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domingo, novembro 24, 2013

Justiça Social

Os cidadãos suíços não querem ver os seus salários limitados por imposição legal. 65,3% dos eleitores que foram hoje às urnas disseram "não" à proposta de referendo que pretendia limitar os salários mais altos de uma empresa a serem no máximo 12 vezes superiores aos salários mais baixos da mesma instituição. Tenho defendido esta causa, que para além de fazer subir os salários mais baixos, seria uma revolução no campo da justiça social. Os contra argumentam que limitaria o crescimento e a livre iniciativa. É um falsa questão por quanto o capital não utilizado em salários principescos serviria para o crescimento da empresas e a banca financiaria a nascimento das novas. Não alinho em igulitarismos, uma falácia romântica que a natureza se encarrega de desmentir, mas é preciso acabar a todo custo com o crescente fosso entre ricos e pobres, nivelar salários com vista a uma mais curta estratificação social, justiça e opo
rtunidades iguais.

terça-feira, outubro 05, 2010

O Centenário da República


Só um sistema onde os políticos manifestamente incapazes se juntam a políticos capazes de tudo podia hoje comemorar o centenário da república, gastando rios de dinheiro numa altura em que se pedem grande s sacrifícios ao povo português
Só um sistema que espelha os tempos negros de 1910 podia fazer um branqueamento deste período da nossa história.
O que temos lido sobre o domínio da vida pública portuguesa pelo Partido Republicano depois de 1910; nada sobre a retirada do direito de voto à maioria da população, nada sobre a negação do direito de voto às mulheres, nada sobre o "empastelamento" e apreensão dos jornais, nada sobre a política de genocídio no sul de Angola, e o menos possível sobre a perseguição ao clero e aos sindicatos. Só por estes factos e à luz da doutrina actual podíamos classificar esta gente como os piores dos ditadores.
Mas a esquerda a quem o sistema atribuiu o pelouro da cultura na partilha do poder, escreve ou rescreve a história seu belo prazer. Se por um lado oculta ou conspurca os feitos que nos podiam encher de orgulho, realça os pontos negros da nossa história omitindo pormenores sórdidos como assassinatos cobardes e sanguinários.
Um povo sem cultura é um povo sem liberdade e os fracos governantes que hoje temos conseguem transformar um povo combativo e guerreiro num rebanho dócil, ocultando da sua história os factos que o podiam despertar e galvanizar. Mais uma vez a sagrada aliança esquerda/direita juntam esforços para perpetuar o sistema que lhes sustenta o luxo e a luxúria.
O exemplo mais flagrante da lavagem ao cérebro que é diariamente feita aos portugueses, são as inaugurações que o desgoverno resolveu fazer neste dia. Grande parte delas, para não dizer a esmagadora maioria são inaugurações a obras de remodelação, sendo muito poucas a escolas integralmente novas e como sempre recheadas de episódios caricatos, como é o caso da Escola Avelar Brotero em Coimbra onde tiveram de alugar árvores só para a ministra ver.
Alguns monárquicos também colaboram com este folclore mediático. Querem o rei no poder mas não lhes interessa mudar o sistema. São colaboracionistas de serviço, porque fazendo parte do sistema, apenas lhes interessa uma pequena operação de cosmética. Querem uma monarquia, mas pouco lhes interessa que o povo continue de barriga vazia.
Hoje o sistema comemora o centenário da república, os patriotas devem comemorar um facto histórico bem mais importante. Faz hoje aos que Portugal se tornou oficialmente um país livre e soberano. Para os patriotas o dia 5 de Outubro de 1143 é a data a celebrar enquanto do outro lado os que andam a vender Portugal ao estrangeiro acabando a pouco e pouco com a nossa independência, celebram o dia dos assassinos, dos traidores, dos desertores e dos corruptos, da sucata mas com submarinos ancorados no rio putrefacto de poluição e canalhice.

quinta-feira, julho 29, 2010

Ditadura sobre o proletariado


Os mais ricos de Portugal "sofreram" com a crise, mas o património combinado das 25 maiores fortunas do País representa 9 por cento do produto interno bruto (PIB). São 14,7 mil milhões de euros repartidos por alguns milionários.
Este ano mais cem famílias entraram para o grupo dos muito ricos e a venda de carros de luxo aumentou 40%.
Por outro lado neste momento 31% dos portugueses vivem abaixo do limiar da pobreza.
A crise é só para alguns. Políticos e grandes empresários, numa assustadora promiscuidade, aumentam as suas mais-valias enquanto defendem austeridade e sacrifícios para o povo.
Pela apropriação do capital a direita realiza o velho sonho de Marx; a abolição da propriedade privada.
Assim e num horizonte nada longínquo, podemos antever um cenário digno de qualquer filme de ficção. De um lado um pequeno grupo de famílias, detentoras de toda a propriedade e por conseguinte de todos os meios de produção e no outro extremo uma imensa legião de trabalhadores, sem pátria, sem identidade, formados num uniculturalismo castrador e alienante, que o sistema move ao sabor do mercado de trabalho.
Se o marxismo usa a politica como forma de dominar a economia a direita usa a economia como forma de dominação política. Os caminhos podem ser diferentes, mas através e uma revolução ou de forma camuflada, os fins são os mesmos. Instaurar uma ditadura sobre o proletariado.
Cabe aos homens livres, aos trabalhadores inverter esta corrente que nos oprime, não ligando aos determinismos que nos tentam impingir.
É sobre o combate espiritual, onde a razão pára e onde se encontram as raízes da evolução humana, que é necessário combater. O capitalismo e marxismo estão unidos porque são o inimigo de o que mais cedo ou mais tarde vai libertar o homem, um factor que só tem um nome e está muito distante do materialismo: o da vontade humana.



FONTE

terça-feira, maio 11, 2010

Os anti-praxe no Cortejo da Queima das Fitas.


É sabido que por Coimbra, ainda existem alguns anti-praxistas, normalmente ligados a alguns sectores de extrema-esquerda, com ligações aos grupos que recentemente ameaçaram de morte o Presidente da Republica e o Primeiro-ministro. São grupos formados por portugueses e não só e com fortes ramificações nos bairros problemáticas e ao consumo de droga.
Já tínhamos detectado em Coimbra a ligação de alguns espanhóis a esses grupos conotados com movimentos anarquistas, mas fazem amizades em muita gente do BE e nalgumas franjas do PCP.
Apesar do reforço da vigilância por parte da PSP ter dado frutos, ainda assim dez das 99 viaturas que participaram no desfile foram alvo de fogo posto.
A táctica já não é nova e sempre foi usada pelos anti.praxistas, aqueles que são contra a “violência” da praxe e depois praticam actos ainda mais violentos. Aqueles que são contra a praxe, mas é vê-los no dia do cortejo a mendigar bebidas aos ocupantes dos carros.
Nesta queima o acto criminoso foi encomendado a um cidadão espanhol, que ajudado pela droga, movido pelo ódio e ao abrigo do Programa Erasmus, tentou fazer parar a Queima.
Sosseguem o grelo a Queima está para durar, porque é dos estudantes é do povo de Coimbra. Porque SÓ FITAS SÓ CAPAS.

sábado, maio 08, 2010

Parada da ganza



Em Coimbra e noutras cidades de Portugal, os drogados, traficantes e restante família, levam a cabo mais uma parada a favor da legalização da passa.
É diz que a esquerda gosta e que a Nova Ordem Mundial aproveita. Legalizações, do aborto, do casamento gay e da droga.
São as machadas que o mundialismo precisa, para impor o seu sistema e a esquerda dá uma mãozinha destruindo os pilares que sustentam a nossa civilização.
A droga para além de outros males, transforma quem a consome num alienado, isto é numa ovelha submissa e permissiva a todas as doutrinas que o sistema impinge.
A esquerda desesperada com o seu descrédito e vazio, apela agora à simpatia de gays, drogados, abortistas e imigrantes, e pisca os olhos, também aos grandes grupos económicos, procurando evitar a sua extinção.
Nunca se esqueçam contudo os nossos inimigos que, não é possível enganar a todos durante todo o tempo. Nunca se esqueçam que não há vencedores nem vencidos definitivos. Mas, quanto mais cedo a mentira e a destruição nacional forem derrotadas, melhor!
Está, pois, na hora, dos portugueses despertarem de décadas de hipnotismo e mentira esquerdista, unindo-se aos Nacionalistas – seguindo assim o exemplo dos primeiros que têm chegado - no combate pela Nação! No combate por si, pela sua família, pela sua segurança, pelo seu trabalho!
A esquerda, destrutiva e mentirosa, não serve! O marxismo, destrutivo e mentiroso não serve! O capitalismo, destrutivo e mentiroso, não serve!
A alternativa nacional está no Nacionalismo!

terça-feira, março 16, 2010

O suicídio de Orlando Zapata Tamayo


Não sou comunista, detesto tanto o capitalismo de estado, a ditura sobre o proletariado, como detesto o capitalismo.Acima de tudo sou pela verdade, porque só a verdade é revolucionária.


A imprensa e chancelaria ocidentais ficaram indignadas com o suicídio em prisão de Orlando Zapata Tamayo, considerado vítima da “ditadura cubana”. No entanto, este drama humano não faz sentido porque Zapata nunca esteve politicamente activo.
‘Uma vez mais’, observa Salim Lamrani, ‘a propaganda distorce os factos e instrumentaliza-os de forma a justificar a posteriori as hostilidades de Washington para com Cuba.’

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domingo, dezembro 06, 2009

Afinal quem é adepto da violência?


A polícia grega usou bastões e granadas de gás lacrimogéneo para conter actos de violência durante uma manifestação, em Atenas, convocada para lembrar a morte de um jovem pelas forças de segurança que, em 2008, gerou os piores motins no país nas últimas décadas.

Jovens encapuzados, alguns deles "anarquistas, vindos de Itália e Espanha", interromperam o desfile de cerca de 3000 manifestantes para apedrejar transeuntes, partir montras e incendiar caixotes de lixo, informaram as autoridades gregas. Nos confrontos, ficaram feridos dois civis e quatro dos 6000 agentes mobilizados para impedir uma repetição dos distúrbios do ano passado. Registaram-se também 80 detenções.

Os nacionalistas são rotulados de violentes e capazes de gerar conflitos, mas afinal são os descontraídos meninos da esquerda os que estão constantemente envolvidos em cenas de violência.

Existe benevolência para com a violência da esquerda. Esta violência é promovida por antigos e frustrados ideólogos esquerdistas, mas é levada a cabo por jovens activistas que são recrutados e actuam em áreas dominadas por uma violência de delitos que é social, financeira e territorialmente muito poderosa. Que os protestos sociais resultem em violência espontânea é algo que ocorre excepcionalmente em qualquer lugar, mas, com o cenário descrito, incentivar sistematicamente a violência de rua parece fazer as delícias do sistema.
O romantismo guerrilheiro das velhas esquerdas agora é reaccionário. O maior perigo ou o maior desejo para estes novos "combatentes" da esquerda não é morrer como heróis, mas acabar como mafiosos ou terroristas.

Seria no mínimo interessante ver o que diriam a média e o que fariam as autoridades se estes episódios de Atenas fossem protagonizados por nacionalistas.
Mas as conclusões são fáceis de prever, uma vez que basta uma nacionalista dizer que vai estar presente numa manifestação, para os efectivos e policia logo aumentarem exponencialmente.

terça-feira, novembro 24, 2009

A esquerda moderna


Os apoios à maternidade (como a prestação do abono pré-natal) atribuídos aos agregados familiares mais carenciados não terão aumentos em 2010.
De um governo abortistas não poderíamos esperar outra medida. Entretanto e financiadas por todos nós, com direito a licença em casa as abortadeiras profissionais continuam a gozar de todos os privilégios e borlas.
Este sistema, refém de bandeiras da esquerda moderna, da burguesia decadente e promíscua que a forma, não para de atentar contra a natalidade, contra a família, contra a tradição o orgulho pátrio e a identidade.
Fechar maternidades para abrir clínicas de aborto, casamento dos homossexuais, vender Portugal ao estrangeiro, conspurcar e desvirtuar a nossa história, multiculturalismo é que estão na moda, estão na ordem do dia da esquerda moderna, que afinal faz o trabalho sujo da Nova Ordem Mundial que hipocritamente diz combater.

terça-feira, novembro 10, 2009

A convergência da esquerda com a superclasse mundial


Discurso de Jean-Yves le Gallou, a 18-10-2009, na universidade de verão do Club de L’Horloge (publicado pela Fundação Polémia)

*

Estamos habituados a apresentar como opositores o grande patronato e os esquerdistas… mundialistas e alter-mundialistas.

Mas os seus interesses convergem frequentemente, não é de resto por acaso que os “anti-mundialistas” mudaram o seu nome para “alter-mundialistas”, assinalando assim a sua adesão ao mundialismo, apenas sob uma forma diferente.

1-A extrema-esquerda serve de bulldozer à superclasse mundial: procede à desflorestação do arvoredo cultural das nações

O objectivo da superclasse mundial e dos grandes oligopólios financeiros e económicos que constituem o seu núcleo é estender o campo dos seus mercados e lucros. Para conseguir economias de escala e reforçar o seu poder as grandes firmas transnacionais procuram expandir sempre mais a esfera mercantil, têm necessidade de ter sempre mais consumidores e produtores.

É aí que a extrema-esquerda se revela uma aliada preciosa dessa superclasse mundial, contribuindo para varrer o sentimento nacional, o enraizamento cultural, os valores da família.

2-A superclasse mundial quer o livre-comércio mundial. A extrema-esquerda corrói o sentimento nacional

Desde há mais de trinta anos os ciclos de negociações comerciais internacionais sucedem-se com o objectivo de atingir a mais completa livre circulação de produtos (incluindo agrícolas), de capitais (incluindo nos sectores estratégicos) e dos homens.

O obstáculo a este movimento de abertura generalizada das fronteiras são os interesses nacionais. Porque é falso dizer que todos os países e todas as categorias sociais ganham com o jogo do livre-comércio mundial: há ganhadores e perdedores; e, entre as nações da velha Europa, há mais perdedores que deveriam opor-se aos desejos da superclasse mundial.

Do mesmo modo, o patriotismo económico, isto é, a vontade dos povos em conservarem a sua soberania, deveria fazer obstáculo ao livre-comércio mundial.

É aí que a extrema-esquerda se revela um aliado precioso da superclasse mundial, apresentando a ideia de nação como ultrapassada e diabolizando os patriotas. Depois do pico mediático, em finais de 2008, da crise económica, assistimos até à diabolização de toda uma teoria económica, o proteccionismo, apresentado como “xenófobo”, inclusive “racista”.

Continuamos sob a orla do Maio de 68, cujo grande slogan, segundo Daniel Cohn-Bendit, foi “somos todos judeus alemães”, perfeita negação de uma identidade nacional e/ou cristã. Hoje em dia, o sempre narcisista Cohn-Bendit milita pelo livre-comércio mundial no seio do parlamento europeu.

3-A superclasse mundial quer a supressão das fronteiras. A extrema-esquerda apoia os delinquentes estrangeiros clandestinos.

Quanto ao discurso imigracionista que se impôs na política, ele baseou-se nos slogans e cartazes do Maio de 68 :”trabalhadores nacionais/imigrantes: Unidos”, “nacionais/imigrantes: um mesmo combate”, “fronteiras = repressão”. Um discurso que percorre hoje toda a Europa.

No prolongamento disso, a extrema-esquerda investiu muito na defesa dos delinquentes estrangeiros clandestinos. Assim, os trotskistas criaram “redes de apoio social sem fronteiras”, redes que criaram um novo filão de imigração clandestina através da subsidiação dos imigrantes. E isto para maior lucro dos negociadores de sonhos e dos novos negreiros! Os industriais, antes de todos, encontraram nisso mão-de-obra barata que lhes permitiu praticar uma “deslocalização no proprio domicílio”, as classes abastadas encontraram, pela sua parte, criados a baixo custo. Alguns autores de inspiração marxista vêem, é preciso dizê-lo, “na imigração uma estratégia capitalista visando acabar com a espontaneidade histórica das solidariedades proletárias através da diversificação do substrato do ressentimento operário”.

Fruto das lutas da extrema-esquerda , a afirmação dos pretensos novos direitos contra “a exclusão”, como o direito à habitação ou à saúde, permitem mobilizar os poderes de coerção do Estado contra a sociedade e impor sempre maior abertura de fronteiras trazendo novos consumidores para os países desenvolvidos. Note-se que a última universidade de verão do MEDEF (Movimento das Empresas de França) consagrou uma das suas mesas redondas ao tema “quem não recua, avança: a lógica dos novos direitos”.

E esta lógica de abertura infinita não é apenas francesa. Encontramo-la, por exemplo, no ex-terrorista italiano Antonio Negri. No seu livro maior, “Império”, o ex-brigadas vermelhas, transformado em teórico do alter-mundialismo, opõe “Império” (ou seja, a superclasse mundial) à “multidão”, isto é, às massas desenraizadas – massas essas que são justamente o viveiro de consumidores e produtores de que o sistema mundialista tem necessidade, massas desenraizadas que ele propõe aumentar o número pronunciando-se por uma abolição de todas as fronteiras: “é preciso falar (…) da mobilidade universal permitida a todos os imigrantes para que eles possam deslocar-se para onde quiserem no mundo para a reapropriação dos meios de comunicação e a construção imaginária de novas linguagens”.

Antonio Negri define como “primeiro elemento de um programa político para a multidão mundial uma primeira exigência global: a cidadania mundial”, devendo esta ser acompanhada por uma supressão geral das fronteiras.

É pouco surpreendente, nestas condições, que Antonio Negri se tenha pronunciado pelo “Sim” à construção europeia, uma vez que a União Europeia surge-lhe, não sem razão, como mais uma etapa em direcção à mundialização que deseja.

O sem-fronteirismo é um dos elementos da ideologia comum da superclasse mundial e da extrema-esquerda.

4-A superclasse mundial quer uma mão-de-obra permutável. A extrema-esquerda prega a tabula rasa

Para o sistema dominante o homem é concebido como uma matéria-prima (dito “recurso humano”). Ele deve, antes de tudo, ser permutável para as necessidades da oligarquia mercantil. Deve portanto ter quatro características negativas:

- Não ter raízes (nem raça, nem nação, nem religião)
- Não ter um ideal: deve ser um consumidor e um produtor materialista e relativista disposto a engolir todos os produtos lançados no mercado (incluindo os produtos bancários permitindo endividá-lo e, portanto, submetê-lo melhor)
- Não ter religião para além da do seu próprio ego, para ser mais facilmente isolado e, portanto, manipulável
- Não ter personalidade afim de se fundir na massa (deve por isso ser educado de forma puramente técnica e utilitária, sem cultura geral que lhe permita situar-se como homem livre)

Também nisso a extrema-esquerda se revelou uma aliada preciosa da superclasse mundial e do niilismo mercantil. É no domínio da transmissão de valores através da escola ou da família que a herança – curiosa palavra para uma empreitada de destruição – do Maio de 68 permanece mais forte. É suficiente ler os slogans dos cartazes ou dos graffitis para constatar que se tornaram programas :” É proibido proibir” , “o respeito perde-se, não o vás procurar” , “professor, és tão velho quanto a tua cultura”, “esquece tudo o que aprendeste”.

Fundamentalmente o Maio de 68 é uma revolução de ruptura com as permanências e as raízes: permanências culturais, raízes identitárias. Ora, através dos sindicatos de inspiração comunista ou trotskista, é sempre a ideologia da ruptura que domina a educação nacional: ruptura com os métodos de aprendizagem da leitura, ruptura com a história cronológica, ruptura com o ensinamento das humanísticas.

Em muitos países do mundo ocidental o sistema educativo dos “pedagómanos” lança no mercado indivíduos “desaculturados” prontos a engolirem sem espírito crítico a fast-food publicitária.

O ódio à identidade é o denominador comum dos movimentos de extrema-esquerda. Teórico das manifestações dos “fóruns sociais”, John Holloway, irlandês instalado no México, apresenta a sua crítica social como um “assalto contra a identidade”, como a recusa de se deixar definir , classificar, identificar: “ Nós, os não-idênticos, combatemos essa identificação. O combate contra o capital é um combate contra a identificação e não um combate contra uma identidade alternativa”. Ele acusa as “políticas de identidade” de solidificarem as identidades. Vai mesmo mais longe:”o nosso combate não visa estabelecer uma nova identidade mas sim intensificar uma anti-identidade, a crise de identidade é uma libertação de uma multitude de resistências e uma multiplicidade de gritos”.

Um discurso anti-identitário que faz de John Holloway um idiota útil da superclasse mundial que, de resto, acolheu com benevolência os “fóruns sociais”, forma de contestação (?) privilegiada dos anos 1998-2005.

5-A superclasse mundial quer abrir novos campos à produção e ao consumo mercantis. A extrema-esquerda ajuda-a fragilizando a família

“ O capitalismo faz a guerra à família pela mesma razão que combate os sindicatos. O capitalismo quer o colectivismo para si e o individualismo para os seus inimigos” diz Gilbert Keith Chesterton.

A “libertação sexual”, o feminismo militante e a valorização das sexualidades desviantes servem os interesses da superclasse mundial, porque, ao fragilizarem a família, estas ideologias abriram novos campos à produção e ao consumo mercantis:

– Uma nova mão-de-obra feminina assalariada, mais numerosa e mais disponível, inclusive ao sábado e ao domingo; é a destructuração das culturas tradicionais que permitiu fazer do mundo desenvolvido uma vasto supermercado aberto dia e noite;
- Novas actividades para o mercado, como os cuidados às crianças e aos idosos, tornados “serviços à pessoa”, comercializáveis, rentáveis e integráveis no PIB.

A este respeito, aquilo que é apresentado como um crescimento da riqueza produzida nos países desenvolvidos é frequentemente um engodo, por, ao menos, duas razões:

- A imigração contribui em parte para o aumento do número de produtores (logo do PIB) fazendo ao mesmo tempo baixar o rendimento médio por cabeça (é preciso partilhar a riqueza com um número maior de improdutivos);
- Uma parte dos novos serviços disponibilizados às pessoas estavam anteriormente fora da esfera monetária e está longe de ser certo que a sua monetarização aumente o bem-estar das crianças, dos idosos e das famílias.

6-A superclasse mundial teme sobretudo a emergência de correntes identitárias e soberanistas que prejudiquem a dinâmica da mundialização. A extrema-esquerda desempenha um papel de obstrução aos populismos nacionais

A extrema-esquerda desempenha, em toda a Europa, o mesmo papel: denunciar e atacar as forças identitárias e nacionais. Constitui-se em polícia do pensamento por conta da Nova Ordem Mundial. Por toda a parte a extrema-esquerda é um instrumento de pressão sobre os poderes: umas vezes para parar os movimentos de “direitização” dos partidos tradicionais (anos 80) e outras para lutar contra o surgimento do populismo (anos 90).

Adoptando um ascendente moral em nome da luta contra as “fobias” – xenofobia, homofobia, islamofobia – a extrema-esquerda utiliza uma retórica incapacitante contra os valores familiares e nacionais susceptíveis de pararem o desenvolvimento do capitalismo globalizado. Não hesitando em utilizar leis repressivas (“as fobias não são uma questão de opinião, são um crime”), a extrema-esquerda é uma alavanca do poder mediático e judicial, frequentemente executante das baixas obras da superclasse mundial. A intimidação e a sideração são os seus meios de acção privilegiados.

A vitimização das “minorias” sexuais serve de máscara ao velho projecto revolucionário de dissolução da instituição familiar, obstáculo ao império do mercado; e, a coberto de pôr fim a pretensas discriminações ou reprimir intenções homofóbicas, conseguem impedir a expressão dos valores tradicionais. E foi assim que foi expulso da Comissão Europeia o pouco politicamente correcto e muito católico Rocco Buttiglione. Simetricamente, foi assim que foi protegido Frédéric Mitterand, esse “magnífico símbolo de abertura”, segundo as palavras de Nicolas Sarkozy, que escreveu no seu livro “La Mauvaise Vie”:” sexo e dinheiro, estou no centro do meu sistema”.

A extrema-esquerda joga também no registo da provocação: por todo o lado na Europa onde movimentos nacionais identitários ou populistas se desenvolveram, a extrema-esquerda apelou a contra-manifestações, frequentemente violentas, com dois objectivos:

- Conseguir a interdição das reuniões dos movimentos que ameaçam a ideologia da superclasse mundial;
- Conduzir esses movimentos dissidentes a defenderem-se para assegurarem a sua liberdade, com o risco de darem às televisões imagens de violência.

Na revista “Contretemps”, de Setembro de 2003, Anne Tristan, antiga responsável da associação de extrema-esquerda “Ras L’Front” explica o funcionamento dessa organização: utilizar iniciativas espectaculares e contra-manifestações para evitar a banalização do Front National – uma estratégia com benefícios, utilizada também na Alemanha ou Inglaterra, por exemplo.

7-A convergência entre o grande patronato e o projecto societário da esquerda e extrema-esquerda

A extrema-esquerda agrada bastante nas instâncias patronais. São vários os nomes convidados para os eventos das associações patronais.

Evidentemente que os intelectuais de esquerda não comparecem apenas pelo cachet, a sua presença ilustra uma convergência entre o grande patronato e o projecto societário da esquerda e da extrema-esquerda. Implicitamente o discurso patronal é o seguinte: deixem-nos fazer lucros, nós também servimos a nova ideologia dominante, realizamos as políticas ditas de “diversidade” e de “luta contra as discriminações” (com excepção da única discriminação legítima aos nossos olhos, a do dinheiro!).

Também aí esse discurso não é nem totalmente novo nem exclusivamente nacional: desde o fim dos anos 70, os publicitários, muitos dos quais tinham afinidades com os trotskistas, serviram-se do dinheiro dos seus clientes para transformar a sociedade: lembramo-nos das publicidades escandalosas da Benetton a favor da mestiçagem, por um lado, e contra os valores tradicionais, por outro.

A conivência entre a extrema-esquerda e o patronato vai bem para lá dos colóquios: ela diz também respeito às ligações com a imprensa.

8-Em troca dos seus serviços, a extrema-esquerda beneficia da complacência da superclasse mundial

É um sinal que não engana: o acesso aos Media. A extrema-esquerda beneficia aí regularmente de um bom acolhimento em quantidade e qualidade de tratamento.

Este fenómeno é transversal a toda a Europa, a extrema-esquerda beneficia de conivências mediáticas, mesmo quando se dedica a acções violentas contras os movimentos identitários e populistas, o seu papel de cão de guarda da superclasse mundial é bastante apreciado.

As ligações da superclasse mundial à extrema-esquerda não são apenas intelectuais, são também financeiras.

Em França, em 2001, a TFI e o grupo económico Lagardère acorreram a salvar o jornal comunista “Humanité” que se encontrava então em grandes dificuldades financeiras.

A aliança do jornal “Libération”, fundado por Jean-Paul Sartre, e da superclasse mundial é ainda mais espectacular: desde 1993 três grandes capitalistas transnacionais, Antoine Riboud, Gilbert Trigano et Jérôme Seydoux, entraram no capital como accionistas externos e, em 2005, graças a uma nova crise, é Edouard de Rothschild que injecta 20 milhões de euros no “Libération”. A sua entrada em mais de 30% do capital do jornal faz-se com o aval da maioria dos jornalistas.

9-O cosmopolitismo, ideologia comum da extrema-esquerda e da superclasse mundial

Este casamento entre o “Libération” e o grande capital leva a um sorriso enganador, porque ambas as parte actuam, não somente na defesa dos seus interesses próprios, mas também em conformidade com as suas ideias.

O pai de Edouard de Rothschild, Edmond de Rothschild, hoje falecido, foi um visionário do mundialismo. Fundou, em 1974, a secção europeia da Comisão Trilateral, inicialmente criada nos Estados Unidos por David Rockefeller e Zbignew Brzezinsky. É da Comissão Trilateral que provêm hoje os programas mundialistas de Davos. Ora, desde 1970, Edmond de Rothschild havia discernido o essencial, declarando numa longa entrevista à revista Enterprise de 18 de Julho:” a verruga que tem de ser extirpada hoje é a nação”. Ao salvar o “Libération” da falência Edouard de Rothschild prossegue o combate do seu pai.

De facto, a redacção do “Libération” e o seu novo patrão comungam da mesma ideologia: o cosmopolitismo, que postula que as nações são entidades arbitrárias que convém ultrapassar. Como a História já demonstrou, são as oligarquias que adoptam mais entusiasticamente o cosmopolitismo, oligarquias cujos membros se declaram voluntariamente “cidadãos do mundo”: oligarquias mercantis, de um lado, oligarquias culturais, de outro, sonham com um governo mundial.

Neste concerto de cosmocratas, a extrema-esquerda toca a sua partição.

Mas outras temáticas vêm alimentar a ideologia mundialista, em particular o catastrofismo planetário, seja climático ou sanitário.

Abaixo as máscaras!

Pilhado aqui

sábado, agosto 29, 2009

Lobos com pele de cordeiro


O secretário-geral do PCP disse hoje que depois de a política de direita ter saído derrotada das eleições europeias é preciso agora derrotar os seus executantes e defendeu a afirmação da CDU como uma força alternativa de esquerda.
Quem o ouvisse e não recordasse os tempos do PREC ou os tempos da antiga URSS, onde a exploração dos trabalhadores era ainda mais feroz que nos regimes capitalistas, poderia ser levado a pensar que estava aqui o salvador da Pátria.
Embora o PSD e o PS sejam os protagonistas principais da bandalheira que se instituiu em Portugal depois do 25 de Abril, centristas, comunistas e bloquistas também contribuíram para a festa onde teimam em ser os únicos convidados.
Podemos atribuir á esquerda a degradação no ensino, na justiça e na segurança. Podemos atribuir à esquerda o aumento do consumo de droga e a legislação sobre o aborto. Mas também não podemos esquecer as lições da história, quando a esquerda está no poder, não se altera a exploração e as desigualdades sociais. Com a esquerda no poder alguns são mesmo mais iguais que outros, sai o patrão da fabrica e entra para o seu lugar o funcionários do partido, depois e em nome do marxismo leninismo, é instaurada sobre os trabalhadores a mais vil das ditaduras. As imagens de Tianamen, o trabalho infantil e escravo que sabemos existir na China comunista, são o melhor retrato do que nos esperava se o PCP ou o BE atingissem o poder.
Na decadência capitalista a tendência geral para o capitalismo de Estado é uma das características dominantes.
No plano político e social, a tendência ao capitalismo de Estado traduz-se pelo facto de que o aparelho do Estado, sob formas totalitárias extremas, ou sob máscaras democráticas, exerce um controle cada vez mais potente, omnipresente e sistemático sobre todos os aspectos da vida social.
A santa aliança comunistas capitalistas é bem patente quando se fala de imigração. A imigração é hoje abençoada por direita e esquerda, servindo a esquerda de tropa de choque contra quem a ouse por em causa. Ora como a imigração é única e simplesmente uma arma do capital, para conseguir baixos salários e aliviar as contradições e a luta de classes nos países exportadores de mão-de-obra, como podemos confiar nessa gente que se auto intitula defensora dos trabalhadores e depois pelas costas lhes enfia a estocada mortal.
A esquerda não é solução para o problema porque a esquerda faz parte do problema.

sábado, agosto 22, 2009

Farinha do mesmo saco


O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, defendeu hoje, em Gaia, que o seu partido é a alternativa de esquerda necessária para mudar o rumo do país, frisando que os líderes do PS e do PSD são "farinha do mesmo saco".
As organizações de esquerda gostam de tentar apelar à classe trabalhadora, a que eles gostam de referir como "o Proletariado". O ulterior objectivo por trás dessa ideologia baseia - se num desejo de dividir para reinar. Por outras palavras, ao mesmo tempo que estas organizações estão oferecendo apoio às chamadas "minorias oprimidas", tais como homossexuais, Black Power, grupos rebeldes e estudantes de classe média, elas estão na realidade criando desunião entre os membros da sociedade, garantindo que elas possam encontrar através de slogans e banners, um refúgio seguro e assim combater e invadir a normalidade. No que a sociedade está a tornar ou mais degenerar, é meramente testemunho ao facto de comunistas serem capazes de mobilizar regularmente muitos manifestantes na hora, como recentemente aconteceu durante a Cimeira Europeia, mas que longe de ter incomodado realmente o sistema apenas serviu para mais uma demonstração “folclórica” Ao adicionar a todas as minorias, às socialmente inadequadas, com o fim de as controlar, estes activistas, podem parecer estar lutando pela maioria. Mas isto é mais uma tentativa de por uma minoria no poder no seu mais puro e distorcido pretexto.

O marxismo não é o oposto do capitalismo

Ser anti marxista e socialista esta longe ser uma contradição. O verdadeiro socialismo defende o interesse dos homens, a sua natureza está em oposição radical com a teoria materialismo dialéctico. É essencial, se queremos a regeneração do ideal socialista original, denunciar e rejeitar o engano burguês de Marx e só por uma razão: por sermos anti capitalistas! Não se pode acusar o capitalismo de ser materialista ateu, desumanizado, consumista, apátrida, etc. e depois enveredar pelos mesmos defeitos. Marxismo é o espelho do capitalismo, não vem combatê-lo mas justificá-lo! Pequena definição: Para Karl Marx, é necessário distinguir a estrutura básica da sociedade das suas superstruturas. A primeira é de natureza económica e material e definiria os modos de produção. As segundas seriam primeiro sociais, seguidamente politico jurídicos e por último ideológicos e religiosos. As segundas são inteira e rigorosamente determinados pela primeira. O acto humano, a vontade e a esperança (resumidamente todas as liberdades do indivíduo) seriam apenas as aparências tomadas por esta determinação. As leis da economia seriam por conseguinte a base de qualquer actividade social. A evolução material seria uma dialéctica. De acordo com esta lei "qualquer estado material gera os estados sucessivos que lhe são contrários". A luta entre as forças conservadoras e as forças revolucionárias explicaria a evolução da sociedade. Qual magnífico fraude! As leis do capitalismo, ideologia podre e errada, não são elas também de alguma maneira justificativas umas das outras? Certamente, seria em vão negar que as condições económicas e materiais influenciam os relações sociais, as posições políticas e mesmo as concepções morais e ideológicas, mas um determinismo é absoluto ou não é? Marx admitiu materialismo histórico mas não o provou. No entanto devia tê-lo feito. Marx admitiu-o porque tinha necessidade. Realmente, a inteligência iluminada intervém neste falso determinismo. Materialismo como determinismo nega-se ele mesmo nos seus métodos. Se materialismo histórico fosse rigoroso, se o capitalismo não fosse uma ideologia contrária às leis da natureza (que é o verdadeiro determinismo), o papel criador do herói e do génio, o seu carácter perturbador, seria uma coisa estéril e inexplicável! Se as ideias fossem determinadas pelas condições materiais, não apareciam antes das condições matérias serem criadas. Ora, as ideias sempre precederam em vários séculos as condições da sua realização. Com efeito, materialismo histórico não dá conta da realidade social objectiva. É necessário afirmar que para além da matéria e condicionada por ela, os factores materialistas são determinados pelo espírito. As leis evolutivas do espírito são independentes do materialismo, o materialismo marxista como o capitalismo é igualmente contrário à natureza. O conteúdo do capitalismo é o seu carácter comercial, desumanizador, contra natura, inimigo do bem e a razão. Então paragem! É sobre o combate espiritual, onde a razão pára e onde se encontram as raízes da evolução humana, que é necessário combater. O capitalismo e marxismo estão unidos porque são o inimigo de o que mais cedo ou mais tarde vai libertar o homem, um factor que só tem um nome e está muito distante do materialismo: o da vontade humana.

quinta-feira, agosto 06, 2009

Holocausto


Hoje recordamos o momento em que, às 8h15 de 6 de Agosto de 1945, a bomba atómica caiu sobre a cidade de Hiroshima e matou 80 mil pessoas naquele dia, um número que aumenta para 140 mil mortos quando se tem em conta todas as pessoas que vieram a morrer na sequência do ataque até ao final desse ano.
O imperialismo sionista americano, ficou mais uma vez com as mãos sujas de sangue. Hoje e hipocritamente, fala em desarmamento nuclear, mas é incapaz de dar o exemplo, porque o que lhes importa o que lhes interessa é o desarmamento dos outros, para que a hegemonia a nível mundial, não possa ser contestada.
O imperialismo americano e o imperialismo dos países comunistas, são responsáveis por milhares de mortos ao longo da última centena de anos. Infelizmente a sua propaganda e os lacaios que mantêm no poder um pouco por todo o mundo, torna difícil denunciar este Holocausto. Mas tenho fé que os homens livres, aqueles que não se deixam contaminar pela propaganda da esquerda e da direita, do capitalismo e do capitalismo de estado, comecem a dizer basta, para que Hiroshima, Dresden, Iraque, Vietname, Coreia, Tibete, Afeganistão, passem a ser vistos como uma página da historia que o homem nunca mais deva escrever.
Hoje devemos chorar os mortos de Hiroshima e de Nagasaki, e condenar este acto diabólico da administração norte americana. Uma vez que já havia conversações secretas para terminar a guerra, só podemos compreender o bombardeamento como uma forma hedionda de experimentar a bomba em cobaias humanas. Errar é humano, persistir no erro é americano. Não se deixem enganar pelas falinhas mansas da administração Obama, porque nos bastidores comandam os mesmos assassinos imperialistas que governam o mundo há muitos anos.

Trotskismo/Maoismo


Reproduzimos hoje um texto que nos chegou via e-mail. É mais uma achega na desmistificação do BE. Esta força política, atraiu nos últimos tempos muitos descontentes. Serviu de alternativa a quem normalmente vota PS. No entanto, a BE como todos os partidos do sistema não é alternativa. Os partidos do sistema fazem parte do problema e não podem ser solução para o problema. A única alternativa credível e fiável ao sistema, chama-se nacionalismo e em Portugal chama-se PNR.

Trotskismo/Maoismo

-Ontem à noite, de férias à beira-mar, fui assistir a uma sessão de campanha política dos saudosistas de Leon Trotski, Enver Hoxa, Mao Tsé Tung e outros democratas do género, malta que compõe o BE.
-O discurso deles, fez-me viajar no tempo, mais de trinta anos, quando adolescente ainda, ouvia discursos na 1.ª pessoa de alguns do figurões que depois cometeram toda a espécie de democratas acções que levaram à vergonhosa descolonização, reformas agrárias, nacionalizações, assaltos ao erário público e... apesar das muitas esmolas que recebemos, ao País mais atrasado da Europa, com um elevado índice de pobreza (como nos mostrava o último n.º de "O Diabo"), um grande fosso entre os democratas ricos e os pobres, um elevado índice de corrupção e de criminalidade de colarinho branco, bem como a uma enorme impunidade de quem usa e abusa (democraticamente, já se vê) do poder que tem, em proveito próprio, à custa dos bens da Nação.
-Contudo, face ao panorama observado, é caso para dizer que caso não ajamos já, a história irá repetir-se... e pior, por estes defensores de uma cultura de morte, e de estéreis relações.

-Estou convencido que grande parte da malta que compõe as fileiras deste partido, à semelhança do que se passa com outros de esquerda, tem uma enorme ignorância sobre as origens do partido e sua filosofia de estrelas, foices, martelos, campos de concentração, assassinatos de milhões de Seres Humanos.....
-Como dizia Fernando Pessoa, referindo-se ao assassinato do Grão-Mestre da Ordem dos Templários, Jaques de Mollay, o Homem é vítima de três grandes Carrascos:

FANATISMO, INTOLERÂNCA e IGNORÂNCIA!

-Infelizmente, a actualidade mostra-nos a crueza dessas palavras, razão pela qual o ensino de História (e de Filosofia) está tão maltratado na Instrução das novas Gerações...., além de outras matérias!

Nomeadamente porque os miguéis de vasconcelos pululam por aí..., e não interessa que haja sentimentos Nacionalistas (que o conhecimento da História fomenta), até ao dia em que alguém os atira de uma janela!

Atentamente.
M. Lima

domingo, agosto 02, 2009

Penedo da meditação


Nenhum dos 22 deputados portugueses no Parlamento Europeu (PE) vai ocupar cargos de grande relevo no início da nova legislatura, uma situação que ilustra a perda progressiva de influência dos eleitos nacionais ao longo do tempo.
Já aqui o tínhamos escrito e o PNR disse-o durante toda a campanha. Depois de terem posto a cenoura à frente do burro, com uns lugarzitos para satisfazer o ego dos vaidosos dos partidos do sistema e com uns subsídios para enriquecer outros tantos com as negociatas, Portugal está a ser colocado no lugar que os países governantes da EU há muito lhe tinham destinado.
Em breve a nossa agricultura, as nossas pescas, a nossa indústria estarão completamente arruinadas, viveremos das esmolas que Bruxelas nos quiser dar e seremos a instância de férias de toda a Europa.
Por cá “ Tudo como dantes, Quartel-general em Abrantes” a esquerda caviar continua a ser levada ao colo pela gentalha das sondagens e da comunicação social. Não tenhamos ilusões acerca do BE, esta força politica cuja base do discurso assenta na demagogia pura, é formada, por uma faixa da burguesia, nomeadamente da intelectual, da mais antidemocrática possível, sempre em campanha contra a autoridade, coroada com as acusações do costume de xenofobia e racismo não augura nada de bom para a segurança dos portugueses. Não admira por isso que a polícia em Portugal tenha dificuldades em agir. Uma estalada de um polícia a um criminoso e temos as Anas Dragos e os Daniéis Oliveiras a berrar pelos direitos humanos.
Antes de ser uma linha política, a esquerda caviar é um espaço. Ou melhor: vários espaços, varias tribos, vários pequenos mundos que se cruzam e baralham. Cada um deles suscita as suas críticas, os seus ressentimentos, por vezes as suas raivas. Há a esquerda caviar dos intelectuais, dos patrões, dos gays, dos consumidores de droga, dos que odeiam a policia.
Partido político liderado pelo tão inteligente quanto perigoso Francisco Louçã, o BE faz a proeza de reunir tudo o que de pior existe na política portuguesa, o que não é tarefa fácil, granjeando simpatizantes na extrema esquerda, na chamada «esquerda de caviar» (alguns intelectuais de reserva) e em alguns «nichos de mercado», como os imigrantes revoltados e uma faixa desorientada de jovens sem valores nem referências.
As receitas que o BE propõe. Sendo o melhor dos mundos, têm um problema. Não funcionam. São como o arrastão. O BE não gosta, mas existiu. Às vezes, a realidade atrapalha muito.

sábado, agosto 01, 2009

Ditadura sobre o proletariado


Dados dos incêndios e da área ardida em 2007 e 2008 foram alterados "por desconhecidos", acusa a GNR, enquanto a Autoridade Florestal Nacional garante que os relatórios dos fogos são "completamente fiáveis".
Lembramos a todos que foi durante este governo que: pessoas foram saneadas, sindicatos e sedes de partidos visitadas pela polícia, manifestações reprimidas e pela primeira vez desde os tempos do PREC tivemos novamente presos políticos.
Portanto não me admira que os mesmos desconhecidos que foram capazes de tomara estas atitudes dignas da KGV, tenham alterado dados a seu belo prazer.
A costela estalinista do Sr. Pinto de Sousa revela-se nestas e noutras acções, por isso a tão falada proximidade entre os socratinos e os berloquistas, fica bem patente nestas manobras abrileiras que tantas saudades lhes deixam.
A prova maior do controle estatal foi dada esta tarde pela GNR que já deu o dito por não dito, com a esfarrapada desculpa que a frase não devia ser entendida naquele contesto.
Este triste episodio é mais uma mancha a juntar às muitas manchas desta governação xuxialista, pena é que muitos portugueses ainda vão na conversa, tipo vendedor de banha de cobra, diariamente debitada para os jornais e outro meios de comunicação.
Não se enganem no entanto, votar noutros partidos do sistema é votar no mesmo com outras moscas; porque SÓ O NACIONALISMO É SOLUÇÃO.

sexta-feira, julho 31, 2009

A esquerda caviar


O lobby gay tem conseguido por na ordem do dia o casamento dos homossexuais. Quer através dos meios de informação onde nos apresenta os homossexuais como pessoas simpáticas, amáveis, que não prejudicam ninguém, como se a opção sexual pudesse de alguma maneira interferir com a maneira de ser ou de agir de um indivíduo. Os que antes viviam ocultos, visto a sociedade se envergonhar deles, andam agora airosos pela rua a exibir a sua opção, visando muitas vezes escandalizar, dar nas vistas e não exercer naturalmente a sua opção sexual.
No entanto os nacionalistas como não estão anestesiados pela propaganda do sistema, dizem abertamente aquilo que o povo pensa; porque para além de orgulhosos do que somos, não hesitamos em denunciar a propaganda falaciosa de uma minoria anti social e putrificada, formada pelo lobby gay e pela esquerda caviar.
Temos até bastantes aliados para tomar este tipo de decisão, para o povo para os trabalhadores, par a esmagadora maioria dos portugueses a homossexualidade não é vista com bons olhos e muito menos o casamento ou a demoníaca opção de os deixar adoptar crianças.
A legislatura que agora finda no nosso país vai ficar na história por ter permitido o aborto, na próxima a esquerda pretende ficar na história aprovando o casamento dos homossexuais. Talvez a bandeira para daqui a quatro anos seja a adopção de crianças e para daqui a oito a legalização da pedofilia.
É no seio burguesia de muito livre, muito a favor do livre pensamento, mas só quando coincide com o seu, que nascem as piores ideias, aquelas que mais mal fazem à humanidade, sempre assim foi através dos tempos, porque esta gentinha, bem colocada na vida e sem preocupações financeiras, ocupa o seu tempo na defesa e na pratica das piores aberrações possíveis. Esta classe social, tem sabido resistir aos sinais dos tempos e é a responsável pela queda em podridão de quase todos os sistemas políticos.

terça-feira, maio 26, 2009

Os “democratas” do costume


Na madrugada do dia 23 na localidade de Sabadell em Espanha um grupo de militantes de extrema-esquerda agrediu selvaticamente cinco camaradas do MSR Movimiento Social Republicano.
Fortemente armados e seguros do seu número (cerca de 100), mostraram do que são capazes quando a ocasião se lhes é favorável.
São das mesmas organizações que em Portugal destruíram montras e tentaram atacar a sede do PNR.
São das mesmas organizações que ainda à pouco tempo apedrejaram uma esquadra de policia em Lisboa.
Tem ligações aos partidos de extrema-esquerda a quem servem como tropa de choque e recebem formação nos acampamentos (campos de treino) que muitas organizações legalizadas promovem um pouco por toda a Europa, mas que as forças de segurança tendem a ignorar.
Mais uma vez fica provado de que lado parte a violência e que estes grupos de esquerda com a benevolência da direita, são responsáveis por muita agressão ameaças e incitamento ao ódio.
Para os camaradas do MSR a nossa solidariedade, sabendo de antemão que este tipo de acontecimentos só os fortalece cada vez mais.
NA EUROPA COMEÇA A AMANHECER

sábado, maio 09, 2009

Tipologia politica




É comum a todos os politólogos de todas as facções, uma divergência quanto á natureza daquilo que chamamos extrema-direita.
Os politólogos comunistas não consideram que a extrema-direita seja uma descontinuidade em relação à direita. segundo eles a extrema direita não é mais que um prolongamento natural da direita, devendo por consequência classificado de direita extrema. Ela não é mais que uma radicalização da direita burguesa, que despoletou com surgimento de graves dificuldades, principalmente de ordem económica.
Quanto aos politólogos liberais, defendem que a extrema-direita é radicalmente diferente da direita, não existindo território comum entre ambas. Dai se compreender e a título de exemplo que René Rémond, tenha recusado integrar o fascismo na seu célebre estudo sobre as direitas. Para os historiadores liberais, extrema-direita e comunismo, estão metidas no mesmo cesto chamado totalitarismo.
Por aqui se vê que estas duas interpretações não podem ser verdadeiras simultaneamente. Podemos então afirmar, à primeira vista, que elas são as duas falsas ou que só uma é verdadeira.
Tendo em conta as opiniões de alguns peritos de um e outro campo, que se regem pela opinião da sua maioria, interrogo-me do porquê desta distorção.
Temos pois que o conceito de totalitarismo utilizado por estes politólogos de direita e que fez parte da receita em plena guerra-fria obedecendo a um interesse politico: metendo o fascismo e o comunismo no mesmo “cesto” totalitário, os ocidentais justificam a continuidade da guerra até 1945.
Reciprocamente, os teóricos comunistas fazem da extrema-direita ou do fascismo um simples desvio da direita, adoptando da mesma forma a táctica dos seus homólogos liberais. A ligação entre direita e extrema-direita permite também justificar uma bipolarização que no final a todos dá proveito.
Independentemente de qualquer má-fé politica que caracteriza por vezes os peritos, não podemos no entanto negligenciar a probidade intelectual de alguns dos pensadores que foram de um lado ou de outro.
E pensando bem, não se pode senão atribuir crédito às duas teorias simultaneamente e apesar da lógica o proibir. Eles tiveram que remover o obstáculo que é a abordagem inconsistente. Tudo se aclara se deixarmos de definir a existência de uma só extrema-direita mas sim de duas. Assim, se uma pressupõe a existência de uma extrema-direita, juntamente com a extrema-direita, as duas teorias são ambos consistentes.
Com efeito, a extrema-direita é assim o prolongamento da direita como o afirmam os pensadores comunistas e apesar da recusa dos principais intervenientes.
Com efeito é anti-sistema, como defendem os pensadores liberais, e, sem qualquer ligação com a direita. Isso explica o porquê da luta das SS e das SA durante a “noite das facas longas”. Explica também o porquê de um mesmo fenómeno se produzir, embora de maneira menos sangrenta na Itália. Eis porquê Drieu la Rochelle fez saber que Hitler havia perdido a guerra, e que desejara a vitória de Estaline.
Um dos erros possíveis terá sido considerar que a linha de fractura passava pela distinção entre reaccionários e revolucionários: Condreanu e Évola que eram reaccionários e não eram moderados.
Existe ainda sobre o lado direito do tabuleiro duas tendências antagónicas, a que se chamou extrema-direita e direita extrema que não só existem, mas ainda validam a análise dos dois tipos de politólogos




Alain Rebours

segunda-feira, abril 13, 2009

Os cães ladram mas a caravana passa


A esquerda não perdoa a quem se lhe atravessa no caminho, pode até vestir a pele de cordeiro e falara em democracia e amplas liberdades, mas quando o pode mostra os dentes afiados. A justiça foi feita a um grande combatente e a um homem que soube dizer não à ditadura comunista, por mais que os gordos burgueses do PCP berrem a caravana vai passar. Parabéns meu Major General, foi uma honra servir debaixo das suas ordens.