Acabei de ler e assinar a petição online.
Eu pessoalmente concordo com esta petição e acho que também podes concordar.
Subscreve a petição e divulga-a pelos teus contactos.
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quarta-feira, março 10, 2010
quinta-feira, fevereiro 25, 2010
Solidariedade

Solidarizamo-nos com o camarada da GNR, atacado em Santa Comba Dão.
Protestamos contra o facto de um criminoso à muito referenciado continuar em liberdade.
Exigimos medias de coação severas bem como uma pena severa para este delinquente.
Apoiamos o duro e difícil trabalho das nossas policias, muita vez incompreendido.
Com os nacionalistas Portugal será mais seguro e as nossas policias devidamente equipadas, remuneradas, para melhorar combaterem a criminalidade.
sexta-feira, outubro 02, 2009
Basta de criminalidade

A GNR de Viseu desmantelou uma quadrilha, de oito homens, responsável por vários assaltos que ocorreram na região desde o início do ano e recuperou milhares de euros em artigos roubados.
Mais uma vez vemos estrangeiros envolvidos na criminalidade, desta feita e parceria com portugueses.
Por mais que o sistema tente esconder o sol com a peneira a criminalidade aumenta á medida que aumenta a imigração.
Por outro lado o facto destes criminosos depois constituídos arguidos, ficaram com apresentações periódicas no posto da GNR da área da residência, só potencia a criminalidade.
Estamos pois perante dois factores que muito têm contribuído para o aumento da criminalidade e não só. Politica de portas escancaradas que deixa entrar muito criminoso e o Código “Casa Pia” mostra clara de que o sistema não quer nem sabe combater a criminalidade.
sábado, setembro 05, 2009
NÓS, ORGÃOS POLÍCIA CRIMINAL, QUEREMOS SABER COMO AGIR.

Queremos que nos digam o que esperam que façamos.
Queremos que nos digam como querem que seja executada a nossa acção.
Até agora corremos por nossa conta e risco. Sacrificamos a vida pessoal e familiar, sacrificamos o nosso orçamento familiar para adquirir meios que não nos facultam e agimos de acordo com a nossa avaliação dos factos com o único objectivo de manter a Ordem Pública, a Autoridade do Estado. Quando as coisas correm mal descobrimos que não era exactamente o que a sociedade pretendia e somos punidos. E se não agimos somos acusados de complacência.
Em princípio, o POLICA está investido de Autoridade do Estado, mas em quê que se traduz essa autoridade? Como pode fazer valê-la? Como se pode mantê-la inviolável?
Fisicamente, qualquer POLICIA pode ser vencido por qualquer cidadão. Ainda não há “Super-Homens”, mas os POLICIAS também não podem usar a violência física, apenas podem defender-se da violência contra si.
Alguém acredita que basta uma ordem verbal para fazer sanar um crime, por menor que ele seja?
Sendo desrespeitada a ordem verbal, qual o patamar seguinte?
Ignorar o crime ou manter a Autoridade Pública? A que custo?
Reportemo-nos ao caso do militar da GNR condenado a 14 anos de prisão por ter disparado contra um jovem de 17 anos que lhe havia roubado um fio de ouro, causando-lhe a morte. Face à evolução da sociedade, face à queda de valores e da ordem social, este caso merece a nossa reflexão, merece por isso uma análise profunda. Aqui apenas serão lançados os dados.
O POLICIA em causa foi punido, assim o ditou a justiça. Então ficamos a saber que aquela actuação foi severamente condenada, foi considerada totalmente inaceitável.
No entanto alguém deveria dizer como ele deveria ter agido para amanhã os outros POLICIAS saberem como actuar, e o cenário que se põe é o seguinte:
O POLICIA, identifica-se e oferece resistência. Se os assaltantes prosseguirem com o roubo, o POLICIA, fisicamente em desvantagem, permite que lhe levem o fio. Posteriormente, pede apoio policial para tentar identificá-los, com ou sem sucesso dada a enorme multidão e enorme área urbana. Não se livra da vergonha pessoal, social e profissional de sendo POLICIA, ter-se deixado roubar.
No dia seguinte esse mesmo POLICIA, já fardado exerce a sua actividade na zona e passa a ser vítima de chacota social. Como pode proteger um cidadão se ele próprio tinha sido assaltado?
Mesmo que fosse possível identificar os indivíduos, o POLICIA não os levaria a justiça, por uma série de razões; A Justiça é excessivamente cara , perante o seu rendimento, e não teria apoio institucional; A Justiça é lenta e seria ineficaz pois a sua Autoridade como policia já estava ferida.
Restar-lhe-ia conformar-se e eventualmente mudar de zona.
Como se sentiriam os assaltantes se o POLICIA tivesse sido assaltado sem consequências? Confiantes para tentar um patamar mais acima? Qual? Qualquer um!
Agora, digam-nos como reagiremos se, estando sozinhos, virmos um cidadão a ser roubado ou agredido por alguém fisicamente superior a nós? Deixamo-lo agir e chamamos reforços para tentar identificá-lo a posteriori? É que só dizer que se está investido da Autoridade do Estado não chega para fazer cessar a agressão. O que poderá o agressor temer quando vê um POLICIA? Nada!
Mas a estas questões há duas versões: Se quem responde for a vitima, todos os meios são aceitáveis, caso seja pai, familiar do criminoso, todos os meios são excessivos. No meio destas análises está o POLICIA que tem de tomar uma decisão sozinho!
Mas o que acontece ao POLICIA se “não viu” o cidadão a ser vítima de um crime? Nada. O que acontece se reagir e essa reacção foi desproporcionada?
Severamente condenado!
Então em que ficamos? Que querem de nós que ainda não somos Super-Homens?
Quem rouba um fio a um POLICIA também pode roubar a arma. Não?! Então, se amanhã um grupo de delinquentes abordar um POLICIA e lhe exigir a arma, como deve reagir?
Fisicamente inferiorizado, usa a arma para manter na sua posse (na posse do
Estado) ou entrega-a para não por em risco a vida dos delinquentes? Como agirá?
Se o POLICIA usar e atingir alguém, tem destino certo na cadeia, se a entregar ainda que resista sem pôr a sua vida em perigo, pode ser expulso pela Instituição. Mas a arma roubada pode ser usada contra cidadãos comuns, qualquer um! De quem será a responsabilidade?
Vejamos ainda o seguinte:
Há doentes que entram com próprio pé num hospital e saem no estado vegetativo e outros já nem saem de lá vivos: Erro médico mas ninguém vai para a cadeia;
Há juízes que condenam inocentes e outros que libertam criminosos que voltam a cometer crimes, muitos deles violentos, e nenhum vai para a cadeia porque não se pode beliscar a Autoridade do Estado. É que caso acontecesse os Senhores
Juízes passariam estar condicionados no momento de decidir. É exactamente o que acontece com os POLICIAS, estão extremamente condicionados no momento de decidir porque o risco da cadeia é real e não há desculpabilização para um erro policial, ainda que seja sobre delinquentes, ainda que seja para repelir um crime!
Precisamos que nos digam como deveremos agir!
Não podemos manter a Autoridade do Estado por nossa conta e risco! Alguém tem que assumir essa responsabilidade: Agimos até que ponto ou simplesmente não agimos? É preciso ter presente que a voz da POLICIA apenas é respeitada pelas pessoas de bem, mas com essas pessoas não resultam problemas, queremos saber como agir perante aqueles que não obedecem e até desafiam a Autoridade do Estado? Alguém dirá, levem-nos à justiça! Mas é exactamente isso que queremos que alguém diga, como levamos alguém à justiça contra a sua vontade, quando resiste e é fisicamente forte? Como fazemos cessar uma agressão contra nós ou contra um cidadão, se fisicamente estivermos em desvantagem? Deixamos agredir e identificamo-los depois? Deixamos de ser POLICIAS e passamos a ser identificadores de criminosos?
No passado, um delinquente era severamente punido pela moral social e isso, em muitos casos, era suficiente. Hoje tal não acontece.
Para uma melhor qualidade da actuação policial, exige-se que os cidadãos digam o que esperam de nós, como querem que o POLICIA mantenha a Autoridade do Estado, ainda que seja contra si, mas para o bem comum. O risco é cada vez maior e tal verifica-se no aumento da insegurança.
O ridículo já aconteceu:
Um cidadão fugiu para uma esquadra para se proteger e foi agredido lá dentro por quem o perseguia. Alguém perguntou como é possível tal acontecer?
Acontece porque o POLICIA não pode fazer nada. Essa é a realidade que ninguém quer ver! Amanhã, quando casos ridículos se banalizarem, poderá ser tarde demais! Daqui a tomarem de assalto a esquadra… pouco falta! Até por brincadeira, mas é possível.
Vale a pena pensar nisto!
Recebido por E-mail
sábado, agosto 01, 2009
Ditadura sobre o proletariado

Dados dos incêndios e da área ardida em 2007 e 2008 foram alterados "por desconhecidos", acusa a GNR, enquanto a Autoridade Florestal Nacional garante que os relatórios dos fogos são "completamente fiáveis".
Lembramos a todos que foi durante este governo que: pessoas foram saneadas, sindicatos e sedes de partidos visitadas pela polícia, manifestações reprimidas e pela primeira vez desde os tempos do PREC tivemos novamente presos políticos.
Portanto não me admira que os mesmos desconhecidos que foram capazes de tomara estas atitudes dignas da KGV, tenham alterado dados a seu belo prazer.
A costela estalinista do Sr. Pinto de Sousa revela-se nestas e noutras acções, por isso a tão falada proximidade entre os socratinos e os berloquistas, fica bem patente nestas manobras abrileiras que tantas saudades lhes deixam.
A prova maior do controle estatal foi dada esta tarde pela GNR que já deu o dito por não dito, com a esfarrapada desculpa que a frase não devia ser entendida naquele contesto.
Este triste episodio é mais uma mancha a juntar às muitas manchas desta governação xuxialista, pena é que muitos portugueses ainda vão na conversa, tipo vendedor de banha de cobra, diariamente debitada para os jornais e outro meios de comunicação.
Não se enganem no entanto, votar noutros partidos do sistema é votar no mesmo com outras moscas; porque SÓ O NACIONALISMO É SOLUÇÃO.
sexta-feira, maio 22, 2009
PELA LEI E PELA GREI
Hoje a minha solidariedade vai para aqueles agentes da Policia Judiciaria, que os sistema e alguns demagogos sedentos de mediatismo tentam tramar.
Aos nossos polícias que todos os dias arriscam a vida para cumprir o seu dever o nosso obrigado com um profundo pedido de não despertarem.
Sabemos que muitas vezes a vontade de baixar os braços é muito, face à inoperância da justiça e à pressão de certas chefias, mais interessadas em fazer carreira que pela lei e pela grei.
Sabemos que os salários de miséria, a falta de equipamento e apoio são obstáculos difíceis de transpor, mas o sentimento do dever cumprido deve estar sempre presente e esperar por um dia em que o seu trabalho, o seu sacrifício e o seu risco vão ter da parte dos governantes a justa recompensa.
Aos nossos polícias que todos os dias arriscam a vida para cumprir o seu dever o nosso obrigado com um profundo pedido de não despertarem.
Sabemos que muitas vezes a vontade de baixar os braços é muito, face à inoperância da justiça e à pressão de certas chefias, mais interessadas em fazer carreira que pela lei e pela grei.
Sabemos que os salários de miséria, a falta de equipamento e apoio são obstáculos difíceis de transpor, mas o sentimento do dever cumprido deve estar sempre presente e esperar por um dia em que o seu trabalho, o seu sacrifício e o seu risco vão ter da parte dos governantes a justa recompensa.
terça-feira, janeiro 13, 2009
BASTA DE CRIMINALIDADE

Criminalidade violenta, crimes de baixa densidade (simples) e sinistralidade rodoviária dispararam em 2008 na área geográfica do Destacamento da GNR de Cantanhede, que abarca Ançã, Praia de Mira, Tocha, Mira e Cantanhede. Os dados estatísticos foram ontem fornecidos ao Diário de Coimbra pelo comandante do Destacamento, Tenente Sandro Oliveira, que, mesmo assim, releva os números para uma aparente normalidade, atendendo a várias circunstâncias.
Relativamente à criminalidade, o balanço é positivo, pois este oficial considera que o que fez disparar os números «ligeiramente» para cima foi o pequeno roubo/furto de rua. Nesta vertente, o comandante do Destacamento de Cantanhede recorda que no Verão os postos da GNR receberam inúmeras queixas de furto de cobre, «sobretudo por parte da EDP» e, nos últimos meses de 2008, também houve um “pico” de furto de automóveis, «que fez aumentar as estatísticas».
“Nada de alarmante”
Quanto aos crimes violentos, aqueles que são praticados com armas de fogo e armas brancas, homicídios, roubos a bancos e postos de combustíveis, ofensas graves, etc., tiveram uma variante de (mais) três em relativamente a 2007, o que não é considerado muito significativo nem alarmante. «As áreas territoriais da nossa jurisdição (concelhos de Cantanhede, Mira e uma parte de Coimbra – S. João do Campo, Antuzede, Geria, através do posto de Ançã) não são muito assoladas pela criminalidade e a que ocorre é combatida eficazmente», garante Sandro Oliveira, sublinhando que os militares que comanda estão totalmente empenhados e motivados para transmitir às populações o sentimento de segurança de pessoas e bens. «Há crimes em todo o lado e estes nunca deixarão de ocorrer. No entanto o nosso papel é combater todo o tipo de criminalidade», observa o oficial. “Combate” que, aliás, tem sido eficaz, atendendo ao número de detenções efectuadas no último ano, quer pelas patrulhas, quer pela equipa do Núcleo de Investigação Criminal, que ascenderam a mais de uma centena.
Sabemos, não duvidamos do empenhamento dos militares da Guarda no combate à criminalidade; empenhamento muitas vezes frustrado, quando pouco tempo depois vêm os criminosos serem postos em liberdade. Alarmantes e preocupantes são as declarações do seu comandante, porque tenda desvalorizar o aumento da criminalidade, criando um sentimento de falsa segurança nas populações.
A cassete é sempre a mesma, são casos pontuais. Porreiro pá!
domingo, dezembro 28, 2008
Os assaltos a residências poderão ter crescido em 2008 entre 4 a 5% face ao ano transacto.

Os dados recolhidos pela PSP e pela GNR apontam para que o número de assaltos a residências regresse ao nível de 2006 (23.314 assaltos) depois de em 2007 ter recuado (menos 990 assaltos), com apenas 22.324 ocorrências. (...)
As forças de segurança não desresponsabilizam os proprietários das casas assaltas, já que muitas das vezes os assaltos são conseguidos devido a incúria ou descuido dos próprios proprietários.
"Grande parte destes crimes no interior das habitações [são] concretizados por descuido dos proprietários", diz o comissário Paulo Flor, acrescentando que "muitas das vezes começam no facto de os proprietários não trancarem as portas quando se ausentam por breves minutos ou, quando estão no seu interior, não terem o vício positivo de as trancar".
Nós sabemos que o Sr. Comissário tem que ter o mesmo discurso que os sistema, caso contrário fica retido na carreira ou corre mesmo o risco de ser reformado compulsivamente, como aconteceu a um seu colega que teve a coragem de dizer que a imigração tinha contribuído para o aumento da criminalidade.
Mas nós contrariamente a muitos que se acomodaram ou que colaboram com sistema não temos medo de dizer a verdade porque só ela é verdadeiramente revolucionária.
A responsabilidade do aumento dos assaltos a residências deve-se unicamente ao sistema e ás suas politicas de combate e prevenção da criminalidade.
quarta-feira, agosto 06, 2008
Danças com droga

A Guarda Nacional Republicana (GNR) de Viseu deteve 12 indivíduos por suspeitas de tráfico e consumo de droga, três dos quais foram ainda indiciados por furto e apreendeu duas armas. A operação decorreu na zona de Carvalhais, em S. Pedro do Sul, onde ontem começou a 13ª edição do festival 'Andanças'. A organização desvaloriza a acção da GNR e garante que "este é um festival com espírito diferente".
Ontem já tinha visto uma peça sobre o festival. Na altura a dúvida instalou-se.
Hoje leio a notícia de que foram detidas doze pessoas a caminho do festival e as dúvidas começam a desvanecer-se. Como tinha previsto aquilo serve sobretudo para outras Andanças com um espírito diferente, onde os organizadores até admitem que cometem crimes.
Mas a policia deve estar a mobilizar-se para o festival Nacionalista de Verão e para o Jantar em Coimbra, porque são esses “criminosos” que importa controlar, não vá o povo acordar com as verdades que eles dizem.
Ficam no entanto os parabéns à policia pela apreensão de droga e pela escumalha que deteve e que o sistema rapidamente se encarregará de por à solta.
sexta-feira, junho 06, 2008
Apelo à rebelião nas forças policiais

Circula, via mail e sms, entre os agentes da GNR e PSP a seguinte mensagem: “Nos primeiros 10 dias de Junho, em forma de protesto contra os salários de miséria nas forças de segurança, não levantes autos de contra-ordenação”. E acrescenta, “Passa esta mensagem a todos os que conheces e não te esqueças que já existem colegas com dificuldades para alimentar os filhos”.
Perguntamos: estará Sócrates (e o governo) consciente da mescla explosiva que anda a lançar pela sociedade portuguesa?
quinta-feira, dezembro 06, 2007
Abaixo-assinado em Maiorca a favor da GNR

Populares de Maiorca estão a subscrever um abaixo-assinado contra a saída da GNR. A petição começou ontem a ser distribuída em vários locais da freguesia, não obstante ainda não haver uma decisão acerca do futuro do posto daquela força de segurança instalado na vila de Maiorca.
A GNR está em Maiorca há cerca de 50 anos. Entretanto, a reestruturação da unidade poderá pôr em causa a sua continuidade naquela freguesia da zona Norte do concelho. Neste momento, o posto tem um efectivo de oito militares, tendo perdido, recentemente, três elementos para o recém-criado centro de formação na Figueira.
O movimento popular que colocou em circulação o abaixo-assinado também pretende realizar uma manifestação contra o eventual fecho do quartel da GNR.
O clima de insegurança aumenta em todo país a resposta do poder è fechar postos da GNR e esquadras de policia, é preciso lutar contra este estado de coisas, que mobiliza milhares de policias para uma cimeira qualquer, mas que em nome de qualquer défice pretende deixar as populações à mercê dos criminosos. Um código que liberta a escumalha e falta de policiamento de proximidade, são as formas que o governo encontrou para combater a criminalidade.
quinta-feira, novembro 22, 2007
Manter a segurança exige a “colaboração de todos”

Capitão responsável pelo Destacamento de Cantanhede da GNR, Marco Santos, explicou ao DIÁRIO AS BEIRAS alguns dos factores que levam ao aumento da criminalidade.
Falou muito, disse muito pouco. Ou o Sr. Capitão pretende chegar longe na hierarquia e por isso tem de ser politicamente correcto ou tem medo de falar, pois os saneamentos andam ai.
O crime não diminui em Cantanhede, antes pelo contrário o que acontece como já tenho escrito, é que muita gente não o participa às autoridades, pois sabe de antemão que a queixa se vai perder nos corredores das policias, dos tribunais ou do novo código.
Basta passar junto aos prédios que confinam com as Escolas Básica e Secundária, para vermos jovens a fumar droga. Basta darmos uma volta à noite pelo concelho e não vermos um único guarda, a não ser nalguma operação stop para angariar dinheiro e ajudar no combate ao défice.
A segurança é de facto um trabalho de todos, baseia-se sobretudo na prevenção, e neste particular as nossas forças policiais falham redondamente, não por culpa própria mas por culpa da política do sistema e da falta de efectivos.
O clima de medo e de impunidade que todos sentimos, cria um sentimento de revolta que a breve trecho se vai traduzir numa “colaboração” mais notória a criação de milícias populares para guardar o que é nosso, porque o estado guarda é os gordos burgueses que alimentam ou se alimentam do sistema.
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