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domingo, dezembro 06, 2009

Mil uniculturalistas


O multiculturalismo defendido pelo sistema é um uniculturalismo disfarçado. Eles não pretendem preservar a cultura e identidade de povos e nações, a sua real intenção é criar uma só raça, uma só identidade, enfim globalizar, para acabando com as diferenças e melhor poder injectar a sua cultura decadente e putrefacta. Este mundo novo fará as delícias de qualquer multinacional, uma vez que pode produzir em massa, para um gosto mais ou menos homogéneo.
O resultado do referendo na Suiça, longe de ser entendido como uma reacção lógica e natural de um povo à perca de identidade, uma revolta contra o que a Nova Ordem Mundial em nome do enriquecimento de alguns lhes tenta impingir, sofre as criticas dos fazedores de opinião que o sistema arregimenta para tentar justificar o injustificável.
Já muitas vezes me insurgi contra a invasão do Iraque e do Afeganistão, já ergui bem alto a minha voz contra o genocídio dos povos palestinianos o holocausto dos “bons”. Sou um confesso seguidor dos governantes do Irão e abomino a campanha sórdida que os media ao serviço do sistema fazem contra este país. No entanto não quero a Turquia na Europa nem quero a invasão cultural protagonizada por muçulmanos. Eu defendo a independência dos povos a sua identidade e cultura, mas muitos dos que dos que me acusam de islamofobia, estão do outro lado da barreira e apoiam sem reservas a politica americana e dos seus aliados no que concerne ao Médio Oriente.
Então posso dizer com segurança os islamofobos são eles, e o multiculturalista sou eu.

domingo, novembro 29, 2009

Abaixo o multiculturalismo


A Suíça aprovou hoje, por mais de 57 por cento, os apelos da extrema-direita a que seja proibida a construção de novos minaretes no país, indicam os resultados oficiais do referendo efectuado nos 26 cantões.
Mais um grito e bem sonante contra a multiculturalismo que a pouco e pouco destrói a identidade europeia e contra a sua causa principal a imigração descontrolada, também responsável pelo desemprego, pelos baixos salários, pela diminuição dos direitos dos trabalhadores e pelo aumento da criminalidade.
Finalmente a Europa começa a acordar da longa noite que o sistema lhe impingiu e percebe que, o multiculturalismo do sistema é afinal uniculturalismo. É a destruição de todas as culturas dos povos, para sobre os seus escombros edificar a cultura da Nova Ordem Mundial.
Multiculturalismo sim, enquanto ele significar a manutenção da identidade cultural de cada povo de cada nação. Podemos admirar a identidade e cultura de um determinado povo, raça ou etnia, mas só enquanto tal admiração não colocar em causa a nossa cultura. Não é a reaccionária teoria do orgulhosamente só, sabemos que a identidade e a cultura sofrem alterações, que muitas vezes as culturas, as identidades, sofrem influencias externas, não nos conformamos é com mudanças por decreto ou invasão ou muito menos quando os interesses obscuros do capital estão por detrás dessas alterações.
Esperemos que esta atitude corajosa dos suíços seja o início de uma nova era para a Europa. Uma Europa dos europeus e para os europeus. Uma Europa onde a imigração seja controlada e restringida a picos pontuais de falta de mão de obra.

sexta-feira, fevereiro 13, 2009

Dois pesos duas medidas


É notória a tentativa do sistema e dos meios de comunicação social ao seu serviço em diabolizar a palavra nacionalismo e os nacionalistas. A máquina de propaganda da Nova Ordem Mundial, torce, distorce, liga, tudo o que pode, para denegrir e lançar a duvida e a suspeita sobre os movimentos nacionalistas.
Tudo isto vem a propósito da última noticia que faz as delícias dos jornais.
Os partidos nacionalistas não estão imunes a que alguns dos seus simpatizantes ou mesmo militantes caiam nas malhas da criminalidade. A grande diferença em relação aos partidos do sistema é que são rapidamente expulsos e afastados dos partidos. Nos partidos nacionalistas não devem existir criminosos.
Convém também esclarecer que actos como os que relata o jornal devem ser condenados, porque a nossa luta dirigisse contra a imigração e contra quem dela beneficia e nunca contra os imigrantes, pelo menos nunca contra aqueles que procuram uma melhor vida para si e para os seus.
Mas neste particular e como alguns jornais Suíços já fizeram menção, os contornos são bastante escuros, tudo levando a crer que se trata de mais um embuste.

A polícia de Zurich informou nesta sexta-feira, 13, que a brasileira Paula Oliveira não estava grávida no momento da agressão que sofreu na última segunda-feira. A advogada ainda está internada depois de alegar que foi agredida por três skinheads, mas a polícia, citando relatórios médicos, concluiu que no momento do ataque ela já não estava grávida. A policia voltou a insistir que não há como garantir ainda que os ferimentos foram causados por agressores e mantém a possibilidade de autoflagelação. Mesmo assim, a polícia informa que interrogou três homens na noite de segunda-feira, e que foram liberados por falta de evidências.


Tesde de autoflagelo

Segundo a BBC, o diretor do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique, Walter Bär, afirmou nesta sexta-feira que, a partir de exames de legistas e ginecologistas, sua conclusão é de que a brasileira Paula Oliveira não estava grávida e teria ela mesma feito os ferimentos em seu corpo. Em entrevista coletiva na sede da polícia de Zurique, Bär afirmou que os corte encontrados no corpo dela foram realizados em locais que podem ser alcançados por ela mesma".

"Além disso, as partes mais sensíveis do corpo feminino, como genitais e seios, não foram atingidos pelos ferimentos", acrescentou. "Minha conclusão é que ela mesma fez os ferimentos". "Quero ressaltar que o Instituto de Medicina Forente da Universidade de Zurique é uma entidade independente, sem ligação com a polícia nem com as autoridades de Justiça", observou Bär. De acordo com a polícia suíça, as investigações sobre o caso ainda não foram concluídas e seguem em andamento em todas as direções.


O rápido aproveitamento da situação por parte de algumas autoridades brasileiras também revela muita hipocrisia, pois sabemos que são muitos os casos de criminalidade dirigida contra imigrantes no Brasil, porque ao contrario do que pretendem fazer crer a xenofobia e o racismo não é um privilegio dos brancos e muito menos dos europeus.
O Brasil faz nesta altura do campeonato parte do grupo dos 15 países mais ricos do mundo. Toda esta mais valia é conseguida à custa da exploração do povo brasileiro, apesar de o governo ser constituído por um partido de esquerda. A imigração é uma arma do capital, serve sobretudo para que empresários corruptos e os exploradores do costume consigam melhores salários para aumentar os seus lucros e como arma de arremesso contra os trabalhadores autócnes.

Neste caso cinzento muitos jornais nem puseram sequer a hipótese de a ligação ao partido nacionalista suíço estar a servir como forma de encobrimento. No entanto quando alguns jovens de extrema-esquerda insultaram e apedrejaram policias, não vimos nas páginas de nenhum jornal, a sua ligação ao BE que sabemos ser sobejamente conhecida