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quarta-feira, novembro 23, 2011

Zona de Conforto


No Centro de Emprego de Montemor o Novo, dois grupos de jovens que recebiam orientação e preparação para a procura de emprego foram aconselhados a emigrar para encontrar trabalho.

Afinal as afirmações do secretário de estado apesar de desmentidas estão a ser levadas à prática, sendo pois a solução política deste desgoverno para o desemprego entre os jovens a imigração.

É uma atitude vergonhosa do governo PSD/CDS que passada a sua zona de conforto, ainda não foi capaz de implementar medidas que levassem ao crescimento da produção nacional e no consequente aumento do emprego. Na prática é uma mostra do desinteresse pelos portugueses, neste caso pelos jovens o futuro do país e que são tratados como uma mera mercadoria que o desgoverno exporta a baixo preço por ser excedentária.

Como sempre defendemos a resposta para a crise deve ser encontrada na produção nacional, onde os jovens porque empreendedores podem ser uma mais-valia. A revitalização das pescas e da agricultura e a aposta em indústrias onde outrora fomos lideres, são o caminho para a prosperidade para combater o défice comercial e devem ser apontados aos jovens com um desafio que eles tanto gostam.

segunda-feira, abril 18, 2011

1º de Maio | “Dia do Trabalho Nacional” em Coimbra


O PNR celebra este ano, em Coimbra, o “Dia do Trabalho Nacional”.

À beira de eleições legislativas, convocamos os Patriotas e Nacionalistas para virem apoiar o PNR na rua, num desfile de celebração e defesa do Trabalho Nacional.

Vamos erguer a nossa voz em defesa de medidas proteccionistas de mercado, da Produção Nacional, do consumo dos produtos nacionais, do comércio tradicional…

Vamos, com o PNR, gritar contra as opções suicidas das politicas económicas ao serviço do mundialismo capitalista que nos deixa à mercê da tirania do FMI e da União Europeia. Há que denunciar os grandes culpados deste estado de coisas: os políticos que nos governaram nas últimas décadas e os lóbis dos seus amigos!

Há que mudar de caminho com coragem e radicalismo. Há que apoiar a alternativa nacionalista, dando força ao PNR nas urnas e na rua.

Contamos consigo em Coimbra, no dia 1 de Maio, às 15.30 horas, em Coimbra, na Av. Fernão de Magalhães em frente ao edifício da Segurança Social.

FONTE

segunda-feira, outubro 25, 2010

GREVE GERAL de 24 de NOVEMBRO


A Greve Geral de 24 de Novembro
Sendo embora este assunto um pouco controverso no meio nacionalista é necessário que dele se fale.
Devido a uma certa apatia e à influência da extrema-direita reaccionária, muitos nacionalistas e sobretudo as suas organizações tê deixado que o pior inimigo dos trabalhadores, a esquerda, tenha tomado conta e até liderado a luta dos trabalhadores. Com efeito a falácia romântica da esquerda ganha e ganhará pontos junto dos trabalhadores enquanto aqueles que realmente os defendem ficarem pasmados no gueto.
Interlocutores oficiais do governo e representantes oficiais dos trabalhadores, os sindicatos negociam oficialmente as leis anti-operárias e assinam os documentos oficiais que impõem, com a força do Estado, a lógica do capital (a lógica de rentabilidade) às condições de vida dos trabalhadores. O sindicato funciona em termos de economia nacional, subordinando-se à lógica do sistema capitalista. E se essa lógica exige mais sacrifícios, cabe aos sindicatos defendê-los perante os trabalhadores, em nome de um "realismo" que consiste apenas em considerar a crise económica como um "evento natural" – como um terramoto ou uma onda de frio – e o capitalismo como um fenómeno eterno da natureza, mesmo na sua forma mais hedionda o capitalismo de estado, como último recurso para perpetuar a exploração quando as contradições sociais são profundas.
É chegada a hora de os nacionalistas entrarem na luta, de uma vez por todas tomarem a sua liderança e conduzirem os trabalhadores em união com as outras classes produtivas a um sistema com mais Pátria e à justiça social.
Que futuro comece no dia 24 pelo apoio à Greve Geral, pela participação nas manifestações, traçando desde já planos para uma futura liderança destas lutas, porque também aqui só o nacionalismo é solução.

quarta-feira, setembro 29, 2010

Salário mínimo


O salário mínimo nacional está dependente de um entendimento entre os parceiros sociais e deverá atingir os 500 euros só em 2013.
A proposta foi colocada em cima da mesa na reunião de concertação social de ontem pelo presidente da Confederação da Indústria Portuguesa (CIP), António Saraiva, que apesar das divisões com os restantes parceiros sociais, poderá conseguir um entendimento nesta matéria.
Este ano estava em causa um aumento de 25 euros, um aumento de 80 cêntimos por dia.
Não nos parece que este aumento possa causar grande mossa no que toca às pequenas e médias empresas. O impacto desta medida seria ou será sentido pelas grandes empresas, não nas benesses que as mais-valias dão aos seus accionistas, mas no capital disponível para investimento, no capital usado para aniquilar as empresas mais pequenas um golpe nos seus ímpetos predadores e expansionistas.
Será lícito, exigir dos trabalhadores mais emprenho, mais formação mais entrega sem depois lhes darmos as devidas contrapartidas pelo esforço desenvolvido?
Ao patrão enquanto empreendedor cabe-lhe uma boa fatia dos lucros obtidos, mas não podemos sobe pena de incentivarmos a continuação da luta de classes esquecer o papel dos trabalhadores na produção e do seu direito a ordenados justos e incentivadores da sua dedicação. Impõe-se que aos trabalhadores seja dadas aquelas garantias indispensáveis a uma vida digna e humana, garantias que são a recompensa justa pelo seu trabalho.
O equilíbrio social e a justiça equitativa na vida são os principais inimigos do capitalismo e do mundialismo, mesmo da sua face mais hedionda o capitalismo de estado (comunismo) onde a luta de classes é altamente reprimida
Politicas de justiça social que, não estejam à mercê das negociatas e dos interesses inconfessáveis.
Justiça social e equilíbrio podem ser conseguidos com organização com o envolvimento de trabalhadores e patrões, fazem parte da doutrina nacionalista que olha o povo como igual e não está ao serviço de quaisquer grupos ou interesses.
O grande capital assim como recorre à imigração vai recorrer à chantagem do desemprego, para contrariar este aumento justo e que peca por pouco. Os que mais estão a ganhar com a crise, vão pedir sacrifícios a quem já não os pode fazer. É tempo de mais justiça social, uma vez que é notório que pese embora os tempos difíceis, o grande capital não deixa de registar lucros e o fosso entre ricos e pobres não pára de aumentar.

quinta-feira, junho 24, 2010

Imigração e criminalidade sempre de mãos dadas



Uma mega operação com a duração de 24 horas decorreu ontem, com a madrugada a começar nas casas de alterne. As fronteiras marítimas e empresas da construção civil foram outros dos “alvos” de uma intervenção que assinalou o dia do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras. O DC acompanhou toda a operação.
São inúmeros os casos onde a exploração de imigrantes, onde a sua utilização na prostituição ou em trabalho escravo são denunciados. No entanto é sempre uma pequena gota do imenso oceano que é descoberta.
A imigração serve os empresários corruptos, que a utilizam para obter mão-de-obra barata. Nas casas de alterne, na construção civil, mas também em muita empresa onde parece não haver uma nódoa, a exploração é patente, se não for no ordenado, é nos descontos e impostos e se não é nestes últimos é no horário de trabalho.
A exploração aqui é dupla, porque os trabalhadores portugueses conhecedores das leis laborais não aceitam ser extorquidos, dai a célebre desculpa a célebre frase feita, mas de conteúdo vazio e sem prova, de que os imigrantes fazem aquilo que os portugueses não querem fazer. Bem neste caso da prostituição até parece haver alguma verdade, mas no que toca ao trabalho honesto, quando os salários não são de miséria e os horários legais nenhum português vira a cara a um emprego.

terça-feira, maio 25, 2010

Mais despedimentos


A BRISA vai começar a substituir os operadores das portagens por máquinas a partir de Junho, sendo que a instalação final vai ser feita até final do ano. Dada a conjuntura, um despedimento maciço, encapotado por rescisões por mútuo acordo, de trabalhadores para serem substituídos por máquinas, é absolutamente inaceitável, tanto mais que se trata duma empresa que apresenta, desde sempre, lucros excepcionais, concessionária de serviços públicos e ex-pública.
A crise embora nefasta para a esmagadora maioria dos portugueses, tem servido para muitas empresas aumentarem os seus já chorudos lucros.
Com efeito estas empresas sem sentido patriótico sem noção de solidariedade, onda a busca dos lucros passa pelas mais vis medidas, bem como aqueles empresários que a coberto da crise encerram empresas para depois as abrirem com outro nome uns metros mais afastados, não passam de necrófagos que aproveitadores e gozam da protecção do sistema.
Quem já utilizou as máquinas das portagens, sabe quantos problemas elas dão e que se podem fazer o seu serviço numa portagem com pouco tráfego, vão ser uma fonte de problemas nas portagens onde o trânsito é muito.
Solidarizamo-nos com a luta dos trabalhadores da BRISA, afirmando mais uma vez que com os nacionalistas o trabalho vem em primeiro lugar, pelo que combateremos sempre o aumento das mais-valias obtidas com recurso a despedimentos selvagens e a aproveitamentos criminosos.
Os políticos do sistema fornecem cobertura a estes empresários sem sentido patriótico, sem noções de solidariedade.
O sistema em que actualmente vivemos está caduco, e deve ser substituído por um novo sistema, com gente educada segundo princípios morais de respeito e serviço à Comunidade/Nação. Precisamos de políticos que sirvam o povo em vez de políticos que se sirvam do povo. É imperativo pôr fim a este sistema podre, porque gente com uma moral decadente e nascida na decadência só pode gerar o caos. Os políticos corruptos e traidores que destruíram aquilo que levou mais de 800 anos a construir, são para nós a verdadeira Geração Rasca da nossa História. E se pensam que algum dia lhes agradeceremos pelo estado a que deixaram chegar o nosso País estão muito enganados.

sábado, abril 17, 2010

Entre a espada e a parede?


Os trabalhadores portuguêses estão mais entre a espada e parede, a cada dia que passa, mais à mercê do grande capital apátrida, dos empresários corruptos, do uso da imigração para os chantagear e de um sistema que só tem olhos para quem já muito lucrou e não protege nem trabalhadores, nem os pequenos e médios empresários. Os sindicatos correias de transmissão do sistema, continuam a apostar na política de terra queimada não se libertando dos pouco saudáveis tempos do PREC.
Assim os trabalhadores estão à mercê de todas as promessas, nunca sabendo se o “pai morre ou se vão almoçar”
Os trabalhadores só poderão almejar uma nova ida quando se libertarem dos traidores dos sindicatos, quando se libertarem das promessas envenenadas do sistema.
É sobre o combate espiritual, onde a razão pára e onde se encontram as raízes da evolução humana, que é necessário combater. O capitalismo e marxismo estão unidos porque são o inimigo de o que mais cedo ou mais tarde vai libertar o homem, um factor que só tem um nome e está muito distante do materialismo: o da vontade humana.
Em vez de ser uma folha dos livros existentes, ou tentativa para formar uma espécie de ridícula ideologia centrista, os trabalhadores devem rejeitar totalmente o meio ou as duas extremidades do sistema na sua totalidade.
Nós os trabalahdores nacionalistas, opomo-nos de igual modo aos reaccionários e aos vermelhos, porque só o Nacionalismo é solução..

quinta-feira, março 25, 2010

“Fortes interesses imobiliários”justificam insolvência da Ceres


Já o havíamos denunciado agora mais alguém tem coragem para o dizer na Praça Pública.
Reafirmamos também algo que também começa a ser um lugar-comum, o estranho interesse da Segurança Social em fechar empresas em vez de as auxiliar e o papel terrorista e traidor dos sindicatos.
Cabe aos trabalhadores e sem a interferência de quem pelos vistos representa outros interesses lutar pela manutenção dos postos de trabalho e pela salvação de uma empresa que tem tudo para dar certo.

sábado, março 06, 2010

Só o nacionalismo é solução


O distrito de Coimbra bateu “um recorde histórico”, ultrapassando os 20 mil desempregados em Janeiro.
Se compararmos os dados de Dezembro de 2009 e Janeiro de 2010, o número de desempregados, em apenas um mês sobe 7 por cento, de 18.913 para 20.232, e estes são apenas os números oficiais.
Estes dados confirmam os receios que têm manifestado e resultam dos vários encerramentos de empresas ocorridos no distrito, com maior incidência no que resta do sector produtivo e da ausência de medidas concretas em defesa do emprego.
Em todos os 17 concelhos do distrito, o desemprego aumentou, a realidade exige medidas concretas urgentes de combate ao desemprego.
O concelho de Coimbra é o que tem maior número de desempregados, com 6826 pessoas nesta situação, seguindo-se a Figueira da Foz, com 3637, e Cantanhede, com 1518 – de acordo com os mesmos dados relativos a Janeiro
Sendo que o Distrito é governado por laranjas e rosas, podemos concluir que com estes frutos e estas flores não amos lá.
Para defender o emprego é preciso defender a propriedade privada e a livre iniciativa, é preciso proteger os produtos nacionais, são precisa politicas de incentivo à criação e apoio às empresas, são precisas novas politicas salariais que só o nacionalismo pode criar.

quinta-feira, outubro 15, 2009

Solidariedade com os trabalhadores da Poceram


Os 170 operários da Poceram decidiram ontem invadir a assembleia de credores marcada para 17 de Novembro, no Tribunal de Coimbra, para demonstrarem que estão dispostos a lutar pelos postos de trabalho.
Mais uma vez mostramos a nossa solidariedade com estes trabalhadores, lamentando que o poder tão solícito em ajudar o capital usurário, não olhe para empresas como esta, cuja viabilidade é possível.
Os camaradas da Poceram não devém baixar os braços, lutando pelo seu posto de trabalho e pelos seus direitos.

sexta-feira, outubro 02, 2009

Desemprego a coisa está preta


A taxa de desemprego em Portugal poderá chegar aos 11 por cento - ou seja, aos 700 mil desempregados - no próximo ano. A previsão foi divulgada ontem pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e faz eco do que já fora antecipado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económicos (OCDE).
Embora o sistema nos tente impingir que a crise está a acabar, os números levam-nos a crer que só pode estar a acabar para alguns.
O fantasma do desemprego continua a pairar sobre os trabalhadores portugueses, para isso contribui a imigração descontrolada, a crise do capitalismo e a incapacidade dos nossos governantes em gerar postos de trabalho.
Só um governo forte, não dependente dos grandes grupos económicos e da ditadura de Bruxelas, poderia alterar este cenário negro. Só um governo que pusesse fim aos fluxos migratórios, poderia defender o trabalho para os portugueses em primeiro lugar. Só um governo que submetesse o capital ao trabalho, teria capacidade para manter postos de trabalho, sem prejudicar a livre iniciativa e a propriedade privada.
O capitalismo liberal burguês de fundo materialista e que representa o exploração social e humana de uns e a supremacia de outros, trata o trabalho como uma mercadoria. Aplica-lhe a lei da oferta e da procura e como tal tem necessidade de aumentar a oferta para baixar os preços, as grandes migrações deste mundo moderno são a arma utilizada.
A realidade das nações submetidas á pobreza, exploração, prostituição, narcotráfico, trabalho precário, delinquência e imigração massiva, guerra de classes, consumo selvagem como ideal de vida, demonstram que só um estado nacionalista, que liberte o trabalho de uma mera mercadoria e que submeta a ele o capital, poderá promover a verdadeira justiça nacional a obrigação de trabalhar em detrimento do direito ao trabalho.

quinta-feira, outubro 01, 2009

NOTÍCIA JN


“Como somos portugueses, salve-se quem puder!”

2009-09-29

Anabela Cartaxo

Não tenho fotos, nem vídeos mas gostava de partilhar mais uma situação, no mínimo, caricata sobre o funcionamento do País em que vivemos.
Numa altura em que o desemprego atinge recordes históricos entre pessoas com e sem qualificações, em que o nosso governo “promove”, ou diz promover, incentivos à criação do próprio emprego, acontece o inédito.
O meu marido, desempregado de longa duração (leia-se superior a 3 anos), licenciado, decide criar o seu próprio emprego. Um negócio pequeno, que cria apenas 2 postos de trabalho, mas que não deixa de ser um negócio.
Qual não é o seu espanto, quando, na qualidade de desempregado de longa duração, se dirige à Segurança Social para entregar um requerimento para isenção de pagamento de taxa social única durante 3 anos (ao abrigo do disposto nas MEDIDAS EXCEPCIONAIS DE APOIO AO EMPREGO E À CONTRATAÇÃO PARA O ANO DE 2009 - Portaria n.º 130/2009, de 30 de Janeiro e Declaração de Rectificação n.º 13/2009, de 10 de Fevereiro), e é informado que na qualidade de sócio-gerente não tem direito a nada.
Esta situação é, no mínimo, hilariante. Se fossemos chineses teríamos 5 anos de isenção de IRC, se fossemos ciganos teríamos não sei quantos subsídios, se fossemos dos países de Leste teríamos mais não sei quantas benesses, mas como infelizmente somos portugueses, salve-se quem puder!
Não tenho mais comentários sobre este assunto, e não sei se hei-de rir ou chorar…

Pilhado aqui

quarta-feira, setembro 16, 2009

O grande capital não tem Pátria


A fábrica Marcopolo, com sede em Coimbra, vai manter-se em funcionamento até 30 de Novembro, mas os trabalhadores começam a ser dispensados por fases a partir do final deste mês.
A administração queria dispensar todos os operários ontem, mas foi impedida pelo Ministério do Trabalho, por imperativos legais. Os trabalhadores vão começar a sair tendo em conta os anos de serviço. Os que estão há menos tempo na fábrica vão sair no final deste mês. As dispensas continuarão a processar-se por quinzena, até dia 30 de Novembro, havendo poucas esperanças no aparecimento de um investidor capaz de viabilizar a empresa. o único interessado até agora queria uma galinha gorda por pouco dinheiro.
A Marcopolo é de um grupo brasileiro, um dos maiores produtores mundiais de carroçarias para autocarros. Emprega 180 pessoas.
A União Europeia, contando com a subserviência da classe política portuguesa, transformou a economia nacional numa espécie de "offshore" de Bruxelas, entreposto de turismo e serviços para as multinacionais. Cada vez produzimos e exportamos menos. Por outro lado, ante o aplauso dos senhores de Bruxelas, importamos produtos de duvidosa proveniência e qualidade, muitas vezes produzidos em regime de concorrência desleal. Os sucessivos governos lusos, federalistas e internacionalistas, promovem a “deslocalização” das indústrias, o desmantelamento da frota pesqueira e a destruição da agricultura. Empurraram os produtores nacionais para um insustentável sistema de subsídio-dependência. Impera uma globalização assente no primado dos números e trituradora do verdadeiro interesse das Nações. O resultado está à vista e resume-se nesta ideia: com a União Europeia e a moeda única, começámos a pagar em Euros mas continuamos a receber em Escudos.
Não nos importam os apelos de certos políticos e pretensos especialistas em temas económicos, que constantemente aduzem os perigos do proteccionismo. A actual crise fica em primeiro lugar a dever-se às actuais políticas. É o presente modelo o principal responsável.
Por isso propomos
> Proteger e apoiar as empresas nacionais em detrimento das multinacionais;
> Redefinir as prioridades politicas de forma a vitalizar os sectores primário e secundário;
> Defender o trabalhador português, dando-lhe prioridade no acesso ao emprego;
> Impedir a proliferação do comércio desleal e criar sobretaxas para produtos do chamado Terceiro Mundo;
> Libertar as micro, pequenas e médias empresas do sufoco fiscal, incentivando a criatividade e inovação;
> Acabar com as políticas de "obras públicas" faraónicas sem verdadeiro e justificado interesse público.

Combater a crise



A OCDE estima que no final de 2010 o desemprego em Portugal atinja 650 mil pessoas, o que significa que existirão mais 210 mil desempregados do que os contabilizados no final de 2007, segundo um relatório hoje divulgado.

De acordo com o Outlook sobre o Emprego em 2009, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), Portugal chegará, assim, ao final de 2010, com uma taxa de desemprego na ordem dos 11,7 por cento.

A política geral de trabalho deve ter como objectivos: gerar níveis elevados de emprego para toda a população activa portuguesa, incentivar a qualificação profissional, a produtividade e competitividade das empresas.
Um dos principais eixos da política de trabalho do http://www.pnr.pt/portal/ PNR será a de proporcionar aos cidadãos nacionais, prioridade no preenchimento de postos de trabalho e acabar com a situação injusta e absurda, de ver portugueses sem emprego ou na contingência de terem de emigrar, porque grande parte dos postos de trabalho estão ocupados por estrangeiros.
Incentivo aos agentes económicos para, através de um sistema de cooperação a implementar, melhorar progressivamente os níveis remuneratórios, de acordo com a produtividade, assiduidade, desempenho e competência de cada empregado.
Será particularmente premiada, a atitude de gestão empresarial, que vise distribuir lucros aos seus empregados, atinja níveis elevados de qualificação profissional e produtividade ou implemente creches e infantários para os filhos dos seus colaboradores.
Será premiada de modo especial, a atitude de gestão que vise integrar funcionários públicos nos quadros de pessoal de empresas privadas.
Reforma do actual sistema de Concertação Social, evoluindo-se para um sistema mais simples e pragmático, consubstanciado num Código do Trabalho.
Melhoria dos actuais instrumentos legais de Contratação Colectiva e das Convenções Colectivas de Trabalho.
Aperfeiçoamento do sistema sindical, enquanto instrumento democrático de defesa e afirmação dos empregados, mas também como instrumento de uso responsável e equilibrado e que contribua para a estabilidade laboral e a paz social.
Eliminação progressiva da dependência dos sindicatos e das actuais comissões de trabalhadores, das forças políticas.
O PNR propõe-se:
> Promover uma política tendencial de pleno emprego, com prioridade para os cidadãos nacionais
> Conceder incentivos às empresas para premiar a acção social e a integração de funcionários públicos
> Conceder incentivos às empresas para premiar a qualificação profissional, a produtividade, competitividade e internacionalização
> Criar novas e melhores Leis do Trabalho
> Promover o sindicalismo responsável e independente

segunda-feira, setembro 14, 2009

PNR quer dar prioridade aos trabalhadores portugueses


O Partido Nacional Renovador apresenta-se às próximas eleições legislativas como «o único partido nacionalista, que propõe defender primeiro Portugal e os Portugueses», acusando «os partidos do sistema de estarem ao serviço do mundialismo, do capitalismo e a globalização, que fez Portugal afundar-se ainda mais por culpa de uma crise criada or burlões internacionais».
José Pinto-Coelho, presidente do PNR, diz que «uns, os da direita, defendem o capitalismo global, outros, os da esquerda, defendem a globalização de pessoas, portanto todos eles colocam-se ao seu serviço e do Mundo e não de Portugal e dos Portugueses, como o PNR». «Vivemos numa era global, bem sabemos, mas precisamente por isso entendemos que é necessário, cada vez mais, defender os nossos interesses, e portanto propomos dar prioridade aos trabalhadores e empresas nacionais ao invés de se continuar a apostar na imigração e a dar benefícios às multinacionais que exploram os trabalhadores portugueses», defende Pinto-Coelho.
O PNR apresenta propostas para proteger e apoiar as empresas nacionais em detrimento das multinacionais, defender o trabalhador português dando-lhe prioridade no acesso ao emprego, reduzir a carga fiscal sobre as pequenas e médias empresas, vitalizar os sectores primário e secundário e impedir a proliferação de comércio desleal do terceiro mundo. Pinto-Coelho acusa ainda o Estado, e os sucessivos governos, de despesismo em «obras públicas faraónicas, sem verdadeiro e justificado interesse público, e que servem apenas para aumentar os tachos e negociatas dos políticos do sistema».

sábado, agosto 29, 2009

O modernaço


O secretário-geral do PS, José Sócrates, afirmou hoje que nas próximas eleições legislativas estará em jogo uma escolha entre duas mundivisões, entre o progresso e a modernidade dos socialistas, e outra retrógrada e conservadora.
Enquanto, modernamente grande parte dos português passa por dificuldades e fome o Sr. Pinto de Sousa não para de vender a banha da cobra a pomada santa da jibóia brasileira, para desesperadamente tentar manter-se no poleiro.
As modernices do Sr. Pinto de Sousa foram muitas, começou por modernizar o ensino com formaturas ao domingo, por acabar com a instituição família com o casamento dos homossexuais, por fechar maternidades para abrir clínicas de aborto, por encerrar unidades de saúde publicas para abrir privadas, por retirar a policia da rua e modernizar a leis para facilitar a vida aos desfavorecidos sociais que praticam crimes, por ajudar grandes instituições financeiras e detrimento de pequenas e medias empresas. Realmente Sócrates prometeu e Sócrates cumpriu. Portugal tem hoje um novo rumo. Está mais moderno mais cosmopolita, menos seguro, mais gay, menos pró família, mais pró assassinato de inocentes, com fome e miséria mas com os ricos mais ricos.

Marcopolo – De boas intenções está o inferno cheio


Uma luz ao fundo do túnel parece luzir para os trabalhadores da Marcopolo.
Mas o unido interessado é um investidor estrangeiro, que qualquer dia como os capitalistas apátridas brasileiros pode desinteressar-se em produzir em Portugal.
Portugal é dos portugueses e cabe ao estado apoiar e potenciar, as iniciativas privadas de investidores portugueses e quando tal não for possível deve esse mesmo estado tomar na sua mão um sector tão importante para economia quanto este segmento da fabricação de autocarros. Mas este tipo de atitudes, patrióticas e socialmente relevantes só serão possíveis quando os nacionalistas forem poder, porque para nós Pátria e Povo estão sempre em primeiro lugar.

quinta-feira, agosto 27, 2009

Trabalhadores em luta


Manifestamos a nossa solidariedade com os trabalhares da Marcopolo, contra o grande capital apátrida, contra as deslocalizações e contra a inércia do sistema e a sua dualidade de critérios, pois não hesita em ajudar os bancos e para as medias e pequenas empresas fecha os olhos. No nosso entender os capitalistas, que rumem a outras paragens e que façam boa viagem, mas a fabrica devia continuar a laborar, nem que fosse preciso recorrer à nacionalização.
A nossa solidariedade vai também para os camaradas das Policias Municipais. Mal remunerados mal equipados, lá vão fazendo o seu trabalho, para depois servirem de bode expiatório, nas crónicas dos jornalistas terroristas e para desculpas esfarrapadas do poder.