segunda-feira, novembro 19, 2007

Inspector Estaline


No Jantar das Quartas podem ler um texto sobre a nova policia politica. Mas a repressão não fica por aqui, pelos vistos alguns cidadãos estão ser constituídos arguidos por escreverem sobre a organização e ainda mais quem
transcreveu
texto também vai bater com os costados no Tribunal.
Qualquer dia não são permitidos ajuntamentos de mais de duas pessoas.

2 comentários:

Flávio Gonçalves disse...

Por falar em liberdade de expressão, a imprensa cá será que editava este artigo?

http://www.da.online.pt/news.php?id=121345&w=protocolos

Os Protocolos dos Sábios de Sião
Opinião
Marcus de Noronha da Costa
23/08/2007 09:08:9

Mais uma vez acaba de aparecer nas montras das livrarias a 4ª edição portuguesa da obra famosa e muito polémica – Os Protocolos do Sábios de Sião –, editada por uma editora "fantasma", e com um metódico prefácio de Bernardino Luís Franco.
O prefaciador defende a tese de o livro em questão ter sido produzido pelos agentes da – Okhrana – (polícia secreta do czarismo russo) para lançarem a confusão nas reformas estruturais que o Czar Nicolau II queria levar a efeito.
Para Sergei Nilus, promotor da edição russa do livro em questão, os – Protocolos – foram as actas do Iº Congresso Sionista – da Basileia de 1897 que tinha como objectivo a conquista do poder politico e económico pelo judaísmo, servindo-se estes como seu "braço armado" da maçonaria.
Um facto é evidente e não necessita de demonstração, mesmo que o texto tenha sido forjado pela – Okhrana –, quem o ler atentamente pode constatar factualmente que a maioria esmagadora deste se confirmou na manipulação económica e politica da sociedade por essa minoria não integrada e super-individualizada nas nações que os acolheram e tiveram como objectivo máximo a formação do "barril de pólvora" que é o Estado de Israel.
No aspecto económico e financeiro basta pegar nos indicadores dos índices das grandes fortunas a nível mundial dos Estados Unidos e da Europa mais desenvolvida, onde são predominantes as famílias sionistas que controlam dentro do mais lúcido – capitalismo selvagem – os circuitos de riqueza dos países onde se instalaram. Claro está que estas posições privilegiadas na economia conduziram na década de 30 do século passado ao aparecimento de movimentos radicais, que precipitaram situações atrozes contra os direitos humanos que levaram à monstruosidade do – Holocausto.
Apesar do sucedido, o sionismo internacional continua a manipular brilhantemente os números das vítimas, cifrando-o em 6 milhões de judeus e eliminando liminarmente um milhão e duzentos mil opositores ao – nazismo – que vão desde católicos, protestantes, muçulmanos, ciganos, homossexuais e outros grupos liquidados impiedosamente pela ideologia do critério da – pureza da raça–!
Com o conflito latente entre o mundo árabe e Israel, o livro em causa tem sofrido inúmeras edições no Egipto, Síria, Irão, Iraque e Paquistão servindo de meio de propaganda efectiva para o radicalismo político que se desenvolve naqueles países.
Deve-se recordar que o industrial estadunidense Henry Ford divulgou em folhetim no seu jornal – Dearborn Independent – os Protocolos –, que tiveram imenso sucesso na sociedade … porque os leitores constataram que o texto correspondia exactamente às posições efectivas que o – sionismo – controlava na economia americana!
Em Portugal o livro apareceu traduzido em 1923 por J. A. Viana Peixoto e Francisco Pereira Peixoto, e logo a seguir em 1925 Mário Saa, poeta e escritor companheiro de Fernando Pessoa e dos escritores modernistas da época escreve – A Invasão dos Judeus – na sociedade portuguesa.
É evidente que os judeus em Portugal não constituem qualquer ameaça nem rácica nem economicamente, vivem normalmente, facto que não acontece nem no Brasil e especialmente na Argentina.
A presente edição que à primeira vista parece académica e muito narrativa, não passa de mais uma das múltiplas imagens do – politicamente correcto –, que o sionismo internacional e os serviços secretos israelitas desejam divulgar entre os incautos.

Vassili Alexandrov disse...

Se, na realidade, fosse a Okhrana a conceber os Protocolos, bateria todos os médiuns, videntes e profetas dos últimos milénios, pois nem o Nostradamus conseguiu ser tão preciso.

O plano delineado nos Protocolos está a ser seguido passo a passo, o que dá peso inegável à sua veracidade e ignomínia.

A Okhrana poderá ter "apimentado" o texto, mas não tinha "bolas de cristal" para conceber o resto. Aliás, a primeira versão conhecida, embora não publicada, apareceu ainda no século XIX na Alemanha, e não na Rússia.

Bozhe Tsarya Khrani