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terça-feira, agosto 10, 2010

Medidas de excepção para os Senhores da Guerra


A polícia planetária ao serviço do imperialismo sionista americano vai reunir em Portugal nos dias 19 e 20 de Novembro.
O evento exige “segurança máxima”, uma vez que irão estar presentes os principais líderes mundiais, entre os quais Barack Obama
Para a cimeira da NATO estão previstas medidas de excepção que vão desde:
- Suspensão do espaço Schengen e as fronteiras voltarem a ter controlo apertado.
- Limitar a circulação em toda a área, com vários perímetros de segurança e check-points, como também de aprovar um regime legislativo de excepção, temporário, que permita proibir manifestações que, segundo os seus pressupostos, possam resultar em violência urbana.
- A PSP, entidade responsável pelo policiamento do evento, já entregou ao GCS uma extensa lista de equipamento de ordem pública, desde barreiras de protecção, a gás lacrimogéneo, que entende ser necessário adquirir. Na lista estão ainda viaturas blindadas para uso urbano, anti-motim e para transporte de pessoal para zonas 'quentes' de grandes distúrbios e colocar homens equipados no local. Têm capacidade para seis pessoas e são anti-bomba, anti-fogo e anti-minas, sendo utilizados pelos militares britânicos e norte-americanos no Iraque, bem como o aumento dos efectivos do CI em mais 60 unidades.
Numa altura em que se pede aos portugueses para apertarem o cinto o governo tem mãos largas para gastar dinheiro com a protecção dos senhores da NATO. È vergonhoso que o sistema não esteja preocupado com a violência urbana que os portugueses sentem todos os dias na Linha de Sintra, nos arrastões que se vão dando nas praias, na autentica guerra civil que existe em muitos bairros e na criminalidade que cresce a olhos vistos por todo o país.
É vergonhoso que a actuação das nossas polícias seja deficiente e tardia face à falta de material e que para proteger os participantes na cimeira já não se olhe a despesas para o fazer.
É vergonhoso que pelas nossas fronteiras passem regularmente bandos de criminosos estrangeiros, sem que para o evitar se mova uma palha e agora a pretexto desta reunião se tomem medidas de excepção.
Os nacionalistas revolucionários sempre mostram o seu desacordo no que toca à NATO e ao Pacto de Varsóvia. Agora que o comunismo caiu de maduro a NATO teria deixado de fazer sentido. No entanto a CIA que descobria comunistas debaixo de toda a pedra, começou agora a descobrir terroristas. As intenções são claras, para além domínio económico e político que os USA já exercem em todo o mundo a NATO serve para perpetuar o domínio militar. Infelizmente a Europa embarca neste estratagema e colabora com os USA, em muitos conflitos militares. Com efeito depois dos assassinatos em massa na Sérvia, depois da invasão de um país soberano como o Iraque por razões nunca provadas, os USA e a NATO mantêm uma guerra no Afeganistão só para manterem no poder os senhores da droga.
Apesar da proibição de manifestações (diziam-nos que depois do 25 de Abril todos se podiam manifestar) saberemos encontrar maneira de fazer sentir ao imperialismo sionista americano e aos seus lacaios que não são bem-vindos a Portugal

sábado, junho 13, 2009

A CIA tenta meter as patas no Irão


A linha anti americana patriota e socialista venceu as eleições no Irão. Os adversários ajudados pela CIA e pela MOSSAD, tentam destabilizar um dos poucos sistemas que lhes faz frente em muitos níveis.
A ingerência dos Estados Unidos e dos seus lacaios faz-se sentir permanentemente por todo o mundo, a Sérvia, o Iraque e o Afeganistão, são mais alguns exemplo dessa politica terrorista que não hesita em recorrer, à mentira, ao genocídio, á ocupação para salvaguardar os seus interesses parasitas de hegemonia.
É preciso que todos os povos, todos os homens livres lutem contra esta tentativa de yankisar o mundo. A justiça social, a identidade o respeita pelos outros povos só se fará sentir quando os USA e seus lacaios, forem postos na ordem, sob pena de num curto espaço de tempo em cada estuário de rio que banhe uma capital ser obrigatório ter uma replica da estatua da “liberdade”.

Governo dá acordo de princípio a treino de F-22 dos EUA nas Lajes


O mundo esta cada vez mais de cócoras perante as exigências americanas.
As Lajes devem deixar de ser uma colónia americana, sob pena de um dia a ilha se transformar no Kosovo português.
A NATO já não se justifica em termos militares, pelo que também é de equacionar a nossa saída deste organismo, que não é mais que uma ponta de lança do imperialismo sionista americano.
Nem mais um soldado português para as colónias americanas e nem mais um avião assassino em território nacional.

terça-feira, março 24, 2009

terça-feira, fevereiro 10, 2009

Manifestação de sérvios contra a força de segurança do Kosovo


Milhares de sérvios manifestaram-se no Norte do Kosovo contra a criação da nova Força de Segurança do Kosovo, classificando-a como ilegal e exigindo a sua dissolução.

“O seu objectivo é desestabilizar o Kosovo e os Balcãs”, disse Radenko Nedeljkovic, um dos líderes sérvios do Norte do Kosovo, à multidão na cidade de Kosovska Mitrovica. “Apelo aos sérvios e não-albaneses que boicotem todo o recrutamento de uma força desse género”, continuou.

A nova força foi lançada em Dezembro, depois da dissolução da Força de Protecção do Kosovo, que era composta sobretudo por antigos membros do Exército de Libertação do Kosovo, a guerrilha independentista que combateu as forças sérvias no conflito de 1998-99. Um antigo general do Exército de Libertação do Kosovo foi nomeado comandante da nova força.

O treino é assegurado pela ONU. Quando estiver operacional deverá ter 2500 membros e 800 reservistas, munidos de armas ligeiras.

A força terá tarefas essencialmente de protecção civil, mas não deverá ter funções de polícia.

Thaci critica Belgrado

Os sérvios, mairotiários no norte do Kosovo, querem ainda que Belgrado organize uma reunião do Parlamento sérvio em Kosovska Mitrovica a 17 de Fevereiro, quando se comemora o primeiro aniversário da declaração unilateral de independência do Kosovo – até agora reconhecida por apenas 54 países, com a oposição da Sérvia e da Rússia, que a consideram ilegal.

Enquanto isso, numa entrevista à Reuters, o primeiro-ministro do Kosovo, Hashim Thaçi, queixou-se do Executivo sérvio, dizendo que o Governo pró-ocidental é tão mau como o do antigo nacionalista Slobodan Milosevic na sua relação com a província cuja independência não reconhece.

“Nas suas relações com o Kosovo, a Belgrado de hoje não mudou nada desde Milosevic”, afirmou numa entrevista à Reuters, referindo-se ao antigo presidente sérvio, morto em 2006. A declaração de independência veio após nove anos de protectorado internacional que se seguiu aos bombardeamentos da NATO na província para pôr fim à limpeza étnica que foi a resposta sérvia à insurreição albanesa, durante o consulado de Milosevic em Belgrado.


FONTE

quinta-feira, outubro 09, 2008

PNR contra o reconhecimento de independência do Kosovo


O PNR, Partido Nacional Renovador, condena de modo inequívoco a decisão do governo português ao reconhecer formalmente o Kosovo, tornando-se o 48º país do mundo a aceitar o atropelo que constitui ao Direito Internacional a "independência" daquela província Sérvia, que a declarou unilateralmente no passado mês de Fevereiro.
O Governo de Portugal adopta uma posição de mera subserviência a poderes externos e, a reboque de interesses contrários às nações europeias, verga-se às políticas de facto consumado, ditadas exclusivamente pela força, que não da razão, e a objectivos imperialistas contra a vitimizada Sérvia.
Este reconhecimento envergonha o país e os portugueses, fere o direito a que os Estados se devem subordinar e abre a porta a todo o tipo de graves situações análogas, no futuro, a que Portugal ficará ligado por leviandade dos seus governantes.
Lembramos que o PNR foi o único partido político português que se solidarizou com a Sérvia, demonstrando-o em audiência solicitada ao Embaixador Sérvio em Portugal e também através de um acto público de rua que teve lugar em frente à Assembleia da República, acções estas que se consumaram poucos dias após a proclamação de “independência” unilateral por parte do Kosovo.

Comissão Política Nacional
7 de Outubro de 2008

segunda-feira, outubro 06, 2008

Kosovo é Servia


Os órgãos de informação ocidentais difundiram a imagem de que a Sérvia invadiu a província de Kosovo, realizando por conseguinte um acto de agressão contra a população local. Ocorre que Kosovo sempre pertenceu à Sérvia, sendo um lugar sagrado para os de fé cristã-ortodoxa, com grande força simbólica para a maioria dos Sérvios. Não se tratou, pois, de uma invasão estrangeira seguida de ocupação militar.
Após a declaração da independência os governos europeus lacaios do imperialismo sionista americano, principal mentor, impulsionador e causador, de uma guerra fratricida, apressaram-se a apoiar as teses dos estados unidos, apoiando o estraçalhar do território Sérvio.
Portugal, julgávamos nós iria adoptar outra posição, mais desalinha de Washington, mais independente e justa. No entanto tratou-se de mais um exercício de hipocrisia a que este governo já nos habituou, aguardaram cobardemente a tomada de uma posição, mas agora obedecendo aos amos e senhores, preparam-se para se juntar ao bando de servilistas que apoiam a independência.
Os USA e seus lacaios criam, invadem ou modificam fronteiras a seu belo prazer, a Europa refém de toda a máquina imperialista, ou aplaude de pé ou não encontra coragem para se lhe opor.

sábado, maio 31, 2008

PARA TODOS QUANTOS SE INTERESSAM MESMO PELO KOSOVO


O tema promete. É preciso não deixar morrer a causa e o nosso camarada HNO lá esta como sempre na primeira linha da frente.

segunda-feira, maio 19, 2008

As colónias americanas


O povo Sérvio contrariamente a outros povos que gozam de protecção até para as maiores atrocidade que comentem, tem sido perseguido desde 1990 graças a ódios raciais e ao apoio dos americanos.
Expulsos da Croácia pelo presidente Franjo Tudjman e a pequena oligarquia que comandava o país, com o apoio e aconselhamento de Richard Holbrook consultor político para os Balcãs ao serviço do Presidente “democrata” Bill Clinton.
Em Agosto de 1955 o exército croata recebe apoio do Pentágono e da CIA, para levar a cabo um plano de atacar a região Croata de Karjina e expulsar 250.000 sérvios. Os soldados croatas foram treinados no Forte Irwin na Califórnia e o treino de especialidade foi ministrado por um empresa de mercenários americana American Military Professional Resources Incorporated (MPRI). O resultado final foi a participação americana numa limpeza étnica e na expulsão de 250.000 sérvios dos seus lares.
No ano de 1990 a tensão politica iniciou-se na Bósnia Herzegovina. Em 19992 numa tentativa para impedir a guerra neste território, vários planos de paz foram idealizados. O mais razoável previa a divisão do território por sérvios, croatas e islamitas.
Inicialmente o plano foi assinado pelas três facções, mas nunca foi implementado pelo líder islamita Alya Izebegavic, que retirou a sua assinatura do acordo depois de Washington reconhecer a Bósnia como território independente.
Em 1991 Croácia e Eslovénia declararam a sua independência da Jugoslávia. Foram encorajados pela Alemanha que pretendia fazer crescer a sua influência nos Balcãs. Os americanos depressa se juntaram ao plano, apoiando o Exercito de Libertação do Kosovo, prometendo ajuda aos albaneses separatistas que sonhavam com uma grande Albânia.
Em 1998 Richard Holbrooke, representando a administração Clinton, visitou o Kosovo e apareceu em cerimónias públicas com líderes do ELK, enviando um sinal claro do seu apoio. Explorando e aumentando as tensões entre sérvios e albaneses, os americanos seguindo uma estratégia de utilização do ódio e racial, justificaram a sua intervenção militar. Em Março de 1999 os USA fizeram um ultimato à Servia. Este país devia aceitar a ocupação do Kosovo pelas forças da NATO e abandonar militarmente a zona. A Servia recusou e os americanos aproveitaram para fazer a guerra.
Durante a administração Clinton e em 27 de Março de 1999 iniciaram-se os bombardeamentos. Estes ataques contra um pais soberano nunca foram aprovados pelas nações Unidas nem pelo congresso Norte-americano e violavam a lei internacional.
Os USA e a NATO tudo fizeram para que os bombardeamentos fossem uma realidade, tudo levando a crer que os USA usaram todo este esquema para puderem estabelecer uma base na zona ( Camp Bondsteel), uma vez que os planos para a montagem do campo foram estudados muito tempo antes de o conflito eclodir.
Em Junho de 1999 pouco tempo depois de iniciarem os bombardeamentos, os americanos tomaram posse de uma vasta zona no sudoeste do Kosovo peto da fronteira com a Macedónia e começaram a construção do campo.
O campo serve em primeiro lugar para manter a hegemonia americana no negócio do petróleo e vai proteger a construção do oleoduto que vai passar na Albânia, Macedónia e Bulgária.
Os USA tem em todo o mundo cerca de mil bases militares, um traço do imperialismo pode ser notado pelas suas colónias a versão americano de colónia é uma base militar. No Kosovo ou nos Açores a sua nefasta influência faz-se sentir. O Kosovo é uma colónia americana.
O primeiro-ministro do Kosovo é um criminoso que negoceia em droga e tráfico humano, mas como serve os desígnios dos novos senhores do templo a comunidade internacional não o denúncia, tendo até os americanos ajudado no treino da sua organização. Podemos imaginar que tipo de treino.
Desde o aparecimento do campo muitos Sérvios e mesmo Albaneses da oposição foram expulsos ou mortos. O treino dos pelos americanos mostra os bons resultados.
Hoje esta provado que todos os conflitos nesta zona tiveram a ajuda da mãozinha americana, ajudada pela NATO. Para já todas as mortos, feridos e destruição serviram para a construção do campo, para assegurar a hegemonia no negocio do ouro negro, mas não sabemos para já quais sórdidos planos estarão na cabeça dos terroristas americanos e dos seus lacaios na Europa.

sábado, março 22, 2008

O triunfo dos porcos


O nadador sérvio Milorad Cavic gerou polémica, no Campeonato Europeu de Natação, em Eindhoven, na Holanda.Quando subiu ao pódio pela vitória na prova dos 50 metros mariposa na quando bateu o recorde da Europa, vestindo uma camisola com os dizeres "Kosovo é Sérvia".
O Comité Disciplinar da Liga Europeia de Natação abriu investigação por considerar que a atitude do nadador sérvio feriu o artigo 15 do código de conduta, que prevê punições para atitudes provocativas dos atletas.
Agora o “democrático” organismo suspendeu o atleta, uma vez que esta considerou que o atleta exerceu “uma acção política evidente em violação do regulamento”.
Cavic perde o direito de participar nos Campeonatos da Europa, que decorrem até segunda-feira, e a Federação Sérvia foi multada em 7000 euros e terá ainda de pagar as custas da audição da comissão de disciplina.
O que importa questionar é qual seria a atitude do comité se um atleta usasse uma camisola a defender a imigração, a falar no orgulho gay, na poder negro ou de alguma “independência” que os “bons” apoiem. O inquérito teria sido feito, é preciso deitar areia nos olhos do povo. Mas as conclusões teriam sido muito diferentes.
Para o nadador sérvio foi com certeza muito mais importante afirmar clara e inequivocamente o que sente pelo seu país, do que poder continuar a participar nos campeonatos da Europa. A mensagem que deu é bem explícita.

segunda-feira, março 03, 2008

Campo Bondsteel e os planos americanos para controlar o petróleo do mar caspio


O Campo Bondsteel,é a maior base militar americana no estrangeiro (Kosovo) desde a Guerra do Vietname. Fica situada perto de corredores vitais de oleodutos, actualmente em construção e patrocinados pelos USA. A Halliburton Oil filial Brown & Root Services está a fazer uma fortuna, com todo este negócio.
Em Junho de 1999, no rescaldo dos bombardeamentos da Jugoslávia, pelos E.U. foram “ocupados” 1.000 acres de terras no sudeste de Uresevic no Kosovo, perto da fronteira da Macedónia, e começou a construção de um acampamento.

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sexta-feira, fevereiro 29, 2008

Os EUA, União Europeia e a ONU estão a apoiar no Kosovo um criminoso conhecido, o Primeiro Ministro Hashim Thaci

Os EUA, a União Europeia e a ONU estão a apoiar um governo no Kosovo encabeçado por um conhecido criminoso, o primeiro-ministro Hashim Thaci.

O cargo de primeiro-ministro foi criado sob o "Provisional Institutions of Self-Government (PISG)" estabelecido pela United Nations Interim Administration Mission in Kosovo (UNMIK)

Sob mandato da ONU, a finalidade do governo provisório era "providenciar um “governo democrático provisório” antes de uma decisão sobre o estatuto político do Kosovo.

O que isto significa é que as Nações Unidas não só ajustaram o cenário para um governo do Kosovo "independente", numa clara violação do direito internacional, como também instalaram no Kosovo um governo integrado pelos membros de um sindicato do crime. Todos os três primeiros-ministros do Kosovo, Ramush Haradinaj, Agim Ceku and Hashim Thaci são criminosos de guerra. e de delito comum.
O Kosovo Democratic Party encabeçado pelo antigo comandante do KLA Hashim Thaci é essencialmente um desdobramento do antigo Kosovo Liberation Army.

O apoio encoberto dos EUA-NATO ao KLA remonta aos meados da década de 1990. No ano anterior ao bombardeamento de 1999 da Jugoslávia, o KLA era muito abertamente apoiado pela administração Clinton.

O líder do KLA Hashim Thaci foi um protegido de Madeleine Albright. Foi até escolhido por Albright para desempenhar um papel chave a favor de Washington nas negociações de Rambouillet em 1998.

As ligações do KLA ao crime organizado foram documentadas pela Interpol e pelo Congresso dos EUA.
Alguns membros do Kosovo Liberation Army [encabeçado pelo actual primeiro-ministro do Kosovo, Hashim Thaci], o qual financiou os seus esforços de guerra através da venda de heroína, foram treinados em campos terroristas dirigidos por Osama bin Laden.

Os membros do KLA, adoptados pela administração Clinton nos 41 dias da campanha de bombardeamento da NATO para levar a Jugoslávia do Presidente Slobodan Milosevic à mesa de negociação, foram treinados em campos secretos no Afeganistão e Bosnia-Herzegovina , segundo alguns relatórios.

Os relatórios dos serviços secretos documentam o que é descrito como uma "ligação" entre Bin Laden, o milionário saudita fugitivo, e o KLA – incluindo uma área de plataforma comum em Tropoje, Albânia, um centro para terroristas islâmicos. Os relatórios dizem que a organização de Bin Laden, conhecida como al-Qaeda, tanto treinou como apoiou financeiramente o KLA. (Washington Times, 04/Maio/1999)
Existem suspeitas que grande parte da violência e intimidação veio de antigos membros do KLA, especialmente aqueles aliados com Hashim Thaci, o antigo líder do KLA e chefe do Democratic Party of Kosovo, um dos desdobramentos políticos do KLA.

Embora a ONU tenha gradualmente afirmado a sua própria autoridade e colocado representantes de outros partidos políticos em governos locais, em locais como Srbica ex-membros do KLA filiados ao partido de Thaci ainda exercem um controle completo.
"Estes sujeitos não estão em vias de abandonar o poder facilmente", diz Dardan Gashi, analista político junto ao International Crisis Group, uma organização de investigação com sede nos EUA e com um gabinete em Pristina.

Também há suspeitas que o crime organizado esteja envolvido em parte na violência. Grupos criminosos dedicados à extorsão, contrabando e prostituição confiam nos laços estreitos que têm com algumas pessoas no poder. A perspectiva de perder estas ligações e o rendimento que elas geram, podem torná-los “mal dispostos” em relação ao LDK.

Responsáveis dizem que o problema é pior na região Drenica do Kosovo, a área central do KLA e a fortaleza do partido de Thaci. Srbica, onde Koci é o presidente local do LDK.

A Heritage Foundation: Apoia o KLA-KDP, apesar das suas ligações criminosas.
Num relatório de Maio de 1999 a Heritage Foundation reconheceu que o KLA é uma organização criminosa. No entanto, pediu o apoio ao KLA por parte da administração Clinton:
“Deveriam os EUA reforçar o potencial militar do KLA contra o regime brutal de Milosevic, apesar das estranhas raízes ideológicas do KLA e das suas ligações visíveis ao crime organizado? O KLA não representa todos os grupos que buscam um fim às campanhas brutais de Milosevic e sabe-se que cometeu algumas atrocidades, ele é a força mais significativa de resistência à agressão jugoslava dentro do Kosovo. Além disso, a escala e o âmbito dos seus crimes foi reduzida pela sistemática campanha de terror desencadeada pelos militares, paramilitares e forças policiais jugoslava dentro do Kosovo, às quais Washington se tem oposto com firmeza desde a guerra de 1999.” (Heritage Foundation Report, 13/Maio/1999)
“Afastar-se agora do KLA privará os Estados Unidos dos benefícios de cooperar com uma força de resistência que é capaz de apoiar a pressão sobre Milosevic para negociar um assentamento” (Ibid)
A Heritage Foundation apoia o Kosovo Democratic Party (KDP), que é integrado por antigos membros do KLA.

O KDP reteve suas ligações ao crime organizado. Esta posição de um modo geral resume a atitude da "comunidade internacional" em relação ao Kosovo. Mais recentemente, a Heritage Foundation, que desempenha um papel de bastidores na formulação da política externa americana, pressionou para a "independência" do Kosovo.

A evidência confirma amplamente que o primeiro-ministro do Kosovo nunca cortou as suas ligações com o crime organizado.

Um conhecido criminoso está a ser protegido pelas Nações Unidas: Ele foi detido em Budapeste em Julho de 2003 a pedido da Interpol e foi imediatamente libertado, a seguir a um pedido da Missão das Nações Unidas no Kosovo (UNMIK). Isto não é um evento isolado. Há evidência de que a Missão da ONU e sua força de polícia internacional protegeram o antigo KLA, o qual na sequência do bombardeamento da NATO de 1999 foi re-etiquetado como Kosovo Protection Corps (KPC) sob mandato formal da ONU.

Segundo o ministro da Justiça sérvio, Vladan Batic, "o processo em Hais no tribunal de crimes de guerra tem mais de 40 mil páginas de provas contra o antigo líder do Kosovo Liberation Army, Hashim Thaci, (citado por Radio B92, Belgrado, 03/Julho/2003).

Em Abril de 2000, a secretária de Estado dos EUA, Madeleine Albright, "ordenou à promotora chefe do Tribunal de Haia, Carla del Ponte, que retirasse Hashim Thaci da lista de suspeitos de crimes de guerra" (Tanjug, 06/Maio/2000). Carla del Ponto a seguir afirmou que não havia provas suficientes para indiciar Thaci por crimes de guerra.

Na generalidade, a Missão da ONU actuou como um acessório na protecção de um sindicato do crime.

Em Novembro de 2003, foram iniciados em Belgrado procedimentos criminais contra vários antigos comandantes do KLA. Estes incluíam Hashim Thaci, Agim Ceku e Ramush Haradinaj. .O nomes de Haradinaj e Ceku estão em listas da Interpol.

Agim Ceku é conhecido por ter cometidosistematicamente crimes de guerra na região de Krajina, na Croácia, em meados da década de 1990, envolvendo o massacre e limpeza étnica da população sérvia. Ele foi brigadeiro general no Exército croata e um dos planejadores da Operação Tempestade, a qual levou à expulsão de várias centenas de milhares de sérvios da região de Krajina. Em 1999 ele foi nomeado comandante do KLA, com a aprovação dos EUA e da NATO. de seguida foi nomeado comandante da Kosovo Protection Corps (KPC) patrocinado pela ONU (na sua folha de pagamento) e tornou-se primeiro ministro do Kosovo em 2006, sendo sucedido por Hashim Thaci, o actual primeiro-ministro. No Kosovo, ele continua a ter ligações com sindicatos do crime organizado. Segundo o London Observer, o KPC que foi chefiado por Ceku estava envolvido em actos de tortura assim como à protecção da prostituição no Kosovo. (14/Março/2000, Atlanta Journal-Constitution)

O governo do Kosovo está ligado a sindicatos de crime organizado e envolvido em tráfico de narcóticos e seres humanos.

O facto de todos os três primeiros-ministros do Kosovo, Ramush Haradinaj, Agim Ceku e Hashim Thaci serem criminosos de guerra não foi reconhecido nos recentes relatos da imprensa quanto à independência do Kosovo.

Os EUA e a UE estão a apoiar a criminalização da política no Kosovo.

domingo, fevereiro 24, 2008

Hugo Chávez: “A Venezuela não reconhecerá o Kosovo”


O presidente Hugo Chávez anunciou que o seu governo não reconhece a independência do Kosovo e apelou a outros países que não reconhecessem a decisão unilateral que tomaram os kosovares. “Não reconhecemos a independência do Kosovo… protestamos contra isso”, afirmou Chávez num discurso emitido pelas cadeias de rádio e televisão.
O mandatário expressou que era “sumariamente perigosa” a decisão de independência tomada pelos kosovares porque “pode culminar num novo desastre” e desencadear uma guerra na região. “Não compreendo como existem países que aceitam isto. Será que a Itália, por exemplo, gostaria que… o sul da Itália se declarasse independente, que um congresso regional se declarasse independente, (gostariam) a França, a Inglaterra ou algum país da América Latina”, expressou o mandatário.
Os Estados Unidos foram um dos países que reconheceram a independência do Kosovo, declarada Domingo, outros países que a reconheceram foram também a Grã Bretanha, a França e a Alemanha.
“Fazemos um apelo a que não seja reconhecido, utilizem os mecanismos de diálogo político… e que esta decisão seja revogada. O Kosovo é uma região da Sérvia, isso está reconhecido pela história e pela geografia, não se pode aceitar este acto”, acrescentou ainda.
Atribuiu também a decisão dos kosovares a um “plano imperial para continuar a debilitar os países do mundo”.

quinta-feira, fevereiro 21, 2008

Ser contra a independência do Kosovo? Sim, mas por uma boa razão


Existem por vezes tomadas de posições convergentes com os nossos ideais que nos incomodam. A actualidade obriga-nos a torcer a espinha e por vezes dar a parecer que caminhamos com o inimigo.
A independência do Kosovo, foi para certos pequenos grupelhos, uma nova ocasião de se porém sob o fogo dos meios de comunicação social e fazerem uma oposição radical e vistosa. No entanto, esta "minoria agitada" não teria feito melhor em calar-se? Ela que sonha com uma Europa sem Kosovo.
Esta "minoria agitada" ter-se-ia sem dúvida congratulado se os kosovares não fossem muçulmanos. Porque aos seus olhos, como no entender dos seus amigos sionistas, esta independência é um crime; "Faz parte novo expansionismo islâmico e o pacto Eurábia." Uma vez mais a análise geopolítica apaga-se por detrás dos reflexos muito baixos, uma vez mais e em nome da luta contra a islamização da Europa fazem o trabalho dos que manipularam a independência e prestam um bom serviço ao Tio Sam. A islamização da Europa combate-se com novas politicas de imigração e com a justiça. É fácil é barata e não dá milhões aos empresários corruptos. Confundir a delinquência que graça na Europa, com uma invasão planeada, só pode fazer parte de uma mente retorcida e fundamentalista, que pode ser encontrada nalguns líderes islâmicos sem apoio da larga maioria do seu povo se é que a ele pertencem, ou fazer parte da estratégia do medo tão querida do imperialismo americano e dos seus aliados. Os americanos de uma cajadada querem matar dois coelhos, dividir a Europa para melhor reinarem e criarem mais um foco de desestabilização na Europa, quer nos apoios que se vão dividir entre Servia e Kosovo, quer na politica do medo criada pela presença dos “terríveis islamitas” agora à solta pelo território europeu. Os dados estão lançados e colaborar no plano só significa uma coisa, colaborar com o imperialismo sionista. Muitos temem o Islão, mas não se importam de “rezar” na igreja do imperialismo onde a imagem central é a estátua da “liberdade”.
Para nós, quer o Kosovo fosse cristão, muçulmano ou ateu, não devia ser independente por só uma razão: porque qualquer fraccionamento da Europa, independentemente de qualquer consideração religiosa é actualmente um crime contra o nosso continente.
Para abrir caminho. A independência do Kosovo pode apenas dar ideias e servir de exemplo. Será profundamente destabilizador nos Balcãs, mas terá reflexos na Espanha ou em França ou na Grã-Bretanha. O futuro dos Estados nacionais, está mais ou menos ameaçado a curto médio prazo A começar pelo reino belga que agora se pode tornar quase uma ficção política... Os Estados Unidos após terem desmontado os impérios europeus, tentam fazer mesmo modo com as nações europeias. Uma Europa federal seria uma Europa fraca por conseguinte sob controlo americano. A União das Nações europeias é o último baluarte perante a hegemonia dos Estados Unidos, é portanto lógico que estes apoiam e favorecem a morte das pátrias. Este é o verdadeiro problema e todos os que em Lisboa em Estrasburgo, em Bruxelas ou em Milão, fazem a promoção do regionalismo são os aliados objectivos do Departamento de Estado ou seus ajudantes idiotas.

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

Kosovo: Uma acta secreta com instruções dos USA à CEE


Estala na cidade de Lubiana (capital da Eslovénia ex Jugoslávia) um caso incrível de vassalagem da Europa em relação a Washington. O jornal lubiano Dnevnik publica detalhadamente um conteúdo de uma carta secreta a propósito da qual a oposição fez uma interpelação no parlamento.
A acta demonstra uma coordenação directa entre Washington e Lubiana sobre o futuro imediato do Kosovo e sobre os passos a tomar para garantir a sua independência, com a presença europeia e a legitimação da ONU, precisamente durante a presidência eslovena. As instruções são dadas por Daniel Fried ajudante de Condoleeza Rice a um alto diplomata esloveno Mitja Drobnic, que acompanhado pelo embaixador Samuel Zbogar foi recebido no departamento de estado norte-americano no passado dia 24 de Dezembro. Instruções detalhadas, são então debatidas; como e onde o seu reconhecimento e a chegada de uma missão civil internacional (ICO) convidada pelo parlamento kosovar, depois da sua declaração de independência e segundo uma agenda estabelecida e aprovada de antemão em Washington.
A vice de Fried, Rosemary DiCarlo chega mesmo a revelar que o parlamento kosovar foi aconselhado a declarar a independência a um domingo para que a Rússia não tenha tempo para convocar o Conselho de Segurança.
A prova irrefutável de uma preparação meticulosa, conscientemente planeada pelos Estados Unidos e delegada depois à Eslovénia e aos países europeus dispostos a reconhecer rapidamente Pristina. Mesmo que alguns países europeus não estejam dispostos (talvez seis) a reconhecer para já a independência do Kosovo, isso não constitui problema para Washington, basta que sejam quinze dos vinte e sete e o saldo será excelente.
Fried aconselha mesmo à sua visita que a Eslovénia seja enquanto presidente da União Europeia o primeiro pais a reconhecer Pristina.
O escândalo colhe de surpresa o Ministro dos Assuntos Exteriores, Dimitrij Rupel que não controla a fuga de informação do seu ministério e que momentaneamente nada comentou. O primeiro-ministro Jansa não nega a autenticidade do documento, mas nega que haja pressões americanas sobre a Eslovénia. O embaixador Zbogar é convocado imediatamente.
A interferência norte americana não termina no Kosovo, forma dadas também instruções relativamente a uma cimeira USA/EU a realizar em Junho. Nada de especialmente estranho, se não fora a administração Bush esperar que os seus desejos se cumpram durante a presidência dos amigos de Lubiana,isto é que a União Europeia apoie a sua lista de países "canalhas" e que os condene com firmeza. Assim deverão constar da lista países como: Irão, Síria, Filipinas e os clássicos Cuba e Venezuela. Os USA também sugerem que na declaração conjunta deve figurar o apoio à invasão do Iraque e dos esforços americanos na luta contra o “terrorismo”.

FONTE

domingo, fevereiro 17, 2008

KOSOVO


O primeiro-ministro do Kosovo, Hashim Thaci, declarou que «de hoje em diante o Kosovo é orgulhoso, independente e livre».
A avaliar pelas bandeiras que aparecem na manifestação a favor do Kosovo “livre”, a liberdade não passou por lá.
A bandeira dos USA vai ter a partir de agora mais uma estrelinha.

quinta-feira, janeiro 03, 2008

Lakota – o Kosovo dos EUA


Enquanto Washington gosta de se intrometer nos assuntos internos da Sérvia, os Índios Lakota exigem uma nação livre e independente e retiram-se do Tratado de Fort Laramie que assinaram com os EUA em 1868.



Na sua declaração à comunicação social, os Lakota afirmam que “Somos os Lakota das reservas índias Sioux de Nebraska, Dakota Norte, Dakota Sul e Montana, que adoram a liberdade e que se retiraram dos tratados, constituindo assim uma nação independente e livre. Alertamos a Família das Nações que reassumimos a nossa liberdade e independência sob a lei natural, internacional e dos EUA”.
Canupa Gluna Mani, líder da Sociedade dos Guerreiros Strongheart, explica que “a saída do tratado está vestido no poder do povo Lakota e seus filhos”.
“Através da nossa história e sob a Lei de Reorganização dos Povos Índios de 1934, o Congresso disse que iria rever as provisões de 1968 (Tratado de Fort Laramie) mas não o fizeram. Mantiveram algumas promessas menores mas de forma geral o tratado não foi honrado. Porque se fosse, não teríamos esse colapso colossal de alcoolismo, abuso de drogas e pobreza e não teríamos as altas taxas prisionais nas populações masculinas e femininas”.
Os Lakota, descendentes de Sitting Bull e Crazy Horse, declaram que saíram dos tratados assinados com os EUA por causa de sistemática quebra dos mesmos pelos Estados Unidos e reclamam os direitos sobre todas as suas terras.


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