno a um privado (por 450 mil euros) para pagar a dívida, mas a autarquia exerceu o direito de preferência sobre os 250 mil euros do contrato e a ADIBER recuou. Neste momento, ainda não terá devolvido o dinheiro e o terreno continua na sua posse, pese embora a autarquia possa, se o projecto de agro-turismo não se concretizar até Setembro deste ano, como clausulado, agir judicialmente e a posse da parcela será devolvida à Câmara, sem qualquer contrapartida.

FONTE

quinta-feira, fevereiro 12, 2009

Transferências pulhiticas


Já por varias vezes manifestei aqui o meu repúdio mas não a estranheza, relativamente às transferências, aos pulos, que os políticos do sistema dão de partido em partido, apenas por carreirismo politico, pela ânsia de subirem mais um degrau do poleiro.
É preciso que o povo tire daqui as devidas ilações porque em época de escolha de candidatos as transferências vão suceder-se, os empresários vão andar à cata, o folclore do costume próprio de muitos políticos de sistema que estão dispostos a vender-se por trinta dinheiros.
Não se admire pois quando se deparar com mais alguns casos como este. os políticos do sistema não têm amor à camisola, apoiam quem servir os interesses e servem os seus interesses pondo de lado os da nação, da autarquia e do povo.

sexta-feira, janeiro 30, 2009

Subsidiada obra que não foi feita


O ex-gestor do programa comunitário Leader II e mais de uma dezena de pessoas, entre autarcas e membros de uma associação de Góis, são arguidos no âmbito de um processo de desvio de um subsídio. Em causa estão quase 234 mil euros de fundos comunitários atribuídos, em 1999, a um projecto que não foi concretizado.

O caso, investigado pela PJ de Coimbra, envolve elementos da Associação de Desenvolvimento da Beira Serra (ADIBER), do executivo da Câmara de Góis, e o então presidente da comissão nacional de gestão do Leader II, Nuno Jordão, já aposentado.

O financiamento foi atribuído à ADIBER para um projecto agro-turístico na Quinta do Baião, em Góis, que não foi executado, embora tenha sido dado como concluído perante a comissão nacional. Na sequência das investigações, começou por ser constituído arguido apenas o presidente da ADIBER e ex-autarca socialista José Cabeças.

Mas, agora, há mais de dez pessoas nesta condição processual. É o caso de todos os membros da direcção da associação à data dos factos, assim como da comissão que, em 1999, avaliou a parcela de terreno, na Quinta do Baião, vendida pela Câmara à ADIBER.

Esse negócio está também a ser investigado. Por isso, são igualmente arguidos os membros do executivo camarário que, em 1999, aprovaram a venda da parcela, assim como os do actual, que, em 2007, votaram de novo a favor do negócio.



FONTE

quinta-feira, novembro 20, 2008

Provável mão-cheia de arguidos no concelho de Góis


O presidente da Câmara Municipal de Góis, Girão Vitorino, voltou a ser inquirido, ontem, pela Polícia Judiciária, ao abrigo de um inquérito destinado a deslindar a venda de uma parcela da quinta do Baião à Associação de Desenvolvimento Integrado da Beira Serra (ADIBER), apurou o “Campeão”.
Os vereadores Diamantino Garcia, Helena Moniz, Graça Aleixo e Daniel Alves (os dois primeiros do PS e os outros eleitos pelo PSD) serão ouvidos nos próximos dias.
Estes autarcas, bem como os antigos vereadores que exerceram funções nos dois anteriores mandatos e os dirigentes da ADIBER no período compreendido entre 1999 e 2007, estão na iminência de ser arguidos.
Lurdes Castanheira, potencial candidata do Partido Socialista à liderança da edilidade, também poderá ficar sob a alçada da mesma figura processual, na medida em que foi vereadora e directora da Associação de Desenvolvimento Integrado da Beira Serra.Continuar a ler

sábado, março 29, 2008

Região: Góis assiste ao nascimento de uma “maternidade de árvores”


A Lousitânea – Liga de Amigos da Serra da Lousã prepara-se para inaugurar, dia 2 de Abril, a Maternidade de Árvores, em Aigra Nova, enquanto espaço de educação e sensibilização ambiental do espaço Rede Natura 2000 – Serra da Lousã.

Situada numa das quatro aldeias do Xisto de Góis, Aigra Nova será um espaço potenciador deste território, agregando informação ambiental de um espaço muito mais vasto. Segundo nota de imprensa enviada ao diário online do Correio da Beira Serra, o espaço será constituído por espécies arbóreas e arbustivas autóctones, que outrora ocupavam todo o coberto vegetal da Serra da Lousã. A novidade assenta no facto de a sua estrutura se assemelhar a uma Maternidade para que quem a visite compreenda a importância da afectividade para com o ambiente. Estarão disponíveis programas de educação ambiental para grupos formais e informais, de jovens, escolas e adultos, bem como acções de educação e sensibilização ambiental.

Destaque também para o espaço das Árvores Magníficas, o canteiro das ervas aromáticas e medicinais e os jardins autóctones. A Maternidade deverá ser também apoiada com um Centro de Educação Ambiental com exposições sobre a fauna, flora e geologia da Serra da Lousã e um pequeno auditório. Na parte expositiva serão dados principais destaques ao Veado, aos fósseis marinhos e ás espécies raras e ameaçadas de extinção como a Cegonha Preta, Falcão Peregrino, Salamandra Lusitânica, Lontra e truta Fario Fario, entre outras.