quarta-feira, junho 28, 2006

QUE GRANDES DEMOCRATAS

O PCP anunciou esta terça-feira que vai voltar a apresentar no Parlamento o seu projecto de lei para despenalizar o aborto até às 12 semanas de gravidez, no início da próxima sessão legislativa, em Setembro.
Em declarações à Agência Lusa, a dirigente comunista Fernanda Mateus manifestou-se convicta de que «é possível convencer» o PS e o Bloco de Esquerda de que «não é necessário realizar um novo referendo» sobre a despenalização da Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG).
Não percebo com ainda há pessoas a creditar nesta gente. O povo é “burro” e “ignorante” como tal o parlamento cheio de “iluminados” (sobretudo quando dormem) é que deve decidir.
O povo português mais tarde ou mais cedo vais saber dar resposta a estes falsos democratas e assassinos de inocentes.

5 comentários:

Santos R. Queiroz disse...

O costume, no país das aparências. A democracia de aparência, o regime de aparência...

Só falta mesmo é a identidade.

Reportando ao caso, PCP, BE e PS vão acabar por conseguir obrigar o país à legalização deste crime, que mais não seja pela teimosia.

Manel disse...

Leitura, aconselho a leitura de Peter Singer, o livro Ética Prática, isto para esclarecimento de não se caír em posições hipócritas, meu caro amigo cantanhedense.
A despenalização de quem opta abortar dentro de determinadas condições, por razões várias e pessoais, é só por si uma violência pessoal em que só isso penaliza e de que forma a mulher,a pricipal vítima, despenalizar, dizia eu, é um avanço civilizacional.
É uma questão de Ética prática.
Um abraço

Nuno Adão disse...

Amigo Vitor, se as mães de alguns iluminados tivessem interrumpido a gravidez, não estariamos agora a ter que conviver com eles...

Vítor Ramalho disse...

Sobretudo aqueles iluminados que defendem o aborto, em vez de mais e melhores condições para as mulheres que pretenderam ter filhos.

Manoel das Couves disse...

Desde que a seguir apresentem propostas de Referendo em relação à legalização dos casamentos homossexuais e das relações poligâmicas, estou de acordo com resolução da questão do aborto através de Referendo.

Ou, quando chegar o momento de decidir acerca de casamentos entre indivíduos do mesmo sexo, não vai haver referendo?

E podiam fazer também um referendo acerca do TGV e do Aeroporto da Ota, outro sobre a proibição de fumar nos restaurantes, outro para decidir se os portugueses querem receber menos dinheiro de Reforma, outro sobre... outro...

Expliquem-me lá - como se eu fosse muito, muito, muito burro - se nem a adesão de Portugal à CEE nem a Constituição da República (na sua versão original ou mas subsequentes revisões) foram sujeitas a Referendo, porque carga de água a Regionalização e o Aborto têm de ser referendados?

Náo somos ouvidos nem achados nos alicerces mas querem a nossa opinião sobre o telhado?

Manuel F. Ribeiro
AbaNação