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sábado, abril 17, 2010

Entre a espada e a parede?


Os trabalhadores portuguêses estão mais entre a espada e parede, a cada dia que passa, mais à mercê do grande capital apátrida, dos empresários corruptos, do uso da imigração para os chantagear e de um sistema que só tem olhos para quem já muito lucrou e não protege nem trabalhadores, nem os pequenos e médios empresários. Os sindicatos correias de transmissão do sistema, continuam a apostar na política de terra queimada não se libertando dos pouco saudáveis tempos do PREC.
Assim os trabalhadores estão à mercê de todas as promessas, nunca sabendo se o “pai morre ou se vão almoçar”
Os trabalhadores só poderão almejar uma nova ida quando se libertarem dos traidores dos sindicatos, quando se libertarem das promessas envenenadas do sistema.
É sobre o combate espiritual, onde a razão pára e onde se encontram as raízes da evolução humana, que é necessário combater. O capitalismo e marxismo estão unidos porque são o inimigo de o que mais cedo ou mais tarde vai libertar o homem, um factor que só tem um nome e está muito distante do materialismo: o da vontade humana.
Em vez de ser uma folha dos livros existentes, ou tentativa para formar uma espécie de ridícula ideologia centrista, os trabalhadores devem rejeitar totalmente o meio ou as duas extremidades do sistema na sua totalidade.
Nós os trabalahdores nacionalistas, opomo-nos de igual modo aos reaccionários e aos vermelhos, porque só o Nacionalismo é solução..

terça-feira, março 16, 2010

Cerâmica Ceres


O tribunal de Coimbra analisa hoje a contestação ao pedido de insolvência da cerâmica Ceres, apresentada pela administração, que "não encontra razões" para a ação interposta pelo Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social (IGFSS).
O pedido de insolvência foi apresentado pelo IGFSS em meados de Fevereiro, por incumprimento do plano de pagamento da dívida acordada para a recuperação da empresa, que previa a reintegração de 120 postos de trabalho.
Em declarações à agência Lusa, o administrador da empresa, Francisco Lemos, considerou que "não faz sentido" o pedido de insolvência, "ainda para mais vindo de uma instituição do Estado, quando a publicidade é a de ajuda às PME (pequenas e médias empresas) e manutenção dos postos de trabalho".
Sabemos também que todas estas pressões e o atraso num financiamento que iria ajudar a empresa a arrancar e dar de novo trabalho a centenas de pessoas tem sido constantemente, são fruto de manobras de bastidores de quem tem interesses imobiliários na zona.
O sistema e as suas instituições são geralmente o principal responsável pela falência de muitas empresas, Segurança Social, e Finanças preverem ver empresas encerradas, trabalhadores no desemprego a darem uma ajuda e condescendência na recuperação das empresas.
Interesses imobiliários e o grande capital são os principais beneficiados com os encerramentos.

sábado, março 06, 2010

Só o nacionalismo é solução


O distrito de Coimbra bateu “um recorde histórico”, ultrapassando os 20 mil desempregados em Janeiro.
Se compararmos os dados de Dezembro de 2009 e Janeiro de 2010, o número de desempregados, em apenas um mês sobe 7 por cento, de 18.913 para 20.232, e estes são apenas os números oficiais.
Estes dados confirmam os receios que têm manifestado e resultam dos vários encerramentos de empresas ocorridos no distrito, com maior incidência no que resta do sector produtivo e da ausência de medidas concretas em defesa do emprego.
Em todos os 17 concelhos do distrito, o desemprego aumentou, a realidade exige medidas concretas urgentes de combate ao desemprego.
O concelho de Coimbra é o que tem maior número de desempregados, com 6826 pessoas nesta situação, seguindo-se a Figueira da Foz, com 3637, e Cantanhede, com 1518 – de acordo com os mesmos dados relativos a Janeiro
Sendo que o Distrito é governado por laranjas e rosas, podemos concluir que com estes frutos e estas flores não amos lá.
Para defender o emprego é preciso defender a propriedade privada e a livre iniciativa, é preciso proteger os produtos nacionais, são precisa politicas de incentivo à criação e apoio às empresas, são precisas novas politicas salariais que só o nacionalismo pode criar.

sexta-feira, fevereiro 12, 2010

OLIVEIRA DO HOSPITAL – MAIS DESEMPREGO



Quase três meses depois de ter parado a laboração, a empresa de confecções Fabriconfex, de Oliveira do Hospital, não teve outra saída senão entregar-se à insolvência. A decisão foi ontem comunicada aos cerca de 180 colaboradores pelo Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Têxtil do Centro, que ainda assim não perde a esperança de ver retomada a laboração nesta empresa.
Enquanto os parlamentares discutiam o casamento dos gays, mais uma empresa encerrava as portas e deixava no desemprego, mais alguns trabalhadores.
Ontem a esquerda o obteve mais uma vitória e a direita fez passar o seu orçamento, mas nada disto enche a barriga de milhares de portugueses que a cada dia que passa vêem piorar as suas condições de vida.
Para os partidos do sistema o importante são os tachos que conseguem ir arrebanhando e as conquistas que conseguem para os lobbies de que são reféns.
É tempo de dizer basta, é tempo de os trabalhadores se unirem em torno do único projecto que põe em primeiro lugar Portugal e os portugueses,

quarta-feira, dezembro 30, 2009

Porreiro pá!


De acordo com os últimos dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) – referentes a Novembro de 2009 –, a taxa de desemprego no concelho de Oliveira do Hospital registou um aumento de cerca de 22 por cento comparativamente ao mesmo mês de 2008.
Segundo as últimas estatísticas do INE, em 30 de Novembro do corrente ano, o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) tinha 774 pessoas inscritas no desemprego. Este flagelo social continua a atingir maioritariamente o emprego feminino, com 415 desempregados.

Um factor não menos preocupante, prende-se com o facto de estes números não traduzirem ainda a situação real em termos de desemprego, já que os cerca de 350 trabalhadores que perderam o seu emprego, em consequência do encerramento da HBC e da Fabriconfex, ainda não fazem parte das estatísticas oficiais pelo facto de se encontrarem com os contratos suspensos.

Note-se que Oliveira do Hospital está já entre os cinco municípios do distrito de Coimbra com maior número de desempregados e, em termos da região, o panorama também é semelhante.

FONTE

sexta-feira, novembro 20, 2009

OLIVEIRA DO HOSPITAL Fábrica fecha e leva 180 para o desemprego


A fábrica de confecções Fabriconfex, de Oliveira do Hospital, encontra-se com a laboração suspensa desde terça-feira, altura em que os trabalhadores receberam uma carta da administração da empresa a comunicar que não têm encomendas e também que não há condições para pagar mais salários.
Embora alguns analistas ao serviço do sistema insistam em nos dizer que a crise está a terminar, os factos desmentem essas teorias falaciosas. O desemprego não pára de aumentar e as empresas não param de fechar. Para alguns eleitos a crise nem uma beliscadura lhes deu, antes pelo contrário, vão sair mais fortes e com mais valias, porque ajudados pelo sistema nada temem, visto terem sempre a ajuda do poder.
Para outros a crise foi um pretexto para fechar a empresa e abrir meia de dúzia de metros mais abaixo com novo rosto. Passeiam-se impunes apesar das denuncias e do muito que prejudicaram o país e trabalhadores.
Mas muitos empresários lutam com todas as forças contra o encerramento, não são ajudados pelo estado (como acontece com a alta finança), é muitas vezes o estado a pedir a insolvência, porque a administração é cega surda e muda.
No fim da cadeia estão os trabalhadores, famílias inteiras lançadas para a miséria a viverem de ajudas, sem esperança de voltar a trabalhar.
Este sistema, esta Nova Ordem Mundial em que a esmagadora dos países está inserido, só nos pode trazer mais desemprego, mais miséria, mais fome, mais insegurança.
Como já temos escrito e gritado aos quatro ventos, para grandes males grandes remédios. Contra o sistema só o nacionalismo é solução e mais nada.

domingo, novembro 01, 2009

Mais xuxialismo


"Sócrates vai tentar conseguir a quadratura do círculo", precisando: "Por um lado, vai tentar fazer uma política económica de centro com discurso de esquerda e na área dos valores e das concepções de vida em sociedade vai fazer uma política mais à esquerda."
Isto só pode significar, mais concessões e benesses ao capital, em detrimento dos trabalhadores, acompanhadas de mais aborto, mais imigração, mais criminalidade e claro a medida que nos vai salvar a todos da crise; o casamento dos homossexuais.
Os sinais já estão à vista, como patrão dos patrões a ameaçar caso haja aumento de ordenados, com novos empréstimos ao capital usurário e com a pressa em fazer aprovar a legislação do casamento dos homossexuais antes da visita do Papa.
Enfim continuam lacaios da alta finança e das modernices burguesas e claro cobardemente com medo que o povo abra os olhos e lhe retire de vez os Feeport´s, os submarinos, as vigarices com os bancos ou com a sucata.

sexta-feira, outubro 30, 2009

A crise do sistema


A taxa de desemprego em Portugal aumentou para 9,2 por cento em Setembro, revelou esta sexta-feira o Eurostat.
O fantasma do desemprego paira por toda a Europa, é a crise do sistema, uma crise económica, uma crise financeira, mas também e como tal mais difícil de combater uma crise de valores.
O sistema entrou em colapso e como tal vai gerar ciclicamente crises cada vez mais nefastas para o povo e para as nações. Os políticos do sistema e os capitalistas que o sustentam, vão sobretudo procurar salvar as suas mais valias sempre com prejuízo do trabalho e dos trabalhadores.
Destas crises destas contradições, sairá uma nova classe de políticos, de empresários e de trabalhadores, que colocando o capital ao serviço do trabalho, vão finalmente criar um sistema onde a justiça social e a igualdade de oportunidades serão uma realidade. Um sistema baseado nos primados da livre iniciativa, no direito natural porque inscrito no nosso código genético à propriedade privada, mas onde a sua extensão seja definida e limitada em função da utilidade social que representa e onde a falácia romântica do igualitarismo seja riscada dos manuais, uma vez que só tem servido para tornar alguns poucos mais iguais que os outros.

sexta-feira, outubro 02, 2009

Desemprego a coisa está preta


A taxa de desemprego em Portugal poderá chegar aos 11 por cento - ou seja, aos 700 mil desempregados - no próximo ano. A previsão foi divulgada ontem pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e faz eco do que já fora antecipado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económicos (OCDE).
Embora o sistema nos tente impingir que a crise está a acabar, os números levam-nos a crer que só pode estar a acabar para alguns.
O fantasma do desemprego continua a pairar sobre os trabalhadores portugueses, para isso contribui a imigração descontrolada, a crise do capitalismo e a incapacidade dos nossos governantes em gerar postos de trabalho.
Só um governo forte, não dependente dos grandes grupos económicos e da ditadura de Bruxelas, poderia alterar este cenário negro. Só um governo que pusesse fim aos fluxos migratórios, poderia defender o trabalho para os portugueses em primeiro lugar. Só um governo que submetesse o capital ao trabalho, teria capacidade para manter postos de trabalho, sem prejudicar a livre iniciativa e a propriedade privada.
O capitalismo liberal burguês de fundo materialista e que representa o exploração social e humana de uns e a supremacia de outros, trata o trabalho como uma mercadoria. Aplica-lhe a lei da oferta e da procura e como tal tem necessidade de aumentar a oferta para baixar os preços, as grandes migrações deste mundo moderno são a arma utilizada.
A realidade das nações submetidas á pobreza, exploração, prostituição, narcotráfico, trabalho precário, delinquência e imigração massiva, guerra de classes, consumo selvagem como ideal de vida, demonstram que só um estado nacionalista, que liberte o trabalho de uma mera mercadoria e que submeta a ele o capital, poderá promover a verdadeira justiça nacional a obrigação de trabalhar em detrimento do direito ao trabalho.

quarta-feira, setembro 16, 2009

Combater a crise



A OCDE estima que no final de 2010 o desemprego em Portugal atinja 650 mil pessoas, o que significa que existirão mais 210 mil desempregados do que os contabilizados no final de 2007, segundo um relatório hoje divulgado.

De acordo com o Outlook sobre o Emprego em 2009, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), Portugal chegará, assim, ao final de 2010, com uma taxa de desemprego na ordem dos 11,7 por cento.

A política geral de trabalho deve ter como objectivos: gerar níveis elevados de emprego para toda a população activa portuguesa, incentivar a qualificação profissional, a produtividade e competitividade das empresas.
Um dos principais eixos da política de trabalho do http://www.pnr.pt/portal/ PNR será a de proporcionar aos cidadãos nacionais, prioridade no preenchimento de postos de trabalho e acabar com a situação injusta e absurda, de ver portugueses sem emprego ou na contingência de terem de emigrar, porque grande parte dos postos de trabalho estão ocupados por estrangeiros.
Incentivo aos agentes económicos para, através de um sistema de cooperação a implementar, melhorar progressivamente os níveis remuneratórios, de acordo com a produtividade, assiduidade, desempenho e competência de cada empregado.
Será particularmente premiada, a atitude de gestão empresarial, que vise distribuir lucros aos seus empregados, atinja níveis elevados de qualificação profissional e produtividade ou implemente creches e infantários para os filhos dos seus colaboradores.
Será premiada de modo especial, a atitude de gestão que vise integrar funcionários públicos nos quadros de pessoal de empresas privadas.
Reforma do actual sistema de Concertação Social, evoluindo-se para um sistema mais simples e pragmático, consubstanciado num Código do Trabalho.
Melhoria dos actuais instrumentos legais de Contratação Colectiva e das Convenções Colectivas de Trabalho.
Aperfeiçoamento do sistema sindical, enquanto instrumento democrático de defesa e afirmação dos empregados, mas também como instrumento de uso responsável e equilibrado e que contribua para a estabilidade laboral e a paz social.
Eliminação progressiva da dependência dos sindicatos e das actuais comissões de trabalhadores, das forças políticas.
O PNR propõe-se:
> Promover uma política tendencial de pleno emprego, com prioridade para os cidadãos nacionais
> Conceder incentivos às empresas para premiar a acção social e a integração de funcionários públicos
> Conceder incentivos às empresas para premiar a qualificação profissional, a produtividade, competitividade e internacionalização
> Criar novas e melhores Leis do Trabalho
> Promover o sindicalismo responsável e independente

sexta-feira, agosto 14, 2009

Desemprego


A taxa de desemprego atingiu os 9,1 por cento no segundo trimestre deste ano. O Instituto Nacional de Estatística (INE) revela que há, em Portugal, 507 mil pessoas sem emprego, valor máximo desde 1987.
Hoje em dia as grandes empresas desempregam mais do que contratam. São as pequenas e médias que geram emprego, aqui e mundo afora. Mas, em vez de fortalecer as pequenas empresas, quase todos os governos de Portugal as ignoram ou a enfraquecem.
Assistimos a uma sistemática destruição desse sector em Portugal. Os ricos com suas grandes empresas já não criam muitos mais empregos e os pobres não têm como gerá-los. Denegrir e dizimar a classe, pode ser uma grande vitória política, mas será um enorme suicídio económico.
Pouco a pouco a propriedade o poder económico, a produção vai ficando nas mãos de meia dúzia de famílias é o fim anunciado da propriedade privada e da livre iniciativa. O capital segue o caminho que tanto criticou ao capitalismo de estado.

quarta-feira, agosto 12, 2009

Porreiro pá!

O número de desempregados sem qualquer subsídio de desemprego está a crescer ao dobro da subida do desemprego. Em Maio passado, o desemprego registado cresceu 27,6 por cento face ao mesmo período de 2008. Mas, com base nos dados do Ministério do Trabalho, o número dos desempregados em busca de novo emprego e que não recebem subsídio aumentou 53 por cento.
podemos facilmente apontar o dedo e mostrar que as politicas erradas do sistema e a imigração descontrolada são os únicos responsáveis pelo desemprego e pelos baixos salários. Tudo o mais, são desculpas que o sistema inventa para tentar justificar-se e manter a exploração do povo.

sexta-feira, julho 31, 2009

Sindicato repudia naturalização do brasileiro do Sporting


O Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol manifestou uma "posição de repúdio" sobre o processo de naturalização do brasileiro Liedson e anunciou que pedirá uma reunião ao presidente da Federação e ao seleccionador nacional.
Finalmente alguém tem coragem de fugir ao politicamente correcto e dizer umas verdades, incomodas para o sistema.
Esperaríamos a mesma atitude de outros sindicados em defesa dos seus associados, mas era esperar muito de quem ao longo dos últimos anos tem atraiçoado os trabalhadores.

quinta-feira, julho 23, 2009

BASTA !


O número de desempregados inscritos nos centros de emprego subiu 28,1 por cento em Junho, face ao mesmo mês do ano passado, e aumentou 0,1 por cento face a Maio, segundo os dados hoje divulgados pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP). No final de Junho, encontravam-se inscritos nos Centros de Emprego do Continente e das Regiões Autónomas 489.820 desempregados, mais 107 mil indivíduos do que há um ano atrás.
Aqueles que levaram muitos portugueses a votar com a promessa de emprego, falharam neste particular e em toda a linha de governação. Agora voltam-se para as novas tecnologias temendo eu já que a breve trecho a internet retroceda aos tempos de antanho.
A crise do capitalismo, do sistema da Nova ordem Mundial pode ser explicação para muita coisa, mas è certa que sem ou com crise tudo indicava que as politica desastrosas deste governo iriam dar em algo parecido, mais ou menos grave.
Os números de desempregados, coincidem com os números da imigração, responsável em parte pela crise do desemprego, dos baixos salários, da perda de regalias dos trabalhadores. O sistema que rouba os africanos os sul-americanos é o mesmo que os empurra e atrai para imigrar. A Nova Ordem Mundial, precisa de uma legião de desempregados de preferência desenraizados, que usa a seu belo prazer.
Se o problema do desemprego passa pela criação de novos postos de trabalho, também é certo que passa pelo controle da imigração, que afinal tem enchidos os bolsos de muito empresário corrupto.
Se acrescentarmos ao desemprego os subsídio dependentes, aqueles que nós pagamos para estarem em casa a gozar o verão enquanto, calcorreamos as ruas em busca de emprego, chegamos a conclusão que a peça está bem montada e a engrenagem funciona.
Pagamos todos para manter a legião de desempregados, que fornece armas ao sistema e no meio de toda esta trama uns continuam a ser mais iguais que outros, que é mesmo que dizer que o fosso entre ricos e pobres não pára de aumentar.

quarta-feira, maio 27, 2009

Oliveira do Hospital Mais 56 trabalhadores das confecções foram para o desemprego


Fábrica de confecções Mundiveste ficou sem encomendas, mas assim que conseguir novos trabalhos pretende voltar a readmitir os funcionários que agora foram para o fundo de desemprego.
Fruto da crise ou por escandaloso aproveitamento, sucedem-se as fabricas a fechar.
Para as pequenas e médias empresas o governo e o sistema não apresentam soluções nem injectam capital para as salvar.
Uma coisa sabemos de fonte segura alguém anda a lucrar com a crise, o grande capital, que vai poder trabalhar novos mercados e os lacaios que mete nos governos.

sábado, abril 18, 2009

SÓ O NACIONALISMO É SOLUÇÃO


Por falta de encomendas, os 150 trabalhadores da HBC Confecções gozam férias até ao final do mês.
O drama do desemprego volta a assombrar o sector das confecções no concelho de Oliveira do Hospital. Depois de no início do ano, a Jammo confecções ter lançado para o desemprego cerca de seis dezenas de trabalhadores, é agora a vizinha HBC Confecções que dá sinais de fragilidade, alargando o período de férias inicialmente de duas semanas, até ao final do mês, por falta de encomendas. Os trabalhadores têm o salário de Março em atraso.

Umas vezes por oportunismo de patrões corruptos outras vezes por falta de ajuda estatal, o cenário do encerramento de empresas e a nefasta consequência do desemprego e dos salários em atraso, são cada dia que passa mais sombrios.
O sistema não encontra soluções para o problema, porque ele mesmo faz parte do problema. A crise é económica, financeira mas também de valores e cultura.
Só um novo paradigma uma nova ordem, baseada em valores ancestrais, empenhada numa verdadeira justiça social, pode fazer face a crise e ao agravar da crise que se avizinha.

sexta-feira, abril 10, 2009

Porreiro pá!


Em Soure, no distrito de Coimbra, foi declarada a insolvência da fábrica de balhas Fapsur, lançando 60 trabalhadores no desemprego.
A falta de encomendas e as dívidas que ascendem a largos milhares de euros ditaram o encerramento desta empresa do sector têxtil.
No distrito de Coimbra e em todo o Portugal as noticias principais ou falam de desemprego ou de criminalidade. Os Novos Senhores do Templo não sofrem no entanto as agruras destes dos flagelos, porque bem defendidos pelo sistema nem sequer são beliscados pela crise que criaram e que nos tentam fazer pagar e impingir.
É tempo de mudar de rumo.

quarta-feira, abril 01, 2009

Conimbrigel fecha as portas


Se um dia neste blogue não se fala de criminalidade é porque a noticia é mais desemprego e mais uma empresa a fechar.
De facto estes dois assuntos já são um lugar comum no Distrito de Coimbra. O sistema não tem soluções para os dois porque o sistema faz +parte do problema.

terça-feira, março 24, 2009

Os ricos que paguem a crise


Há três semanas que os cerca de 60 trabalhadores da fábrica de têxteis Fapsur, localizada na freguesia de Samuel, Soure, aguardam que os patrões apareçam. Não receberam metade do salário de Fevereiro e temem pelo de Março. Entretanto, a administração pediu a insolvência da unidade e foram cortados a electricidade e as telecomunicações. Mergulhada na crise, a empresa deve vários milhões de euros aos credores, o principal dos quais é o Estado.
Já se tornou um lugar comum, vermos noticias deste género. Se por um lado o Estado está mais interessado em ajudar o capital improdutivo e usurário e pouco se importa com as pequenas e medias empresas, também não é menos verdade que muitos empresários corruptos estão a utilizar e a servir-se da crise para fechar empresas, que vão abrir noutra esquina, agora livre de dividas que muitas vezes eles próprios criaram, devido a gestão danosa.
No meio disto tudo quem sofre, quem passa fome são os empregados. Os trabalhadores é que estão pagar a crise, é este o socialismo do governo é esta justiça social do sistema.