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domingo, novembro 24, 2013

Justiça Social

Os cidadãos suíços não querem ver os seus salários limitados por imposição legal. 65,3% dos eleitores que foram hoje às urnas disseram "não" à proposta de referendo que pretendia limitar os salários mais altos de uma empresa a serem no máximo 12 vezes superiores aos salários mais baixos da mesma instituição. Tenho defendido esta causa, que para além de fazer subir os salários mais baixos, seria uma revolução no campo da justiça social. Os contra argumentam que limitaria o crescimento e a livre iniciativa. É um falsa questão por quanto o capital não utilizado em salários principescos serviria para o crescimento da empresas e a banca financiaria a nascimento das novas. Não alinho em igulitarismos, uma falácia romântica que a natureza se encarrega de desmentir, mas é preciso acabar a todo custo com o crescente fosso entre ricos e pobres, nivelar salários com vista a uma mais curta estratificação social, justiça e opo
rtunidades iguais.

terça-feira, outubro 05, 2010

O Centenário da República


Só um sistema onde os políticos manifestamente incapazes se juntam a políticos capazes de tudo podia hoje comemorar o centenário da república, gastando rios de dinheiro numa altura em que se pedem grande s sacrifícios ao povo português
Só um sistema que espelha os tempos negros de 1910 podia fazer um branqueamento deste período da nossa história.
O que temos lido sobre o domínio da vida pública portuguesa pelo Partido Republicano depois de 1910; nada sobre a retirada do direito de voto à maioria da população, nada sobre a negação do direito de voto às mulheres, nada sobre o "empastelamento" e apreensão dos jornais, nada sobre a política de genocídio no sul de Angola, e o menos possível sobre a perseguição ao clero e aos sindicatos. Só por estes factos e à luz da doutrina actual podíamos classificar esta gente como os piores dos ditadores.
Mas a esquerda a quem o sistema atribuiu o pelouro da cultura na partilha do poder, escreve ou rescreve a história seu belo prazer. Se por um lado oculta ou conspurca os feitos que nos podiam encher de orgulho, realça os pontos negros da nossa história omitindo pormenores sórdidos como assassinatos cobardes e sanguinários.
Um povo sem cultura é um povo sem liberdade e os fracos governantes que hoje temos conseguem transformar um povo combativo e guerreiro num rebanho dócil, ocultando da sua história os factos que o podiam despertar e galvanizar. Mais uma vez a sagrada aliança esquerda/direita juntam esforços para perpetuar o sistema que lhes sustenta o luxo e a luxúria.
O exemplo mais flagrante da lavagem ao cérebro que é diariamente feita aos portugueses, são as inaugurações que o desgoverno resolveu fazer neste dia. Grande parte delas, para não dizer a esmagadora maioria são inaugurações a obras de remodelação, sendo muito poucas a escolas integralmente novas e como sempre recheadas de episódios caricatos, como é o caso da Escola Avelar Brotero em Coimbra onde tiveram de alugar árvores só para a ministra ver.
Alguns monárquicos também colaboram com este folclore mediático. Querem o rei no poder mas não lhes interessa mudar o sistema. São colaboracionistas de serviço, porque fazendo parte do sistema, apenas lhes interessa uma pequena operação de cosmética. Querem uma monarquia, mas pouco lhes interessa que o povo continue de barriga vazia.
Hoje o sistema comemora o centenário da república, os patriotas devem comemorar um facto histórico bem mais importante. Faz hoje aos que Portugal se tornou oficialmente um país livre e soberano. Para os patriotas o dia 5 de Outubro de 1143 é a data a celebrar enquanto do outro lado os que andam a vender Portugal ao estrangeiro acabando a pouco e pouco com a nossa independência, celebram o dia dos assassinos, dos traidores, dos desertores e dos corruptos, da sucata mas com submarinos ancorados no rio putrefacto de poluição e canalhice.

quinta-feira, julho 29, 2010

Ditadura sobre o proletariado


Os mais ricos de Portugal "sofreram" com a crise, mas o património combinado das 25 maiores fortunas do País representa 9 por cento do produto interno bruto (PIB). São 14,7 mil milhões de euros repartidos por alguns milionários.
Este ano mais cem famílias entraram para o grupo dos muito ricos e a venda de carros de luxo aumentou 40%.
Por outro lado neste momento 31% dos portugueses vivem abaixo do limiar da pobreza.
A crise é só para alguns. Políticos e grandes empresários, numa assustadora promiscuidade, aumentam as suas mais-valias enquanto defendem austeridade e sacrifícios para o povo.
Pela apropriação do capital a direita realiza o velho sonho de Marx; a abolição da propriedade privada.
Assim e num horizonte nada longínquo, podemos antever um cenário digno de qualquer filme de ficção. De um lado um pequeno grupo de famílias, detentoras de toda a propriedade e por conseguinte de todos os meios de produção e no outro extremo uma imensa legião de trabalhadores, sem pátria, sem identidade, formados num uniculturalismo castrador e alienante, que o sistema move ao sabor do mercado de trabalho.
Se o marxismo usa a politica como forma de dominar a economia a direita usa a economia como forma de dominação política. Os caminhos podem ser diferentes, mas através e uma revolução ou de forma camuflada, os fins são os mesmos. Instaurar uma ditadura sobre o proletariado.
Cabe aos homens livres, aos trabalhadores inverter esta corrente que nos oprime, não ligando aos determinismos que nos tentam impingir.
É sobre o combate espiritual, onde a razão pára e onde se encontram as raízes da evolução humana, que é necessário combater. O capitalismo e marxismo estão unidos porque são o inimigo de o que mais cedo ou mais tarde vai libertar o homem, um factor que só tem um nome e está muito distante do materialismo: o da vontade humana.



FONTE

terça-feira, março 16, 2010

O suicídio de Orlando Zapata Tamayo


Não sou comunista, detesto tanto o capitalismo de estado, a ditura sobre o proletariado, como detesto o capitalismo.Acima de tudo sou pela verdade, porque só a verdade é revolucionária.


A imprensa e chancelaria ocidentais ficaram indignadas com o suicídio em prisão de Orlando Zapata Tamayo, considerado vítima da “ditadura cubana”. No entanto, este drama humano não faz sentido porque Zapata nunca esteve politicamente activo.
‘Uma vez mais’, observa Salim Lamrani, ‘a propaganda distorce os factos e instrumentaliza-os de forma a justificar a posteriori as hostilidades de Washington para com Cuba.’

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sexta-feira, março 05, 2010

Para este peditório já dei


O partido representa a extrema-direita reaccionária é o grande vencedor das eleições locais na Holanda.
É um amigo dos terroristas sionistas e como tal nunca terá o meu apoio.
Uma coisa é estar contra a islamização da Europa, outra é não perceber os perigos do sionismo e dos seus lacaios.
A Europa é dos europeus, é preciso defende-la das invasões patrocinadas pelo sistema, que não são mais que um cópia do modelo americano. Como sabemos este modelo é controlado pela máfia sionista através dos ses poderosos lobbys. A mesma máquina terrorista que assassina nos campos da Palestina, que invade países soberanos como o Iraque ou o Afeganistão, que causa conflitos sociais um pouco por todo o mundo muçulmano, vende-nos e impinge-nos os seus modelos.
Numa zona do planeta combatem o islamismo, noutra zona patrocinam a sua geminação e crescimento.
Lutar por uma Europa livre, è lutar contra todas as tentativas de aculturação que o mundialismo nos tenta impingir, pelo que lutar contra o mundialismo é lutar contra o sionismo imperialista principal face dessa hedionda dominação.

terça-feira, novembro 10, 2009

A convergência da esquerda com a superclasse mundial


Discurso de Jean-Yves le Gallou, a 18-10-2009, na universidade de verão do Club de L’Horloge (publicado pela Fundação Polémia)

*

Estamos habituados a apresentar como opositores o grande patronato e os esquerdistas… mundialistas e alter-mundialistas.

Mas os seus interesses convergem frequentemente, não é de resto por acaso que os “anti-mundialistas” mudaram o seu nome para “alter-mundialistas”, assinalando assim a sua adesão ao mundialismo, apenas sob uma forma diferente.

1-A extrema-esquerda serve de bulldozer à superclasse mundial: procede à desflorestação do arvoredo cultural das nações

O objectivo da superclasse mundial e dos grandes oligopólios financeiros e económicos que constituem o seu núcleo é estender o campo dos seus mercados e lucros. Para conseguir economias de escala e reforçar o seu poder as grandes firmas transnacionais procuram expandir sempre mais a esfera mercantil, têm necessidade de ter sempre mais consumidores e produtores.

É aí que a extrema-esquerda se revela uma aliada preciosa dessa superclasse mundial, contribuindo para varrer o sentimento nacional, o enraizamento cultural, os valores da família.

2-A superclasse mundial quer o livre-comércio mundial. A extrema-esquerda corrói o sentimento nacional

Desde há mais de trinta anos os ciclos de negociações comerciais internacionais sucedem-se com o objectivo de atingir a mais completa livre circulação de produtos (incluindo agrícolas), de capitais (incluindo nos sectores estratégicos) e dos homens.

O obstáculo a este movimento de abertura generalizada das fronteiras são os interesses nacionais. Porque é falso dizer que todos os países e todas as categorias sociais ganham com o jogo do livre-comércio mundial: há ganhadores e perdedores; e, entre as nações da velha Europa, há mais perdedores que deveriam opor-se aos desejos da superclasse mundial.

Do mesmo modo, o patriotismo económico, isto é, a vontade dos povos em conservarem a sua soberania, deveria fazer obstáculo ao livre-comércio mundial.

É aí que a extrema-esquerda se revela um aliado precioso da superclasse mundial, apresentando a ideia de nação como ultrapassada e diabolizando os patriotas. Depois do pico mediático, em finais de 2008, da crise económica, assistimos até à diabolização de toda uma teoria económica, o proteccionismo, apresentado como “xenófobo”, inclusive “racista”.

Continuamos sob a orla do Maio de 68, cujo grande slogan, segundo Daniel Cohn-Bendit, foi “somos todos judeus alemães”, perfeita negação de uma identidade nacional e/ou cristã. Hoje em dia, o sempre narcisista Cohn-Bendit milita pelo livre-comércio mundial no seio do parlamento europeu.

3-A superclasse mundial quer a supressão das fronteiras. A extrema-esquerda apoia os delinquentes estrangeiros clandestinos.

Quanto ao discurso imigracionista que se impôs na política, ele baseou-se nos slogans e cartazes do Maio de 68 :”trabalhadores nacionais/imigrantes: Unidos”, “nacionais/imigrantes: um mesmo combate”, “fronteiras = repressão”. Um discurso que percorre hoje toda a Europa.

No prolongamento disso, a extrema-esquerda investiu muito na defesa dos delinquentes estrangeiros clandestinos. Assim, os trotskistas criaram “redes de apoio social sem fronteiras”, redes que criaram um novo filão de imigração clandestina através da subsidiação dos imigrantes. E isto para maior lucro dos negociadores de sonhos e dos novos negreiros! Os industriais, antes de todos, encontraram nisso mão-de-obra barata que lhes permitiu praticar uma “deslocalização no proprio domicílio”, as classes abastadas encontraram, pela sua parte, criados a baixo custo. Alguns autores de inspiração marxista vêem, é preciso dizê-lo, “na imigração uma estratégia capitalista visando acabar com a espontaneidade histórica das solidariedades proletárias através da diversificação do substrato do ressentimento operário”.

Fruto das lutas da extrema-esquerda , a afirmação dos pretensos novos direitos contra “a exclusão”, como o direito à habitação ou à saúde, permitem mobilizar os poderes de coerção do Estado contra a sociedade e impor sempre maior abertura de fronteiras trazendo novos consumidores para os países desenvolvidos. Note-se que a última universidade de verão do MEDEF (Movimento das Empresas de França) consagrou uma das suas mesas redondas ao tema “quem não recua, avança: a lógica dos novos direitos”.

E esta lógica de abertura infinita não é apenas francesa. Encontramo-la, por exemplo, no ex-terrorista italiano Antonio Negri. No seu livro maior, “Império”, o ex-brigadas vermelhas, transformado em teórico do alter-mundialismo, opõe “Império” (ou seja, a superclasse mundial) à “multidão”, isto é, às massas desenraizadas – massas essas que são justamente o viveiro de consumidores e produtores de que o sistema mundialista tem necessidade, massas desenraizadas que ele propõe aumentar o número pronunciando-se por uma abolição de todas as fronteiras: “é preciso falar (…) da mobilidade universal permitida a todos os imigrantes para que eles possam deslocar-se para onde quiserem no mundo para a reapropriação dos meios de comunicação e a construção imaginária de novas linguagens”.

Antonio Negri define como “primeiro elemento de um programa político para a multidão mundial uma primeira exigência global: a cidadania mundial”, devendo esta ser acompanhada por uma supressão geral das fronteiras.

É pouco surpreendente, nestas condições, que Antonio Negri se tenha pronunciado pelo “Sim” à construção europeia, uma vez que a União Europeia surge-lhe, não sem razão, como mais uma etapa em direcção à mundialização que deseja.

O sem-fronteirismo é um dos elementos da ideologia comum da superclasse mundial e da extrema-esquerda.

4-A superclasse mundial quer uma mão-de-obra permutável. A extrema-esquerda prega a tabula rasa

Para o sistema dominante o homem é concebido como uma matéria-prima (dito “recurso humano”). Ele deve, antes de tudo, ser permutável para as necessidades da oligarquia mercantil. Deve portanto ter quatro características negativas:

- Não ter raízes (nem raça, nem nação, nem religião)
- Não ter um ideal: deve ser um consumidor e um produtor materialista e relativista disposto a engolir todos os produtos lançados no mercado (incluindo os produtos bancários permitindo endividá-lo e, portanto, submetê-lo melhor)
- Não ter religião para além da do seu próprio ego, para ser mais facilmente isolado e, portanto, manipulável
- Não ter personalidade afim de se fundir na massa (deve por isso ser educado de forma puramente técnica e utilitária, sem cultura geral que lhe permita situar-se como homem livre)

Também nisso a extrema-esquerda se revelou uma aliada preciosa da superclasse mundial e do niilismo mercantil. É no domínio da transmissão de valores através da escola ou da família que a herança – curiosa palavra para uma empreitada de destruição – do Maio de 68 permanece mais forte. É suficiente ler os slogans dos cartazes ou dos graffitis para constatar que se tornaram programas :” É proibido proibir” , “o respeito perde-se, não o vás procurar” , “professor, és tão velho quanto a tua cultura”, “esquece tudo o que aprendeste”.

Fundamentalmente o Maio de 68 é uma revolução de ruptura com as permanências e as raízes: permanências culturais, raízes identitárias. Ora, através dos sindicatos de inspiração comunista ou trotskista, é sempre a ideologia da ruptura que domina a educação nacional: ruptura com os métodos de aprendizagem da leitura, ruptura com a história cronológica, ruptura com o ensinamento das humanísticas.

Em muitos países do mundo ocidental o sistema educativo dos “pedagómanos” lança no mercado indivíduos “desaculturados” prontos a engolirem sem espírito crítico a fast-food publicitária.

O ódio à identidade é o denominador comum dos movimentos de extrema-esquerda. Teórico das manifestações dos “fóruns sociais”, John Holloway, irlandês instalado no México, apresenta a sua crítica social como um “assalto contra a identidade”, como a recusa de se deixar definir , classificar, identificar: “ Nós, os não-idênticos, combatemos essa identificação. O combate contra o capital é um combate contra a identificação e não um combate contra uma identidade alternativa”. Ele acusa as “políticas de identidade” de solidificarem as identidades. Vai mesmo mais longe:”o nosso combate não visa estabelecer uma nova identidade mas sim intensificar uma anti-identidade, a crise de identidade é uma libertação de uma multitude de resistências e uma multiplicidade de gritos”.

Um discurso anti-identitário que faz de John Holloway um idiota útil da superclasse mundial que, de resto, acolheu com benevolência os “fóruns sociais”, forma de contestação (?) privilegiada dos anos 1998-2005.

5-A superclasse mundial quer abrir novos campos à produção e ao consumo mercantis. A extrema-esquerda ajuda-a fragilizando a família

“ O capitalismo faz a guerra à família pela mesma razão que combate os sindicatos. O capitalismo quer o colectivismo para si e o individualismo para os seus inimigos” diz Gilbert Keith Chesterton.

A “libertação sexual”, o feminismo militante e a valorização das sexualidades desviantes servem os interesses da superclasse mundial, porque, ao fragilizarem a família, estas ideologias abriram novos campos à produção e ao consumo mercantis:

– Uma nova mão-de-obra feminina assalariada, mais numerosa e mais disponível, inclusive ao sábado e ao domingo; é a destructuração das culturas tradicionais que permitiu fazer do mundo desenvolvido uma vasto supermercado aberto dia e noite;
- Novas actividades para o mercado, como os cuidados às crianças e aos idosos, tornados “serviços à pessoa”, comercializáveis, rentáveis e integráveis no PIB.

A este respeito, aquilo que é apresentado como um crescimento da riqueza produzida nos países desenvolvidos é frequentemente um engodo, por, ao menos, duas razões:

- A imigração contribui em parte para o aumento do número de produtores (logo do PIB) fazendo ao mesmo tempo baixar o rendimento médio por cabeça (é preciso partilhar a riqueza com um número maior de improdutivos);
- Uma parte dos novos serviços disponibilizados às pessoas estavam anteriormente fora da esfera monetária e está longe de ser certo que a sua monetarização aumente o bem-estar das crianças, dos idosos e das famílias.

6-A superclasse mundial teme sobretudo a emergência de correntes identitárias e soberanistas que prejudiquem a dinâmica da mundialização. A extrema-esquerda desempenha um papel de obstrução aos populismos nacionais

A extrema-esquerda desempenha, em toda a Europa, o mesmo papel: denunciar e atacar as forças identitárias e nacionais. Constitui-se em polícia do pensamento por conta da Nova Ordem Mundial. Por toda a parte a extrema-esquerda é um instrumento de pressão sobre os poderes: umas vezes para parar os movimentos de “direitização” dos partidos tradicionais (anos 80) e outras para lutar contra o surgimento do populismo (anos 90).

Adoptando um ascendente moral em nome da luta contra as “fobias” – xenofobia, homofobia, islamofobia – a extrema-esquerda utiliza uma retórica incapacitante contra os valores familiares e nacionais susceptíveis de pararem o desenvolvimento do capitalismo globalizado. Não hesitando em utilizar leis repressivas (“as fobias não são uma questão de opinião, são um crime”), a extrema-esquerda é uma alavanca do poder mediático e judicial, frequentemente executante das baixas obras da superclasse mundial. A intimidação e a sideração são os seus meios de acção privilegiados.

A vitimização das “minorias” sexuais serve de máscara ao velho projecto revolucionário de dissolução da instituição familiar, obstáculo ao império do mercado; e, a coberto de pôr fim a pretensas discriminações ou reprimir intenções homofóbicas, conseguem impedir a expressão dos valores tradicionais. E foi assim que foi expulso da Comissão Europeia o pouco politicamente correcto e muito católico Rocco Buttiglione. Simetricamente, foi assim que foi protegido Frédéric Mitterand, esse “magnífico símbolo de abertura”, segundo as palavras de Nicolas Sarkozy, que escreveu no seu livro “La Mauvaise Vie”:” sexo e dinheiro, estou no centro do meu sistema”.

A extrema-esquerda joga também no registo da provocação: por todo o lado na Europa onde movimentos nacionais identitários ou populistas se desenvolveram, a extrema-esquerda apelou a contra-manifestações, frequentemente violentas, com dois objectivos:

- Conseguir a interdição das reuniões dos movimentos que ameaçam a ideologia da superclasse mundial;
- Conduzir esses movimentos dissidentes a defenderem-se para assegurarem a sua liberdade, com o risco de darem às televisões imagens de violência.

Na revista “Contretemps”, de Setembro de 2003, Anne Tristan, antiga responsável da associação de extrema-esquerda “Ras L’Front” explica o funcionamento dessa organização: utilizar iniciativas espectaculares e contra-manifestações para evitar a banalização do Front National – uma estratégia com benefícios, utilizada também na Alemanha ou Inglaterra, por exemplo.

7-A convergência entre o grande patronato e o projecto societário da esquerda e extrema-esquerda

A extrema-esquerda agrada bastante nas instâncias patronais. São vários os nomes convidados para os eventos das associações patronais.

Evidentemente que os intelectuais de esquerda não comparecem apenas pelo cachet, a sua presença ilustra uma convergência entre o grande patronato e o projecto societário da esquerda e da extrema-esquerda. Implicitamente o discurso patronal é o seguinte: deixem-nos fazer lucros, nós também servimos a nova ideologia dominante, realizamos as políticas ditas de “diversidade” e de “luta contra as discriminações” (com excepção da única discriminação legítima aos nossos olhos, a do dinheiro!).

Também aí esse discurso não é nem totalmente novo nem exclusivamente nacional: desde o fim dos anos 70, os publicitários, muitos dos quais tinham afinidades com os trotskistas, serviram-se do dinheiro dos seus clientes para transformar a sociedade: lembramo-nos das publicidades escandalosas da Benetton a favor da mestiçagem, por um lado, e contra os valores tradicionais, por outro.

A conivência entre a extrema-esquerda e o patronato vai bem para lá dos colóquios: ela diz também respeito às ligações com a imprensa.

8-Em troca dos seus serviços, a extrema-esquerda beneficia da complacência da superclasse mundial

É um sinal que não engana: o acesso aos Media. A extrema-esquerda beneficia aí regularmente de um bom acolhimento em quantidade e qualidade de tratamento.

Este fenómeno é transversal a toda a Europa, a extrema-esquerda beneficia de conivências mediáticas, mesmo quando se dedica a acções violentas contras os movimentos identitários e populistas, o seu papel de cão de guarda da superclasse mundial é bastante apreciado.

As ligações da superclasse mundial à extrema-esquerda não são apenas intelectuais, são também financeiras.

Em França, em 2001, a TFI e o grupo económico Lagardère acorreram a salvar o jornal comunista “Humanité” que se encontrava então em grandes dificuldades financeiras.

A aliança do jornal “Libération”, fundado por Jean-Paul Sartre, e da superclasse mundial é ainda mais espectacular: desde 1993 três grandes capitalistas transnacionais, Antoine Riboud, Gilbert Trigano et Jérôme Seydoux, entraram no capital como accionistas externos e, em 2005, graças a uma nova crise, é Edouard de Rothschild que injecta 20 milhões de euros no “Libération”. A sua entrada em mais de 30% do capital do jornal faz-se com o aval da maioria dos jornalistas.

9-O cosmopolitismo, ideologia comum da extrema-esquerda e da superclasse mundial

Este casamento entre o “Libération” e o grande capital leva a um sorriso enganador, porque ambas as parte actuam, não somente na defesa dos seus interesses próprios, mas também em conformidade com as suas ideias.

O pai de Edouard de Rothschild, Edmond de Rothschild, hoje falecido, foi um visionário do mundialismo. Fundou, em 1974, a secção europeia da Comisão Trilateral, inicialmente criada nos Estados Unidos por David Rockefeller e Zbignew Brzezinsky. É da Comissão Trilateral que provêm hoje os programas mundialistas de Davos. Ora, desde 1970, Edmond de Rothschild havia discernido o essencial, declarando numa longa entrevista à revista Enterprise de 18 de Julho:” a verruga que tem de ser extirpada hoje é a nação”. Ao salvar o “Libération” da falência Edouard de Rothschild prossegue o combate do seu pai.

De facto, a redacção do “Libération” e o seu novo patrão comungam da mesma ideologia: o cosmopolitismo, que postula que as nações são entidades arbitrárias que convém ultrapassar. Como a História já demonstrou, são as oligarquias que adoptam mais entusiasticamente o cosmopolitismo, oligarquias cujos membros se declaram voluntariamente “cidadãos do mundo”: oligarquias mercantis, de um lado, oligarquias culturais, de outro, sonham com um governo mundial.

Neste concerto de cosmocratas, a extrema-esquerda toca a sua partição.

Mas outras temáticas vêm alimentar a ideologia mundialista, em particular o catastrofismo planetário, seja climático ou sanitário.

Abaixo as máscaras!

Pilhado aqui

sábado, agosto 29, 2009

Lobos com pele de cordeiro


O secretário-geral do PCP disse hoje que depois de a política de direita ter saído derrotada das eleições europeias é preciso agora derrotar os seus executantes e defendeu a afirmação da CDU como uma força alternativa de esquerda.
Quem o ouvisse e não recordasse os tempos do PREC ou os tempos da antiga URSS, onde a exploração dos trabalhadores era ainda mais feroz que nos regimes capitalistas, poderia ser levado a pensar que estava aqui o salvador da Pátria.
Embora o PSD e o PS sejam os protagonistas principais da bandalheira que se instituiu em Portugal depois do 25 de Abril, centristas, comunistas e bloquistas também contribuíram para a festa onde teimam em ser os únicos convidados.
Podemos atribuir á esquerda a degradação no ensino, na justiça e na segurança. Podemos atribuir à esquerda o aumento do consumo de droga e a legislação sobre o aborto. Mas também não podemos esquecer as lições da história, quando a esquerda está no poder, não se altera a exploração e as desigualdades sociais. Com a esquerda no poder alguns são mesmo mais iguais que outros, sai o patrão da fabrica e entra para o seu lugar o funcionários do partido, depois e em nome do marxismo leninismo, é instaurada sobre os trabalhadores a mais vil das ditaduras. As imagens de Tianamen, o trabalho infantil e escravo que sabemos existir na China comunista, são o melhor retrato do que nos esperava se o PCP ou o BE atingissem o poder.
Na decadência capitalista a tendência geral para o capitalismo de Estado é uma das características dominantes.
No plano político e social, a tendência ao capitalismo de Estado traduz-se pelo facto de que o aparelho do Estado, sob formas totalitárias extremas, ou sob máscaras democráticas, exerce um controle cada vez mais potente, omnipresente e sistemático sobre todos os aspectos da vida social.
A santa aliança comunistas capitalistas é bem patente quando se fala de imigração. A imigração é hoje abençoada por direita e esquerda, servindo a esquerda de tropa de choque contra quem a ouse por em causa. Ora como a imigração é única e simplesmente uma arma do capital, para conseguir baixos salários e aliviar as contradições e a luta de classes nos países exportadores de mão-de-obra, como podemos confiar nessa gente que se auto intitula defensora dos trabalhadores e depois pelas costas lhes enfia a estocada mortal.
A esquerda não é solução para o problema porque a esquerda faz parte do problema.

sábado, agosto 22, 2009

Farinha do mesmo saco


O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, defendeu hoje, em Gaia, que o seu partido é a alternativa de esquerda necessária para mudar o rumo do país, frisando que os líderes do PS e do PSD são "farinha do mesmo saco".
As organizações de esquerda gostam de tentar apelar à classe trabalhadora, a que eles gostam de referir como "o Proletariado". O ulterior objectivo por trás dessa ideologia baseia - se num desejo de dividir para reinar. Por outras palavras, ao mesmo tempo que estas organizações estão oferecendo apoio às chamadas "minorias oprimidas", tais como homossexuais, Black Power, grupos rebeldes e estudantes de classe média, elas estão na realidade criando desunião entre os membros da sociedade, garantindo que elas possam encontrar através de slogans e banners, um refúgio seguro e assim combater e invadir a normalidade. No que a sociedade está a tornar ou mais degenerar, é meramente testemunho ao facto de comunistas serem capazes de mobilizar regularmente muitos manifestantes na hora, como recentemente aconteceu durante a Cimeira Europeia, mas que longe de ter incomodado realmente o sistema apenas serviu para mais uma demonstração “folclórica” Ao adicionar a todas as minorias, às socialmente inadequadas, com o fim de as controlar, estes activistas, podem parecer estar lutando pela maioria. Mas isto é mais uma tentativa de por uma minoria no poder no seu mais puro e distorcido pretexto.

O marxismo não é o oposto do capitalismo

Ser anti marxista e socialista esta longe ser uma contradição. O verdadeiro socialismo defende o interesse dos homens, a sua natureza está em oposição radical com a teoria materialismo dialéctico. É essencial, se queremos a regeneração do ideal socialista original, denunciar e rejeitar o engano burguês de Marx e só por uma razão: por sermos anti capitalistas! Não se pode acusar o capitalismo de ser materialista ateu, desumanizado, consumista, apátrida, etc. e depois enveredar pelos mesmos defeitos. Marxismo é o espelho do capitalismo, não vem combatê-lo mas justificá-lo! Pequena definição: Para Karl Marx, é necessário distinguir a estrutura básica da sociedade das suas superstruturas. A primeira é de natureza económica e material e definiria os modos de produção. As segundas seriam primeiro sociais, seguidamente politico jurídicos e por último ideológicos e religiosos. As segundas são inteira e rigorosamente determinados pela primeira. O acto humano, a vontade e a esperança (resumidamente todas as liberdades do indivíduo) seriam apenas as aparências tomadas por esta determinação. As leis da economia seriam por conseguinte a base de qualquer actividade social. A evolução material seria uma dialéctica. De acordo com esta lei "qualquer estado material gera os estados sucessivos que lhe são contrários". A luta entre as forças conservadoras e as forças revolucionárias explicaria a evolução da sociedade. Qual magnífico fraude! As leis do capitalismo, ideologia podre e errada, não são elas também de alguma maneira justificativas umas das outras? Certamente, seria em vão negar que as condições económicas e materiais influenciam os relações sociais, as posições políticas e mesmo as concepções morais e ideológicas, mas um determinismo é absoluto ou não é? Marx admitiu materialismo histórico mas não o provou. No entanto devia tê-lo feito. Marx admitiu-o porque tinha necessidade. Realmente, a inteligência iluminada intervém neste falso determinismo. Materialismo como determinismo nega-se ele mesmo nos seus métodos. Se materialismo histórico fosse rigoroso, se o capitalismo não fosse uma ideologia contrária às leis da natureza (que é o verdadeiro determinismo), o papel criador do herói e do génio, o seu carácter perturbador, seria uma coisa estéril e inexplicável! Se as ideias fossem determinadas pelas condições materiais, não apareciam antes das condições matérias serem criadas. Ora, as ideias sempre precederam em vários séculos as condições da sua realização. Com efeito, materialismo histórico não dá conta da realidade social objectiva. É necessário afirmar que para além da matéria e condicionada por ela, os factores materialistas são determinados pelo espírito. As leis evolutivas do espírito são independentes do materialismo, o materialismo marxista como o capitalismo é igualmente contrário à natureza. O conteúdo do capitalismo é o seu carácter comercial, desumanizador, contra natura, inimigo do bem e a razão. Então paragem! É sobre o combate espiritual, onde a razão pára e onde se encontram as raízes da evolução humana, que é necessário combater. O capitalismo e marxismo estão unidos porque são o inimigo de o que mais cedo ou mais tarde vai libertar o homem, um factor que só tem um nome e está muito distante do materialismo: o da vontade humana.

quinta-feira, agosto 06, 2009

Holocausto


Hoje recordamos o momento em que, às 8h15 de 6 de Agosto de 1945, a bomba atómica caiu sobre a cidade de Hiroshima e matou 80 mil pessoas naquele dia, um número que aumenta para 140 mil mortos quando se tem em conta todas as pessoas que vieram a morrer na sequência do ataque até ao final desse ano.
O imperialismo sionista americano, ficou mais uma vez com as mãos sujas de sangue. Hoje e hipocritamente, fala em desarmamento nuclear, mas é incapaz de dar o exemplo, porque o que lhes importa o que lhes interessa é o desarmamento dos outros, para que a hegemonia a nível mundial, não possa ser contestada.
O imperialismo americano e o imperialismo dos países comunistas, são responsáveis por milhares de mortos ao longo da última centena de anos. Infelizmente a sua propaganda e os lacaios que mantêm no poder um pouco por todo o mundo, torna difícil denunciar este Holocausto. Mas tenho fé que os homens livres, aqueles que não se deixam contaminar pela propaganda da esquerda e da direita, do capitalismo e do capitalismo de estado, comecem a dizer basta, para que Hiroshima, Dresden, Iraque, Vietname, Coreia, Tibete, Afeganistão, passem a ser vistos como uma página da historia que o homem nunca mais deva escrever.
Hoje devemos chorar os mortos de Hiroshima e de Nagasaki, e condenar este acto diabólico da administração norte americana. Uma vez que já havia conversações secretas para terminar a guerra, só podemos compreender o bombardeamento como uma forma hedionda de experimentar a bomba em cobaias humanas. Errar é humano, persistir no erro é americano. Não se deixem enganar pelas falinhas mansas da administração Obama, porque nos bastidores comandam os mesmos assassinos imperialistas que governam o mundo há muitos anos.

domingo, junho 28, 2009

Lobo com pele de cordeiro



Alguns direitinhas continuam a insistir na tecla do costume. Como nada pretendem fazer, nem muitas vezes dar a cara continuam a insistir que o PNR é um partido de marginais e de skins. Fazem o jogo do sistema porque bem vistas as coisas fazem parte desse mesmo sistema.
Em nome dos militantes do PNR sobretudo em nome daqueles que com prejuízo da sua vida profissional e familiar, lutam todos os dias para a divulgação e crescimento do partido e que de marginais nada têm não me preocupando nada o corte de cabelo, impõe-se denunciar estes salazaristas bafientos que infiltrados no movimento nacionalista actuam como agentes infiltrados ao serviço do sistema.
A luta faz-se dentro do PNR o único partido nacionalista legalizado, todas as correntes nacionalista têm direito a manifestar a sua opinião e todas contribuem sem hegemonismo para o engrandecimento do partido.
Não é verdade que o PNR seja dominado por esta ou por aquela corrente nacionalista, ou por algum grupo organizado, repetir esta mentira inventada pelo sistema é própria de traidores que nada mais fazem que o jogo do sistema.

terça-feira, maio 26, 2009

Os “democratas” do costume


Na madrugada do dia 23 na localidade de Sabadell em Espanha um grupo de militantes de extrema-esquerda agrediu selvaticamente cinco camaradas do MSR Movimiento Social Republicano.
Fortemente armados e seguros do seu número (cerca de 100), mostraram do que são capazes quando a ocasião se lhes é favorável.
São das mesmas organizações que em Portugal destruíram montras e tentaram atacar a sede do PNR.
São das mesmas organizações que ainda à pouco tempo apedrejaram uma esquadra de policia em Lisboa.
Tem ligações aos partidos de extrema-esquerda a quem servem como tropa de choque e recebem formação nos acampamentos (campos de treino) que muitas organizações legalizadas promovem um pouco por toda a Europa, mas que as forças de segurança tendem a ignorar.
Mais uma vez fica provado de que lado parte a violência e que estes grupos de esquerda com a benevolência da direita, são responsáveis por muita agressão ameaças e incitamento ao ódio.
Para os camaradas do MSR a nossa solidariedade, sabendo de antemão que este tipo de acontecimentos só os fortalece cada vez mais.
NA EUROPA COMEÇA A AMANHECER

sábado, maio 09, 2009

Tipologia politica




É comum a todos os politólogos de todas as facções, uma divergência quanto á natureza daquilo que chamamos extrema-direita.
Os politólogos comunistas não consideram que a extrema-direita seja uma descontinuidade em relação à direita. segundo eles a extrema direita não é mais que um prolongamento natural da direita, devendo por consequência classificado de direita extrema. Ela não é mais que uma radicalização da direita burguesa, que despoletou com surgimento de graves dificuldades, principalmente de ordem económica.
Quanto aos politólogos liberais, defendem que a extrema-direita é radicalmente diferente da direita, não existindo território comum entre ambas. Dai se compreender e a título de exemplo que René Rémond, tenha recusado integrar o fascismo na seu célebre estudo sobre as direitas. Para os historiadores liberais, extrema-direita e comunismo, estão metidas no mesmo cesto chamado totalitarismo.
Por aqui se vê que estas duas interpretações não podem ser verdadeiras simultaneamente. Podemos então afirmar, à primeira vista, que elas são as duas falsas ou que só uma é verdadeira.
Tendo em conta as opiniões de alguns peritos de um e outro campo, que se regem pela opinião da sua maioria, interrogo-me do porquê desta distorção.
Temos pois que o conceito de totalitarismo utilizado por estes politólogos de direita e que fez parte da receita em plena guerra-fria obedecendo a um interesse politico: metendo o fascismo e o comunismo no mesmo “cesto” totalitário, os ocidentais justificam a continuidade da guerra até 1945.
Reciprocamente, os teóricos comunistas fazem da extrema-direita ou do fascismo um simples desvio da direita, adoptando da mesma forma a táctica dos seus homólogos liberais. A ligação entre direita e extrema-direita permite também justificar uma bipolarização que no final a todos dá proveito.
Independentemente de qualquer má-fé politica que caracteriza por vezes os peritos, não podemos no entanto negligenciar a probidade intelectual de alguns dos pensadores que foram de um lado ou de outro.
E pensando bem, não se pode senão atribuir crédito às duas teorias simultaneamente e apesar da lógica o proibir. Eles tiveram que remover o obstáculo que é a abordagem inconsistente. Tudo se aclara se deixarmos de definir a existência de uma só extrema-direita mas sim de duas. Assim, se uma pressupõe a existência de uma extrema-direita, juntamente com a extrema-direita, as duas teorias são ambos consistentes.
Com efeito, a extrema-direita é assim o prolongamento da direita como o afirmam os pensadores comunistas e apesar da recusa dos principais intervenientes.
Com efeito é anti-sistema, como defendem os pensadores liberais, e, sem qualquer ligação com a direita. Isso explica o porquê da luta das SS e das SA durante a “noite das facas longas”. Explica também o porquê de um mesmo fenómeno se produzir, embora de maneira menos sangrenta na Itália. Eis porquê Drieu la Rochelle fez saber que Hitler havia perdido a guerra, e que desejara a vitória de Estaline.
Um dos erros possíveis terá sido considerar que a linha de fractura passava pela distinção entre reaccionários e revolucionários: Condreanu e Évola que eram reaccionários e não eram moderados.
Existe ainda sobre o lado direito do tabuleiro duas tendências antagónicas, a que se chamou extrema-direita e direita extrema que não só existem, mas ainda validam a análise dos dois tipos de politólogos




Alain Rebours

quarta-feira, março 18, 2009

Basta de imigração


Confundir a luta contra a imigração descontrolada, com racismo e xenofobia tem sido a nova arma do sistema para calar aqueles que se atrevem a falar, Infelizmente alguns mentecaptos tem dado uma boa ajuda ao sistema quando, através de actos impensados lhes fornecem munições para confundir a opinião publica, sabemos bem como os media utilizam na suas campanhas de desinformação todos os actos de descriminação, não tendo em relação ao infractor a mesma compreensão e condescendência que tem em relação a outro tipo de crimes. Subitamente como por magia a teoria de que a sociedade está na origem das acções criminosas e outros justificativos já não são contabilizados, sendo o alegado racista queimado imediatamente na fogueira dos hereges.
Um dia a historia classificará a imigração como a escravatura dos tempos modernos, entretanto temos de continuar a denunciar sem discriminar, temos de esclarecer sem comprometer.
Sabemos bem qual o papel destas organizações, elas é correias de transmissão do pensamento e da lógica do sistema. A globalização económica alimenta-se da cultural e vice-versa e para combater uma delas é preciso é necessário combater a outra.
Para essas organizações não há dúvida: há portugueses bons e há portugueses maus, mas os imigrantes são todos bons. Nenhum se dedica à criminalidade, nenhum vive de subsídios ou expedientes poucos claros à custa do contribuinte, pelo contrário, trazem cultura e produzem riqueza. E os portugueses são invariavelmente maus, discriminam e tratam mal as minorias, mesmo que lhes metam milhões no bolso para que estes não se sintam incomodados. E todos devemos - somos obrigados a - ficar contentes por isso. Se não ficarmos, e ainda por cima tivermos a ousadia de o dizer, seremos perigosos criminosos, extremistas radicais, e que devem ser punidos por isso.
Ao longo dos tempos o capital tem encontrado formas de aumentar as suas mais valias. Quer recorrendo à organização do trabalho ou à inovação tecnológica. No entanto é no recurso à mão-de-obra barata e nas formas de a perpetuar que o sistema mais esforços tem feito ou onde pelo menos mais expedientes tem sido utilizados.
A imigração é talvez o mecanismo mais utilizado pelo capital, no intuito de aumentar a oferta de mão e consequentemente fazer baixar os salários. Ao longo dos tempos a “importação” massiva de mão-de-obra tem sido a melhor arma contra as justas reivindicações dos trabalhadores. Foi assim durante a construção dos caminhos-de-ferro americanos quando o capital combateu as lutas operárias, com vagas e vagas de trabalhadores chineses e mexicanos e só assim se compreende que nos nossos tempos conquistas como a idade de reforma, ou os horários de trabalho, estejam a ser postas em causa somente porque a burguesia reinante possui nos bancos de suplentes mais uma grande quantidade de jogadores que não hesitará em por a jogar caso a oposição às reformas assim o justifique.
Para defender a sua dama, o sistema recorre a todos os méis e subterfúgios. Assim é prática corrente confundir a opinião pública, procurando rotular de racismo a denúncia da imigração descontrolada. Tentam fazer crer que o racismo é um privilegio dos brancos e escondem a toda a hora e momento a violência, cometida contra brancos ou entre etnias diferentes. Os recentes confrontos sociais, em alguns bairros da grande Lisboa são o exemplo do que acabamos de afirmar e a guerra civil nalguns países de Africa também o comprova.
A nossa luta não é contra os imigrantes que sabemos ser tão ou mais explorados que nós. A nossa luta é contra a imigração descontrolada, responsável pelo desemprego pela manutenção de baixos salários, pelo aumento da criminalidade, pelo aumento da subsidio-dependência, pelo perpetuar do neocolonialismo.
Enquanto a situação não for invertida, enquanto não existir legislação restritiva da imigração, estão de parabéns a esquerda e a direita, que de mãos dadas numa associação que mostra que uns e outros são exactamente a mesma coisa, perpetuam a exploração selvagem do homem pelo homem.

terça-feira, fevereiro 24, 2009

Contra o imperialismo contra todos os imperialismos


A China vai fechar o Tibete aos turistas estrangeiros antes de 10 de Março, o aniversário dos 50 anos da insurreição tibetana, noticiou o "Le Monde".
“As autoridades pediram às agências de turismo para não organizarem viagens para turistas até 1 de Abril”, indicou um empregado de uma das agências oficiais de Lhasa, que quis manter o anonimato.


A hipocrisia reinante, faz com as duas faces da Nova Ordem Mundial, se acusem mutuamente de actos de agressão ou de ocupação de outros países.

Mas para quem defende o respeito pela identidade e independência das Nações a ocupação militar e económica do Tibete é tão reprovável, como do Iraque.

Os argumentos que o imperialismo vermelho chinês utiliza para a ocupação do Tibete, são em tudo similares ao que imperialismo sionista americanos utiliza no Iraque, ou que o imperialismo soviético utilizava no Afeganistão e é agora recuperado pelos USA.

Podemos não concordar com a forma de viver de este ou daquele povo, podemos mesmo questionar este ou aquele governo, mas em nome da não interferência e do direito a cada povo viver segundo a sua cultura e identidade, não devemos impor de alguma forma a nossa maneira de pensar.

Esta a fazer 50 anos que a ditadura comunista, ocupa militar, culturalmente e economicamente o Tibete. Por estes tempos a “democracia” dos marxistas, faz sentir neste país. Por inúmeras razões e mais esta devemos boicotar os produtos chineses e participara nos protestos que certamente serão organizados.

quinta-feira, fevereiro 19, 2009

Pátria e Socialismo


O número de famílias portuguesas em dificuldades quase duplicou no ano passado, revela um estudo. E metade dos portugueses acredita mesmo que a sua situação vai piorar este ano. Números que colocam Portugal no primeiro lugar de 12 países da Europa com pior condição financeira.

Cada vez mais Portugal se assemelha a um pais do Terceiro Mundo ou a uma das antigas Republicas Soviéticas.
Com efeito o Socialismo de cariz marxista, porque não diferente do capitalismo acaba sempre em miséria para muitos e abastança para uns poucos.
É tempo de mudar de rumo e lutar pela Pátria e pela verdadeira justiça social.
Ser anti marxista e socialista esta longe ser uma contradição. O verdadeiro socialismo defende o interesse dos homens, a sua natureza está em oposição radical com a teoria materialismo dialéctico. É essencial, se queremos a regeneração do ideal socialista original, denunciar e rejeitar o engano burguês de Marx e só por uma razão: por sermos anti capitalistas! Não se pode acusar o capitalismo de ser materialista ateu, desumanizado, consumista, apátrida, etc. e depois enveredar pelos mesmos defeitos. Marxismo é o espelho do capitalismo, não vem combatê-lo mas justificá-lo!
As ideias sempre precederam em vários séculos as condições da sua realização. Com efeito, materialismo histórico não dá conta da realidade social objectiva. É necessário afirmar que para além da matéria e condicionada por ela, os factores materialistas são determinados pelo espírito. As leis evolutivas do espírito são independentes do materialismo, o materialismo marxista como o capitalismo é igualmente contrário à natureza. O conteúdo do capitalismo é o seu carácter comercial, desumanizador, contra natura, inimigo do bem e a razão. Então paragem! É sobre o combate espiritual, onde a razão pára e onde se encontram as raízes da evolução humana, que é necessário combater. O capitalismo e marxismo estão unidos porque são o inimigo de o que mais cedo ou mais tarde vai libertar o homem, um factor que só tem um nome e está muito distante do materialismo: o da vontade humana.

Sem pessoas não pode haver nação, e sem uma nação não pode haver povo. Por outro lado, é bem certo que temos absolutamente nada em comum com a intelectualmente falida legião da Esquerda moderna, mas também, não devemos fazer qualquer aliança aos da direita. Muitos dos chamados Nacionalistas são tentados a se descreverem como sendo do centro direita, ou mesmo como sendo mesmo de extrema-direita, mas deve ser declarado como uma verdade absoluta Nacionalismo que não tem nada que ver com o Direita. Para simplificar, a ala direita não é mais "nacionalista" do que o seu homólogo da Esquerda. Ambos comunismo e capitalismo são duas cabeças da mesma besta.
Em vez de ser uma folha dos livros existentes, ou tentativa para formar uma espécie de ridícula ideologia centrista, os nacionalistas devem rejeitar totalmente o meio ou as duas extremidades do sistema na sua totalidade. Nós nacionalistas opomo-nos de igual modo aos reaccionários e aos vermelhos, porque somos verdadeiramente Socialistas e Patriotas.

sábado, dezembro 20, 2008

Direita e esquerda unidas pelo mesmo ideal


Muitos pseudo revolucionários da esquerda e mesmo para alguns nacionalistas têm manifestado alguma simpatia relativamente às manifestações que estão acontecendo na Grécia.
Eu pessoalmente nada vejo de radical e revolucionário nestas manifestações, antes pelo contrário vejo um bando de marxistas e de anarquistas tolhidos de medo que utilizam crianças de 14 e 15 anos como tropa de choque das maquinações politicas.
Também devemos questionar, o facto de os jornais que mais voz têm dado aos jovens, sejam precisamente aqueles que estão ligados ao Grupo Bilderberg.
Estranha correlação de forças, direita e esquerda unidas com um só objectivo destruir, destruir cada vez mais. Na sua fúria contra a polícia os jovens cometem actos indiscriminados de vandalismo. Muitos carros destruídos pertencem a pessoas que certamente os adquiriram com muito sacrifício e que são o garante da sua deslocação para o trabalho, muitas das lojas destruídas são o ganha-pão de micro empresários. O radicalismo da acção voltou-se contra classes desfavorecidas muitas vezes muito mais desfavorecidas que aquelas a que os jovens pertencem.
O próprio episodio que despoletou toda esta violência a que os media não são alheios, tem sido empolado e para justificar os fins a que assistimos. O local onde ocorreu é zona de perigo, isto é, como em muitas cidades desta Europa livre e democrática o comum do cidadão não pode lá entrar, pois corre o risco de ser assaltado ou mesmo de perder a vida. Uma patrulha de policia que é chamada a intervir num local destes e que é atacada com cocktails molotov , teria que no entender destes paladinos da liberdade, retirado do local ou então em nome da sua democracia aguentar estoicamente as agressões. Mas, este tipo de situação sai sempre fora do controle, por mais treinos que dêem as forças da ordem, o instinto de sobrevivência a possibilidade de vir a ficar ferido ou mesmo morrer, fazem com que se tenha reacções inesperadas. O policia que fez o disparo, não podia saber a idade do jovem, ele sabia é que naquele momento um bando de escumalha da muita que vive naquele bairro, punha em causa a sua integridade física ou mesmo a sua vida e fez aquilo que é mais natural em qualquer ser humano defendeu-se.
O sistema em que vivemos é o responsável por tudo isto, é ele que cria estes bairros problemáticos, é ele que impinge e permite este tipo de actuações, é ele que impede a policia e os tribunais de lhe porem cobro.
O fim é só um, protegidos nos seus bairros bem guardados os Novos Senhores do Templo não sentem os efeitos daquilo que a sua actuação causa. Eles vivem em cidadelas bem guardadas e o povo utilizado a seu belo prazer, luta entre si. Alguns elementos da esquerda já o perceberam e juntaram-se ao bando de vampiros outros talvez alienados por aquilo que pretendem ver legalizado, fazem o jogo dos exploradores.
Virar as nossas baterias contra o verdadeiro inimigo e trazer para as nossas fileiras todos os homens e mulheres de bem, é um imperativo e a nobre missão de todos nós.
Um mundo encontrasse num ponto de viragem e dois cenários são possíveis. O primeiro tirado de um qualquer filme de ficção mostra-nos dois mundos, num vivem os privilegiados, no outra uma imensa mole humana que sobrevive das migalhas que a classe dominante lhe joga e que luta constantemente entre si fazendo com que os sistema sobreviva. Mas nem tudo está possível ainda é possível sonhar com outro cenário, aquele onde a justiça social é uma realidade e onde a paz e fraternidade entre os homens é possível.
Lutar todos os dias por um mundo melhor é obrigação de todos os homens de bem e missão suprema de qualquer nacionalista.

quarta-feira, dezembro 17, 2008

Nem direita nem esquerda – Só o nacionalismo é solução


É surpreendente ver que certas pessoas que se dizem combatentes anti sistema se agarrem à velha clivagem esquerda / direita.
Podemos compreender, que os media tenham necessidade de usar esta classificação simplista, para enquadrar todos os movimentos mais ou menos atípicos ou contestatários. Afinal fazem o seu papel de reduzir às normas estabelecidas os não alinhados que escapem à sua lógica ideológica. Mas porque é que os dissidentes deste sistema adoptam o vocabulário do seu adversário para se definirem? Por ser politicamente correcto? Que é importante inscreverem-se numa tradição ou num campo, para se situarem no imaginário colectivo? Estes argumentos não são válidos perante a realidade do Se.XXI. pois nós não fazemos parte do jogo politico do sistema, pelas nossas ideias, pela não praxis, nós somos mesmo a negação desse sistema.
Este tipo de classificação nascida durante a Revolução Francesa, não serve nem é indispensável á nossa reflexão politica. Já não existem valores e ideias que pertençam de maneira definida à família da direita ou da esquerda. O capitalismo com a democracia liberal reconciliou estas duas tendências e reforçou a sua colaboração com o sistema. Assim a oligarquia económica e mediática, tendo as mãos livres pode reforçar o seu domínio.
Hoje em dia é possível ver um gordo burguês de foice e martelo ao peito ou um operário a militar num partido democrata cristão.
A nossa orientação socialista deixa crer a alguns que nos pretendemos encostar á esquerda. Mas vão ficar desiludidos porque para nós, o termo esquerda não tem qualquer sentido (mesmo se lhe juntar-mos o adjectivo de extrema)
Nós temos as nossas referências no seio do povo e dos trabalhadores, numa linha socialista de inovação e diversidade. Esta tradição não é de esquerda que vive agarrada a símbolos de folclore mediático e não soube evoluir ao longo dos últimos tempos. A esquerda é hoje formada por uma certa burguesia dita progressista, que visava fazer uma aliança estratégica com os trabalhadores contra as forças mais reaccionárias, somente para salvar a sua pele. No entanto conservam o povo em banho-maria impedindo os trabalhadores de lutarem de facto contra o capitalismo, mesmo que para tal tenham de recorrer ao comunismo, fase derradeira ou solução final para manter a exploração do homem pelo homem.
O nosso apelo ao patriotismo ou a defesa de certos valores faz também alguns pensarem que somos um novo sopor de direita sobretudo quando fazendo acções de rua nos colam á direita populista. Vamos novamente desiludir alguns, porque para este peditório já demos. Para nós os movimentos populistas pela sua composição ideológica acabam sempre por se juntar ou ser engolidos pelo sistema. Sem orientação politica clara eles caem rapidamente na mesma vala dos outros. no seu seio militam pessoas que são muito ambíguas em relação ao capital. São sobretudo nostálgicos de um certo período da história que já passou e confundem o sonho com a realidade. Na esmagadora dos casos os dirigentes da direita sonham em integrar o sistema e não em combate-lo.
A nossa tradição é francamente revolucionária porque visa derrubar todo o edifício da lógica capitalista. Somos patriotas enquanto defensores de um colectivo histórico, somos humanistas enquanto defensores da vida, ecologistas enquanto defensores da terra e socialistas enquanto defensores da propriedade privada da livre iniciativa, da submissão do capital ao trabalho, da justiça social e do combate ao igualitarismo que a natureza se encarrega de desmentir.

segunda-feira, outubro 13, 2008

Crise! Que crise


O governo xuxilista juntou-se aos desgovernos europeus para parirem mais uma medida, que a coberto de ajuda económica de ajuda social, visa somente ajudar os amigalhaços do grande capital.
O sector bancário é o principal responsável pela crise que vivemos, o sector bancário goza de benesses em termos de impostos, o sector bancário tem enchido nos últimos tempos as páginas dos jornais com escândalos de corrupção movimentos ilícitos de capitais e jogadas de bastidores.
Desenganem-se aqueles que pensam que vou defender que se deixe cair a banca, isso seria a ruína para milhares de pequenos e médios depositantes e para largas centenas de trabalhadores bancários. Essa solução, não agrada decerto a esquerda ávida dos seus dízimos conseguidos através dos 10%, que consegue extorquir nas indemnizações dos trabalhadores e adepta do caos para depois, voltarmos à mesma ou a algo pior.
A única forma de moralizar o mercado e dar um recado forte aos especuladores seria a nacionalização dos bancos em crise. Já sei que esta medida põe em pânico a direita reaccionária e conservadora, mas não estamos aqui para agradar a ninguém e como já muitas vezes afirmei a politica não é uma ciência exacta, nem a esquerda nem a direita são donas da razão antes pelo contrário. Ser partidário da livre iniciativa implica um estado forte que intervenha nas regras do jogo, quando a livre iniciativa se está a transformar no benefício de alguns em detrimento de uma larga maioria e dos interesses nacionais.
Defendo e defenderei sempre um tipo de economia mista onde os sectores principais estão na mão do estado, podendo nalguns casos estar abertos à iniciativa privada.
Defendo um estado regulador, que defenda os mais fracos da cobiça dos mais fortes e que ponha os interesses nacionais acima dos de uma minoria, que submeta o capital ao trabalho.

PARA QUE A PLEBE SAIBA:

Fernando Nogueira:
Antes -Ministro da Presidência, Justiça e Defesa
Agora - Presidente do BCP Angola

José de Oliveira e Costa:
Antes -Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais
Agora -Presidente do Banco Português de Negócios (BPN)

Rui Machete:
Antes - Ministro dos Assuntos Sociais
Agora - Presidente do Conselho Superior do BPN; Presidente do Conselho Executivo da FLAD

Armando Vara:
Antes - Ministro adjunto do Primeiro Ministro
Agora - Vice-Presidente do BCP

Paulo Teixeira Pinto:
Antes - Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros
Agora - Presidente do BCP (Ex. - Depois de 3 anos de 'trabalho',
Saiu com 10 milhões de indemnização!!! e mais 35.000€ x 15 meses por ano até morrer...)

António Vitorino:
Antes -Ministro da Presidência e da Defesa
Agora -Vice-Presidente da PT Internacional; Presidente da Assembleia Geral do Santander Totta - (e ainda umas 'patacas' como comentador RTP)

Celeste Cardona:
Antes - Ministra da Justiça
Agora - Vogal do CA da CGD

José Silveira Godinho:
Antes - Secretário de Estado das Finanças
Agora - Administrador do BES

João de Deus Pinheiro:
Antes - Ministro da Educação e Negócios Estrangeiros
Agora - Vogal do CA do Banco Privado Português.

Elias da Costa:
Antes - Secretário de Estado da Construção e Habitação
Agora - Vogal do CA do BES

sexta-feira, outubro 10, 2008

Campeonato nacional



A guerra entre a esquerda e a direita vai a pouco e pouco arruinando este país.
Eles não ligam a meios para atingir os fins.

domingo, julho 27, 2008

Romagem à campa de SALAZAR dia 27 de Julho


Como aqui foi noticiado decorreu hoje em Santa Comba Dão, uma romagem à campa de Salazar, no Cemitério do Vimieiro onde foi prestada homenagem religiosa e de seguida, em recinto privado facultado pelo Sr. Dr. Rui de Oliveira Salazar de Lucena e Mello, usou da palavra a Dra. Ana Gomes.
Terminamos com um almoço-convívio.
Para além da justa homenagem, o encontro serviu para reencontrar velhos camaradas e para fazer novas amizades. Folguei em saber que alguma gente não está parada contribuindo assim para divulgar a Causa Nacionalista.
Saliento também que o convívio com os mais velhos, serviu para reavivar a memória, mas sobretudo para tomar conhecimento de mais alguns factos em que estiveram envolvidos alguns dos pardalões que estão sentados nas cadeiras do poder.
Um dia a história poderá ser contada à luz dos factos reais, sem ser manipulada pelos jornalistas de esquerda, ao serviço dos jornais propriedade da direita.