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terça-feira, dezembro 08, 2015
Ramais da Lousã e da Figueira/Pampilhosa
A desculpa da bitola Europeia já não pega como pretexto para não reactivar os Ramais da Lousã e da Figueira da Foz-Pampilhosa.
Aquilo que se implementou em Cádis, com recurso a veículos CAF-Urbos, bitensão e de 1668mm, abre caminho à reposição da via, exploração temporária com Diesel - se necessário - e electrificação 25 kV 50 Hz, plenamente compatível com 600 ou 750V cc, nos troços urbanos em Coimbra-cidade ou no que lhe queiram adicionar à posteriori. Com o Urbos é possível ir de Serpins (e Góis) à F. da Foz, tudo através de linhas de 1668mm e em plena compatibilidade com a logística e transporte de mercadorias. A aplicação de travessas 1668+1435mm, assim como os próprios veículos permitirem plena aptidão a um processo de migração de bitola, em data incerta. Foi o que se fez em Cádis.
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quinta-feira, março 28, 2013
ROUBARAM OS CARRIS!
Quem percorrer o Ramal Ferroviário Figueira da Foz/ Pampilhosa vai pensar que finalmente os amigos do alheio conseguiram roubar os carris. De facto já não é a primeira vez que a ladroagem o tenta fazer, recorrendo aos mais elaborados subterfúgios. No entanto depois de verifica-se que os "ladrões" trabalham ao serviço da REFER e com conhecimento do governo que ainda há bem pouco tempo garantia que os carris eram para ficar.
Mais uma vez a mentira é usada para acalmar as populações e depois traiçoeiramente como é apanágio desta gentalha faz-se precisamente o contrário.
O governo PSD/CDS continua a obra do governo PS. Bem gritam eles que são diferentes. Constatamos nós que a diferença é só para pior.
Os nacionalistas dos distritos de Coimbra e Aveiro têm feita desta causa do Ramal uma das suas bandeiras, protestam contra mais este atentado ao transporte ferroviário e contra a morte anunciada deste Ramal, estrutural e estruturante para a região.é vergonhosa a forma como este governo trata o seu povo e os seus empresários, mostrando que a sua preocupação só se prende com o roubo descarado dos ordenados dos portugueses, pouco se importando com as estruturas capazes e essenciais para o desenvolvimento económico e o bem estar das populações.
Com o PNR à frente dos destinos da Nação a aposta na ferrovia será uma realidade, reabilitando linhas e ramais, porque este transporte tem e é do futuro.
segunda-feira, novembro 26, 2012
Ramal Pampilhosa/Figueira da Foz
quinta-feira, junho 21, 2012
PARE ESCUTE E OLHE
A rede ferroviária nacional começou a ser construída e planeada ainda no tempo da Monarquia. Quem deu inicio ao projecto e quem o foi continuando merece o nosso aplauso e gratidão.
O transporte ferroviário é o transporte do futuro, mais cómodo, mais seguro, menos poluente quando electrificado, mais barato e menos dependente da importação petrolífera, para além de requerer menos ocupação de terreno. São só vantagens e praticamente nenhuma desvantagem quando completado com terminais rodoviários.
Foi preciso vir o 25 de Abril e os partidos do alterne para este transporte começar a ser posto em causa. Não foi por incompetência, não acreditem nisso. Esta gente que nos desgoverna tem traçado um plano altamente competente.
Primeiro, começaram por nomear para as administrações da REFER e CP gente com ligações ao sector privado dos transportes. Depois, foi deixar no mais completo desleixo linhas e ramais, tornando as viagens morosas e perigosas, e modificar os horários de forma a não servirem as populações. Também arquitectaram e puseram em prática o plano que levou a que, num curto espaço de tempo, as linhas ou passaram a ser perigosas ou a dar prejuízo.
Por outro lado, quer por bairrismos bacocos ou por popularismo, defende-se o TGV ou a construção de uma linha férrea a ligar o Porto de Aveiro a Espanha. A ordem é pobre, os frades é que são ricos.
Já existe uma linha férrea que nos liga a Espanha, que nos liga a França e logo a toda a Europa. A linha da Beira Alta, com ligação à linha do Norte e também ao porto da Figueira da Foz (este troço está encerrado para obras que tardam ou nunca virão).
Com muito menos, custos é possível melhorar a eficácia de linha e ter assim uma forma de transportar produtos de e para toda a Europa. O entroncamento da linha da Beira Alta com a linha do Norte fica na Pampilhosa, concelho da Mealhada, distrito de Aveiro, local privilegiado porque dista cerca de 10 Kms da A1 e onde é possível, com baixos custos, construir um terminal rodo-ferroviário, recorrendo aos terrenos das extintas fábricas existentes no perímetro da estação.
As soluções estão à vista, e são passiveis de ser concretizadas, visto ser um projecto estruturante e estruturador para o país. São igualmente fáceis de entender quando não se está preso a lóbis e a clientelas partidárias.
Para os nacionalistas e o seu partido estas questões são claras: apostamos seriamente no transporte ferroviário, porque é um transporte eficaz, com futuro, mas limpo, mais seguro e mais barato.
segunda-feira, janeiro 02, 2012
Manifestação em defesa do Ramal Pampilhosa Figueira da Foz

A CP – Caminhos de Ferro Portugueses anunciou que, a partir de dia 1 de Janeiro de 2012, deixará de garantir os transportes rodoviários alternativos no Ramal da Figueira da Foz, que mantinha desde que aquela linha, que liga a Figueira à Pampilhosa, foi desactivada para a realização de obras. O ramal, que passa também pelos concelhos de Cantanhede e Montemor-o-Velho, foi desactivado, tendo em vista uma empreitada de beneficiação. Foram também retirados os carris, com a justificação de que assim se evitariam furtos, mas, no recente Plano Estratégico para o sector dos transportes ficou confirmada a decisão de suspensão do processo de reactivação.
Como forma de protesto está foi agendada uma manifestação no dia 14 de Janeiro pelas 15.00h em Cantanhede. A manifestação que terá inicio junto à CM de Cantanhede e terminus junto à estação de comboios, é organizada pela Plataforma Nacional de defesa da Ferrovia, pelo Movimento de Defesa do Ramal Pampilhosa/Figueira da Foz e pelo Projecto Cultura e Cidadania de Mira. O PNR apoia esta manifestação e apela aos seus militantes e simpatizantes e a todos os vivem em locais servidos pelo Ramal para que compareçam em massa protestando contra mais este atentado aos transportes públicos.
terça-feira, setembro 13, 2011
A CP quer “livrar-se” do transporte rodoviário nos Ramais da Lousã e Pampilhosa/ Figueira


Empresa apresentou proposta para deixar de se responsabilizar pelas alternativas em linhas com a da Lousã ou Figueira-Pampilhosa
São cerca de 2,4 milhões de euros por ano, os custos assumidos pela CP para assegurar o transporte em autocarros nos locais onde as linhas já não funcionam e que levaram a empresa a apresentar uma proposta à tutela e ao Instituto de Mobilidade e Transportes Terrestres (IMTT) no sentido de alterar esta situação.
Considerando que não se trata de simples interrupções temporárias para obras, mas de situações em que a questão se prolonga, a CP entende que devem ser as empresas de transporte rodoviário a assegurar as viagens. Em causa estão a Linha do Corgo, onde as despesas com o transporte rodoviário são de 7.346 euros/mês, a Linha do Tâmega de 11.096 euros/mês e na Guarda-Covilhã 10.798 euros/mês. Na ligação Figueira da Foz - Pampilhosa, a CP gasta 15.817 euros/mês e a fatia maior vai para o Ramal da Lousã, que liga Coimbra a Serpins e que custa 154 mil euros por mês.
Os boys que “administram a CP, a clientela partidária que os partidos do alterne vão colocando nos lugares de decisão desta empresa, continuam a brindar-nos com as suas tiradas falaciosas e a tentar impingir-nos os argumentos viciados do costume na tentativa de cobrir os seus erros e a sua incapacidade de gestão.
O comboio é o transporte mais seguro mais barato e se movido a electricidade o menos poluente. Só uma administração formada com gente manifestamente incapaz ou manifestamente capaz de tudo, não conseguiu rentabilizar a CP.
Livremo-nos pois destes desgovernados administradores muitos com ligações e interesses em empresas de transporte rodoviário e dos desgovernantes que os nomearam.
quarta-feira, junho 29, 2011
PROJECTO "CULTURA E CIDADANIA"

SEXTA, 23 DE SETEMBRO, 21H15: TODOS PELA REABERTURA DO RAMAL ENTRE PAMPILHOSA E FIGUEIRA (com autarcas, políticos, entre os quais um representante do PNR etc.), no Café Aliança, em Mira.
quinta-feira, junho 23, 2011
terça-feira, março 09, 2010
PORREIRO PÁ!

O número de desempregados no distrito de Coimbra “bateu um recorde histórico” ao ultrapassar 20 000, segundo dados avançados hoje (dia 5) pela União de Sindicatos, da CGTP.
“Em apenas um mês, de Dezembro de 2009 a Janeiro de 2010, o número de desempregados subiu 6,97 por cento, passando de 18 913 para 20 232”, de acordo com números oficiais do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) citados pela União de Sindicatos de Coimbra.
No distrito, o concelho de Coimbra é o que apresenta maior número total de desempregados (6 826), seguindo-se o da Figueira da Foz (3 6 37), Cantanhede (1 518) e Montemor-o-Velho (1 182).
Abaixo do milhar vêm os concelhos de Oliveira do Hospital (926), Lousã (914), Soure (790), Mira (646), Penacova (632), Condeixa-a-Nova (599), Miranda do Corvo (568), Tábua (552) e Arganil (530). Com menos de meio milhar estão os concelhos de Vila Nova de Poiares (376), Penela (244), Góis (175), e Pampilhosa da Serra (117).
No período em análise, registou-se um acréscimo de 460 desempregados em Coimbra (7,23 por cento), de 234 na Figueira da Foz (6,88), de 93 em Montemor-o-Velho (8,54), de 81 em Cantanhede (5,64), de 70 em Soure (9,72), de 69 em Oliveira do Hospital, de 62 na Lousã (7,28), de 39 em Condeixa (6,96), Mira (6,43) e em Miranda do Corvo (7,37), de 35 em Penacova (5,86), de de 24 em Arganil (4,74), de 22 em Tábua (4,15), de 16 em Penela (7,02), de 15 em Poiares (4,16), de 14 em Góis (8,70) e de 7 em Pampilhosa da Serra (6,36 por cento).
“Os receios que desde há muito vêm sendo manifestados, infelizmente, confirmaram-se e aí estão os resultados dos vários encerramentos de empresas ocorridos no distrito, com maior incidência no que resta do tecido produtivo e a ausência de medidas concretas em defesa do emprego”, refere a União de Sindicatos de Coimbra.
FONTE
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quarta-feira, janeiro 27, 2010
Mais vale tarde...

Ainda não há qualquer anúncio quanto aos investimentos a fazer no ramal ferroviário entre Pampilhosa e Figueira da Foz. O presidente da Câmara da Mealhada, Carlos Cabral, confirma isso mesmo, apontando que “não há qualquer indicação da tutela relativamente ao início das obras”, daí que o autarca e os seus congéneres de Cantanhede, Montemor-o-Velho e Figueira da Foz, conseguiram uma reunião para esta quarta-feira, dia 27, com o secretário de Estado dos Transportes.
Esperemos que tenham a coragem de lutar pela reabertura da linha, com horários decentes e carruagens com conforto e comodidade. A região e os seus habitantes já muito foram prejudicados por este encerramento, pelo que estarão de olhos postos na capacidade negocial dos seus edis.
Os nacionalistas não vão baixar os braços porque fizeram da reabertura da linha uma das suas causas.
quinta-feira, janeiro 07, 2010
Utentes querem comboio de volta

Ligação à Figueira da Foz parada há um ano
Os utentes da linha Figueira da Foz-Pampilhosa lamentam que as obras no ramal ainda não tenham começado, um ano depois do encerramento. Alertam ainda que a viagem alternativa de autocarro levou a que muitos desistissem de recorrer ao transporte público.
Faltavam cerca de dois minutos para o comboio que liga a Pampilhosa (Mealhada) a Coimbra arrancar, quando o autocarro que iniciou a viagem na Figueira da Foz chegou à estação, numa rotina que os utentes da linha fazem diariamente desde há um ano, quando a linha foi encerrada por questões de segurança. "Queremos voltar a ter o nosso comboio, que tivemos durante mais de 20 anos", desabafa Alice Nobre, que todos os dias apanha o transporte na Cordinhã, Cantanhede. No entanto, Alice e as restantes utentes que estão sentadas ao lado sentem-se aliviadas por o autocarro ter chegado a tempo. "Já houve vezes em que se atrasou e o comboio não esperou. Tivemos de ficar aqui meia hora", lamenta.
Os utilizadores da linha enumeram várias desvantagens na utilização do autocarro em detrimento do comboio. "É outro conforto, para além dos atrasos e da constante mudança de transporte", conta Lurdes Alves, proveniente de Mala, também no concelho de Cantanhede. Estas desvantagens, afirma, levam muitos utentes a desistir e a viajar no automóvel particular, e mesmo a não viajar. "E nunca dei por grandes perigos na linha. Sempre foi um caminho certinho, sem grandes barreiras", defende.
A utente lembra que, quando a linha encerrou, deram um ou dois anos para reabrir, mas lamenta que, ao fim de um ano, não haja sequer sinais de obras.
Sindicato preocupado
O coordenador de Coimbra do Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário, Célio Correia, teme que a linha Pampilhosa-Figueira da Foz tenha sido encerrada definitivamente, por não ser um troço lucrativo. "É uma política que tem sido desenvolvida noutros locais", lamenta, reiterando que tem pressionado a Refer para saber quando começam as obras no ramal, sem ter ainda obtido uma resposta. "Fala-se que a linha poderá ser entregue a privados para transporte de mercadorias, mas falta resolver a situação do transporte de passageiros", alega.
O JN contactou ontem a Refer, no sentido de saber se havia data para o início das obras, não tendo obtido, em tempo útil, uma resposta. No entanto, ontem a imprensa local noticiava que a empresa havia comunicado à Câmara Municipal da Figueira da Foz a intenção de reactivar a linha em 2011.
segunda-feira, outubro 19, 2009
Apita o comboio

Quatro anos depois da apresentação das orientações estratégicas para o sector ferroviário, a Refer atingiu os mínimos em investimento na rede e mantém linhas sem automotoras.
As linhas do Tâmega, do Corgo e do Tua, e os troços Guarda-Covilhã e Figueira da Foz-Pampilhosa, estão fechados e não se sabe ao certo quando reabrirão. Isto porque, em alguns casos, nem sequer há projecto para avançar com as obras.
Se nas outras linhas ainda se vê algum “movimento” na Linha Figueira da Foz, Cantanhede, Pampilhosa, não se sabe quando o comboio voltará a apitar pese embora, que para substituir as automotoras na linha, a Refer paga 13.680 euros por mês a uma empresa rodoviária. O contrato termina em Março, mas deverá ser prorrogado, pois esta é a linha mais "esquecida" de todas, não havendo sequer projecto de modernização.
Perante este cenário, não vemos da parte dos autarcas das zonas servidas pela linha qualquer reacção. Quem cala consente, pelo que tememos que o encerramento da linha passe de provisório a definitivo.
Face a apatia daqueles que deviam em primeira instância, lutar pela reabertura e modernização da linha, cabe aos cidadãos tomar nas suas mãos a luta que eles não querem travar.
Os transportes públicos não são um negócio e como tal toda a região merece ter comboios modernos, com horários compatíveis e a preços económicos.
Da nossa parte toda a disponibilidade para integrar um grupo de cidadãos que tome na sua mão esta e outras lutas, que sejam mais valias para a região. juntos vamos conseguir que o comboio volte novamente a apitar.
sábado, agosto 30, 2008
Activismo

Esta noite um grupo de nacionalistas efectuou uma acção de colagens na Pampilhosa.
Esta localidade viveu momentos de revolta, quando tomou conhecimento que dois criminosos tinham sido mandados em liberdade pelo ministério público, embora tivessem efectuado um assalto com recurso a armas de fogo.
Os activistas são os que nunca têm mais que fazer, os que nunca duvidam, os que nunca admitem que a questão pode ter outro lado, os que estão prontos para tudo. Mantêm-se, em todos os sentidos da palavra, inocentes: tão puros como inconscientes. Existem para a acção.
Parabéns aos camaradas que nem estiveram no sofá nem se perderam nos encantos da noite e souberam dizer presente, mostrando ao povo da Pampilhosa, qual é o único partido que se preocupa com a sua segurança.
domingo, outubro 21, 2007
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